Categorias
Cultura Destaque Notícias

Professora de Francês dá dicas para assistir no My French Film Festival

Desde a última sexta-feira até o dia 14 de fevereiro os amantes do cinema francês têm um vasto cardápio de filmes para assistir on-line e de graça. É que começou a 12ª edição do ‘My French Film Festival’, que disponibiliza 30 produções, 13 longas-metragens e 17 curtas, legendados em 10 idiomas. Neste ano, o Brasil está entre os países escolhidos para ver os longas gratuitamente.

Coordenadora de Francês do Colégio Franco-Brasileiro, no Rio, a professora Heloisa Azevedo celebra mais uma edição do evento:

O My French Film Festival foi criado pela UniFrance, uma empresa estatal que tem como objetivo difundir a cultura francesa pelo mundo. O Festival é uma grande oportunidade de conhecermos a nova criação do moderno cinema francófono. Mesmo com os serviços de “streaming”, a oferta de filmes em língua francesa é sempre reduzida. E, para não ficarmos presos ao passado dos diretores clássicos franceses, é preciso acompanhar as novidades.

Heloisa já selecionou os primeiros filmes que irá assistir:

‘O Amante’, uma adaptação do romance de Marguerite Duras, escritora esta que muito aprecio. ‘O céu de Alice’, um longa-metragem passado no Líbano. Uma oportunidade de conhecer melhor este país exuberante e ensolarado. ‘Calamidade’, curiosa para ver este western (indicado ao César de melhor animação no ano passado). ‘Um país que sabe se comportar’, o trabalho de um jornalista sobre o movimento dos “Gilets Jaunes”.

Onde assistir

No Brasil, três serviços de streaming participam da mostra: MUBI (para assinantes), Belas Artes à la Carte e Filmicca. Nesses dois últimos, basta fazer um cadastro para acessar os títulos sem qualquer taxa.

Ao todo, 24 obras exibidas no festival são francesas e duas da Bélgica, duas do Canadá e duas da Suíça. São produções de gêneros como drama, comédia, animação e documentário, que participaram de festivais como os de Cannes, Berlim, Locarno e San Sebastián.

O longa vencedor do Grande Prêmio do Júri Internacional será escolhido por jurados especializados: Michelle Couttolenc, Joachim Lafosse, Filippo Meneghetti, Santiago Mitre e Daphné Patakia. Haverá, também, o longa e o curta ganhadores do Prêmio da Imprensa Internacional, além de uma votação popular. Nela, o público votará nos seus curtas e longas favoritos

Categorias
Cultura Destaque Notícias Rio

Festival Ilumina Zona Oeste retorna às atividades presenciais

Iniciativa que dá voz e visibilidade aos criadores de cultura da Zona Oeste desde 2017, promove cursos, intervenções culturais, arte e gastronomia aos moradores do entorno

Entre os dias 03 a 12 de dezembro, pontos de BRTs, ruas, praças e estabelecimentos gastronômicos da Zona Oeste darão lugar a iniciativas culturais promovidas pelo Festival Ilumina Zona Oeste, atração que chega a sua 5ª edição buscando dar visibilidade aos artistas da região, com intensa programação cultural gratuita espalhada por toda Zona Oeste. A programação completa pode ser conferida no site.

O Festival, idealizado pelo Instituto Phi e com realização do Instituto Rio, conta com patrocínio da Transolímpica ViaRio e da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e Secretaria Municipal de Cultura, por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura – Lei do ISS.

Cumprindo todos os protocolos contra a Covid-19 vigentes na Cidade do Rio, o evento presenteia a população local indo ao seu encontro para oferecer experiências artísticas em espaços urbanos, no seu ir e vir pela região, como ruas, praças, viaduto de Realengo, ônibus e também em equipamentos culturais e espaços de educação.
Dentre os destaques, a abertura trará o saxofonista de Santa Cruz, Ronaldo Martins, conhecido por suas intervenções culturais que fazem sucesso pela cidade, tocando muita música no ponto de BRT Mato Alto, às 17h.

No sábado, 04, das 09h às 11h, acontecem oficinas populares na Feira Livre da Colônia em Jacarepaguá, visita guiada ao Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea e também a atração do Bloco Império Colonial. Já a partir das 17h, o Viaduto de Realengo terá exposição de grafite e performance teatral. No domingo, 05, a Praça de Skate de Campo Grande promove Cultura Urbana. Ainda no domingo a Praia de Sepetiba contará com uma animada apresentação do grupo Bora Batucar.

Haverá também um animado Rolezinho gastronômico, com André Gabeh, que percorrerá um percurso por diferentes lugares na Zona Oeste, provando e divulgando em suas mídias sociais, ao vivo, iguarias de empreendedores que fazem história na localidade, como Joelho do Geléia, em Bangu; Pastel do Fernado’s em Pedra de Guaratiba e Churrasco do Bar do Lu, em Santa Cruz.

E, não para por aí, ao longo da semana acontecem lives literárias, nova edição da FES – Feira de Empreendedores Sustentáveis, em parceria com Casa de Cultura de Jacarepaguá, e muito mais. O encerramento, no dia 12/12, fica por conta do grupo Folia de Reis do Sertão Carioca, no Museu do Pontal.

Luiza Serpa, fundadora do Instituto Phi, criadora e cogestora da iniciativa, se alegra em conhecer, assim como proporcionar oportunidade a diversos empreendedores da arte.

A cada edição o Festival ganha mais parceiros, dando oportunidades para novos participantes. A Zona Oeste é um celeiro de fazedores da cultura, precisamos gerar oportunidades para fomentar a cultura nesta região – Explica Luiza Serpa

Pablo Ramoz, curador do Festival, também se alegra em poder trazer uma nova edição do festival e voltar para o formato presencial.

O Festival esse ano vai levar ao público a possibilidade de ter contato com as artes no seu dia a dia, na volta do trabalho, nas ruas. As apresentações do Ilumina são a nossa forma de abraçar quem mora na Zona Oeste. Sabemos que as periferias e favelas sempre sofreram com o apagamento cultural e a falta de acesso aos direitos sociais fundamentais, especialmente a cultura. Na R.A de Santa Cruz o Índice de Acesso à Cultura é 05 numa escala ade 0 a 100 (Fonte: Plano Santa Cruz 2030). A gente não pode manter 41% da população do Rio privada de experiências artísticas, porque isso traz consequências sérias na formação ética, estética e cidadã. Iluminar a cultura é iluminar a vida.

SERVIÇO:

Ilumina Zona Oeste

Realização: Instituto Rio
Curadoria: Pablo Ramoz
Produção: Ana Vargas
Data: 03 a 12 de dezembro
Classificação etária livre
Acesse a programação no site

Sobre o Instituto Rio

O Instituto Rio é uma fundação comunitária criada em 2000 com o objetivo de apoiar e fortalecer iniciativas que promovem o desenvolvimento social da Zona Oeste na cidade do Rio de Janeiro. Durante 18 anos, apoiou 265 projetos nas linhas de atuação: ações afirmativas; raça, gênero e protagonismo jovem; economia criativa e solidária; arte e cultura; geração de trabalho e renda; tecnologias sociais; desenvolvimento comunitário e institucional; direitos humanos, justiça social e cidadania; direitos sexuais e reprodutivos; comunicação comunitária e acesso às tecnologias digitais; educação afirmativa; desenvolvimento socioambiental/meio ambiente; esporte e saúde.

 

Categorias
Beleza Destaque Moda Notícias Rio

Festival Internacional de Documentários de Moda entra na sua reta final e acontece até 14/11

De forma híbrida,  online para todo brasil e presencial, no Teatro Riachuelo (RJ). A programação conta ainda com estreias de filmes, debates, talks e oficinas para refletir, inspirar e abrir novos caminhos no mundo da moda.

Na sexta, dia 12/11, às 20h, o festival recebe um dos maiores talentos das novas gerações do design de moda do Brasil, o estilista Fause Haten, que participa de master talk presencial após a exibição do documentário inédito “Fause Haten.doc”,de Renato Rossi, no Teatro Riachuelo, com transmissão online ao vivo.

O festival realiza no sábado, 13/11, às 14h, o workshop  “Beleza e Passarela” com Julio Lima, da JCRE Facilitador, com dicas de passarela, fotos de moda e beleza (trança afro nagô) para modelos negras (de qualquer gênero) entre 16 e 20 anos, valendo também como seleção para o casting da agência, que tem parceria com Phillipa Black, de Londres. No mesmo dia, também às 14h, acontece a oficina “Moda Atemporal, com Vania Soares, do Ateliê Ms Vee, que se caracteriza por vestir mulheres com arte usando roupas adaptáveis e multifuncionais.

Ainda no sábado, às 18h, o festival exibe o premiado “Favela é Moda” , de Emílio Domingos, sobre jovens modelos de uma agência localizada na favela do Jacarezinho, Zona Norte do Rio de Janeiro. E, às

Foto: Divulgação

20h, acontece a estreia do documentário “O Ponto Firme”, de Laura Artigas, que acompanha o processo criativo inusitado de um grupo de detentos que aprenderam crochê e criaram uma coleção apresentada na São Paulo Fashion Week.

Na Sessão de Encerramento, o Feed Dog Brasil exibe a cópia restaurada do clássico “Paris is Burning”, considerado um marco na cultura LGBTQIA+,  dirigido por Jennie Livingston, que passou sete anos imersa na subcultura “Voguing”, a dança que se baseava na cópia de poses da revista de moda Vogue, e que ganhou visibilidade mundial com o clipe da cantora Madonna. A sessão acontece exclusivamente de forma presencial, no dia 14/11, seguida de showcase com a “House of Xtravaganza BR”, promovendo uma autêntica performance de Voguing.

Com patrocínio máster da Riachuelo e da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, o FEED DOG BRASIL 2021 conta com o apoio da Colombo Agroindústria e parceria do IED Rio. A realização é de Hasta la Luna e In Brasil Cultural.

Book Interativo com toda programação – AQUI

Serviço:

FEED DOG BRASIL 2021 – Festival Internacional de Documentários de Moda

09 a 14 de Novembro – gratuito

Online – com acesso em todo Brasil

Presencial – Teatro Riachuelo – Rua do Passeio, 38/40,  Centro – Rio de Janeiro

Atendimento à Imprensa:

ATTi Comunicação

Eliz Ferreira e Valéria Blanco

(11) 3729.1455 / 3729.1456 /(11) 9 9105.0441

PROGRAMAÇÃO

09 NOV – TERÇA-FEIRA

17H30 – MASTERCLASS com Giovanna Nader

20H – SESSÃO DE ABERTURA – Yellow is Forbidden – TEATRO RIACHUELO (PRESENCIAL)

10 NOV – QUARTA-FEIRA

18H – MESA | Moda Brasileira Afro e Indígena: Estilo e Diversidade – TEATRO RIACHUELO (PRESENCIAL)

20H – FILME | One Man And His Shoes – TEATRO RIACHUELO (PRESENCIAL)

11 NOV – QUINTA-FEIRA

18H – MESA | A Sustentabilidade nos Negócios de Moda – ONLINE

18H – FILME| In the footsteps of Christian Louboutin – TEATRO RIACHUELO (PRESENCIAL)

 20H – DEBATE | Moda e Cinema – ONLINE

20H – FILME | Westwood: Punk, Icon, Activist – TEATRO RIACHUELO (PRESENCIAL)

12 NOV – SEXTA-FEIRA

18H – FILME | Dries  – TEATRO RIACHUELO (PRESENCIAL)

 20H – FILME | Fause Haten.doc (com presença do diretor Renato Rossi)

MASTER TALK | FAUSE HATEN

13 NOV – SÁBADO

14H – OFICINA | Beleza e Passarela com Julio Lima e JCRE Facilitador – TEATRO RIACHUELO (PRESENCIAL)

14H – OFICINA | Moda Atemporal com Vania Soares – Ateliê Ms Vee – TEATRO RIACHUELO (PRESENCIAL)

18H – FILME | Favela é Moda (com presença do diretor Emílio Domingos) – TEATRO RIACHUELO (PRESENCIAL)

20H – FILME | O Ponto Firme (com a presença da diretora Laura Artigas)  -TEATRO RIACHUELO (PRESENCIAL)

14 NOV – DOMINGO

16H – FILME | Advanced Style – TEATRO RIACHUELO (PRESENCIAL)

Online: consultar horários no site

18H – FILME| Paris is Burning – TEATRO RIACHUELO (PRESENCIAL)

19H15 – PERFORMANCE | Vogue Dance – Xtravaganza BR – TEATRO RIACHUELO (PRESENCIAL)

09 A 14 NOV – VIDEOAULA | O Rock feminino brasileiro e sua influência na moda e no comportamento – com Érika Martins. – ONLINE

Categorias
Destaque Gastronomia Notícias Rio

Shopping recebe o festival Comida Di Rua

De 12 a 15 de novembro (sexta a segunda), o estacionamento do Bangu Shopping vai receber, pela segunda vez, o Comida di Rua, o maior festival de gastronomia de rua da cidade

A feira gastronômica vai reunir o melhor das comidas servidas em trailers e barraquinhas, incluindo os famosos “podrões”. Nomes consagrados da culinária popular se destacam no festival com suas famosas delícias, como Batata de Marechal, Cachorro-Quente do Gaúcho, Açaí Tumucumaque e a Carne de Sol do Baixinho, que traz o verdadeiro sabor da comida nordestina. Também do Nordeste, mostrando o que que a Bahia tem de melhor, o saboroso Acarajé da Lenaide, recheado de camarões e cheio de dendê.

Entre as porções gigantes, os visitantes vão encontrar muitas novidades: açaí no liquidificador, hamburguer de 1kg, cachorro-quente de 1 metro e barca de acarajé. Coxinhas, quindins, bombas de chocolate, entre muitas outras delícias completam as atrações gastronômicas do evento. Para acompanhar, os clientes podem experimentar drinks especiais como caipirinhas e caipiroskas, chopp e cervejas artesanais e bebidas não alcóolicas.

Foto: Divulgação

O Comida di Rua nasceu em 2018 com a ideia de levar para um evento gastronômico os comerciantes mais famosos da comida de rua carioca. O evento reúne podrões famosos, como a Batata de Marechal e o tradicional cachorro quente do Gaúcho do Méier. A feira, que já está na sua 10ª edição, já rodou o Rio e passou por diversos bairros, como Barra da Tijuca, Jacarepaguá, Recreio dos Bandeirantes, Ilha do Governador e, agora, o evento retorna ao Bangu Shopping com sua edição de reencontro depois da pandemia – diz Renata Balthazar, diretora da RS Soluções em Eventos, que promove o festival.

Além do melhor da gastronomia de rua, atrações musicais vão colocar o público para dançar e cantar com apresentações de pagode e muito samba, sempre às 20h. Na sexta, haverá roda de samba; no sábado, o pagode vai rolar solto com o grupo Crias do Samba; no domingo, vai rolar show de pagode e, no feriado, dia 15, a atração será a Banda Dub’s.

Para as crianças, a diversão está garantida com o Espaço Kids, instalado dentro do festival, que funcionará todos os dias oferecendo oficinas, unicórnio mecânico e muito mais. Os ingressos para as atividades infantis têm valores a partir de R$ 10.

O festival “Comida di Rua” acontece na sexta, das 17h às 23h, e sábado, domingo e feriado, das 14h às 23h. O evento será realizado na área externa, no estacionamento, com entrada gratuita.

Foto: Divulgação
Comida di Rua

Datas: de 12 a 15 de novembro

Horários: 12/11 – Sexta (das 17h às 23h) | 13, 14 e 15/11 – Sáb, Dom
e Feriado (das 14h às 23h)

Local: Estacionamento do Bangu Shopping – Rua Fonseca 240 – Bangu – Rio
de Janeiro/RJ

Entrada no Evento: Gratuita

 

Categorias
Brasil Destaque Libras Notícias Youtube

Festival Acessibilidança estreia montagens premiadas do Centro-Oeste

Projetos do Mato Grosso do Sul, Distrito Federal e Goiás serão exibidos em vídeos com audiodescrição e Libras, no canal da Funarte no YouTube.

A Fundação Nacional de Artes lança a quarta fase do Festival Funarte
Acessibilidança, com a Região Centro-Oeste, representada por
espetáculos premiados do Mato Grosso do Sul, do Distrito Federal e de Goiás.

A montagem  Capão Dançante, da Cia. Theastai de Artes
Cênicas (MS), abre a temporada no dia 15 de setembro, quarta-feira, às
20h. A programação segue com a performance Depois do Silêncio, da Arteviva Produções Artísticas e Universo Criativo (DF), no dia 22 de setembro. A agenda continua no dia 29, com Rodas em Dança: Livre e Lives, da Cia. de Dança Street Cadeirante (DF). No dia 6 de outubro, TransBordar, do Grupo Dança Inclusiva (GO), encerra a presença da  Região no festival.

As sessões em vídeos com audiodescrição e Libras ficam disponíveis
para acesso gratuito no canal da Funarte no YouTube  logo após o
lançamento. O Festival Funarte Acessibilidança teve início em junho,
com premiados da Região Norte. No mês de julho, foi a vez da Região
Sul e, entre o fim de julho e início de setembro, as montagens da
Região Nordeste foram exibidas na plataforma. Os projetos contemplados no Sudeste serão apresentados a partir de outubro.

No dia 15 de setembro, às 20h, o festival disponibiliza Capão
Dançante, da Cia. Theastai de Artes Cênicas, do Mato Grosso do Sul. O trabalho faz uma releitura de elementos culturais recorrentes do Estado, como festas nas fazendas e de padroeiros, bailes e tradições
sertanejas. Ao mesmo tempo, levanta questões como violência,
monocultura, monopólio político, machismo e coronelismo. O vídeo foi gravado no Teatro de Bolso do Sucata Cultural, em Dourados (MS), e dura 40 minutos.

Em cena, um DJ conduz o espetáculo, alterando e influenciando a
história. A companhia optou pelo personagem do DJ no lugar de um
sanfoneiro ou violeiro, referências musicais locais, para conferir uma
abordagem “mais moderna”.

Os intérpretes-criadores se utilizam
do bom humor e esperam seus convidados preparando um churrasco, com nuances de danças folclóricas, de forma estilizada, propondo técnicas da dança moderna, clássica e contemporânea, além das músicas tradicionais com o remix do DJ”, ressalta o grupo.

Na próxima quarta-feira, dia 22 de setembro, Depois do Silêncio, da
Arteviva Produções Artísticas e Universo Criativo, do Distrito
Federal, será exibido na plataforma. A encenação dialoga com os
elementos da dança e do teatro, com foco em coreografias que buscam
traduzir a dor, a revolta, a capacidade de comunicação e o afeto.
Alguns dos textos que compuseram a dramaturgia são inspirados na
história da educadora Anne Sullivan (1866-1936), conhecida por ter sido a professora de Helen Keller, uma menina surda e cega, por meio da Língua de Sinais pelo tato, nos anos 1920. A montagem traz depoimentos da realidade atual dos cegos e surdos.

Além de apontar os conflitos e as dificuldades, Depois do Silêncio
também aborda as conquistas das pessoas com deficiência.
“Pretende-se, assim, democratizar o acesso à cultura e contribuir com
a inclusão social, focando na capacidade produtiva das pessoas com
deficiência, numa encenação que sintoniza os sentidos e dialoga com a
dança, além de explorar os recursos cênicos da sonoplastia,
iluminação e projeções”, destaca a companhia.

Já no dia 29 de setembro, Rodas em Dança: Livre e Lives, da Cia. de
Dança Street Cadeirante, do Distrito Federal, será apresentado ao
público. Com a premissa “adaptar-se para superar obstáculos”, a
obra em vídeo tem tomadas cênicas dos trabalhos coreográficos, além
de depoimentos sobre a experiência vivida a partir de março de 2020.
As gravações foram realizadas entre dezembro de 2020 e janeiro de 2021 e, muitas vezes, foram registradas pelos próprios bailarinos com seus celulares. Dois videoclipes gravados externamente também foram
incorporados.

O nome em inglês lives se trata de um jogo de palavras com a
respectiva tradução para o português, que são ‘vidas’. A
pandemia nos prejudicou, mas também nos trouxe benefícios.
Amadurecemos, nos adaptamos e nos superamos. Mais uma vez, mais uma dificuldade. E eu gosto de falar: a vida continua em movimento, sempre, como na dança – pondera a fundadora da companhia, Carla Maia.

O grupo mantém aulas gratuitas on-line, ao vivo, uma vez por semana. As atividades virtuais de dança são direcionadas a cadeirantes inscritos nas redes sociais da companhia.

Para encerrar a programação da Região Centro-Oeste, o Grupo Dança
Inclusiva, de Goiás, exibe TransBordar, dia 6 de outubro. Para criar
a obra e pesquisar os movimentos, a companhia se pautou em alguns
verbos: fazer, afetar e transbordar.

Transpor as bordas, desviar-se dos limites, invadir e/ou alargar as margens e os sentidos. Um espetáculo que transborda os limites geográficos do Brasil e deságua em outros territórios que compartilham corpos, dores, amores e afeto. Nos resta, então, perguntar: O que você deseja transbordar? –  questiona o grupo.

A dramaturgia do trabalho foi criada considerando o contexto pandêmico de isolamento social, bem como a necessidade de se conseguir filmar com segurança e de dançar com máscaras. O coletivo realizou encontros virtuais e outras atividades à distância, para que os integrantes da companhia (muitos deles do grupo de risco) continuassem suas atividades, produzindo arte apesar de todas as dificuldades. As reuniões com as equipes do Brasil e de Portugal também foram realizadas virtualmente, durante todo o processo de montagem, filmagem e edição.

O Festival Funarte Acessibilidança

O Festival Funarte Acessibilidança, em estreia na instituição, foi
criado a partir das ações do Prêmio Festival Funarte Acessibilidança
Virtual 2020. No concurso público, foram premiados 25 projetos de
vídeos de espetáculos, que promovem o acesso de todas as pessoas à
arte.

Com a iniciativa, a Funarte busca realizar novas ações a partir do uso
das mais recentes tecnologias, estendendo, desse modo, um novo modelo para todo o Brasil. Assim, a Fundação reforça seu compromisso de promover e incentivar a produção, a prática, o desenvolvimento e a difusão das artes no país; e de atuar para que a população possa cada vez mais usufruir das manifestações artísticas. Criada em 1975, a Funarte segue, portanto, empenhada em acompanhar as transformações no cenário artístico e social.

O coordenador de Dança da entidade, Fabiano Carneiro, destaca a
importância de se levar essa linguagem artística à população,
durante o período de distanciamento social. “Estamos estreando o
Festival Funarte Acessibilidança, um projeto inédito com foco na
acessibilidade e na inclusão. Ao longo dos próximos meses, serão
apresentados espetáculos de dança das cinco regiões do Brasil,
plenamente acessíveis ao público, contemplando uma enorme diversidade na sua programação”, explica o coordenador.

O festival foi lançado no dia 16 de junho, com Lua de Mel, da Cia.
Lamira Artes Cênicas (Tocantins). Na semana seguinte, foi exibido
Maculelê: Reconstruindo o Quilombo, do Grupo de Dança Reconstruindo o Quilombo (Rondônia). Solatium encerrou a agenda das companhias da  Região Norte. A segunda fase teve montagens premiadas da Região Sul.

Flamenco Imaginário, da Cia. Del Puerto (Rio Grande do Sul), deu
início à programação. Em seguida, Convite ao Olhar, da Cia. de
Dança Lápis de Seda (Santa Catarina), foi disponibilizado. _Do
Avesso, do Grupo Nó Movimento em Rede (Paraná), fechou a temporada da
região.

A terceira fase divulgou os trabalhos da Região Nordeste. A estreia foi
com Estado de Apneia, do Grupo Movidos Dança Contemporânea (Rio Grande do Norte). Depois, foi a vez da montagem Ensaio sobre o Silêncio, da coreógrafa Taciana Gomes (Pernambuco); de Maré –
Versão virtual e acessível, do Coletivo CIDA (Rio Grande do Norte);
de Rio sem Margem, do bailarino Elísio Pitta (Bahia); de Plenitude,
da Cia. Dança Eficiente (Piauí); e de Ah, se eu fosse Marilyn!, do
coreógrafo Edu O., (Bahia). _Proibido Elefantes_, da Cia. Gira Dança
(Rio Grande do Norte), encerrou a etapa Nordeste do evento. A fase atual apresenta as montagens da Região Centro-Oeste. Os contemplados no Sudeste serão exibidos a partir de outubro.

Os projetos ficam disponíveis no canal da Funarte no YouTube

No decorrer do festival, o coordenador de Dança da Fundação, Fabiano Carneiro, participará de uma “live” com diretores e artistas de
dança, além de convidados.

Festival Funarte Acessibilidança

Com audiodescrição e Libras

Agenda dos contemplados da Região Centro-Oeste

Dia 15 de setembro, quarta-feira, às 20h

Estreia com exibição do espetáculo Capão Dançante, da Cia.
Theastai de Artes Cênicas (Mato Grosso do Sul)

Dia 22 de setembro, quarta-feira, às 20h

Montagem de dança Depois do Silêncio, da Arteviva Produções
Artísticas e Universo Criativo (Distrito Federal)

Dia 29 de setembro, quarta-feira, às 20h

Espetáculo _Rodas em Dança: Livre e Lives, da Cia. de Dança Street
Cadeirante (Distrito Federal)

Dia 6 de outubro, quarta-feira, às 20h

Montagem TransBordar, do Grupo Dança Inclusiva (Goiás)

Agenda dos contemplados das demais regiões

Região Sudeste – Dia 13 de outubro

Região Norte (espetáculos já disponíveis): Lua de Mel, da Cia.
Lamira Artes Cênicas (TO); Maculelê: Reconstruindo o Quilombo, do
Grupo de Dança Reconstruindo o Quilombo (RO); e _Solatium_, do Corpo de Dança do Amazonas (AM)

Região Sul (espetáculos já disponíveis): Flamenco Imaginário, da
Cia. Del Puerto (RS); Convite ao Olhar, da Cia. de Dança Lápis de
Seda (SC); e Do Avesso, do Grupo Nó Movimento em Rede (PR)

Região Nordeste (espetáculos já disponíveis): Estado de Apneia, do
Grupo Movidos Dança Contemporânea (RN); Ensaio sobre o Silêncio, da coreógrafa Taciana Gomes (PE); Maré – Versão virtual e acessível,
do Coletivo CIDA (RN); Rio sem Margem, do bailarino Elísio Pitta
(BA); de Plenitude, da Cia. de Dança Eficiente (PI); Ah, se eu fosse
Marilyn!, do coreógrafo Edu O. (BA), e Proibido Elefantes, da Cia.
Gira Dança (RN)

Categorias
Brasil Cultura Destaque Música

Festivais de música lançam line-up e novas datas

*Por Giovanna Fraguito

O Festival Knotfest, um dos maiores eventos de metal e hard rock do mundo, anunciou na terça-feira (17/08/2021) o line-up da primeira edição do Festival no Brasil.

O festival acontecerá no Sambódramo do Anhembi, em São Paulo, capital, no dia 18 de dezembro de 2022. No total, 10 bandas que irão se apresentar no local durante as 12h de festival, divididas entre dois palcos. Além dos anfitriões Slipknot, o festival contará com Bring Me The Horizon, Sepultura, Mr. Bungle, Trivium, Motionless In White, Vended, Projet 46 e Armored Dawn.

No banner que divulgou o line-up, o Knotfest Brasil oculta um dos nomes, que estaria ao lado de Bring Me The Horizon, esse ainda será revelado pela organização.

Os ingressos para o festival começam a ser vendidos no dia 19 de agosto, às 10 horas, pela Eventim.

A curiosidade fica para a presença de três bandas brasileiras no festival, sendo elas: Sepultura, Project 46 e Armored Dawn. Além disso, a grande surpresa é a presença da jovem banda Vended, de Griffin Taylor, filho do vocalista Corey Taylor do Slipknot.

Já o Festival Rock The Mountain 2021 lança novas datas e mais informações.

Nessa semana (16/08/2021), foram abertas as vendas para um segundo fim de semana do festival, que acontecerá em novembro deste ano; em Petrópolis, no Rio de Janeiro. Os ingressos para o primeiro final de semana do evento já estão esgotados.

São mais de 50 artistas apenas no line-up principal. De grandes nomes da música nacional, como Caetano Veloso, Gal Costa, Criolo, até artistas do cenário alternativo, o evento trará música para todos os gostos; espalhados entre seis palcos durante as 12h diárias da festividade.

A nova data foi lançada devido à demanda do público, nos dias 20 e 21 deste ano, e os ingressos podem ser adquiridos através do Sympla.

Vale frisar que a organização do evento deixa em aberto a possibilidade de adiamento do evento por conta da pandemia. Em setembro, será feito um estudo da situação do país, velocidade da vacinação, taxa de transmissão e outras informações para avaliar se é possível ou não realizar a festividade ainda este ano. Caso seja possível, será obrigatória a apresentação do cartão de vacinação ou teste negativo do coronavírus na entrada.

Categorias
Brasil Cinema Cultura Destaque

Festival de Curtas tem edição online com apresentação de 200 filmes

Por Agência Brasil

Em mais uma edição online por causa da pandemia do novo coronavírus, o tradicional Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo tem início nesta quinta-feira (19) apresentando 200 filmes de 39 países. A mostra é gratuita e vai até o dia 29 de agosto. A direção do festival é da produtora cultural Zita Carvalhosa.

Dentre os 200 filmes, 116 são títulos brasileiros. Entre eles estão Céu de Agosto, obra que foi recentemente premiada no Festival de Cannes, e Seiva Bruta, eleito melhor curta-metragem latino-americano no Directors Guild of America.

Céu de Agosto - Jasmin Tenucci
Céu de Agosto/Jasmin Tenucci

Já entre os destaques internacionais estão Estrela Vermelha, de Yohan Manca, e obras que foram premiadas no Festival de Clermont-Ferrand, mais importante evento dedicado aos curtas: Irmãs, Nadador e Ônibus Noturno. Outros destaques são a animação Casca, eleito melhor curta internacional do Festival de Annecy; A Montanha Lembra, vencedor da competição internacional do festival É Tudo Verdade; e Viagem ao Paraíso, produção do Vietnã premiado no Festival de Locarno.

Festival de Curtas /Reed Star
Festival de Curtas /Reed Star

Na edição deste ano, o festival presta homenagens à montadora Vânia Debs, falecida em junho, e aos cineastas Glauber Rocha e Chris Marker. Para homenagear Vânia Debs, o festival vai apresentar cinco curtas, entre eles, Morte, dirigido por José Roberto Torero e protagonizado por Paulo José, que morreu recentemente. O polêmico curta Di Cavalcanti Di Glauber, de 1976, será apresentado como uma homenagem ao cineasta brasileiro. Já o centenário de Chris Marker será celebrado com La Jetée, de 1962.

O festival também celebra a produção de jovens cineastas das periferias e a cultura indígena, com uma mostra dedicada ao festival Amotara, dedicado a mulheres indígenas cineastas. Além disso, encontros vão discutir temas como as plataformas de streaming, o cinema das mulheres indígenas e produções durante a pandemia, entre outros.

A cerimônia de abertura será nesta quinta-feira, às 20h. A cerimônia, os filmes e os encontros podem ser acessados pelo endereço http://www.kinoforum.org.br/

Categorias
Cultura Entrevistas Notícias do Jornal

“É preciso muita coragem para escolher viver de arte”

 

Nascido em Teresópolis e tendo vivido neste município por quase 25 anos, o ator Beto Corrêa é o idealizador do projeto Esqueterê,  primeiro festival competitivo de esquetes da charmosa cidade região serrana do Rio. Seu desafio é movimentar culturalmente um município que está fora do circuito teatral brasileiro.   Mesmo com todas as dificuldades em meio à pandemia, o Esqueterê contou com mais de cem trabalhos inscritos já nessa sua primeira edição, mas Beto, Bacharel em Artes Cênicas pela UNIRIO, conta em entrevista ao DR1 que essa história  está só começando.

DR1 – O que fez você decidir investir em um festival, ainda com todas as dificuldades e a pandemia?

Beto Corrêa – Esse projeto foi idealizado muito antes da pandemia. Quando nos demos conta que só seria possível realizar de forma online, confesso que foi um pouco desanimador, porque achávamos que o festival não alcançaria nossos objetivos, mas nunca pensamos em desistir. É claro que o ideal seria o formato presencial, com a aglomeração, a troca de experiências, o encontro entre os artistas. Hoje, com dois meses de produção, percebemos que vamos conseguir alcançar nossos objetivos da mesma forma.

DR1 – Teresópolis é uma localidade pequena da Região Serrana, porque  resolveu expandir as inscrições para grupos de todo Brasil?

Beto Corrêa – Sempre acreditei que um festival desses na cidade poderia trazer muitas vivências e experiências importantes para os artistas locais. A expansão a nível nacional se dá justamente pela troca de experiências, por esse intercâmbio cultural entre os artistas. Isso é maravilhoso e muito enriquecedor para o artista, para o pesquisador que recebe todo esse feedback e que, por conta disso, evolui o seu trabalho.

DR1 – Como vê Teresópolis diante o cenário nacional do teatro? Que dificuldades que enfrentou para ser um ator, fora dos grandes centros?

Beto Corrêa – Quando saí de Teresópolis e fui experimentar outras vivências artísticas, eu percebia, principalmente nos festivais nacionais, que tinha grupos de todo canto do Brasil, mas nunca havia grupos de Teresópolis participando. E  sei do potencial artístico que a cidade tem, não só no teatro.   E as dificuldades que passei não foram diferentes de qualquer artista. É uma profissão que não tem o valor reconhecido e, muitas vezes, o artista trabalha de graça para não ficar parado. As maiores dificuldades acabam sendo sempre financeiras. Já que fui obrigado a largar o Teatro para trabalhar em outras funções. Hoje em dia, é preciso muita coragem para escolher viver de arte. Principalmente no cenário em que nos encontramos atualmente.

DR1 – Conte a história do Esqueterê. Como tudo começou ?

Beto Corrêa – A ideia surgiu quando participei de meu primeiro festival competitivo. Eu fiquei tão impressionado com tudo, que queria muito que meus amigos artistas de Teresópolis experimentassem isso também. Não tinha nome ainda, eu só sabia que um festival assim deveria acontecer na cidade. E acredito que o festival competitivo apura o nosso olhar crítico da cena. Então, depois do desejo surgido, um belo dia resolvi colocá-lo no papel.

O festival teve inscrições de grupos de vários estados brasileiros (Foto: Victor Hugo)

DR1 Os concorrentes te surpreenderam em algum aspecto?

Beto Corrêa – Recebemos muitas inscrições e só isso já foi uma surpresa. Estamos muito felizes com tudo. Foram inscrições de todo Brasil, muita coisa do Rio e São Paulo. Tivemos inscrições do Distrito Federal, Paraná, Ceará, Minas Gerais, Bahia, Santa Catarina, Rio Grande do Norte, enfim, eu fico muito feliz de saber como tem grupos espalhados por esse Brasil e todos produzindo, mesmo diante de uma pandemia.

DR1 – E quanto ao patrocínio. Acha que as empresas ainda estão receosas de investir na arte ou o momento que vivemos agrava tudo?

Beto Corrêa – É um momento muito complicado para as empresas investirem em projetos, já que precisam se reestabelecer pelo prejuízo causado por conta da pandemia. O último evento que produzi em Teresópolis foi em 2013 e não senti dificuldade alguma em conseguir patrocínios e apoiadores. Mas agora, não é muito propício. Graças à aprovação na Lei Aldir Blanc, conseguimos uma verba para realizar a 1ª edição do Esqueterê. Para complementar essa verba, buscamos apoios em estabelecimentos que não sofreram tanto com a pandemia, como supermercados.

DR1 – Como será a programação, será aberta ao público?

Beto Corrêa – Sim. Será o Esqueterê Mostra Convida, que acontecerá no dia 27 de março às 20h. Serão 6 apresentações de artistas de Teresópolis, que terão um espaço de 5 a 10 minutos para mostrarem seus lindos trabalhos. Na programação teremos diversas linguagens como fotografia, dança de rua, cinema, música etc. Toda a programação será transmitida ao vivo pela plataformas digitais, aberta para quem quiser assistir.

DR1 – Como será a dinâmica da apresentação das esquetes selecionadas?

Beto Corrêa – Serão 24 esquetes selecionadas e dividimos as apresentações em 3 dias: 24, 25 e 26 de março, 8 esquetes por dia. Para selecionar as 24 esquetes, a curadoria levou em consideração a diversidade, a relevância dos temas, a pesquisa, entre outros fatores. Dessas 24 esquetes, 8 serão selecionadas pelos nossos jurados para a final, que será realizada no dia 28 de março. Toda a programação será transmitida on-line pelas plataformas digitais com início às 20h.  Os links estarão disponíveis no site www.esquetere.com.br

Foto: Divulgação

Categorias
Cultura Diário na Folia Fica a Dica

VI Rio Harp Festival a todo vapor no carnaval

 

Nem mesmo a pandemia do novo coronavírus no mundo impediu que o XV Rio Harp Festival fosse realizado em 2020. E o seu sucesso de crítica, mídia e público determinou na sua continuidade em 2021, que segue firme em pleno Carnaval. Graças à Lei Aldir Blanc, o XVI Rio Harp Festivla – versão latino-americana-virtual está sendo realizado desde o dia 29 de janeiro e segue até 22 de fevereiro com sua programação, tendo como foco os harpistas do nosso continente. A ideia é que a edição completa possa voltar a ser feita ainda em 2021, incorporando harpistas do mundo todo.

Esta versão virtual e compacta servirá de abertura e manutenção do evento, mas destacando os harpistas latino-americanos. Além do Brasil, Argentina, Chile, Paraguai, Colombia, Venezuela, Peru, Equador e México estarão representados no evento.

São 15 músicos de 9 países, incluindo importantes artistas brasileiros e orquestras de projetos sociais.Apoiado pela Lei Aldyr Blanc da Secretaria Estadual de Cultura e Economia criativa, o evento está inserido no projeto “Música no Museu”, que em 24 anos de atividades ininterruptas de janeiro a dezembro de cada ano atinge o Brasil de norte a sul, além de sua vertente internacional, e há 16 anos dedica um mês à harpa.

                                      PROGRAMAÇÃO

17 de fevereiro – quarta-feira – 13hs.

Palestra: A história da harpa.

Newton Nazareth, pianista e pesquisador.

País: Brasil

18 de fevereiro – quinta-feira – 13hs.

Músico: Trio D`Ambrosio: Maria Helena Andrade, piano, Maria Célia Machado, harpa e Aizik Geller, violino.

País: Brasil.

 19 de fevereiro – sexta-feira – 13hs.

Músico:Lucas Petroni, harpa.

País: Argentina

20 de fevereiro – sábado – 13hs.

Músico: Clarp Ensemble/ Ecos Latinos, Patrice Fischer, harpa e Carlos Valadares, percussão.

País: Colombia, Guatemala

21 de fevereiro – domingo – 13hs.

Músico: Yns Even, harpa -Camerata do Uerê. Yins Even, harpa.

País: Peru/Brasil.

22 de fevereiro – segunda –  13hs.

Burning Symphony. Jonathas Faganello, harpa.,

País: Brasil

Por onde os concertos serão transmitidos:

www.musicanomuseu.com.br

www.radiomusicanomuseu.com

– Cedro Rosa Youtube
https://www.youtube.com/channel/UC25sT7ofudoMWTDOx5T2DdQ

– Cedro Rosa Facebook
https://www.facebook.com/cedrorosadigital.com.br/ )

– Cedro Rosa Twitter
https://twitter.com/cedrodigital )

Foto: Divulgação

Categorias
Cultura Notícias do Jornal

MOSTRA COMPETITIVA DO FESTIVAL DE CINEMA DE ALTER DO CHÃO 2020 

Foram selecionados em todas as categorias 121 filmes do Brasil e de países de todos os continentes. Destes, 80% são inéditos  demonstrando  que a produção cinematográfica é fértil e alinhada, no seu âmago, ao tema do festival : “Um olhar para a Amazônia, os povos do mundo, a valorização do cinema, das artes, o reconhecimento dos direitos globais e da natureza”. Dos selecionados, 51 filmes são de temáticas indígena, ambiental e amazônica.

Segundo o diretor-geral  do FESTALTER 2020 Locca Faria (cineasta, fotógrafo, produtor e diretor) , – “Teremos na Mostra Competitiva 42 horas de filmes da mais alta qualidade, ricos em conteúdos, com temáticas e olhares variados, trazendo informações diversas, fazendo de Alter do Chão e da Amazônia o palco do cinema brasileiro e mundial”.

coordenação da curadoria foi realizada pelo diretor e cineasta Anselmo Duarte Jr. , que trabalhou incansavelmente com uma equipe de curadores da mais alta qualidade formada por cineastas, jornalistas, profissionais do cinema, do audiovisual, produtores, diretores, roteiristas de várias regiões do Brasil, da Amazônia e do exterior, que analisaram os 2072 filmes de 105 países inscritos,  seleção que trouxe uma enorme dificuldade de escolha pela qualidade excelente dos filmes.

Troféu Muiraquitã

O júri do festival formado por grandes nomes como Pedro Bial, Célia Maracajá, Zezé Motta, Indaiá Freire, Marcelo Tas e Xavier de Oliveira (presidente) terá a árdua tarefa de dar aos vencedores, em suas categorias, o troféu Muiraquitã criado pelo artista artesão Rony Borari de Alter do Chão.

 Alguns filmes selecionados são de diretores conhecidos, outros de diretores novos, tanto do Brasil quanto do exterior como: “Amazônia – Sociedade Anônima” de Estêvão Ciavatta (Brasil), “Fio da Meada” de Silvio Tendler (Brasil), “Dança da Vida” de PeymanZandi (Irã), “O Doce Sabor do Pão Salgado e Cuecas” de Che Espiritu (Filipinas), “Mestre Cupijó e seu Ritmo” de Jorane Castro (Brasil), “Maquis” de Rubén Bure (Espanha).