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Cultura Destaque Diário do Rio

Dia Nacional do Livro Infantil: autora Angela Guerra disponibiliza ebook para acesso

Em homenagem ao Dia Nacional do Livro Infantil, comemorado neste domingo, 18 de abril, a autora Angela Guerra disponibilizou na internet o ebook do livro “Confusão na Floresta”.

Todos podem acessar gratuitamente o formato digital do livro infantil por meio do site da autora: angelaguerra.redesemfronteiras.com. O ebook está disponível na versão em português e também em inglês.

O leitor pode visualizar o ebook no próprio navegador de internet (computador, tablet ou smartphone), baixar o arquivo em formato ePUB para ler o livro no Kindle, Kobo, ou fazer o download direto na Amazon.

O Ebook está preparado com link de acessibilidade e inclusão social em formato audiobook e linguagem em texto sem formatação.

Dia Nacional do Livro Infantil

A escolha da data em comemoração ao Dia Nacional do Livro Infantil é uma homenagem ao escritor Monteiro Lobato, um dos mais influentes escritores da Literatura Brasileira do século XX.

Ele nasceu no dia 18 de abril de 1882, motivo pelo qual esse dia é também chamado de Dia de Monteiro Lobato, considerado o pai da literatura infantil brasileira. Dentre suas obras infantis, a mais destacada é o “Sítio do Pica-pau Amarelo”, uma coleção de aproximadamente 25 livros de histórias, escritas entre 1920 e 1947.

A data é dedicado ao fomento da leitura, sobretudo, na escolarização básica infantil e destaca a importância do hábito de ler desde cedo visto que o livro é um importante instrumento de conhecimento e cidadania.

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Cultura Fica a Dica Rio

Três espetáculos infantis premiados ganham temporada online e gratuita em março

 

 

Governo FederalGoverno do Estado do Rio de JaneiroSecretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Lei Aldir Blanc apresentam:

TRILOGIA DO AMORcomposta pelos musicais A GaiolaContos Partidos de Amor e Vamos Comprar um Poeta, é apresentada em temporada on-line e gratuita no mês de março. Com direção de Duda Maia, os espetáculos abordam temas presentes no dia a dia das crianças, dos pais e das mães.

 

Nesta situação de isolamento, estamos nos distanciando dos amigos e parentes. O lugar onde moramos se tornou o local de trabalho, escola e espaço de lazer.

Muitas vezes, esse convívio intenso se torna repetitivo e cansativo. Pensando em levar alegria e poesia, a Palavra Z Produções Culturais irá proporcionar um delicioso encontro com a arte.

Durante três fins de semana de março, de 13 a 28, adultos e crianças poderão, de suas casas, assistir a três musicais premiadíssimos. São espetáculos que provocam o pensamento, atiçam a criatividade e estimulam o diálogo entre pessoas de todas as idades.

A temporada, com patrocínio da Lei Aldir BlancGoverno Federal e Governo do Estado do Rio de Janeiro e Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, será transmitida gratuitamente através do canal youtube.com/palavraz. Todas as sessões têm início às 16h. Reúna a família para assistir e se deleitar com essas três histórias amorosas.

Os espetáculos:

A Gaiola conta a história de amor e de separação entre uma menina e um passarinho, interpretados por Carol Futuro e Pablo Áscoli. No palco, os personagens iniciam uma história de amor e amizade quando o passarinho cai, ferido, na varanda da casa da menina.

Na trama, a menina se dedica a cuidar do pequeno bicho e, à medida que vão convivendo, se apegam um ao outro até se apaixonarem. Ele fica curado e na hora da despedida se deparam com a vontade de ficar juntos. Um dia, a menina flagra o passarinho na gaiola encantado com a beleza do dia lá fora e uma crise se instala entre os dois. Venha conhecer como a história termina. Uma história de Amor e Liberdade.

À Adriana Falcão, autora do livro de mesmo nome e que inspirou a peça, rendeu uma indicação ao Prêmio Jabuti.

Serviço:

A Gaiola

Canal: youtube.com/palavraz

Sessões: Dias 13 e 14 de março de 2021

Horário: 16h*

Classificação: Livre

Duração: 50 minutos

* Ao final da sessão, haverá bate-papo com a diretora Duda Maia (sáb e dom), Eduardo Rios (sáb) e Carol Futuro e Pablo Áscoli (sáb e dom)

A Gaiola foi o destaque da 3ª Edição do Prêmio CBTIJ 2016, ao conquistar sete estatuetas: Melhor Espetáculo; Melhor Texto Adaptado – Adriana Falcão e Eduardo Rios; Melhor Direção – Duda Maia; Melhor Atriz – Carol Futuro; Melhor Cenário – João Modé; Melhor Iluminação – Renato Machado; e Música Original – Ricco Viana, Eduardo Rios e Adriana Falcão. E no 11º Prêmio Zilka Sallaberry de Teatro Infantil, venceu nas categorias: Melhor Espetáculo; Melhor Direção – Duda Maia; e Melhor Cenário – João Modé. A Gaiola foi também o espetáculo vencedor do Prêmio Botequim Cultural 2016, levando todos os prêmios, sendo eles: Melhor Espetáculo; Melhor Direção – Duda Maia; Melhor Atriz – Carol Futuro; Melhor Ator – Pablo Áscoli; e Melhor Texto – Eduardo Rios e Adriana Falcão.

Contos Partidos de Amor apresenta a história de quatro pessoinhas apaixonadas e ciumentas, que discutem sobre relações possessivas e amorosas. A encenação se dá através de diálogos bem-humorados, uma sofisticada linguagem de movimento e uma direção musical que alinhava toda a encenação, as músicas em alguns números são tocadas pelo próprio grupo de intérpretes – Diego de AbreuIsadora MedellaJuliana Linhares e Tiago Herz. A obra apresenta canções e contos originais de Eduardo Rios, inspirados na obra de Machado de Assis.

“Esbarrei com ‘Contos de Amor e Ciúme’, gostei do título e só depois vi que era do Machado de Assis. Fiquei entusiasmada em criar uma peça para crianças sobre o ciúme, a partir do universo do escritor”, lembra Duda Maia. “Todos nós sentimos ciúme e a criança também é muito ciumenta”.

Para ela “teatro para o público infantil não tem que ser apenas uma história legal, precisa ser necessário, trazer reflexões para quem assiste. É preciso não subestimar nem a inteligência das crianças e nem a capacidade de elas travarem diálogos importantes com os adultos”, acredita.

Serviço:

Contos Partidos de Amor

Canal: youtube.com/palavraz

Sessões: Dias 20 e 21 de março de 2021

Horário: 16h*

Classificação: Livre

Duração: 60 minutos

* Ao final da sessão, haverá bate-papo com a diretora Duda Maia, Eduardo Rios e elenco

Contos Partidos de Amor foi espetáculo vencedor do 11º Prêmio Zilka Sallaberry de Teatro Infantil, nas seguintes categorias: Melhor Direção – Duda Maia; e Melhor Figurino – Kika Lopes.

Vamos Comprar um Poeta, inspirado em livro homônimo de Afonso Cruz, narra a chegada de um poeta à casa de uma família comum. Nesse lar, moram um pai, que só pensa em ganhar dinheiro; uma mãe, que organiza todos os dias os trabalhos domésticos; uma menina esperta e curiosa que gosta de entender o significado das coisas; e um menino apaixonado, que adora fazer contas.

O Poeta ensina os pequenos a observarem borboletas, escreverem os próprios poemas e a darem abraços. A montagem cria uma divertida reflexão sobre a nossa capacidade de invenção, o significado de produtividade e a importância da amizade. O espetáculo mistura música, poesia e dança em um cenário que traz elementos de um parque, tornando a encenação lúdica e dinâmica.

A peça, dirigida por Duda Maia, tem adaptação de Clarice Lissovsky, direção musical de Ricco Viana e elenco formado por Letícia MedellaLuan Vieira e Sergio Kauffmann.

Serviço:

Vamos Comprar um Poeta

Canal: youtube.com/palavraz

Sessões: Dias 27 e 28 de março de 2021

Horário: 16h*

Classificação: Livre

Duração: 60 minutos

* Ao final da sessão, haverá bate-papo com a diretora Duda Maia e elenco

“Vamos Comprar um Poeta” arrematou o prêmio de Melhor Espetáculo Infanto-Juvenil de 2019, pela APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte), e Prêmio CBTIJ foi vencedor nas categorias Texto Adaptado, para Clarice Lissovsky; Direção, para Duda Maia; Coletivo de Atores e Atrizes, para Letícia Medella, Luan Vieira e Sergio Kauffmann; Cenário, para André Cortez; Iluminação, para Renato Machado; além das indicações de melhor Música Original, para Ricco Viana, Clarice Lissovsky e Juliana Linhares; e Direção de Produção, para Bruno Mariozz.

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Notícias

Aumenta o número de crianças leitoras entre 5 e 10 anos, aponta pesquisa

O último levantamento da pesquisa Retratos da Literatura no Brasil, realizada pelo Instituto Pró-Livro, identificou um aumento no número de leitores entre 5 e 10 anos. Desde março, mês em que a COVID-19 foi enquadrada como pandemia pela OMS (Organização Mundial da Saúde), as crianças têm estado fisicamente distantes da escola. Para a diretora da Catapulta Editores no Brasil Carmen Pareras, esse é um movimento que acompanha a chegada do e-commerce mais próximo do dia a dia das famílias.

“Todos nós tivemos de nos reprogramar para transformar nossas casas em escritórios digitais, refeitórios, escolas de ensino à distância e salas de lazer”, explica Pareras. Nesse sentido, a diretora da Catapulta Editores entende que o livro infantil pode ter ganhado um espaço especial nas atividades em casa, entre pais e filhos.

As medidas adotadas para conter a pandemia do novo coronavírus envolveram o isolamento social em diversas regiões do país. Com isso, lojas em diferentes áreas do comércio se mantiveram fechadas e distantes do público, principalmente entre os meses de março e julho deste ano. “Dessa forma, tivemos de acelerar o processo de comercialização por meio de canais eletrônicos. As mídias online nos aproximaram do nosso público, oferecendo um canal de comunicação que nos permite ouvir suas opiniões e sugestões”, explica Pareras.

Foto: Divulgação

Dia a dia em casa

A diretora da Catapulta Editores ressalta a quantidade de pais que relataram a mudança no comportamento infantil no período em casa, sob isolamento social. “Esse foi um dos momentos em que nós, inclusive, lançamos títulos no mercado literário, que têm tido boa aceitação”, acrescenta Pareras.

Um dos lançamentos foi a coleção Timóteo, composta por quatro livros. Indicadas para crianças a partir de quatro anos, as obras apresentam temas do cotidiano e rotina de maneira bastante lúdica. Ao final de cada título, há um jogo para que os pequenos memorizem o que a narrativa os mostrou.

Receber itens de compra em casa se tornou mais comum no período da pandemia. Segundo Pareras, esse é um dos fatores que aproximou toda a família aos livros infantis. “Anteriormente, as crianças se isolavam e ficavam concentradas em jogos eletrônicos. Quando se cansavam, mostravam-se irritadiças e passavam às travessuras, tentando atrair a atenção dos pais.  Com a facilidade de receber nossos livros em casa, pais e filhos se aproximaram e melhoraram a interação. ”

Obras interativas

A boa aceitação do e-commece durante a pandemia indica que a editora segue no caminho certo. “O objetivo da Catapulta Editores é promover a participação da família e estimular as crianças a reconhecer os livros como um meio de informação divertida, desde a idade mais tenra”, acrescenta Pareras.

Cores vibrantes, texturas relevos e sons fazem parte do acervo de títulos da editora. São obras que aguçam o tato, a visão e a audição – o que contribuem para o aprendizado infantil. “Além de estimular e desenvolver a coordenação motora, ao promover a curiosidade e prender a atenção”, afirma Pareras.

A coleção Abremente é a mais importante da Catapulta Editores. Os livros que a compõem foram desenvolvidos por psicopedagogas e já venderam mais de 50 milhões de cópias pelo mundo. “Por conta do conteúdo das obras, elas foram incorporadas a listas de livros paradidáticos. A coleção tem oito livros, que abrange crianças de 3 aos 11 anos”, celebra a diretora.

O período em casa, devido a pandemia, exige que adultos se reinventem para manter as crianças entretidas e se desenvolvendo. A Catapulta Editores oferece alguns títulos voltados para a culinária infantil, como o Chef Mirim, que apresenta receitas de diversos países. São pratos simples de serem elaborados e promovem um momento de interação entre a família.

“Outro ponto positivo é ajudar as crianças a entender sobre a importância de organizar tarefas passo a passo. Com a obra, os pequenos a partir de oito anos têm acesso a utensílios de cozinha, como batedor de metal, fôrma para tortinhas e pão duro, que acompanham o livro”, finaliza Pareras.

Qualidade das atividades em casa é uma característica percebida pela diretora da Catapulta Editores e que encontra outro dado da pesquisa Retratos da Literatura do Brasil. Além do aumento de leitores entre 5 e 10 anos, o levantamento aponta a boa variedade, a qualidade da literatura infantil no país e o investimento das famílias na mediação do livro com os filhos.

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Cultura Destaque

“A Cigarra e a Formiga – O musical

Inspirado na fábula de La Fontaine, a versão musical do clássico infantil adaptada e dirigida por Allan Ragazzy, ganha novos personagens e músicas originais. Dona Formigana, que vive para o trabalho e os filhos: Formigalha e Formiguel, mora em um formigueiro administrado por um Zangão e assegurado por um grillo. Um dia, o formigueiro recebe uma inesperada visita que torna o local uma verdadeira confusão: Uma Cigarra cantora, vinda da cidade, chega de surpresa para passar alguns dias na região.

Incomodada com a preguiça da cigarra, que só pensa em cantar, Dona Formigana, diz a ela que se não colocar a mão na massa passará fome e frio no inverno. O frio chega, com direito a neve cenográfica caindo sobre o palco, e a Cigarra, desamparada, pede ajuda para a formiga. Após muita resistência, a dona do formigueiro decide abrigar a Cigarra, desde que ela anime e aqueça os outros hóspedes com sua bela voz.

Os arranjos musicais trazem a influência das canções africanas, criando o clima perfeito para o ambiente da peça. Há também jazz, R&B e funk para os números musicais, acompanhados de grandiosos arranjos vocais.

Elenco:

Gabi Rocha – Formigana

Lola Mora – Cigarra

Alanna Bergano – Formigalha

Hugo Faro – Formiguel

 

Ficha Técnica: 

Texto, Direção e Canções Originais – Allan Ragazzy

Assistente de Direção – Kelly Maurelli
Direção e Produção Musical – Denis Goursand
Coreografia – Pablo Ventura
Cenário – Mario Pereira

Adereços – Márcio Menta
Figurino – Paulo Kandura
Iluminação – Allan Ragazzy

Caracterização – Susana Cardoso

Arranjos Instrumentais – Denis Goursand e Nélio Jr.
Fotografia – Helmut Hossmann

Produtor Associado – Allan Ragazzy
Direção de Produção – Deise Reis e Leandro Bispo

Serviço:

17 de outubro a 29 de novembro

Dias: sábados e domingos

Horário: 17 horas.

Ingressos: entre R$ 20,00 e R$ 60,00

Sympla:  https://bileto.sympla.com.br/event/64404/d/89303

Classificação etária LIVRE

Duração 60 minutos.

Teatro Miguel Falabella -Norte Shopping

Endereço: Av. Dom Hélder Câmara, 5474, Rio de Janeiro – Rio de Janeiro

“A cigarra e a Formiga” estava em temporada (7 de março a 5 de abril), interrompida em 13 de março, devido à Pandemia.

O Teatro Miguel Falabella entende o fundamental papel da cultura e do entretenimento, principalmente em tempos de pandemia. Por este motivo, as medidas de enfrentamento à Covid-19 e os protocolos sanitários de segurança são muito importantes e devem ser seguidos rigorosamente.

Seguiremos as orientações constantes das Regras de Ouro da Prefeitura do Rio de Janeiro, do Estado do Rio de Janeiro, além das recomendações do Ministério da Saúde: – Nesse primeiro momento o teatro funcionará com até 30% da capacidade, seguindo as medidas de higienização entre as sessões; – NÃO SERÁ PERMITIDO ENTRAR SEM MÁSCARA (a máscara não pode ser retirada dentro do teatro); Não será permitido entrada no teatro com temperatura igual ou superior a 37,8 graus; e outras.

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Destaque TV & Famosos

Mariana Almeida se prepara para estrear em ‘João e Maria – O Musical’

A atriz Mariana Almeida, se prepara para estrear no espetáculo ‘João e Maria – O Musical’, uma nova versão musical para o conto dos irmãos Grimm estreia em breve, em São Paulo, com direção de Musi e Daniela Stirbulov, que também assina o texto.

Com músicas compostas pelo ator Fred Silveira, ‘João e Maria – O Musical’ acompanha a trajetória dos dois irmãos que encontram uma casa feita de doces, no meio de uma floresta, que pertence a uma terrível Bruxa. Além de um elenco mirim, o espetáculo terá participação especial de Ivan Parente, que dará vida a Bruxa e Adriano Fanti, que será o Pai das crianças.

Mariana Almeida é atriz e cantora. Já atuou em espetáculos como “A Christmas Carol”, com direção de Fernanda Chamma, e agora se prepara para “João e Maria – O Musical”, com ensaios nos Estúdio Broadway Morumbi.

O musical tem estreia prevista para outubro, na Santa Ignácia Bakehouse, e contará com um novo formato, que inclui interação com a plateia, atividades paralelas antes e pós show entre outras surpresas.

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Destaque Notícias

PPCAAM protege mais de 12,6 mil crianças, adolescentes e familiares ameaçados de morte

O Programa de Proteção a Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte (PPCAAM) já protegeu mais de 12,6 mil pessoas em todo o país. O balanço das ações foi divulgado pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH), nesta terça-feira (8).

De 2003 até maio deste ano, o PPCAAM incluiu cerca de 4,7 mil crianças e adolescentes e mais de 7,8 mil familiares nas ações realizadas pelo programa. O programa é executado nos estados por meio de convênios entre o MMFDH, governos estaduais e Organizações da Sociedade Civil (OSCs).

Coordenado pela Secretaria Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (SNDCA/MMFDH), o programa tem o objetivo de oportunizar a proteção, preservação e promoção da vida daqueles que estão em situação de risco iminente de morte e também de seu núcleo familiar.

“A identificação da ameaça e a solicitação de inclusão no PPCAAM é realizada por meio do Poder Judiciário, das Defensorias Públicas, dos Conselhos Tutelares e do Ministério Público, caracterizados como ‘Portas de Entrada’. Estas instituições também são responsáveis pela fiscalização e aplicação da garantia dos direitos das crianças e dos adolescentes”, destaca o titular da SNDCA, secretário Maurício Cunha.

Recursos

O PPCAAM possui o maior orçamento entre as iniciativas da SNDCA. Os recursos são aplicados em parceria com os estados.

“O Governo Federal garante uma média anual de aproximadamente R$ 1 mi para o PPCAAM em cada estado onde o programa está implantado”, explica o secretário Maurício Cunha.

Atualmente, o programa está em 17 unidades federativas. São elas: Acre (AC), Alagoas (AL), Amazonas (AM), Bahia (BA), Ceará (CE), Distrito Federal (DF), Espírito Santo (ES), Maranhão (MA), Minas Gerais (MG), Pará (PA), Paraíba (PB), Pernambuco (PE), Paraná (PR), Rio de Janeiro (RJ), Rio Grande do Norte (RN), Rio Grande do Sul (RS) e São Paulo (SP).

Alcance

O MMFDH enfatiza que todos os pedidos de proteção são atendidos, se identificado o risco real da ameaça de morte. “Reafirmamos que para os estados que não ofertam o programa, o Núcleo Técnico Federal (NTF) assume o atendimento dos casos, realizando o que for necessário para que o protegido e a sua família tenham sua vida e seus direitos garantidos”, diz o órgão.

O programa ainda não está implementado nos estados do Amapá (AP), Goiás (GO), Mato Grosso (MT), Mato Grosso do Sul (MS), Piauí (PI), Rondônia (RO), Roraima (RR), Santa Catarina (SC), Sergipe (SE) e Tocantins (TO).

“É imprescindível que as secretarias e governos locais compreendam a importância de uma política como esta, bem como garantam a sua participação orçamentária e financeira para esta finalidade, que consiste em proteger as vidas de crianças e adolescentes ameaçados de morte”, afirma o secretário Maurício Cunha.

Parceria

O ministério vem trabalhando para o aumento da participação dos governos locais nos valores de contrapartida financeira, que muitas vezes chegam a corresponder à porcentagem mínima necessária prevista em Lei – entre 2% e 10%.

Há situações em que os estados não participam da parceria, por isso a União celebra Termos de Colaboração diretamente com Organizações da Sociedade Civil (OSCs), como no caso do Acre, Alagoas e Rio de Janeiro.

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Alessandro Monteiro | Circuito Carioca

Teatro em casa para crianças

Disponibilizada gratuitamente nas redes sociais do Centro Cultural Light, entre os dias 9 e 15 de maio, a peça teatral retrata uma pane num videogame, onde os componentes ganham vida. O jogo “Splash” tem como objetivo ajudar uma Gota a encontrar outras iguais a ela para formar um rio. A encenação apresenta o tema da busca da felicidade de forma lúdica. A pane do jogo é consequência da crise existencial dos personagens. Eles começam a se questionar sobre suas convicções, seus desejos e percebem que têm escolha, algo impensável até então.

Alguma semelhança com o nosso momento atual? Confira você mesmo nas redes sociais do @centroculturallight) – Facebook e Instagram.

Sobre o espetáculo:

Um aparelho de videogame está em pane. Seus componentes, por algum motivo desconhecido, não funcionam mais como programado. Isso nunca havia acontecido. A pane foi tão grande que esses componentes ganham vida e resolvem descobrir o que aconteceu. Nessa busca, eles se deparam com o jogo que eles mesmos operavam. Trata-se do jogo Splash, cujo objetivo é ajudar uma Gota a encontrar outras iguais a ela para formarem um rio. Então eles resolvem ajudar esse ser virtual a cumprir seu objetivo para que tudo volte ao normal.

A encenação apresenta o tema da busca da felicidade de uma maneira lúdica e divertida. Os cinco personagens estão em crise existencial: a pane do jogo foi consequência dessa insatisfação, dessa incompletude de cada ser. E eles começaram a se questionar sobre suas convicções, seus desejos e perceberam que tinham escolha, algo impensável até então. De forma análoga, essas situações e sensações são experimentadas também por crianças, principalmente quando começam a se perceber como indivíduos no mundo.

Para esses dilemas, não existe uma solução ou fórmula: cada ser humano precisa mergulhar dentro de si para encontrar as possíveis respostas. Da mesma forma, no espetáculo as questões são levantadas e não se resolvem. Na narrativa dos componentes e no percurso da gota eles se transformam, experimentam e voltam ao ponto de partida. Mas essa volta não é a mesma, pois eles não são mais os mesmos. Foram transformados pelo percurso, pela reflexão que toda aquela situação gerou. Mais que respostas, são as perguntas que os moveram, que os transformaram.

Esse espetáculo da República Ativa de Teatro é resultado do projeto “A Parte Que Falta”.

FICHA TÉCNICA 

Direção: Rodrigo Palmieri

Dramaturgia: Vivi Gonçalves

Elenco: Fernanda Oliveira, Leandro Ivo, Thelma Luz, Thiago Ubaldo e Vivi Gonçalves

Direção de Vídeo, Jogos e Animações: Pri Argoud

Direção Musical, Trilha Sonora e Sound Designer: André Grynwask

Iluminação: Rodrigo Palmieri

Cenário e Arte Gráfica: Leandro Ivo

Figurinos: Thelma Luz

Fotos: Cacá Bernardes Vídeo: Bruta Flor

Produção: Fulano’s Produções Artísticas

Créditos: Cia República Ativa |Redes sociais: www.republicaativa.com.br Facebook.com/RepublicaAtiva
Parceria: Kommitment Produções Artísticas
Duraçāo: 50 min
Livre para todos as idades
Faixa etária: A partir dos 5 anos.
É proibida a reprodução total ou parcial do espetáculo sem autorização.

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Cultura Destaque

O Show da Luna estimula crianças a lavarem as mãos com desenho

Para contribuir nas ações de prevenção ao coronavírus de forma lúdica e divertida, a TV Brasil exibe episódio especial da série O Show da Luna! que destaca a importância de lavar as mãos. A animação que incentiva as crianças a adquirirem esse hábito vai ao ar nesta terça (24), às 11h30 e às 15h30.

Com o título “Uma mão lava a outra”, o desenho de sucesso tem uma versão em interprograma. Esse clipe musical já está no ar desde sábado nos intervalos da TV Brasil Animada, faixa de programação infantil com mais de 10h diárias. A realização é da TV Pinguim, produtora parceria da emissora pública.

O capítulo número 19 da terceira temporada de O Show da Luna! reforça os benefícios de lavar as mãos e mostra que esse costume vai muito além da simples questão de manter o corpo limpo. A historinha revela à garotada que essa iniciativa pode evitar doenças e até mesmo salvar vidas, especialmente diante da pandemia do Covid-19.

A proposta é fomentar a segurança e o bem-estar das crianças e das famílias. Na trama, a protagonista e seus amigos ensinam como lavar as mãos com água e sabão. O clipe musical e o episódio completo especial de O Show da Luna! demonstram de maneira bastante curiosa como fazer esses procedimentos.

Nesse episódio, Luna, uma esperta garota de seis anos, seu irmão mais novo, Júpiter, de quatro anos, e o furão de estimação da família, Cláudio, tiveram se divertiram muito montando a cavalo. O menino não entende o motivo de, após a brincadeira, precisar lavar as mãos com água e sabão.

Para Júpiter, suas mãos parecem perfeitamente limpas. Com uma linguagem acessível, trama bem encadeada e muita música, a protagonista Luna explica que é preciso lavar e esfregar bem as mãos para se livrar dos germes.

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Alessandro Monteiro | Circuito Carioca

“Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças”

A peça ‘Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças’, a primeira do premiado projeto Grandes Músicos Para Pequenos, volta ao cartaz no dia 21 de março, no Teatro Clara Nunes (Shopping da Gávea), para quatro apresentações. O musical infantil já foi visto por mais de 100 mil pessoas, que se encantaram com a emocionante adaptação da vida do Rei do Baião para os palcos.

Foto: Vinicius Bertoli

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Alessandro Monteiro | Circuito Carioca Colunas

Espetáculo infantojuvenil “A máquina do tempo” estreia no Clube Manouche

Para entender o mundo de hoje, um menino resolve usar objetos que tem em seu próprio quarto para construir uma máquina que o permita viajar ao passado em busca de respostas. Eis o ponto de partida de “A máquina do tempo”, peça infantojuvenil escrita pelo ator e músico Gui Stutz, com direção de Denise Stutz. O espetáculo inédito estreia em 7 de março no Clube Manouche, com sessões aos sábados e domingos, às 16h, até 29 de março.

Sozinho em cena, Gui Stutz narra a história do menino de forma lúdica e entremeada por canções autorais. Nessa aventura pelo tempo, o menino é capturado por um navio pirata, vê diferentes dinossauros na pré-história, testemunha Santos Dumont voando no 14-Bis, vai trabalhar num circo de 1923 como o “menino do futuro” e passa por muitas cidades e países até voltar ao ano de 2020. Seu desejo nessa viagem é observar as florestas, os mares e as cidades para tentar entender como o passado se tornou o presente.

 

 Acostumado a trabalhar com companhias teatrais, Gui já cultivava há tempos a vontade de montar um solo que reunisse música e dramaturgia. Para escrever “A máquina do tempo”, ele se inspirou na própria infância e na paternidade. “Sou filho único. Minha memória da infância tem muito de brincar sozinho e acompanhar as viagens de trabalho dos meus pais. Desenhava muito, criava mundos e histórias na minha cabeça”, recorda. Hoje pai de três filhos com idades entre dois meses e quatro anos, Gui se vê rodeado pelo universo da criança.

 

A música é um elemento constante nos trabalhos de artes cênicas de Gui Stutz, e não foi diferente na construção da dramaturgia de “A máquina do tempo”. Em cena, ele utiliza guitarra, e sintetizador ligados a um equipamento de looping para compor em tempo real a trilha sonora original.

Mãe e filho, Denise e Gui já trabalharam juntos em muitas produções, mas é a primeira vez que estão apenas os dois na criação de uma obra. Na bagagem, compartilham experiências que vão desde o teatro de rua popular da Grande Companhia Brasileira de Mistérios e Novidades até o teatro contemporâneo do espanhol Fernando Renjifo. “A nossa vontade era de fazer uma peça que não infantilizasse a criança. Queríamos dar espaço para ela pensar sobre o tempo de hoje”, enfatiza Denise.

 

FICHA TÉCNICA

Atuação, texto e músicas originais: GUI STUTZ

Direção e dramaturgia: DENISE STUTZ

Iluminação: FELIPE ANTELLO

Consultoria de figurino: FLAVIO SOUZA

Consultoria de cenografia: KELLER VEIGA E MARCELA DE PAULA

Desenho de som: ALEX MIRANDA

Desenho gráfico: LETÍCIA ANDRADE

Fotografia: RENATO MANGOLIN

Assessoria de imprensa: PAULA CATUNDA

Realização e produção: PLANO GERAL ESPAÇO E PRODUÇÕES

SERVIÇO

Espetáculo infantojuvenil: “A máquina do tempo”

Temporada: de 7 a 29 de março de 2020

Dias e horário: sábados e domingos, às 16h

Excepcionalmente no dia 8 (domingo), sessão extra às 14h

No dia 15 (domingo) não haverá apresentação

Local: Clube Manouche/Casa Camolese

(Rua Jardim Botânico, 983, Jardim Botânico).  Tel: 3514-8200

Ingressos: R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia)

Crianças a partir de 3 anos e jovens até 12 anos pagam meia-entrada mediante comprovação

Crianças de até 02 anos e 11 meses de idade não pagam ingresso

Duração: 60 minutos

Recomendação etária: Crianças a partir de 5 anos. Menores a partir de 14 anos podem entrar acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais

Estacionamento no local (tarifado)