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Calendário de vacinação será retomado nesta sexta-feira (13) para pessoas de 24 anos

Com o recebimento de mais 150 mil doses de vacinas contra a Covid-19 nesta quinta-feira (12/08), a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) retomará nesta sexta-feira (13/08) a vacinação para pessoas de 24 anos. No sábado (14/08), será a vez dos cariocas de 23 anos serem imunizados. Para a continuidade do calendário na semana que vem, a SMS depende do envio de novas remessas pelo Ministério da Saúde.

Nesta quinta-feira (12/08), a imunização com a primeira dose no município do Rio está restrita a adultos acima de 45 anos, pessoas com deficiência, gestantes, lactantes e puérperas a partir de 18 anos. A segunda dose está mantida nos postos normalmente.

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Município do Rio de Janeiro bate recorde de imunização em uma semana

Da Agência Brasil

A cidade do Rio de Janeiro bateu recorde no número de doses de vacinas contra a covid-19 aplicadas na semana que terminou no sábado (7). Em nota publicada em suas redes sociais, a Secretaria Municipal do Rio de Janeiro informou que foram aplicadas mais de 451 mil doses no período, o que constitui um recorde para um período de sete dias.

“Temos o objetivo de fazer a vacina chegar ao braço do carioca o mais rápido possível e, mesmo com toda a dificuldade logística devido à escassez de doses, conseguimos finalizar o trabalho do dia alcançando a marca da semana em que mais vacinamos no ano”, comemorou a secretaria.

O secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, acredita que em mais uma semana e meia, todos os cariocas adultos estarão contemplados na campanha com pelo menos a primeira dose da vacina. Até a última quinta-feira (5), o município do Rio atingiu a marca de 80% da população adulta vacinada com a primeira dose ou dose única, no caso do imunizante da Janssen.

Segundo a secretaria, nas últimas 24 horas foram distribuídas e aplicadas 78.444 doses, sendo 54.343 para primeira dose e 24.101 para segunda dose. “Cada dia importa, cada aplicação de vacina faz diferença”, salientou a secretaria. Nesta semana que se inicia, a meta é avançar na vacinação do grupo de 25 a 18 anos de idade.

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Brasil Destaque Notícias Rio Saúde

Cresce no Rio de Janeiro demanda por vacina na faixa de 35 a 39 anos

Da Agência Brasil

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) do Rio de Janeiro identificou, nos últimos dias, aumento da demanda pela vacinação contra a covid-19 entre pessoas na faixa de 35 a 39 anos. Segundo o secretário Daniel Soranz, na semana entre os dias 12 e 17, a primeira destinada à faixa etária dos 30 anos, começando na segunda-feira, pelos que estão com 39 anos, a demanda ficou um pouco abaixo do previsto, mas, nos últimos dias, a procura pelos imunizantes nesta faixa de idade aumentou muito.

De acordo com Soranz, isso pode ter ocorrido por causa da repescagem que a SMS decidiu fazer ontem (22) e hoje (23) para quem tem 35 anos ou mais, devido à baixa cobertura vacinal nesse grupo. “O aumento da procura foi intenso, o que traz muita satisfação para a secretaria e também para a sociedade: é sinal que as pessoas acreditam na vacina e querem se vacinar. Não temos problema de adesão à vacinação na cidade do Rio de Janeiro, mas sempre pedimos que as pessoas procurem [a vacina] no seu dia”, disse o secretário durante a apresentação do 29º Boletim Epidemiológico da Prefeitura do Rio.

Soranz enfatizou a preocupação de garantir as doses de imunizante para quando a população mais jovem tiver que ser vacinada. “Vai ser muito ruim se as pessoas não puderem se vacinar no seu dia, ou ficarem escolhendo vacina ou procurarem dia de repescagem”, afirmou.

O secretário disse que, somente na quarta-feira, foram aplicadas 74 mil doses, quando a previsão era de 30 mil primeiras doses. Nos últimos dois dias, foi também surpreendente a ida de muitas pessoas com mais de 50 manos, ou idosos, às unidades de vacinação.

Soranz fez um apelo para que se evite a repescagem, que não está prevista, para evitar que a logística da distribuição de doses seja prejudicada. “É muito importante que as pessoas procurem se vacinar no seu dia. Quanto elas deixam para procurar na repescagem, causam uma flutuação muito grande na demanda nas unidades de saúde e prejudicam a logística da campanha toda, Além de se prejudicarem, prejudicam as pessoas à sua volta”, afirmou.

O secretário pediu também que as empresas facilitem a ida dos empregados que estão no dia previsto para a vacinação. “Ainda se veem muitos empregadores que não liberam seus profissionais para se vacinar, por isso, estes ainda vão para a repescagem. Nossa recomendação é que, se é o seu dia, se está elegível e no seu momento de vacinar, não atrase. Você vai estar protegido o quanto antes.”

Conforme o secretário, a população do Rio aderiu fortemente à vacina contra a covid-19, ao contrário do que se verifica em países como Inglaterra, Israel e Estados Unidos, onde há resistência de parte dos moradores à imunização. Soranz ressaltou que é justamente nessas pessoas que se registra o maior número de casos e de óbitos pela doença. “O grupo de pessoas antivacina é o que mais se contamina e que está indo para hospital e indo a óbito. Espero que seja uma minoria no Rio de Janeiro. Sempre que analiso os dados de outros países e os nossos, vejo que a nossa população tem adesão natural à vacinas. Alcançou 90% de cobertura em várias faixas etárias , poucos países conseguiram isso”, afirmou.

Idosos

A prefeitura do Rio finalizou nesta semana a vacinação de 90% dos idosos com as duas doses. Ao comemorar o fato, o secretário destacou a possibilidade de avanço, ao longo das próximas duas semanas, da imunização das pessoas com comorbidades. “É a imunização plena nesses dois grupos prioritários. É muito importante, é algo decisivo na proteção contra a covid. Quando se imunizarem esses dois grupos, os que mais se internavam, ficará o desafio de imunizar o grupo acima de 30 manos, que é um grupo que ainda [se] interna muito.”

Terceira dose

Sobre a possibilidade aplicação da terceira dose após a imunização completa da população, Soranz reafirmou que ainda está em estudo. A avaliação está sendo feita também pelo Ministério da Saúde porque as prefeituras precisam se planejar, não só em termos de logística, mas também para a compra dos imunizantes. “Ainda tem um caminho de busca de informações e dados. [Isso] está sendo discutido no mundo somente para idosos acima de 60 anos. Não há ainda uma discussão de terceira dose para a população, em geral. É provável que ocorra depois de um ano da primeira dose.”

Segundo o secretário, a análise dos dados da vacinação em massa e da imunização da população de Paquetá, ilha que é um bairro do Rio de Janeiro, será fundamental para a busca de informações que vão definir a necessidade da terceira dose. Da mesma forma, a análise da imunização na população do conjunto de favelas da Maré vai contribuir para a decisão. “Em princípio estamos vendo que a vacina faz efeito, protege e tem protegido nossos idosos, com as internações e os óbitos caindo”, concluiu.

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Covid-19: estado do Rio vai distribuir 57 mil doses de vacina Pfizer

Começa uma nova etapa de vacinação (Foto: Prefeitura Rio)

Da Agência Brasil

A Secretaria de Saúde do estado do Rio distribuirá 57.330 doses da vacina Pfizer contra a covid-19 para 19 municípios fluminenses. As cidades escolhidas são aquelas com mais de 150 mil habitantes, com exceção da capital. Os imunizantes foram recebidos ontem (19) e a distribuição será feita até a próxima terça-feira.

A decisão de distribuir essas doses para as cidades maiores foi tomada devido à logística de transporte e armazenamento ser mais complicada, uma vez que a vacina precisa ser acondicionada em uma temperatura entre -15°C a -25°C, por um período máximo de 14 dias. 

Se elas forem mantidas entre 2°C e 8°C, como ocorre nas unidades de saúde, a validade máxima é de cinco dias.

Os municípios que receberão as doses são: Angra dos Reis, Barra Mansa, Belford Roxo, Cabo Frio, Campos dos Goytacazes, Duque de Caxias, Itaboraí, Macaé, Magé, Mesquita, Nilópolis, Niterói, Nova Friburgo, Nova Iguaçu, Petrópolis, São Gonçalo, São João de Meriti, Teresópolis e Volta Redonda.

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Rio de Janeiro regulariza aplicação da segunda dose da CoronaVac

Novas doses de vacina no Rio. (Foto: Marcelo Piu / Prefeitura do Rio)

Da Agência Brasil

O município do Rio de Janeiro regulariza esta semana a aplicação da segunda dose da CoronaVac, para quem tomou a primeira dose do imunizante em abril. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), os grupos que estavam com a segunda dose atrasada foram atendidos até ontem (17) e a partir do dia 19 de abril serão vacinadas as pessoas que tomaram a primeira dose e que entram agora no prazo para receber a segunda aplicação.

No sábado (15), a Secretaria de Estado de Saúde (SES) informou que distribuiu 90 mil doses de CoronaVac aos municípios, além das 162.210 entregues na quinta e sexta-feira, todas destinadas à segunda aplicação. De acordo com a SES, o estado ainda precisa receber 165.780 doses de CoronaVac, segundo o levantamento encaminhado pelos municípios. Nem todas essas doses estão em atraso.

A produção da CoronaVac pelo Instituto Butantan, em São Paulo, está paralisada desde sexta-feira (14), por falta do insumo farmacêutico ativo (IFA), matéria-prima da vacina. O material é enviado pela China e, segundo o instituto, não havia sido liberado pelo país oriental por causa de entraves diplomáticos causados por declarações de autoridades do governo brasileiro.

Ontem, o Butantan informou que a China liberou o envio de 4 mil litros de IFA, suficientes para a produção de 7 milhões de doses da vacina. O IFA deve chegar ao Brasil no dia 26 de maio. O contrato com o laboratório chinês Sinovac prevê o envio de mais 6 mil litros de IFA, ainda sem data para entrega.

O Butantan entregou na sexta-feira (14) ao Ministério da Saúde o último lote fabricado até o momento, com 1,1 milhão de doses. O instituto já entregou 47,2 milhões de doses da CoronaVac ao Programa Nacional de Imunizações, cumprindo o primeiro contrato firmado, que previa 46 milhões de doses. O segundo acordo prevê a disponibilização de 54 milhões de doses até o final de agosto.

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Prefeito diz que o Rio tem reserva técnica para segunda dose de vacina

Da Agência Brasil

O prefeito do Rio, Eduardo Paes, disse nesta quinta-feira (29) que, pelo menos por enquanto, não deve faltar vacina para aplicar a segunda dose na população da cidade. Segundo ele, mesmo com a autorização, em março, dada pelo Ministério da Saúde, para o uso já para a primeira dose do estoque de 50% da quantidade de imunizantes originalmente destinados para completar a vacinação, a Secretaria Municipal de Saúde fez uma reserva técnica, o que agora permite a continuidade das aplicações da segunda dose.

“A população do Rio de Janeiro pode ficar tranquila, principalmente aqueles que já receberam a primeira dose. Nós tivemos o cuidado de ter reserva para a segunda dose. É óbvio que ela é uma reserva técnica. Confirmando a chegada da AstraZeneca na segunda-feira, a gente segue normalmente com a vacinação. Temos sempre uma cobertura, uma gordura que, mesmo que haja algum atraso, faz com que a gente não tenha que parar a vacinação”, afirmou durante a inauguração de mais um posto de vacinação, agora na Base Aérea do Galeão, na Ilha do Governador, zona norte do Rio, em uma parceria entre a Secretaria Municipal de Saúde, a Força Aérea Brasileira e o Comando Conjunto Leste. Segundo o prefeito, com este já são sete os postos de vacinação abertos pelas Forças Armadas na capital.

“A nossa lógica aqui [na cidade] é a seguinte: chegou a vacina, a gente quer aplicar. Quanto mais gente a gente vacinar, melhor. A Fiocruz está regularizando a sua produção, acho que produzindo quase um milhão de vacinas por dia. Se seguirmos nesse ritmo, a gente só quer dar boa notícia, antecipar, acelerar mais idade, mais gente nesse esforço permanente”, completou.

O posto da Base Aérea do Galeão, que tem atendimento no sistema drive-thru, funcionará de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, e aos sábados, de 8h ao meio-dia. “Com uma rapidez enorme várias iniciativas e mobilizações foram feitas pelas Forças Armadas para colaborar com o Programa Nacional de Imunização. É um esforço de todos. É uma tarefa que cabe a todos os brasileiros, aqueles que entendem que este é um momento difícil que precisa da união de todos nós”, detalhou.

Grupos prioritários

Nesta quinta-feira (29), a vacinação está sendo feita em mulheres dos grupos prioritários com 58 anos e para profissionais de saúde de 41 anos. “O Rio vai bem. Atingimos 100% da população idosa da cidade, é uma vitória por si só. Agora, avançamos para grupos prioritários. Se essa regularidade de entrega da vacina passar a se dar de maneira mais adequada, se Deus quiser muito em breve a gente vai estar com todos os cariocas vacinados”, afirmou.

Hoje foi a primeira vez que Eduardo Paes participou de agenda externa, depois de cumprir período de isolamento por causa da reinfecção da covid-19. “Passei os últimos 15 dias no isolamento, um pedido que os médicos, especialmente o doutor Daniel [secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz] determinaram de isolamento. Dessa vez, eu tive uma infecção. Ao contrário da primeira vez, eu sofri um pouquinho, tive febre, um pouco de comprometimento no pulmão, mas graças a Deus já estou bem e zerado.”

Amanhã (30), a prefeitura do Rio deve divulgar mais um Boletim Epidemiológico. O prefeito admitiu que, se houver mais avanço no combate à covid-19, é possível que sejam anunciadas novas flexibilizações.

Deslizamentos

O prefeito comentou, também, o deslizamento de casas na comunidade Pavão/Pavãozinho, na zona sul do Rio, na madrugada de hoje, provocado pela chuva forte. Ele alertou a população que fique atenta aos sinais das sirenes de aviso de risco.

“Temos que ficar atentos, lá pelas três da madrugada eu conversei com o Centro de Operações. Fui informado do deslizamento no Pavão/Pavãozinho, mas graças a Deus ninguém ficou ferido ou morreu, isso é muito importante. A Defesa Civil já está olhando. A GeoRio vai ver o que é necessário ser feito. Óbvio que o solo fica encharcado [com a chuva] e quanto mais tem o solo encharcado há o risco de deslizamento. Então, o meu apelo é que [a população] respeite a história das sirenes. Tocando as sirenes, as pessoas, por favor, se desloquem para os pontos seguros para que possamos evitar que acidentes mais graves aconteçam”, finalizou.