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Carlos Augusto | Opinião

“UM SUPREMO DE REGALIAS COM O ERÁRIO PÚBLICO.”

 

Além de se apresentarem com “Deuses do Olimpo”, intocáveis, intransponíveis, impenetráveis, os 11 de togas também são um dos maiores gastadores do erário público.

Em consulta ao site do STF, constatei que essa instituição consome absurdamente uma grande quantia de dinheiro público. O meu e o seu suado dinheiro.

Se não estou enganado na matemática, pois são muitos números, cheguei à conclusão, que o STF gastou ao longo do ano de 2019, a bagatela quantia de R$ 735.546.642,17 (milhões).

Em ajuda de custo pessoal o valor chegou a R$ 1.262.778,72 (milhão). As despesas de pessoal (1.135 servidores) efetivamente pagas foram de R$ 494.081.453,00 (milhões). A frota de 87 veículos consumiu R$ 5.232.947,89 (milhões).  Auxilio moradia R$ 972.735,47 (mil).  Gastos com despesas diárias R$ 2.703.763,35.

Agora fica uma pergunta que não quer calar – “para que serve o STF”. São onze ministros com uma estrutura de dar inveja a qualquer outra sociedade internacional. Não se pode omitir diante de uma estrutura que se diz social na qual 55% da população vivem abaixo da linha da miséria, com uma renda domiciliar inferior a R$ 410,00 por mês de acordo com os critérios adotados pelo Banco Mundial.

Estamos envolvidos numa pandemia causada pela Covid-19 há cerca de sete meses, dizimando milhares de vidas, com centenas de pequenas e médias empresas falindo, mais de 15 milhões de desempregados e mais de 40 milhões na informalidade.

Dados recente dos institutos de pesquisas informam que o número de desempregados superou o número de trabalhadores com carteira assinada.

É inacreditável que uma estrutura que abriga onze ministros possa ser tão dispendiosa. E não se trata aqui de ser contra ou a favor do STF, mas não dá para admitir que essa estrutura montada para abrigar onze pessoas (Deuses do Olimpo), consuma tamanha despesa do erário público.

É preciso repensar o tamanho e os gastos dessa super estrutura. Somos um País com uma pobreza imensa. Faltam escolas, hospitais, saneamento básico, moradia, segurança e emprego. Nos grandes centros urbanos milhares de pessoas morando nas ruas e tendo as marquises, pontes e viadutos seus lares.

Ao que parece, os “super ministros do STF” não estão dando nenhuma importância para essa situação de calamidade social pela qual passam milhões de brasileiros. Se houvesse um mínimo de sensibilidade desses senhores intocáveis, seriam eles os primeiros a servir o povo tomando decisões para reduzir drasticamente essa estrutura imensa e desnecessária pelo tamanho, transferindo parte desses gastos e destinando-os para benfeitorias públicas servindo a toda população, em particular os mais necessitados.

Aliás, está na hora do povo começar a se movimentar e cobrar dos governantes providências no sentido de modifica as estruturas do Estado, leia-se Senado, Câmaras Federais, Estaduais e Municipais visando reduzir os gastos e transferir para as melhorias dos bens comuns e assim atender dignamente a população mais carente.

É preciso repensar o Brasil e que País nós queremos. Enquanto nossos governantes e o STF estão se digladiando, estamos há cerca de sete meses paralisados por um vírus mortal que está fazendo milhares de vítimas.

Recentemente vivenciamos mais um episódio da briga entre o STF e o Poder Executivo. Um determinado ministro acusou o Exército de está “associado ao genocídio”.

É… Esse é o País do “faz de conta”… Isso tem que mudar e nós, reles mortais somos a mudança.

 

Eu continuo aqui esperando os federais a mando STF.

 

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Vitor Chimento | Serra

OS CAMINHOS DE FERRO

As estações ferroviárias tiveram um papel preponderante em todo os Estados. No século XIX foram responsáveis pela dinamização das cidades, ou mesmo pela criação de núcleos urbanos, vindo a se tornar referência de locais importantes.

 

A crise do sistema ferroviário na metade do século XX deixou algumas localidades no abandono, principalmente aquelas que dependiam quase que exclusivamente da economia promovida pela linha férrea.

 

Enquanto as antigas linhas e ramais se mantiveram em operação, as edificações foram bem ou mal, conservadas. Hoje poucas foram restauradas para acolher novas atividades como centro cultural ou educacional ou pontos de serviços públicos.
A arquitetura ferroviária a partir da segunda metade do século XIX predominava, em sua totalidade, um gosto pelo neoclássico. No entanto, sua arquitetura pouco se beneficiaria dele – adotou uma linguagem estética que se caracterizava pelo emprego de diversos estilos arquitetônicos ou, até mesmo, a fusão de diversos estilos em uma mesma obra.
Além de ressaltar a importância da ferrovia como elemento de integração e desenvolvimento do país, as diretrizes recomendavam a escolha por uma arquitetura simples, modesta, elegante e apropriada.

As escolhas feitas pelos engenheiros, desse período, deram prioridade a funcionalidade dos edifícios, os interesses das ferrovias ditavam que espécie de equipamento ferroviário seria instalado em determinado local. As construções poderiam variar de um simples abrigo utilizado em paradas breves, às estações de pequeno, médio e grande porte.

 

Foto: Reprodução

 

As estações terminais se localizaram nos pontos extremos da linha e possuem um programa mais complexo do que as estações de passagem, contudo existiam estações ao longo da linha que por se situarem em localidades estratégicas poderia ter um programa tão complexo quanto de uma estação terminal, exemplo de Desengano, atual Juparanã,  do Município de Valença que causou repercussão pela grandeza e beleza do obra e que contou, na época, com a presença da família real em sua inauguração.
Utilizou-se técnicas de construção, materiais e padrões de arquitetura diferenciados e considerados “novos” para a época, que, em muitos casos foram importados de Outros países, principalmente, do Continente Europeu.
A influência dos profissionais estrangeiros fez com que novos materiais fossem importados. Foram trazidos os barrões de pinho de Riga, vigas e colunas de ferro (que facilitavam a construção de pisos e varandas), chapas para calhas e condutores, papeis de parede, azulejos, telhas e ladrilhos, além de uma gama de materiais de instalações hidrossanitários.
As ferrovias traziam sobre os seus trilhos, novos recursos de construção, mas, sobretudo uma nova maneira de construir. De fato, os edifícios das estações de estrada de ferro, fossem importados ou construídos no local, correspondiam sempre a novos modelos e apresentavam um acabamento mais perfeito, que dependia do emprego de oficiais mecânicos com preparo sistemático. Novas soluções arquitetônicas e construtivas eram assim difundidas pelo interior, influindo sob vários aspectos na arquitetura.
O Estado do Rio, abrigou as primeiras ferrovias brasileiras, que com o passar dos tempos, formou-se uma vasta rede ferroviária que, até meados do século XIX, alcançara grande parte dos Municípios e Distritos do Estado ligando-o a diversos pontos do país.
Este acervo, na grande maioria, ameaçado. Destruição que é uma perda irreparável para a memória fluminense e brasileira. Nas últimas décadas, houve um abandono dessa rede, com a desativação de diversos ramais, a retirada de trilhos, a demolição de exemplares de grande valor da arquitetura ferroviária, bem como de outros elementos. Diversos imóveis encontram-se em precário estado de conservação ou passaram a ter outros usos. Alguns exemplares merecem destaque quanto às metodologias de construção aplicadas.
A preservação deste patrimônio ferroviário é importante para a memória coletiva das cidades e do país. São testemunhos valiosos e silenciosos, de um passado não tão distante, que servem para transmitir as futuras gerações os episódios históricos que neles tiveram lugar.

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Ana Cristina Campelo | Seus Direitos

PROMESSA É DÍVIDA  !!!

Tem-se tornado cada vez mais comum e motivador oferecer recompensas ou gratificações para quem encontra objeto que estava sumido ou perdido.

Aquele que, por anúncios públicos, se comprometer a recompensar, ou gratificar, a quem preencha certa condição, ou desempenhe certo serviço, contrai obrigação de cumprir o prometido, assim determina a lei. Portanto quando ouvimos dizer que quem promete deve cumprir, isto está na lei.

E quem quer que faça o serviço ou cumpra a condição, ainda que não seja  pelo interesse da promessa, pode exigir a recompensa estipulada na promessa. Serve para quem perdeu seu animalzinho de estimação, procura uma pessoa desaparecida, perdeu algum objeto, enfim…. (Serve para promessa de político também…)

Antes de prestado o serviço ou preenchida a condição, pode  quem prometeu,  revogar a promessa, contanto que o faça com a mesma publicidade que fez quando prometeu e desde que o objeto da promessa ainda  não tenha sido encontrado.

E aquele que candidatou-se a procurar ou fazer o que a promessa sugeria e o fez de boa-fé, terá direito ainda a reembolsado das despesas que fez para esta finalidade.

O fundamento da promessa é ético, visto que o se propõe  é o respeito à palavra dada. A obrigação da promessa  é unilateral e mesmo que a pessoa que preste o serviço prometido na promessa  não tenha conhecimento da recompensa terá direito à gratificação, repita-se.

Se aquele que fez a promessa, chamado de promitente, e fixou prazo para a execução da tarefa, fica entendido que renunciou ao direito de revogar a promessa, enquanto não terminar o prazo estipulado e se houver prazo para a execução do serviço, durante sua vigência, não se poderá desistir da promessa feita. Se terminado tal prazo, a promessa não tiver sido revogada, sendo o serviço executado, a recompensa será então devida.

Não é relevante o meio pelo qual a promessa é veiculada. Pode ser divulgada pela imprensa (jornal, alto-falante, rádio e televisão) ou constar de cartazes ou folhetos afixados ou distribuídos em locais de grande acesso de pessoas. A publicidade deve dirigir-se a pessoas indeterminadas, ainda que pertencentes a um grupo determinado, como uma escola, uma associação, um clube etc.

Quem promete recompensa é denominado de ”promitente” e pode estipular ou não prazo para que haja sua gratificação.

Se o prazo é indeterminado, o promitente poderá a qualquer momento revogar a promessa, pois lhe é um direito concernente observar também que nesse sentido deve haver a publicidade.

Pergunta comum: quando várias pessoas tenham executado o serviço ou encontrado o objeto, como resolver então para quem vai a recompensa? Bem, a recompensa vai para aquele que primeiro executou ou achou o objeto. Caso o bem seja indivisível, deverá ser realizado sorteio e quem não ficou com o objeto pode exigir daquele que ficou, a quantia que lhe seria cabível.

Quando não houve a promessa, a legislação dita que quem encontra objeto perdido e o restitui ao proprietário faz jus a uma recompensa cujo valor não pode ser inferior a 05% em relação ao valor do objeto. Nesta situação a figura é a da Descoberta , também prevista na lei  e o prazo para devolver  o objeto perdido é de 15 dias. Vale dizer  definindo: coisa perdida é coisa que possui dono e a coisa abandonada é coisa que não possui dono.

A promessa obriga aquele que prometeu  a cumprir o prometido,  ainda, como determina o Código de Defesa do Consumidor que mesmo a informação ou publicidade possa obrigar o fornecedor, integrando o contrato, podendo inclusive, o consumidor, exigir seu cumprimento forçado, tudo por conta da promessa de livre e espontânea vontade manifestada pelo promitente – quem fez a promessa.

Fato é que a promessa gera expectativa de recebimento naquele que se interessou , e invariavelmente, a quebra dessa expectativa viola princípios basilares da lei  como a boa-fé, que consolida ainda, a proibição do comportamento contraditório, e por isso a Lei  possui meio eficazes e aptos a proteger as legítimas expectativas oriundas de promessas e propostas.

A “promessa de fato de terceiro”, prevista na lei, é aquela, por meio do qual, aquele que promete fato a ser cumprido por terceiro responde por perdas e danos caso este não cumpra a prestação, por exemplo, caso determinada pessoa prometa levar um cantor a um show, este não compareça, responderá perante os promotores do evento o que prometeu e não o cantor, por exemplo.

Há outros tipos de promessa que a Lei ampara o cumprimento delas: promessa de compra e venda, promessa de casamento, promessa de recompensa, promessa de prêmio  por participação em concurso, promessa de doação.

Portanto, verifica-se que, a promessa, por criar expectativas nas pessoas, seja por previsão na Lei  ou por questões de princípios moral , ético, social e humano, tem na  Lei o amparo necessário para evitar os que agem de má-fé  e evitar também abusos. Fique de olho !!!

 

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Economia Notícias do Jornal

Mansueto é exonerado da Secretaria do Tesouro; Bruno Funchal é nomeado

Conforme anunciado pela Agência Brasil, a exoneração de Mansueto Almeida do cargo de secretário do Tesouro Nacional está publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (15). Mansueto estava no cargo desde 2018. Ele já havia comunicado ao ministro da Economia, Paulo Guedes, que deixaria o governo.

Em junho, o Ministério da Economia divulgou nota, informando sobre a saída do então secretário do Tesouro. “O Ministério da Economia agradece a Mansueto Almeida pelo compromisso com a equipe que chegou com o novo governo e por todo trabalho realizado à frente do Tesouro Nacional em prol do reequilíbrio das contas do país”.

O novo secretário do Tesouro Nacional, nomeação também publicada hoje, é o economista Bruno Funchal. O nome de Funchal para substituir Mansueto também já havia sido anunciado pelo ministério.

Funchal é bacharel pela Universidade Federal Fluminense (UFF), com doutorado em economia pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e pós-doutorado pelo Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (Impa). É também professor titular da Fucape Business School e foi pesquisador visitante na Universidade da Pensilvânia.

Em 2017 e 2018, Funchal foi secretário de Fazenda do Espírito Santo e um dos responsáveis pelo processo de ajuste das contas públicas promovido pelo estado. Desde o início do governo Jair Bolsonaro integra a equipe da Secretaria de Fazenda como diretor de Programa e foi um dos técnicos responsáveis para elaboração do projeto do Pacto Federativo, que tramita no Congresso Nacional.

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Brasil Notícias do Jornal

Médica Nise Yamaguchi é afastada de hospital após “declaração insólita” sobre covid-19 e nazismo

A médica Nise Yamaguchi foi afastada do Hospital Israelita Albert Einstein, de São Paulo. Em nota, o hospital paulistano alega que a oncologista e imunologista estabeleceu analogia infeliz e infundada entre o pânico provocado pela pandemia e a postura de vítimas do holocausto ao declarar: “Você acha que alguns poucos militares nazistas conseguiriam controlar aquela MASSA DE REBANHO de judeus famintos se não os submetessem diariamente a humilhações”.

O Albert Einstein afirmou que a declaração de Nise Yamaguchi foi “insólita” e afirmou que deve fazer uma breve averiguação sobre as falas da médica. “Como se trata de manifestação insólita, o hospital houve por bem averiguar se houve mero despropósito destituído de intuito ofensivo ou manifestação de desapreço motivada por algum conflito”.

A manifestação de Nise Yamaguchi ocorreu em entrevista à TV Brasil. Ela é uma das defensoras do uso da hidroxicloroquina para pacientes com coronavírus e chegou a se aproximar do presidente Jair Bolsonaro quando o Ministério da Saúde passava por reformulação, com a saída de Luiz Henrique Mandetta e, posteriormente, Nelson Teich.

O uso da hidroxicloroquina, porém, não é recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e por outros órgãos de saúde ao redor do mundo. Nise Yamaguchi faz parte do corpo clínico do Albert Einstein, mas, com o afastamento, não poderá exercer suas funções no hospital.

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Helainy Araujo | Saúde Capilar

Porosidade Capilar

Essencialmente, a porosidade do cabelo é a capacidade do seu cabelo de absorver e reter a umidade e os tratamentos que fazemos. Por isso, a porosidade do cabelo afeta o quanto os óleos, as máscaras e a umidade penetram e saem da camada mais externa do seu cabelo, conhecida como cutícula. A porosidade do cabelo é normalmente dividida em três grandes categorias: baixa porosidade, onde as cutículas estão muito próximas umas das outras, porosidade média onde as cutículas são menos firmemente ligadas e alta porosidade, com cutículas que são mais espaçadas.

Para entender o conceito de porosidade do cabelo, é importante conhecer um pouco da estrutura do cabelo, que consiste em três camadas. Essas camadas incluem: cutícula, que é a camada externa protetora e resistente do seu cabelo; o córtex, que é a camada mais espessa do seu cabelo, contém proteínas fibrosas e o pigmento que dá cor ao seu cabelo; e a medula que é a parte central e macia da haste capilar.

Para que seu cabelo fique saudável e hidratado, água, óleos e outros produtos hidratantes precisam passar pela cutícula para chegar ao córtex. Mas, se as cutículas estiverem muito próximas, não é fácil a água e os tratamentos penetrarem nos cabelos. Isso pode dificultar o seu cabelo obter a umidade necessária. Além disso, se as cutículas estiverem muito espaçadas, o cabelo terá mais dificuldade em reter a umidade e permanecer hidratado.

Como o cabelo absorve e retém a umidade se deve em grande parte à genética, porém o uso de ferramentas térmicas, a descoloração, o alisamento, a lavagem excessiva e o uso de produtos agressivos podem danificar o cabelo ao longo do tempo. Isso pode fazer com que as cutículas do cabelo fiquem levantadas e abertas, o que pode dificultar a retenção de umidade.

Com cabelos de baixa porosidade, as cutículas são bem compactadas e muito próximas umas das outras. Isso dificulta a penetração de umidade no eixo do cabelo. Você pode ter cabelos com baixa porosidade se os produtos para o cabelo tendem a ter dificuldade de penetrar no cabelo, e ao lavar leva muito tempo para o seu cabelo secar ao ar livre.

Com cabelos de porosidade média, as cutículas não estão muito próximas umas das outras, mas também não são muito abertas. Isso permite que a umidade penetre facilitando a retenção de umidade por um longo período. Você pode ter cabelos de porosidade média se seu cabelo: é fácil de pentear, mantém bem a cor, tende a parecer saudável, brilhante ou não demora muito para o seu cabelo secar ao ar livre.

Cabelos de alta porosidade permitem que a umidade seja absorvida facilmente no eixo do cabelo, mas não tem capacidade de retenção por muito tempo. Isso ocorre porque as cutículas tendem a ter a estar dilatadas. Você pode ter cabelos com alta porosidade se a água e outros produtos hidratantes são rapidamente absorvidos pelo cabelo, porém perdem a hidratação rapidamente e seca rapidamente ao ar livre.

Para cabelos com baixa porosidade, aplique condicionador nos cabelos já molhados, pois a diluição do condicionador pode facilitar a absorção pelo cabelo e evite produtos com óleos, pois estes tendem a ter mais dificuldade em penetrar na cutícula. Para cabelos com alta porosidade, procure ingredientes como manteigas e óleos em xampus e condicionadores e máscaras, e use sempre condicionadores para selar as cutículas.

Helainy Araujo Devos

Consultora de produtos capilares

www.saudecapilar.vip

helainy.beleza@gmail.com

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Fica a Dica Notícias do Jornal

Papo de Boteko

 

Botequim Rio Antigo, terceiro lugar do Comida di Buteco 2019, oferece, do dia 21 a 23 de julho, cerveja Original e Eisenbahn 600ml por R$ 9 para homenagear o Dia do Amigo. A promoção é válida somente para consumo dentro do estabelecimento e retirada no local.

Botequim Rio Antigo
Endereço: Rua Uranos, 1489 – Olaria
Telefone: (21) 3867-6124
Horário de funcionamento: terça a sexta das 17h às 23h, sábado e domingo das 12h às 23h

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Fica a Dica Notícias do Jornal

AquaRio realiza a terceira edição da Shark Week

O Aquário Marinho do Rio realiza a terceira edição da Shark Week. A semana inteira dedicada aos tubarões acontece em versão online em uma programação especial de lives, de 13 a 19 de julho.
Quatro câmeras ficam disponíveis 24 horas em diferentes tanques, além disso, durante o isolamento foi lançada a ação “Em casa com o AquaRio”, com curiosidades sobre os bastidores. O sucesso é tanto que mais de 100 mil pessoas já assistiram as entradas ao vivo é, por conta disso, a programação de lives passará a ser diária a partir da próxima semana.

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Fica a Dica Notícias do Jornal

“No ar com Junior Mendes” é a nova aposta de programa no Youtube do jornalista Junior Mendes

A partir do dia 20 de julho, o produtor e jornalista Junior Mendes estreia seu programa no YouTube “No ar com Junior Mendes”. Em um formato de bate papo descontraído, a cada programa um novo convidado entrará em cena. O programa será exibido sempre às segundas-feiras, às 18h.

Junior, que tem em suas redes sociais mais de 30 mil seguidores reais, que o acompanham no dia a dia e interagem com seus trabalhos e produções, tem em seu curriculum a experiência de vida no exterior e a badalada rotina no mundo artístico, além de ter assinado como produtor, diversos eventos musicais.

Instagram: @junior.mendesoficial

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Nossa Ideia é Notícias do Jornal

“cariocas não gostam de dias nublados”

A Cidade que para muitos é tida como maravilhosa, ao que tudo indica, ainda levará muito tempo para recuperar o prejuízo causado pelo atual governo do Estado.

No entanto, a população segue pacífica, aguardando a liberação para curtir uma boa praia, tomar um chopp na esquina e depois rolar aquele futebol.

Os bilhões de reais que saíram dos cofres públicos para construção e operação dos hospitais de campanha durante a pandemia, seguem por aí, na sessão de achados e perdidos do governo que resolve anarquizar com a cidade, meio a pandemia do novo coronavírus.

Difícil acreditar, que boa parte da população assiste tamanho escândalo e pacífica, caminha pelas saudosas ruas do subúrbio e do Leblon, como se tudo estivesse em pleno funcionamento.

A população parece hibernar diante da crise que só avança, levando os points tradicionais que marcaram a história da cidade, fechar as portas definitivamente.

O impeachment de Witzel, os euros, reais e libras de Edmar, somados a farra comandada pelo empresário Mário Peixoto, não conseguem acordar a turma que ainda passeia no calçadão cantarolando “que cariocas não gostam de dias nublados”, na canção “Cariocas”, de Adriana Calcanhoto.

Ate quando o carioca vai levar essa vida blasé, sem conscientização política, distraída numa era marcada pela história. Não estamos generalizando, mas nesse abundante período do “fique em casa”, o telhado caiu, ao que tudo indica, novas delações virão à tona e seguimos na expectativa da justiça continuar apurando e punindo.