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Witzel na mira da Justiça

 

Suspeitas de dinheiro vivo coincidiram com pagamentos aos escritórios do Governador e sua esposa. Registros da Receita Federal apontam que o governador afastado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), recebeu de escritórios de advocacia cerca de R$ 980 mil antes do início da campanha eleitoral de 2018. O valor é o mesmo que o empresário Edson Torres afirmou ter pago em dinheiro vivo como propina a Witzel.

Quanto ao processo de impeachment, o deputado Waldeck Carneiro (PT) foi sorteado, no Tribunal Especial Misto, que teve sua sessão inaugural realizada na quinta-feira (01).

Participaram do sorteio os cinco desembargadores e os cinco deputados que formam o colegiado. O Tribunal Especial Misto tem até 120 dias para concluir o julgamento. Se houver empate, o presidente do TJ dará o voto de minerva sobre o impeachment.

Para cassar o mandato de Wilson Witzel serão necessários os votos de sete dos dez integrantes, ou seja, dois terços da composição. Desde o dia 28 de agosto, Witzel está afastado do cargo por decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

No momento em que o Tribunal Misto receber a denúncia, o governador estará duplamente afastado no caso do processo de impeachment, por motivo de crime de responsabilidade.

O presidente do TJ, desembargador Claudio de Mello Tavares, frisou que haverá imparcialidade no julgamento do impeachment e que novas diligências e acareações poderão acontecer. “Total transparência. Nós vamos buscar a verdade. Estamos reunidos aqui para isso. Buscar a verdade e fazer justiça”, disse Mello Tavares.

 

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Reunião sobre impeachment de Witzel no Tribunal Misto será amanhã

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) decidiu marcar para amanhã (1º), às 14h, a primeira reunião do Tribunal Especial Misto formado para decidir sobre o impeachment do governador Wilson Witzel. O tribunal misto é formado por cinco desembargadores do TJRJ e cinco deputados estaduais.

A primeira reunião servirá para definir o roteiro a ser seguido no julgamento e sobre o relator que ficará responsável pelo processo. O Tribunal Especial Misto terá 120 dias para decidir sobre o futuro de Witzel.

Witzel será julgado pelo crime de responsabilidade, por decisão unânime da Alerj, a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (69 votos favoráveis dos 69 deputados presentes).

Compõem o Tribunal Especial Misto os desembargadores Teresa de Andrade Castro Neves, José Carlos Maldonado de Carvalho, Maria da Glória Bandeira de Mello, Fernando Foch de Lemos Arogony da Silva e Inês da Trindade Chaves de Melo.

Também integram o grupo os parlamentares Alexandre Freitas (Novo), Chico Machado (PSD), Waldeck Carneiro (PT), Dani Monteiro (PSOL) e Carlos Macedo (Republicanos).

Cada integrante terá direito a um voto. Para cassar Witzel, são necessários os votos de sete participantes do tribunal.

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Alerj aprova por unanimidade o relatório pelo prosseguimento do processo de impeachment de Wilson Witzel

A Comissão Especial de Impeachment da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou por unanimidade o parecer pelo prosseguimento do processo de impeachment do governador Wilson Witzel (PSC). O placar final foi de 24 a 0. Um deputado não compareceu por estar com Covid.
O relator, o deputado Rodrigo Bacelar (SDD), leu as 77 páginas do documento por pouco mais de duas horas, na presença dos 24 dos 25 deputados que formam a comissão (veja abaixo quem estava em plenário).

Em seguida, os deputados discursaram sobre o relatório e ao final deram os seus votos. O deputado Leo Vieira, do PSC, mesmo partido do governador afastado, também votou a favor do relatório.

Após a aprovação do relatório pela comissão especial nesta quinta, o processo será analisado em plenário da Alerj na semana que vem.

Nesta sexta-feira (18), o Diário Oficial publicará o resultado da votação do relatório. Veja abaixo o passo a passo do processo de impeachment.

O que diz Witzel

Cerca de uma hora após o encerramento da sessão, o governador afastado do RJ fez um publicação em uma de suas redes sociais. Ele diz que não cometeu crimes e está sendo julgado sem direito à ampla defesa.

  • Passo a passo do processo de impeachmentO resultado da votação do relatório será publicado no Diário Oficial nesta sexta-feira (18)
    A partir de segunda-feira (21) começa a contar prazo de 48 h para o parecer ser inserido na pauta do plenário da Alerj
    Contadas as 48 h, o parecer já pode ser votado já na quarta-feira (23)
    A votação em plenário pode durar mais de um dia
    Após a votação em plenário, o texto é publicado em Diário Oficial
    Se o resultado for pelo impeachment do governador, o Tribunal de Justiça é comunicado para dar início à formação do Tribunal Misto
    Esse tribunal é formado por 5 deputados (eleitos pela Alerj) e 5 desembargadores (eleitos por sorteio com critérios definidos pelo TJ)
    A partir da formação do Tribunal Misto começa uma nova etapa onde o governador é afastado por até 180 dias enquanto o tribunal analisa a questão.
    O que disse o relatório
    Na leitura, o relator listou uma série de denúncias contra o governador afastado pelo STJ no último dia 28 de agosto após a Operação Tris In Idem, que investiga desvios de recursos da saúde no governo do RJ em contratos emergenciais.

Íntegra da publicação Witzel após votação

“Recebo com respeito e tranquilidade a decisão da comissão da Alerj. Além da defesa por escrito, antes da votação em plenário farei a minha defesa presencial, demonstrando que não cometi crime de responsabilidade. Tenho confiança em um julgamento justo.

Combati o crime organizado e a corrupção, que tentou se instalar no meu governo. Eu determinei a investigação dos contratos da Saúde e afastei os suspeitos. O linchamento político do qual tenho sido vítima deixará marcas profundas no RJ.

Venho sendo acusado sem provas e sem direito à ampla defesa, inclusive no STJ. A minha luta é pela democracia, é para que um governador eleito pelo povo possa prosseguir e concluir o seu mandato.”

Presentes na sessão

  • Chico Machado (PSD)
  • Rodrigo Bacellar (SSD)
  • Alexandre Freitas (Novo)
  • Bebeto (Podemos)
  • Brazão (PL)
  • Carlos Macedo (Republicanos)
  • Dionísio Lins (PP)
  • Dr. Deodalto (DEM)
  • Eliomar Coelho (PSOL)
  • Enfermeira Rejane (PCdoB)
  • Gustavo Schmidt (PLS)
  • Leo Vieira (PSC)
  • Luiz Paulo (PSDB)
  • Márcio Canella (MDB)
  • Marcus Vinicius (PTB)
  • Marina Rocha (MDB)
  • Martha Rocha (PDT)
  • Renan Ferreirinha (PSB)
  • Subtenente Bernardo (PROS)
  • Val Ceasa (Patriota)
  • Valdecy da Saúde (PTC)
  • Waldeck Carneiro (PT)
  • Welberth Rezende (Cidadania)
  • Marcos Abrahão (Avante)

Ausentes da sessão

  • João Peixoto (DC) – internado com Covid

Lista final:

  1. Chico Machado (PSD) – Presidente – Sim
  2. Rodrigo Bacellar – Relator – (Solidariedade) – Sim
  3. Alexandre Freitas (Novo) – Sim
  4. Bebeto (Podemos) – Sim
  5. Brazão (PL) – Sim
  6. Carlos Macedo (Republicanos) – Sim
  7. Dionísio Lins (DEM) – Sim
  8. Doutor Deodauto – Sim
  9. Eliomar Coelho (PSOL) – Sim
  10. Enfermeira Rejane (PC do B) – Sim
  11. Gustavo Schmidt (PSL) – Sim
  12. Léo Vieira (PSC) – Sim
  13. Luiz Paulo (PSDB) – Sim
  14. Márcio Canella (MDB) – Sim
  15. Marcos Abrahão (Avante) – Sim
  16. Marcos Vinícius (PTB) – Sim
  17. Marina Rocha (MDB) – Sim
  18. Martha Rocha (PDT) – Sim
  19. Renan Ferreirinha (PSB) – Sim
  20. Subtenente Bernardo (PROS) – Sim
  21. Val Ceasa (Patriota) – Sim
  22. Valdecy da Saúde – PTC – Sim
  23. Waldeck Carneiro (PT) – Sim
  24. Welberth Rezende (Cidadania) – Sim
  25. João Peixoto (DC) – Ausente – internado com Covid

Com Informações: G1

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Rio prorroga estado de calamidade pública em virtude da covid-19

A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro aprovou o projeto de lei que prorroga até o final do ano o estado de calamidade pública em virtude da pandemia de covid-19. Dessa forma, estão mantidas diversas medidas temporárias adotadas para prevenção ao contágio do novo coronavírus. Conforme balanço divulgado ontem, 228.332 pessoas foram infectadas no estado desde o início da pandemia e 16.315 morreram.

O estado de calamidade pública foi instituído pela Lei Estadual 8.794/2020, aprovado pela Alerj no mês de abril. Foram suspensos alguns artigos da Lei de Responsabilidade Fiscal, dando mais flexibilidade ao orçamento em tempos de crise. Os deputados também fixaram a obrigatoriedade da publicação em portal eletrônico de todos os demonstrativos de despesas emergenciais para aquisição de produtos ou contratação de serviços, realizadas durante a vigência do estado de calamidade.

A Lei Estadual 8.794/2020 referendou a situação de emergência que havia sido decretada pelo governador Wilson Witzel, em 16 de março. Entre as medidas instituídas nesse decreto estão o afastamento imediato de servidores que apresentarem febre ou sintomas respiratórios, a instituição do home office como dinâmica preferencial de trabalho nos órgãos públicos e a redução em 50% da capacidade de lotação de ônibus, barcas, trens e metrô.

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Partido de Witzel acata decisão do STJ e dá apoio à Cláudio Castro

O Partido Social Cristão (PSC), ao qual o governador afastado Wilson Witzel é filiado, se pronunciou em nota, nesta quarta-feira (2), dizendo acatar a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que manteve o afastamento dele do cargo por 180 dias.

Na mesma nota, o PSC ainda demonstrou apoio ao governador em exercício, Cláudio Castro, também filiado ao partido. Castro, que também é investigado por uso irregular de verbas.

“O Partido Social Cristão acata respeitosamente a decisão do Superior Tribunal de Justiça que mantém Wilson Witzel afastado do cargo de governador do Rio de Janeiro. A legenda acredita que o governador legitimamente eleito em 2018, com mais de 4 milhões de votos, terá assegurado seu amplo direito de defesa. O PSC confia plenamente no governador em exercício, Cláudio Castro, e dará todo o apoio para que ele conduza o governo de modo a atender da melhor forma possível os anseios da população do RJ.”

Além de tentar reverter a decisão do STJ, podendo apelar ao Supremo Tribunal Federal (STF), Witzel ainda terá que lutar politicamente contra a abertura de processo de impeachment na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

O governador é acusado de ter participado de esquema envolvendo desvios de recursos na área da saúde, o que ele nega.

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Destaque Notícias do Jornal

Política Carioca e a corrupção na mão grande

Recentemente, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou uma pesquisa do impacto da pandemia nas empresas. De acordo com Instituto, de 1,3 milhão dos negócios que fecharam (temporária ou definitivamente) na primeira quinzena de junho, 522,7 mil (39,4%) encerraram suas atividades por causa da Covid-19.

Os fortes efeitos negativos foram percebidos por 70,1% das empresas de pequeno porte, 66,1% das de médio porte e 69,7% das de grande porte. No Rio, a realidade é mais drástica e parece sem salvação. Até o momento, já foram registradas mais de 9,7 mil lojas fechadas e empresários investindo pesado na segurança. Segundo apuramos, os valores passam de R$ 1 bilhão.

Com a pandemia, a violência urbana tomou conta das ruas “bem as claras”. O isolamento trouxe além da escassez do dinheiro, o baixo consumo e a facilidade para quadrilhas especializadas agirem com tranquilidade. O desemprego incorporado ao cotidiano da população, também é uma problemática que merece atenção.

Batizada como a “Pandemia da Pobreza”, é fácil perceber esse crescimento ao percorrer as principais ruas da cidade, sem uma pesquisa atualizada do governo para viabilizar qualquer alternativa de reintegração social desse grupo que vive perambulado à em situação deplorável. Talvez, seja essa, a principal justificativa para o aumento da violência nas ruas.

Moreira Franco, Garotinho, Pezão, Rosinha ainda respondem por desvios de dinheiro público, acordos que beneficiaram seus interesses e por aí vai. No entanto, tudo ainda corre lento na justiça, que de vez em quando, volta prender e soltar algum deles, como afirmação de que tudo está sendo cumprido. Será? E o Picciani?

O quarteto fantástico mira da justiça (Foto: Reprodução)

Sérgio Cabral, foi essa vergonha, que abraçava causas da terceira idade, usou programas sociais para fazer campanha e jurava salvar o estado. Pezão, ainda na corda bamba, de tornozeleira pra lá e pra cá, e nenhuma ação da justiça é concretizada. Como sabemos, a Saúde do Rio está no limbo e agora, Wilson Witzel que durante a campanha defendeu acabar com esquema de corrupção no estado, entra para o álbum dos indiciados, conforme denúncias de corrupção e lavagem de dinheiro.

Diariamente surgem mais e mais denúncias de negligência do poder público e desvios de verbas e fraudes nos esquemas licitatórios. Segundo o Ministério Público, esses esquemas vinham desde 2012, comandado pelo empresário Mário Peixoto, que continua preso.

Seguindo a novela dos hospitais de campanha, que geraram um rombo que ultrapassa 1 bilhão de reais, tivemos o episódio do ex-secretário Edmar Santos com as licitações, os R$ 8,5 milhões e a delação premiada que movimentou desde o MP até o STF, mas que por determinação do STJ, na última sexta-feira (28), afastou o atual governador Wilson Witzel por 180 dias do cargo.

Ele que buscava ganhar tempo negociando cargos com o atual presidente da Alerj André Ceciliano, como tentativa de evitar o impeachment, vira alvo da operação “Operação Tris in Idem”, um desdobramento da Operação Placebo, que investiga atos de corrupção em contratos públicos do governo do Rio de Janeiro.

André Ceciliano, atual presidente da Alerj também acusado de integrar esquema de corrupção no Rio (Foto: Reprodução)

Os mandados foram cumpridos no Palácio Laranjeiras, no Palácio Guanabara, na residência do vice-governador, na Alerj e em outros endereços nos estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo, de São Paulo, Alagoas, Sergipe e Minas Gerais e no Distrito Federal. O pastor Everaldo, considerado braço forte do governo, foi preso, juntamente com seus dois filhos, também na sexta-feira (28), indicado como braço forte de Witzel e grande articulador do governo.

Segundo o MPF, o principal mecanismo dos grupos era o direcionamento de licitações de organizações sociais e a cobrança de um percentual sobre pagamentos das empresas fornecedoras do estado, feito mensalmente a agentes políticos e servidores públicos da Secretaria de Saúde. Entre as operações suspeitas está a contratação da Organização Social Iabas para gerir os hospitais de campanha montados para atender pacientes da covid-19.

Também existem suspeitas do uso do poder judiciário para beneficiar os agentes públicos, por meio de um esquema montado por um desembargador do Trabalho que beneficiaria organizações sociais do grupo por meio do pagamento de dívidas trabalhistas.

A primeira-dama Helena Witzel, também foi apontada nas investigações e ainda existem indícios que o governador Wilson Witzel, tenha usado o escritório da esposa, para lavar dinheiro. A Procuradoria-Geral da República, continua insistindo que o escritório de advocacia da primeira-dama recebeu dinheiro desviado de quatro contratos um pouco mais de R$ 500 mil, até o momento. É bem provável, que ainda sejam encontrados documentos que confirmem novas transações.

Por sua vez, a Alerj parece não acertar nas escolhas dos representantes da casa. Entre 1997 e 2020 muitos já foram presos e arrolados em processos judiciais por corrupção e fraudes licitatórias. André Siciliano, atual presidente da casa, tem uma ficha não muito positiva. Ele que já foi preso na operação “Furna da Onça”, muitos representantes da casa tomaram posse dentro dos presídios, para vergonha dos cidadãos de bem da cidade.

Importante ressaltar também, que até o atual momento, a comissão de Ética da Alerj, não seguiu com o processo de cassação desses deputados, que ocupam lá seus cargos, decidem assuntos importantes da cidade e ainda embolsam algum. Talvez essas operações da PF, de certa forma, confortam a nossa moral diante de tanta lama que por anos, sobrepõe uma cidade tão maravilhosa.

As eleições estão programadas para novembro e novo álbum de figurinhas é idealizado e preenchido para uma nova história. Não é ironia, mas a realidade. A política carioca é composta por personagens, que vão e vem, de longe ou perto realizando a dança das cadeiras com objetivo único de lesar o povo, os cofres e o estado, que naufraga nesse mar de corrupção.

A lucidez do voto, é fundamental para que o cenário mude, se refaça e renasça. Porém, com tantos pontos negativos e outros que saltam nossos olhos como o desemprego e fome, é difícil controlar os esquemas de compra de votos. Atentos, esperamos que a justiça seja eficaz em mais um escândalo comprovado de corrupção carioca.

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Destaque Saúde

UPAs do Rio de Janeiro terão Fisioterapia

A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou em sessão virtual o Projeto de Lei nº 2942/2020, que prevê a criação da Unidade de Pronta Resposta de Urgência em Fisioterapia (UPRUF) em Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) 24 horas.

A UPRUF é uma unidade composta por um grupo de profissionais com conhecimento específico para ofertar assistência fisioterapêutica imediata ao paciente, nas UPAs 24h. A equipe fará o primeiro atendimento e, após a assistência emergencial, o paciente será encaminhado para acompanhamento para que aquela situação para não agrave. Resultando em menos custos para a Saúde estadual.

Buscando um olhar de que o profissional da fisioterapia precisa ser valorizado, o presidente do Crefito-2, Dr. Wilen Heil e Silva comentou após a aprovação do texto pelos Deputados, e afirmou que o resultado é uma vitória não só dos fisioterapeutas do Estado do Rio de Janeiro mas de todo o povo brasileiro que passará a ter acesso a esta assistência em nosso Estado. Hoje o Crefito-2 não é um time e sim uma família, composta por diferentes entidades (SINFITO-RJ, AFERJ, ABFO, ABRAFIN, AFQ, ABRAFISM, ASSOBRAFIR-RJ, ABRASFIPICS entre outras), que juntas com cada colega que compõem nossas representações e participam de nossos grupos, fazem acontecer. e agradece a todos os deputados estaduais que entenderam a importância do fisioterapeuta no protagonismo de qualidade de vida à sociedade. A aprovação é resultado do trabalho em conjunto que estamos desenvolvendo e queremos somar, pois somente juntos seremos mais fortes”, comentou Dr. Wilen.

O texto aprovado é de autoria do Deputado Estadual e presidente da Alerj, André Ceciliano e fruto de encontro realizado entre a diretoria e colegiado do Crefito-2 e o parlamentar, em 10 de agosto. Na ocasião, Ceciliano disse que durante o período em que foi prefeito de Paracambi, na Baixada Fluminense, teve uma gestão voltada para a saúde, por meio do Programa Saúde da Família.

Projeto de Lei

O PL nº 2942/2020 autoriza o Governo do Estado a implantar as Unidades de Pronta Resposta de Urgência em Fisioterapia (UPRUF) nas Unidades de Pronto Atendimento (UPA 24hs). Além disso, o texto diz que a Unidade de Pronta Resposta de Urgência em Fisioterapia (UPRUF) está em consonância com as estratégias prioritárias da Rede de Atenção às Urgências e Emergências (RUE) e dentro das linhas de cuidado ventilatório, cardiovascular, cerebrovascular e traumatológica.

Às UPRUFs compete prestar atendimento resolutivo e qualificado aos pacientes utilizando técnicas de fisioterapia manual, métodos e técnicas com uso de instrumental fisioterapêutico ou quaisquer outros meios devidamente reconhecidos e regulamentados como prática profissional do fisioterapeuta.

Após a aprovação, o texto será encaminhado para sanção do Governador do Estado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel. Caso aprove sem vetos, o documento se torna Lei. Em caso de vetos, o texto retorna à Alerj para apreciação dos Deputados Estaduais.

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Cidade Destaque Rio Witzel

O Rio, “na corda bamba de sombrinha”.

Por Alessandro Monteiro

 São tantos os problemas, que fica difícil enumerar tamanha crise, que a cidade do Rio de Janeiro vem enfrentando. Entra ano, sai ano, muda governo, partido e tudo permanece favorável aquela meia dúzia que articula os esquemas da cidade. Ainda sobre a problemática dos hospitais de campanha, a corrupção levou mais de um bilhão de reais, o governo pagou 90% a mais por leito nos dois hospitais de campanha estaduais inaugurados e segue tudo na maior normalidade.

Na última semana, o IABAS se disse “vítima da falta de gestão e transparência das ações do Estado a respeito dos hospitais de campanha”, dá para acreditar? O secretário de Saúde em exercício, Alex Bousquet, autorizou a desativação dos hospitais de Nova Friburgo, na Região Serrana, e de Nova Iguaçu e Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, que curiosamente nem chegaram a receber pacientes.

O valor somado e previsto em contrato para esses três hospitais chega a R$ 770 milhões, conforme acordo firmado entre a Secretaria de Saúde do Estado e a Organização Social Iabas. Meio a tudo isso, tivemos a soltura do ex-secretário de Saúde Edmar Santos, que na última quarta-feira (12), teve sua delação premiada homologada pelo STF.

O ex-secretário afirmou o envolvimento do governador Wilson Witzel, no esquema de desvio de dinheiro, que tenta a cada dia, uma nova estratégia para barrar seu pedido de impeachment negociando secretarias e uma lista infinita de cargos comissionados.  Uma lástima para o bolso do povo, vítimas da incompetência e falta de gestão e justiça. No entanto, é bem provável que Witzel caia ainda esta semana.

Já o prefeito Marcelo Crivella, continua com os olhos vendados para a crise na cidade e a grave situação dos hospitais. O foco agora é o tal aplicativo para reserva de vaga na praia. O que parece ser piada, é a mais pura verdade.

A Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) entrou com pedido esta semana, para que Crivella se torne inelegível até 2026. O processo trata especificamente do abuso político e religioso daquele caso em que o jargão era “Fala com a Márcia”, que na ocasião o prefeito pediu para que “irmãos” procurassem à servidora Márcia caso alguém tivesse “problema de catarata” ou varizes.

Em relação ao aplicativo, o prefeito já virou motivo de chacota nas ruas e meme de internet, desqualificando ainda mais o seu governo. Segundo Crivella, as pessoas poderão ocupar as demarcações com reservas feitas pelo aplicativo, que busca organizar a frequência dos banhistas. E quem não tem celular? Palhaçada, não acham? Como se fosse de fato funcionar como manda o figurino.

Porém, nada consegue intimidar ou conter os cariocas, que diariamente desrespeitam os decretos, lotando praias, bares, praças e realizando eventos na zona norte da cidade. Os flagrantes de aglomeração são diários e tendem a aumentar, com todas essas medidas de relaxamento da fase seis, que boa parte foi autorizada, mas pelos índices altos da Síndrome Gripal, ouros grupos aguardam liberação.

Mesmo alvo de um processo de impeachment, o governador Wilson Witzel ainda sonha com a Presidência da República (Foto: Reprodução)

Na quarta-feira (12), a cidade registrou 104 mortes diárias, um pouco mais de 14.300 óbitos no geral e quase 186.000 casos confirmados do novo coronavírus. Paralelo a isso, a crise só cresce na saúde, que por falta de pagamento de salário, medicação e condições mínimas para garantir a boa qualidade de vida da população, mantendo alguns hospitais parcialmente fechados sem atendimento ao público.

É fato, que os índices estão caindo fortemente, mas não é possível relaxar tanto e fazer vista grossa para os novos casos que poderão surgir, nesse vai e vem de informações e falta de gestão. A cidade que hoje tem, mas de 800 mil desempregados, 60 restaurantes que encerraram suas atividades e tantos outros que ainda lutam para manter as portas abertas.

Tanto dinheiro empregado, que poderia ser revertido em programas em apoio aos pequenos e médios empresários, escolas, creches, máscaras gratuitas, kits de higiene e por aí vamos agonizando durante esses 5 meses de pandemia.  Até o momento, as vendas do comércio ainda não conseguem emitir qualquer reação de melhoria. De acordo, com o Clube dos Diretores Lojistas do Rio, tudo parece andar na contramão da maioria das capitais do país.

Aldo Silva, presidente do CDL afirma que somente a união entre o poder público e as entidades de classe representativas do comércio e da sociedade podem salvar a crise que está somente no início. As demissões são diárias, a fome chega à mesa e como fica o chefe de família? Sem trabalho, não podendo contar com programas do governo e ainda de quarentena? Certamente tudo isso é um prato cheio para o crescimento da violência e a desigualdade social.

 

Operação na comunidade Boca da Lagoa, na Gardênia Azul, na Zona Oeste da cidade (Foto: Reprodução)

O que fica difícil analisar é a dificuldade na gestão do governo que venda os olhos para a expansão das milícias no território urbano, dominando bairros, ruas, famílias e cidadãos de bem, que são obrigados a o “pedágio”, do crime paralelo.

Bairros como Recreio dos Bandeirantes, Jacarepaguá, Itanhangá e Engenho da Rainha, viraram quartéis da milícia carioca que clandestinamente constroem empreendimentos e condomínios ilegais.

Nem a pandemia, foi capaz de frear as obras, que denunciadas por moradores, permanecem em execução. Prédios com piscinas e saunas considerados de luxo para uma classe média assalariada que busca através da clandestinidade, realizar o sonho da casa própria.

Nessas regiões, também existem muitos edifícios inacabados, como gente morando sem chamar atenção, como estratégia de burlar a fiscalização e consequentemente, a fiscalização. Embora a prefeitura tenha realizado algumas ações nessas áreas, a coisa ainda segue “na flauta”, como dizem por aí.

No topo da cidade, o Cristo Redentor, de braços abertos, escolhido como um das maravilhas do mundo, a beleza do Píer Mauá dando boas-vindas aos turistas e as belas praias cariocas mundialmente desejadas por tantos, me lembram a música “Cartão Postal” de Cazuza, que numa das estrofes diz que “Tudo é tão simples que cabe num cartão postal, e se a história é de amor, não pode acabar

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Um Rio à deriva

Por Alessandro Monteiro

Como denunciado anteriormente, o esquema bilionário de corrupção envolvendo a pasta da saúde no governo estadual parece não ter fim. O governo de Witzel, que deveria ser marcado pela excelência, recebe novas denúncias de favorecimento as prefeituras com liberação de valores especiais do Fundo Municipal de Saúde, destinado para atender as demandas emergenciais de saúde dos municípios.

As verbas cedidas pelo governo do estado parecem não corresponder às demandas dos municípios e sim, as relações pessoas do governador Witzel, como por exemplo o repasse feito à prefeitura de Duque de Caxias, que recebeu mais de R$ 1milhão de reais, em relação a prefeitura do Rio em tão pouco tempo.

É perceptível a forte de relação de amizade de Witzel e Washington Reis, atual prefeito de Duque de Caxias, e tudo indica que essa aproximação e apoio de Reis ao governo do Rio, favorece bastante o caixa.

Relembrando, que o município de Caixas, cruzou os braços para ações de controle da pandemia do novo coronavírus, tendo Reis, como seu maior incentivador que estaria tudo no controle.

Os municípios de Valença, Volta Redonda também foram beneficiados com verbas especiais, reforçando ainda mais a certeza do “coronelismo” instalado no governo.

Witzel que tenta sobreviver ao processo de impeachment instaurado na Assembleia Legislativa do Rio, tenta ganhar fôlego negociando cargos de secretarias do estado e buscando estabelecer também uma relação mais próxima com André Ceciliano, atual presidente da Alerj.

Na última terça-feira (28), a Alerj recorreu a decisão do ministro Dias Toffoli (STF), que desmontou a comissão especial formada para analisar o processo de impeachment de Witzel. O ministro entendeu que 25 deputados formado para elaborar um parecer sobre o afastamento desrespeitou entendimentos estabelecidos pela Corte.

 

Foto: Reprodução

O relator do pedido na Corte é o ministro Luiz Fux, que é carioca e tem boa interlocução com a classe jurídica fluminense – Witzel é ex-juiz.

“A Casa vai argumentar que o rito estabelecido pela Lei 1079/50 (Lei do Impeachment) está sendo respeitado, com a representação de todos os partidos na comissão especial que analisa a denúncia e a garantia da ampla defesa do governador”, afirmou a Alerj, em nota. “Uma reunião entre os líderes partidários será realizada na tarde de hoje para definir a data em que será impetrado o recurso.”

Em rápida análise, a decisão do ministro retroage o processo, que retorna a fase inicial, exigindo a formação de uma nova comissão e mais fôlego para Witzel, que bom conhecedor das leis e estrategista, luta para não ter a cabeça cortada de vez, que para população, seria um alívio e a certeza da eficácia da justiça, em resposta aos esquemas de corrupção.

Um Rio de mazelas

Importante relembrar também a compra que a compra milionária de equipamentos importados da China pela Organização IABAS para atender a demanda dos hospitais não serviram para nada, permanecem encaixotados no Aeroporto Internacional Tom Jobim, que logo se tornaram sucatas do dinheiro público.

Na última quarta-feira (29), o Governo do Estado anunciou que até 12 de agosto, todos os hospitais de campanha serão desativados e não informou qual destino terão os equipamentos, leitos e tudo mais que tenha sobrado desse pesadelo.

Por outro lado, profissionais do SAMU denunciaram a precariedade no atendimento a população, a falta de salário que entra no quarto mês, a falta de manutenção das ambulâncias e insumos básicos para atendimento à população. No início da sexta-feira (31), os funcionários anunciaram a paralização e decidiram lutar para reaver salários, exigindo melhores condições de trabalho e manutenção dos equipamentos.

Foto: Reprodução

Os repasses foram interrompidos por suspeitas de fraudes nos repasses a empresa Ozz Saúde – Eireli, responsável pela operação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192) na cidade do Rio. A ordem partiu do ministro João Otávio de Noronha, presidente do Supremo Tribunal de Justiça, que após analisar parte do processo, ficou surpreso com o aumento num contrato emergencial sem licitação, passa de R$ 27 milhões para R$ 166 milhões durante a pandemia.

Tantos esquemas bilionários envolvem cada vez mais a cidade em escândalos e transformam o cenário de belezas naturais, num buraco sem fundo, que políticos usam o artifício de só “passar o anel”, sendo responsável por centenas de óbitos e graves deficiências no sistema e gestão governamental. Para muitos, uma fonte de renda, para outros milhares, a certeza de estagnação, impunidade e a interrupção de famílias, sonhos e o mínio de qualidade de vida.

A política atual do Brasil, serve apenas para beneficiar aqueles eleitos pelo povo, prevalecendo os interesses pessoais, sendo todos dominados pelo “vil metal”. Não seria difícil reunir todos esses poderes, com objetivo único, de melhorar e amenizar tantos impactos negativos e sofrimento a população, que agoniza.

O prefeito Marcelo Crivella resolveu liberar o banho de mar nas praias da cidade e também a venda de produtos industrializados por ambulantes no sábado (1). As medidas fazem parte da quita fase de flexibilização. Em alguns pontos da cidade, pessoas aglomeradas não cumpriam as recomendações de distanciamento, fato que preocupa bastante a direção da Fiocruz, que publicou na semana passada, um boletim com números expressivos ao novo processo de contaminação.

Caso tenhamos uma “segunda onda” de contágio, o sistema público de saúde de fato, entrará em colapso por tantas deficiências, pela corrupção e a grande falta de responsabilidade e respeito com a população. É necessário estreitar os diálogos entre os governos para que efetivamente, o estado consiga se reerguer, ao contrário disso, “seja lá, o que Deus quiser”.

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Edmar Santos entrega esquema de corrupção do governo Witzel

Por Alessandro Monteiro

Até o momento, a cidade do Rio já computou mais de 11.000 óbitos causados pelo coronavírus e um pouco mais de 135.000 infectados. A Capital Fluminense busca sobreviver os percalços da corrupção, a impunidade e os crescentes índices de violência.

Escândalos bilionários de corrupção acontecem desde os governos de Anthony Garotinho e Sérgio Cabral. Formação de quadrilha, caixa2, pagamento de propina e as licitações na saúde, colocam a cidade no ranking da balburdia, que certamente levará anos para recuperar tamanho prejuízo financeiro e moral.

Eleito com 58% dos votos, Wilson Witzel abandona a carreira da magistratura e assume o governo do Estado, vencendo as eleições de 2018. Aos olhos da população, o ex-magistrado teria uma brilhante atuação, mas a história se repete.

Além dos habituais problemas do governo e suas secretarias, a educação e saúde sempre constaram na lista das mais prejudicadas da pasta. Com a pandemia do novo coranavírus, Witzel entra para a história, sendo mais um do Rio sendo mais um que busca benefícios próprios com a máquina pública.

Atualmente investigado por fraudes e gastos fraudulentos que passam de 1 bilhão de reais, o capítulo da história que começa no forte esquema de licitações   para administração e construção dos sete hospitais de campanha para atender a população que necessitasse de atendimento durante a pandemia do novo coronavírus, se perde, meio à corrupção.

Nomeado pelo atual governo, o ex-secretário Edmar Santos coloca a tampa que faltava na panela de comprovação do farto esquema de corrupção instalado na saúde durante o governo de Witzel.

Até o momento, os cálculos passam de 1 bilhão de reais, nenhuma obra concluída e mais R$ 8,5 milhões apreendidos na casa do ex-secretário, durante uma operação do Ministério Público.

Em quatro meses de quarentena e a luta diária para salvar vidas da classe médica, passa em branco para Witzel, que mantém a suspensão de salários de aproximadamente 3 mil médicos, enfermeiros e fisioterapeutas, justificando falta de verba pública, sem contar na falta de insumos básicos e o descaso com a vida humana.

 

Foto: Reprodução

O impacto da péssima gestão está sendo tão grande, que muitos profissionais estão pedindo demissão de cargos na área da saúde, por não conseguir dignidade e condições mínimas para manter o bom funcionamento das unidades de tratamento intensivo.

Considerando uma anormalidade o estrago causado pela pandemia, o governo está longe de ser reconhecido pela competência e transparência. Cada vez mais distante do formato ideal e desejado pela população, que sofre com a dor física e moral, quando não há mais nada a fazer.

Na luta pela sobrevivência de seu governo, Witzel foi à justiça nesta última segunda-feira (13), movendo um processo contra a Assembleia Legislativa do Rio, alegando que a Casa cometeu ato “ilegal e violador de garantias fundamentais”, no processo de impeachment contra ele.

Ex-juiz federal e conhecedor das leis, que prometeu agir da mesma que forma que exerceu a magistratura: duro na aplicação da lei e rigoroso com a defesa, parece naufragar. Os sete hospitais que ficariam como legado para dar melhores condições de saúde a população, não passam de elefantes brancos.

Em sua maioria, abandonados sem gestão e profissionais para atendimento, podem ser comparados aos muitos estádios construídos e reformados para a Copa do Mundo em 2014.

A proposta de salvar vidas, continua matando não somente a população, mas toda estrutura do estado, que financeiramente está sucateada, não conseguindo se reerguer. Os reais que deveriam ser utilizados para amenizar os impactos na saúde e dar um suporte ao pequeno e médio empresário, estão por aí, às margens de uma boa ação ou nova ação corrupta.

Tanto dinheiro e nenhuma ação positiva que causasse admiração e fizesse a população reconhecer a eficácia de um bom governo. Numa conta rápida, o volume sucateado daria par construir 10 medianos hospitais públicos e garantir excelência na prestação de serviços à população.

 

Foto: Reposição

Segundo à defesa do governador, as denúncias estão “no escuro, sem objetividade de provas. Será mesmo? O que vale agora, é acompanhar o andamento desse espetáculo que varreu os sonhos e anarquizou com a saúde pública do estado.

Além da falta de fiscalização e medidas restritivas que acabam não valendo para todos, a cidade ainda não conseguiu garantir uma tranquilidade nos índices de contaminação. Apesar das estatísticas positivas, é preciso estar atento e cobrar atitudes enérgicas do governo que ainda patina no caos.

No discurso batido que “vidas importam”, observamos apenas da impunidade, a desigualdade e a vulnerabilidade da população, diante dos impactos desta crise. Ainda de quarentena, boa parte da população curte uma prainha, o chopp e aquele petisco no boteco da esquina. É importante uma consciência política e manter atento, o olhar para as novas eleições, que ainda esse ano, parecem ter figurinhas antigas e marcadas por tantos prejuízos à cidade.

A partir desta semana, o Ministério Público deve se pronunciar em relação ao processo de impeachment de Witzel, a delação premiada de Edmar Santos e novas medidas de restrição à quarentena deve ser flexibilizada. No entanto, o foco agora é acompanhar o retorno do dinheiro aos cofres públicos e a punição dos envolvidos.