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Zabelê lança versão de Preta Pretinha em homenagem aos novos baianos

 

A cantora Zabelê, filha de Baby do Brasil e Pepeu Gomes, resolveu fazer uma inesquecível homenagem para os pais e para o tio Moraes Moreira, que faleceu ano passado. Ela fez uma seleção de músicas dos cantores e convidou vários artistas para participarem do álbum, ainda sem nome definido, que será lançado em novembro.

Em entrevista ao Fantástico, Zabelê falou da responsabilidade de cantar as músicas dos novos baianos.

“Gravar Preta Pretinha está sendo uma grande honra, além de uma grande responsabilidade. Essa música mexe com o meu coração e memória. Resolvi fazer uma nova versão ao meu estilo, com um jeito mais moderno e atual. Essa é uma música que nunca vai sair da moda”.

 O baiano Carlinhos Brown, que faz dueto com Zabelê em Preta Pretinha, falou que foi um convite inegável. “Um chamado de Zabelê é como um chamado de Baby, Pepeu, Moraes, dos Novos Baianos. E Preta Pretinha é a cara da miscigenação. Foi uma grande honra participar desse trabalho”, disse.

O produtor do novo álbum da cantora é o diretor artístico Wagner Fulco, que já produziu nomes como Elton John, Alanis Morissette, Bob Dylan, Snoop Dog, entre outros. A direção remota ficou a cargo de Felipe Bretas.

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Balzak40 apresenta sua 32ª edição na Gávea

Nos dias 16 e 17 de outubro, as empresárias cariocas Claudia Medeiros e Elizabeth Nigro promovem mais uma edição da Balzak40, coletivo que reúne moda, arte e gastronomia, na Casa Santa Ignez na Gavea, entre 12h e 20h.

A 32ª edição do evento traz mais de 40 stands de marcas autorais com muitas opções de peças exclusivas e handmade. Entre os expositores estão designers, estilistas e nomes como Caulí Acessórios, Vanessa Fogel, Le Poupeé, Verso 21 e Fran Design

As sócias vão promover um final de semana animado, com música, opções deliciosas de comidinhas, como o Acarajé e Abarà da Chef Lenaide Mota, Viver Fit, Pâté Valérie, Gastronomia pra Viagem, além de muita gente interessante e antenada. Entre as atrações, o saxofonista e cantor Guilherme Vianna promete embalar a tarde com um vasto repertorio que vai desde os clássicos do jazz, bossa nova e MPB até grandes nomes como Miles Davis, Cole Porter entre outros.

Além dos eventos presenciais, a Balzak40 realiza edições virtuais. Os encontros on-line acontecem duas vezes ao mês, enquanto as edições presenciais são mensais. A programação completa pode ser acessada através do site e no Instagram @balzak40

O evento é aberto ao público e parte da venda dos produtos será destinada para o Instituto da Criança.

A feira será realizada de acordo com todos os protocolos e segurança para o COVID-19, incluindo o uso obrigatório de máscaras e o distanciamento social.

Foto: Divulgação

Datas: 16 e 17 de outubro

Local: Casa Santa Innez – Rua Mary Pessoa, 91 – Gávea
Horário: das 12h ás 20h
Entrada Franca

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As Poderosas estão de volta!

Se uma já é um sucesso estrondoso, imagina três? Maiara e Maraísa e Marília Mendonça, anunciaram, essa semana, uma grande novidade para os fãs do trio sertanejo: o lançamento de Patroas, disco ao vivo originado de um projeto paralelo delas.

Durante entrevista para o dominical Fantástico, elas falaram da ansiedade e emoção do novo trabalho. “A gente está vivendo isso 24 horas mesmo. A gente respira isso. E é com isso que a gente vai voltar para a estrada. Eu tenho certeza que a tour das Patroas vai ser a tour mais especial das nossas vidas”, revelou Maiara.

Intitulado Patroas 35%, o novo trabalho do trio sertanejo traz músicas como Todo Mundo Menos Você, Motel Afrodite, Não Sei o que Lá, Esqueça-me Se For Capaz, Eu Não Vou Namorar, Fã Clube, Para de me Chamar para Trair, Presepada e Você Não Manda em Mim. Das nove músicas do disco, as três primeiras já estão em todas as plataformas digitais e as outras serão lançadas no dia 14 de outubro.

E para alegria dos milhares de fãs, o trio sobe ao palco em 2022, para apresentação de quatro shows, nas principais capitais: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília.

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Musical infantil dirigido por Karen Acioly volta ao CCBB RJ

A jornada do jovem pescador cego Fabiandro em busca de seu amor desaparecido ‘uma estrela de verdade’, tem mostrado que há muito mais para se ver do que só o que se pode enxergar. Depois de estrear em 2020 e encantar mais de cinco mil crianças e adultos em temporadas nos CCBB do Rio, São Paulo e Brasília e pela internet, o musical infantil dirigido por Karen Acioly volta a ocupar o palco do CCBB RJ durante o mês de outubro. Com patrocínio do Banco do Brasil, o espetáculo tem texto original de Thiago Marinho e Lucas Drummond, que também integram o elenco, e fica em cartaz até o dia 31. No Dia da Criança haverá uma sessão comemorativa, online e gratuita, com audiodescrição e libras.

Por conta da pandemia do coronavírus, as sessões presenciais terão limite reduzido de cadeiras, com limite máximo de 40% da capacidade do teatro. O uso de máscara durante a apresentação será obrigatório.

Foto : Divulgação

O espetáculo tem como protagonista um menino solitário, vivido por Lucas Drummond, que não consegue mais enxergar a felicidade. Ele, então, é convidado por uma ‘mensageira das estrelas’ a voltar o olhar para dentro de si, a fim de entender que há coisas na vida que não podem ser vistas, apenas sentidas.

Karen Acioly, diretora artística do espetáculo, se dedica à autoria de projetos e programas multidisciplinares para infância há 35 anos. Autora de livros, roteiros audiovisuais e diretora de textos teatrais premiados, é curadora internacional de exposições, festivais e idealizadora do FIL – Festival Internacional Intercâmbio de Linguagens, que acontece há 18 anos.

A saudade é um sentimento muito silencioso no coração de uma criança e precisamos falar sobre isso. Inventamos um espetáculo que olha para o que sente essa criança e que a escute. A música nos guia, em movimentos circulares, através do imaginário de um menino que precisa inventar uma cidade, descortinar os seus véus e viver uma perigosa aventura, para ver o que sente – afirma Karen.

Conduzido pela mensageira, o menino se transforma no jovem Fabiandro, um pescador apaixonado por uma estrela, apesar de nunca tê-la visto. Os dois, pescador e estrela se encontram todas as noites à beira da praia, onde cantam, dançam e se divertem juntos. Ele na terra e ela no céu.

Um dia, porém, a estrela desaparece. Decidido a reencontrá-la, ele parte em uma jornada rumo ao céu. Ao seu lado vai Hortênsia, interpretada por Luisa Vianna, uma menina superprotegida pelas tias que quer, mais que tudo, conhecer o mundo. O que ambos não sabem é que, logo atrás, está o ganancioso casal Prattes, vivido por Diego de Abreu e Thiago Marinho, que planeja roubar a estrela.

O papel da mensageira é encenado por Sara Bentes, deficiente visual com extenso e premiado currículo como atriz, cantora, compositora e escritora. Para ela,

Fazer parte deste musical é um desafio encantador e que me faz crescer muito. Uma felicidade estar num trabalho com tanta beleza e delicadeza. Fazer parte deste grupo é acolhedor, uma alegria.

Para Lucas Drummond e Thiago Marinho, autores da peça, o espetáculo traz uma mensagem de esperança, superação e fala sobre um reencontro com o que perdemos.

Nós perdemos muito nos últimos tempos: amigos, familiares, amores. É como se uma luz em nós tivesse se perdido também, assim como a estrela do Fabiandro. Através deste espetáculo original e brasileiro, nós queremos inspirar o público a reencontrar essa alegria, esse brilho dentro de si, porque acreditamos que é isso que a arte e a cultura fazem. O ‘Pescador e a Estrela’ mostra que sempre há caminhos para não deixarmos essa luz se apagar, por mais difíceis que sejam de enxergar – ressaltam.

A direção de movimento é da atriz e bailarina Moira Braga, também deficiente visual.

Participar de um projeto novo e com essa qualidade de afetos e de talentos, com uma configuração artística que foca na acessibilidade e inclusão, é um presente. Eu me sinto muito honrada de poder atuar onde meu trabalho é reconhecido – celebra Moira.

O projeto se propõe a dar protagonismo à deficiência visual e promover a integração entre artistas cegos e videntes, ampliando a reflexão sobre a acessibilidade dentro das artes cênicas, principalmente voltadas ao universo da infância.

A cenografia de Doris Rollemberg transforma o palco do CCBB no universo íntimo e simbólico do protagonista. O espaço, pequeno e confinado, é cercado por véus, membranas que dificultam a visão, mas que caem quando seu mundo se expande através da sua imaginação.

SOBRE O CCBB

O Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro ocupa o histórico nº 66 da Rua Primeiro de Março, no centro da cidade, prédio de linhas neoclássicas que, no passado, esteve ligado às finanças e aos negócios.

No final da década de 1980, resgatando o valor simbólico e arquitetônico do prédio, o Banco do Brasil decidiu pela sua preservação ao transformá-lo em um centro cultural. O projeto de adaptação preservou o requinte das colunas, dos ornamentos, do mármore que sobe do foyer pelas escadarias e retrabalhou a cúpula sobre a rotunda.

Inaugurado em 12 de outubro de 1989, o Centro Cultural Banco do Brasil conta com mais de 30 anos de história e celebra mais de 50 milhões de visitas ao longo de sua jornada. O CCBB é um marco da revitalização do centro histórico da cidade do Rio de Janeiro e mantém uma programação plural, regular, acessível e de qualidade.  Agente fomentador da arte e da cultura brasileira segue em compromisso permanente com a formação de plateias, incentivando o público a prestigiar o novo e promovendo, também, nomes da arte mundial.

O prédio possui uma área construída de 19.243m². O CCBB ocupa este espaço com diversas atrações culturais, como música, teatro, cinema e exposições. Além disso, possui Biblioteca, além de abrigar o Arquivo Histórico e o Museu Banco do Brasil.

 

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Fabio Keldani lança regravação de sucesso do Skank e Gilberto Gil

Depois de lançar a música `Último Grão´, em parceria com a cantora Isabella Taviani, o cantor e ator Fabio Keldani tem mais uma novidade. Ele acaba de disponibilizar o seu novo trabalho no youbute: a regravação do sucesso ´Vamos Fugir´, do grupo Skank e Gilberto Gil. Esse lançamento faz parte do projeto `Clipezin´, que acontece a cada 15 dias, dentro das suas redes sociais, com canções inéditas e releituras de grandes sucessos.

Escolhi essa música, que gosto demais, porque engloba muitos sentimentos, como amor, que dá vontade de você chamar o seu grande amor para fugir com você para algum lugar. Eu até brinco cantando, com licença aos autores, vamos fugir para esse lugar, ou seja, um convite para chamar alguém especial para estar ali com você. E a gente acha que quando canta falando de sentimentos, pode ser algo triste, meloso, mas essa traz um clima super alegre e dançante e acho que é um dos seus grandes diferenciais – diz Fabio Keldani, que tem como referências musicais, Lulu Santos, Jota Quest, Skank, John Mayer, Jason Mraz, entre diversos outros.

Como ator, entre os seus principais trabalhos, está o salva-vidas Victor, na novela `Fina Estampa´, exibida na TV Globo, entre 2011 e 2012, e reprisada no ano passado. Fábio Keldani também ficou conhecido depois de participar do clipe da música `Menina Má´, o primeiro lançado pela cantora Anitta.

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Jornal DR1 acompanha show presencial “Cláudia Amorim e as Mulheres do Brasil”

O Jornal DR1 acompanhou, na noite desta quinta-feira (23), o show presencial “Cláudia Amorim e as Mulheres do Brasil”, idealizado para dar foco à produção musical feminina no Brasil, destacando a diversidade e grandeza de suas compositoras. O evento aconteceu no Teatro Prudential, no Rio de Janeiro.

A cantora Cláudia Amorim, que tem mais de 20 anos de carreira, se apresentou ao lado das instrumentistas Samara Líbano (no violão/guitarra/7cordas) e Rapha Morret (percussão) e se emocionou com volta aos palcos. O show teve ainda a participação especial da também cantora Ilessi.

“Estou emocionada por estar no palco depois de quase dois anos de pandemia. A gente fez esse projeto em março desse ano, porque ele foi comtemplado perla Lei Aldir Blac, mas a gente fez live. Então essa resposta do público quando a gente acaba de cantar fazia tempo que eu não sentia. Obrigado pela presença de todos vocês”, disse Cláudia, sob aplausos do público reduzido no teatro, em função da pandemia.

Houve ainda distanciamento entre as mesas, obrigatoriedade de apresentação do comprovante de vacinação contra a Covid-19 e uso de mascara e álcool em gel.

Cantora Ilessi fez participação especial no show. (Foto: Alan Alves)

O show

Exibido pela primeira vez no dia 24 de março no YouTube de Claudia Amorim, direto do palco do Imperator – Centro Cultural João Nogueira, o show “As Mulheres do Brasil” busca fazer jus ao legado de grandes artistas da música popular brasileira.

As canções apresentadas no show possuem um recorte que vai da década de 1950 até os dias atuais, demonstrando a grandeza e a diversidade das autoras dentro do cancioneiro popular. De Dolores Duram à Pitty, o repertório vai encontrando as autoras mais expressivas de cada década, como Joyce, Sueli Costa, Rita Lee, Angela RoRo, Catia de França e outras.

Ao final da apresentação no Teatro Prudential, Claudia chamou ao palco todas as mulheres que estiveram envolvidas com a realização do evento, inclusive nas posições mais técnicas, e todas cantaram e foram também aplaudidas.

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Banda musical da Guarda Municipal do Rio abre ensaios para participação de jovens talentos

A Banda Sinfônica de Música da Guarda Municipal do Rio (GM-Rio) está abrindo seus ensaios para a população, recebendo jovens talentos da música para tocar com seus integrantes. Os ensaios abertos acontecem sempre às quartas-feiras, a partir das 10h.

Podem participar crianças e jovens que já tenham noção musical e toquem instrumentos de sopro, como flauta, clarineta e saxofone, e de percussão. Os ensaios são abertos também para guardas municipais e parentes que tenham conhecimento musical. No caso do sopro é necessário que as pessoas tragam seus próprios instrumentos.

O agendamento deve ser feito com uma semana de antecedência por meio dos telefones 2976-5967/ 5968. A marcação prévia é necessária para adequação à agenda da banda e também para evitar aglomerações nesse período em que a cidade ainda conta com restrições sanitárias de proteção à vida.

O primeiro ensaio aconteceu na última quarta-feira (15), e contou com a presença do guarda municipal Paulo Cezar Sobrera, da Comissão Desportiva, que tocou berimbau; do jovem saxofonista Gabriel Correia Almeida, de 21 anos, morador da Zona Norte do Rio; e do pequeno baterista Estevão de Souza, de 10 anos, filho do músico da Banda Thiago Correa, que toca trompete.

A banda

A Banda Sinfônica de Música da Guarda Municipal do Rio se tornou Patrimônio Cultural Imaterial do povo carioca, por meio da lei municipal de nº 6.870, de 22 de abril de 2021, por iniciativa dos vereadores Jones Moura e Dr. Carlos Eduardo. Na justificativa, os legisladores destacaram a participação da banda em diversos eventos de promoção da cidade do Rio de Janeiro, incluindo os realizados na Câmara dos Vereadores, e também em outros municípios do Rio.

Criada em dezembro de 1993 com músicos da antiga Banda Civil da Cidade do Rio de Janeiro, a Banda da GM-Rio conta hoje com cerca de 40 integrantes, sendo regida há quatro anos pelo maestro e guarda municipal Ricardo Severino. No período da pandemia, devido às medidas restritivas de proteção à vida para conter a disseminação do coronavírus, as apresentações foram reduzidas.

No ano passado, por exemplo, não foram realizadas as apresentações tradicionais, mas a Banda de Música não deixou de estar presente no dia a dia dos cariocas e levou uma pequena parte dos músicos para tocar na entrada dos condomínios, sendo acompanhado pelos moradores das janelas de seus apartamentos.

Batizado de Abraço Musical, o projeto percorreu toda a cidade tocando em bairros como Méier, Copacabana, Botafogo, Campo Grande e Bangu. Os músicos também fizeram várias lives nas redes sociais da Guarda Municipal .As apresentações ainda não voltaram com força total, mas os músicos seguem a rotina de ensaios, observando as regras sanitárias vigentes, para estarem prontos para o retorno definitivo.

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VMA 2021: noite de premiações e estreia da Anitta

*Por Giovanna Fraguito

A 38ª edição do VMA foi realizada neste domingo (12/9) em Nova York, nos Estados Unidos, revelando os melhores clipes e artistas da música no último ano. O prêmio mais importante da noite, de Melhor Clipe do Ano, foi para Montero (Call Me By Your Name), de Lil Nas X.

Justin Bieber quebrou um jejum de 6 anos sem se apresentar no VMA. Para a ocasião, ele escolheu a música Stay, que tem feat de The Kid LAROI e está em segundo lugar da parada americana. Em seguida, Olivia Rodrigo performou Good 4 U e recebeu o prêmio de música do ano.

Anitta também está esteve entre as atrações mais aguardadas. A cantora foi a primeira brasileira a se apresentar no palco da premiação, desde a primeira cerimônia, em 1984.

Entre os vencedores estão:

Clipe do ano: Lil Nas X – “Montero (Call Me By Your Name)”

Artista do ano: Justin Bieber 

Música do Ano: Olivia Rodrigo – “Drivers License”

Grupo do Ano: BTS

Artista Revelação: Olivia Rodrigo

Melhor Colaboração: Doja Cat ft. SZA – “Kiss Me More” 

Melhor Clipe Pop: Justin Bieber ft. Daniel Caesar, Giveon – “Peaches” 

Melhor Clipe Hip-Hop: Travis Scott ft. Young Thug & M.I.A. – “Franchise”

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Começa venda de ingressos para show presencial “Cláudia Amorim e as Mulheres do Brasil”

Começou a venda de ingressos para o show presencial “Cláudia Amorim e as Mulheres do Brasil”, que acontecerá no Teatro Prudential, que fica no bairro da Glória, no Rio de Janeiro, no dia 23 de setembro, às 20h, ao ar livre.

As entradas podem ser adquiridas por meio do Sympla: https://bileto.sympla.com.br/event/68804/d/107620

O show pretende dar foco à produção musical feminina no Brasil, destacando a diversidade e grandeza de suas compositoras.

A cantora Cláudia Amorim se apresentará ao lado das instrumentistas Samara Líbano, no violão/guitarra/7cordas, e Rapha Morret, na percussão. O show ainda terá a participação especial da também cantora Ilessi.

O Teatro Prudential fica localizado na Rua do Russel, 804, e informou que segue todas as normas de combate à Covid-19 para as atividades presenciais, com lotação reduzida, distanciamento entre as mesas, obrigatoriedade do uso de mascara e álcool em gel.

Claudia Amorim e as Mulheres do Brasil

Exibido pela primeira vez no dia 24 de março no YouTube de Claudia Amorim, direto do palco do Imperator – Centro Cultural João Nogueira, o show “As Mulheres do Brasil” busca fazer jus ao legado de grandes artistas da música popular brasileira.

As canções possuem um recorte que vai da década de 1950 até os dias atuais, demonstrando a grandeza e a diversidade das autoras dentro do cancioneiro popular. De Dolores Duram à Pitty, o repertório vai encontrando as autoras mais expressivas de cada década, como Joyce, Sueli Costa, Rita Lee, Angela RoRo, Catia de França e outras.

Com mais de 20 anos de carreira solo, Claudia Amorim já viveu na pele a desigualdade de gênero presente no mercado musical.

Observando a sua própria trajetória e a de suas colegas mulheres, entendeu a importância de ressaltar a presença feminina na MPB. Historicamente, as intérpretes foram alvo de preconceito e de sexualização, obstáculos que impediram muitas de seguir na carreira artística. Outras perseveraram, mesmo fazendo grandes sacrifícios.

Pensando nisso, o show “As Mulheres do Brasil” busca homenagear as artistas brasileiras.

Segundo a União Brasileira dos Compositores, as mulheres correspondem a uma parcela bem pequena desta categoria. Sendo assim, Claudia vislumbrou um show com um repertório 100% de composição feminina.

Para tal, montou uma equipe seguindo nessa mesma linha: 95% composta por mulheres, inclusive nas posições mais técnicas, e que conta com todas as instrumentistas também do sexo feminino.

Claudia Amorim e as Mulheres do Brasil
Quando: 23 de setembro, às 20h
Onde: Teatro Prudential (Rua do Russel, 804 – Glória, Rio de Janeiro – RJ)
Ingressos: Vendas pelo Sympla: https://bileto.sympla.com.br/event/68804/d/107620

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Referência do piano, João Carlos Assis Brasil morre aos 76 anos

Por Agência Brasil

O pianista João Carlos Assis Brasil, nome de peso na história da música brasileira, morreu na manhã desta segunda-feira (6) aos 76 anos. Segundo postagem publicada nas redes sociais pela assessoria de imprensa do artista, ele sofreu um infarto na última sexta-feira (3) e acabou não resistindo.

“Ele cumpriu sua missão por aqui, e agora sua obra se eterniza”, diz a postagem. Desde a ocorrência do infarto, o pianista estava internado em um hospital de Niterói (RJ), cidade onde passou a morar no ano passado, quando se mudou do Rio de Janeiro.

João Carlos Assis Brasil nasceu na capital fluminense, em 28 de agosto de 1945. Ainda criança, iniciou estudos no Conservatório Brasileiro de Música e, na adolescência já integrava orquestras. O pianista também estudou no exterior, em diferentes países. Transitando entre a música clássica e a popular, conquistou diversos prêmios e gravou com vários artistas como Ney Matogrosso, Maria Bethânia, Zizi Possi, Alaíde Costa e Wagner Tiso.

Era irmão gêmeo do saxofonista Victor Assis Brasil, apontado como um dos principais instrumentistas da história do jazz brasileiro, que morreu prematuramente em 1981, aos 35 anos.

João Carlos Assis Brasil ministrava aulas no Conservatório Brasileiro de Música e no Conservatório de Niterói. Era também professor da Escola de Música Villa-Lobos, no centro do Rio de Janeiro. A instituição o homenageou por meio de uma mensagem nas redes sociais. “Era considerado uma lenda viva do piano brasileiro. Aprimorou-se na música popular americana, como nas trilhas de clássicos do cinema e do jazz, e retornou ao Brasil como um fenômeno do piano”, diz o texto.