Categorias
Arte Cultura Destaque Música Notícias Rio

Shopping promove shows gratuitos de MPB no Projeto Música na Praça

Apresentações de voz e violão vão animar os sábados e domingos no mall

Para agitar o mês de fevereiro, o Carioca Shopping promove o Projeto Música na Praça, que destaca atrações musicais ao vivo na praça de alimentação do mall.

Com shows de voz e violão durante os finais de semana, o projeto vai proporcionar lazer e diversão para as famílias que optarem por passar as tardes no shopping, aproveitando a boa gastronomia e um repertório que traz uma seleção de grandes sucessos da MPB. Neste sábado, dia 12, o projeto recebe a Dupla Áquila e, no domingo, 13, a atração será a apresentação de Jean Jade e Humpry Scott.

Para curtir os shows e as delícias da praça de alimentação, algumas ótimas pedidas são Tempero Mania, Príncipe do Sabor, Billy The Grill, Sass Grill e Office Gourmet, que oferecem opções como pedras de churrasco, petiscos, torre de Chopp e deliciosa comida a quilo, além de KFC, McDonald’s, Burguer King e mais Parmê, Habib’s, Spoletto, Mega Mate, Come Kéto, entre outros!

O Projeto Música na Praça acontece aos sábados e domingos, das 13h às 17h, até 27 de fevereiro. Confira a programação abaixo:

Dia 12/02 – Dupla Áquila

Dia 13/02- Jean Jade e Humpry Scott

Dia 19/02- Marcelo e Juliana

Dia 20/02- Jean Jade e Jademir Machado

Dia 26/02- Leila Marhia

Dia 27/02- Jean Jade e Humpry Scott

PROJETO MÚSICA NA PRAÇA CARIOCA SHOPPING

Datas e horários: Sábados e domingos, das 13h às 17h

Local: Praça de alimentação

Entrada Gratuita

Carioca Shopping:  Av. Vicente de Carvalho, 909 – Vila da Penha – Rio de Janeiro – RJ

 

Categorias
Arte Cultura Destaque Música Notícias Rio

“Geração Glee – O Musical” estreia no Rio de Janeiro

Espetáculo estreia em janeiro no Teatro Clara Nunes

Dias 20, 23 e 30 de janeiro o Teatro Clara Nunes no Rio de Janeiro apresenta “Geração Glee – O Musical”. O espetáculo retrata a história de alunos do último ano do High School que estão prestes a passar pela fase mais difícil de suas vidas, enquanto trabalham para ter a chance de ganhar o concurso de música mais prestigiado do mundo em Nova York e compartilhar suas esperanças e sonhos com o novo professor do Clube de Coral.

Com músicas de Lady Gaga, One Direction, Jessie J., Katy Perry, Bruno Mars, Miley Cyrus, Demi Lovato, Madonna, entre outras, Geração Glee retrata um ano cheio de felicidades, decepções, amores e perdas na vida dos jovens alunos.

O Musical do britânico Martin Callaghan, ator e diretor em West End London, sucesso na Europa, chega ao Brasil com realização da Escola de Artes Faz Assim. Assim como na Europa, o espetáculo promete ser mais um sucesso de bilheteria.

Vale ressaltar que a apresentação do dia 30 de janeiro contará com a participação especial do ator, dublador e cantor Raphael Rossato.

Serviço:

Datas: 20, 23 e 30/01

Horário: às 20h

Local: Teatro Clara Nunes no Shopping da Gávea

Endereço: R. Marquês de São Vicente, 52 – Gávea, Rio de Janeiro – RJ

Classificação: livre

Duração:  80min

Texto e direção: Martin Callaghan

Adaptação: Fred Trotta

Direção residente: Fred Trotta

Direção musical residente: Kika Tristão

Direção de movimento: Andressa Tristão

Preparação de elenco: Karlla Guimarães

Realização: Escola de Artes Faz Assim

Valores ingressos:

Inteira – 80,00

Meia – 40,00

 

Categorias
Cultura Destaque Música Notícias Rio

Shopping promove temporada musical natalina

Apresentações gratuitas acontecem às quintas de dezembro, às 19h, com cortejos e apresentação de coral

Para trazer ainda mais emoção e encantamento para a temporada natalina, o Caxias Shopping vai promover uma programação musical gratuita especial, nas próximas quintas-feiras, sempre às 19h, com apoio do Sesc Rio.

Nos dias 9 e 16 de dezembro, a atração será a performance do grupo EnCantadoras, que vai apresentar o espetáculo inédito Cortejo Musical uma celebração ao renascimento. Com figurinos de personagens inspirados nos contos das histórias natalinas do imaginário popular e do universo infantil, o grupo vai apresentar, por meio da música e do encantamento de suas letras, uma viagem de sonhos e sensações sonoras, repleta de aventuras, através de suas melodias que iluminam e reavivam a esperança. O cortejo que vai percorrer os corredores do shopping será formado pelas belíssimas vozes de Chrys Sampaio e Aurora Lopes, acompanhadas pela melodia do violino de Lara Salustiano em uma roupagem que enaltecerá as melodias presentes nas canções populares.

Foto: Divulgação

Já no dia 23 de dezembro, o Caxias Shopping vai receber apresentação de Coral Natalino com as clássicas canções de Natal, na praça de alimentação.

Confira a programação abaixo:

09/12 – Apresentação Musical com o grupo EnCantadoras

16/12 – Apresentação Musical com o grupo EnCantadoras (itinerante)

23/12 – Apresentação de Coral Natalino (praça de alimentação)

Todas as apresentações são sempre às 19h.

Caxias Shopping: Rod. Washington Luiz, 2895 – Duque de Caxias

Categorias
Arte Destaque Economia Notícias

O espetáculo principal do Natal, estreia no dia 09 de dezembro

Com concepção, coreografias e direção geral de Dalal Achcar, a montagem apresenta a história da menina Flora, que junto aos seus amigos, espera pelo Papai Noel na véspera de Natal. Porém, as crianças não aguentam de sono e dormem. Como num passe de mágica, são transportadas para o Polo Norte, numa imensa floresta de pinheiros coberta de neve. Símbolos natalinos e brinquedos ganham cor e vida. Cristais, flocos e bonecos de neve dançam celebrando o inverno e a chegada do Natal. O Príncipe das Neves dá as boas-vindas e mostra o caminho para o Reino de Papai Noel. E assim, começa a aventura das crianças pelos reinos da neve e da fantasia. Todos juntos vão distribuir alegrias nas ruas e lares dos continentes, levando a principal mensagem do Espírito de Natal: a esperança.

Com patrocínio do Instituto Cultural Vale por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, o espetáculo de ballet, com músicas de J. Offenbach, R. Drigo, J. Strauss, M. Viana, popular americana e alemã, é apresentado com movimentos, cores, luzes, figuras e formas, promovendo o prazer estético e estimulando o potencial criativo em cada espectador. A principal intenção é reforçar, para crianças de todas as idades, a importância de valores preciosos como o afeto, a empatia, a amizade e o respeito, em busca de um mundo sem guerras, mais justo e fraterno, onde a generosidade supera a ganância, a tolerância supera a ira e o sorriso devolve o amor.

Quero oferecer um presente para a cidade, um espetáculo leve e para toda a família. Pretendo trazer a criança que ainda existe em nós à tona, mexer com as emoções e a capacidade de sonhar. É um programa tradicional de fim de ano para crianças, pais e avós – comenta Dalal, uma das principais referências do ballet clássico nacional.

Com mais de meio século de trajetória artística, Dalal é a responsável pelo lançamento dos maiores bailarinos brasileiros no mercado nacional e internacional, entre eles: Marcelo Gomes – American Ballet Theatre New York – USA; Ana Botafogo – primeira bailarina do Theatro Municipal; Roberta Marques – Royal Ballet- Londres – Inglaterra; e com a participação de Mariza Estrella do Centro de Dança Rio, por Thiago Soares – Royal Ballet – Londres- Inglaterra; Irlan Santos- Boston Ballet – USA; Carollina Bastos – Ballet de Munich – Alemanha; Thamires Chuvas-SAN Francisco Ballet – California-USA.entre muitos outros.

Carioca da gema, Dalal conviveu e trabalhou com os maiores nomes da cultura brasileira, dentre eles, Vinicius de Moraes e Manuel Bandeira que escreveram um balé especialmente para a coreógrafa. Di Cavalcanti e Burle Marx fizeram cenários e figurinos de alguns de seus espetáculos. Tom Jobim compôs uma canção para ela, que continua inédita. “O Tom fez uma música orquestrada pelo maestro Radamés Gnatalli, que guardo em meus arquivos”, revela Achcar. Margot Fonteyn, falecida em 1991 e principal estrela do Royal Ballet, foi madrinha profissional de Dalal, que começou a dançar aos 15 anos. Aos 18, fundou a Associação de Ballet do Rio de Janeiro.

Dalal é considerada a maior difusora e propagadora do balé clássico no Brasil. Levar o balé para o povo é um dos grandes prazeres da coreógrafa, que trouxe Margot Fonteyn e Rudolf Nureyev ao palco do Maracanãzinho em 1967.

Quando eu fazia galas, havia espetáculos para o povo no dia seguinte. No Teatro Municipal, durante a minha gestão, milhares de professores da rede pública assistiram a concertos, dança e ópera. Esporte, música, dança, teatro e artes deveriam ser ensinados na escola. Acho fundamental complementarem a educação com a arte e cultura – finaliza Dalal Achcar.

Sobre Dalal Achcar:  uma bailarina brasileira, que aprimorou seus conhecimentos em París, NY e Londres. Coreógrafa de grandes espetáculos, como do tradicional, e um dos mais montados em todo mundo, O Quebra Nozes. Foi ela quem criou o primeiro Curso Superior de Formação de Professores de Dança do Brasil, e quem trouxe os maiores nomes do Ballet Internacional e foi responsável por lançar a carreira de artistas brasileiros, tais como Ana Botafogo, Roberta Marques, Thiago Soares e Marcelo Gomes.

Instituto Cultural Vale: O Instituto Cultural Vale é um instrumento de transformação social com o propósito de fomentar o desenvolvimento das expressões artísticas e de democratizar o acesso e a produção de arte e de cultura. Com o objetivo de gerar impacto positivo na vida das pessoas e construir um legado para futuras gerações através da produção cultural, tem, sob sua gestão, mais de 200 projetos criados, apoiados ou patrocinados pela Vale em 24 estados e no Distrito Federal para execução em 2021. Dentre eles, uma rede de espaços culturais próprios. São quatro museus e centros culturais com visitação gratuita, atuação junto a escolas e organizações sociais, com identidade e vocação próprias: Memorial Minas Gerais Vale (MG), Museu Vale (ES), Centro Cultural Vale Maranhão (MA) e Casa da Cultura de Canaã dos Carajás (PA). Fechados temporariamente desde março de 2020 em função da pandemia da Covid-19, estes espaços mantêm programação online gratuita em seus canais próprios, para conservar vivo o diálogo com seus públicos.

SERVIÇO:

Teatro Riachuelo

Rua do Passeio, 38/40. Centro – Rio de Janeiro

09 a 19 de dezembro de 2021

Datas: 09, 11, 12, 17, 18 e 19 de dezembro

Quinta a sábado as 20h, domingo as 16h.

Sessão dupla no dia 18/12, as 16h e 20h.

Duração: 70 minutos.

Classificação: livre.

Ingresso: entre R$ 20,00 e R$ 80,00.

Produção: Aventura

Tipo de evento: Presencial

Lotação: 999 lugares

Categorias
Arte Brasil Cultura Música Rio

Montagens de dança do Rio de Janeiro são lançadas em festival voltado à acessibilidade

A Funarte lança nesta semana, nos dias 27 e 29 de outubro, mais dois espetáculos cariocas premiados pelo Festival Acessibilidança. Diversidade na dança através da singularidade de cada bailarino e Elementos disponíveis para outras composições serão disponibilizados no canal da Fundação no YouTube, em vídeos com audiodescrição e Libras. A etapa final contempla projetos da Região Sudeste. Logo após o lançamento, as apresentações ficam acessíveis no site. Na plataforma on-line, o público já pode conferir os espetáculos das demais regiões do país.

Na quarta-feira, dia 27, às 20h, a Funarte exibe Diversidade na dança através da singularidade de cada bailarino, da Cia. Carioca sobre Rodas. O trabalho foi criado a partir do projeto Carioca sobre Rodas, mesmo nome da atual companhia. O objetivo principal era ensinar dança de salão para cadeirantes, além de promover a diversidade na dança, inserir os dançarinos na sociedade e trabalhar os benefícios que a modalidade proporciona ao corpo e à mente. O vídeo apresenta as singularidades da dança de salão adaptada aos bailarinos cadeirantes e andantes, ressaltando a diversidade com a inclusão de dançarinas idosas e plus sizes.

Por todo esse tempo, crianças e adolescentes cadeirantes tiveram a oportunidade de experimentar os benefícios que a dança traz para suas vidas, por meio da inclusão social com os andantes, além dos benefícios físicos e psicológicos. É notável que a linguagem corporal na coreografia e o desempenho corporal de cada dançarino proporciona a mesma emoção pela dança e a beleza dos movimentos, sem fugir da linguagem de salão – conta o grupo.

Segundo a diretora, Viviane Macedo, realizar o espetáculo durante a pandemia foi um desafio para cada bailarino. A paixão pela dança, contudo, superou as dificuldades.

A montagem envolve vários ritmos de dança como: bolero, zouk, samba, tango, sertanejo, entre outros, em corpos diferentes do que é visto nas produções teatrais –  ressalta
a bailarina.

O intuito é, justamente, promover uma discussão sobre
o que um corpo ‘perfeito’ pode apresentar num espetáculo de dança
e o que é perfeito para cada pessoa. Acredito que vale a pena a
reflexão para identificar cada ser humano, valorizar suas qualidades e
lidar com cada um – reforça a diretora.

O projeto Carioca sobre Rodas foi idealizado pela pentacampeã brasileira de dança esportiva em cadeira de rodas, Viviane Macedo, em 2012. Por meio do fortalecimento físico e emocional, a dança capacita as pessoas com deficiência, fortalece sua forma de pensar e de transformar o meio social onde vivem. O projeto também atende pessoas que moram em áreas carentes.

Elementos disponíveis para outras composições_, também do Rio de Janeiro, será lançada no dia 29 de outubro, às 20h. A Cia. Gente compilou três obras do criador da companhia, Paulo Emílio Azevedo: Procedimentos de 1 Pseudópodo (2009); Procedimento II Urbano (2008), e Gudubik (2011). Para a criação, novas cenas foram incluídas, para produzir um redimensionamento do olhar sobre a diferença e rearranjos estéticos pautados na diversidade corporal.

Segundo o grupo, a intenção é fomentar o diálogo com o público
sobre a diferença.

Sugerem-se interações a partir de outras representações possíveis e positivas do corpo com deficiência, avançando, artística e epistemologicamente, sobre a categoria inclusão, a fim de nascer a ideia de protagonismo. Limitações passam a ser consideradas como possibilidades estéticas.

Gravada no palco do Teatro Cacilda Becker, na Zona Sul do Rio, a
performance teve como base de pesquisa uma série de experimentos:

o lúdico, o jogo e as representações”. “O trabalho é pautado no reconhecimento e no protagonismo de outros corpos em cena, sem fazer deles uma prática de superação de uma dada anomalia. Pretende-se potencializar uma nova relação, permeada pelo olhar, na qual a ‘limitação’ seja apreendida como possibilidade estética ímpar, única – ressalta o grupo.

A programação do Acessibilidança segue com a apresentação de mais dois premiados de São Paulo: Annata, no dia 3; e Só se fechar os olhos, no dia 5 de novembro. As montagens Coisa de Anjo e Olhares Ímpares, do Rio de Janeiro; Conexões, de São Paulo, e Húmus, de Minas Gerais, já podem ser apreciadas no canal da Funarte no YouTube.

Sobre o Festival

A primeira edição do Festival Funarte Acessibilidança foi criado a partir das ações do Prêmio Festival Funarte Acessibilidança Virtual 2020. No concurso público, foram premiados 25 projetos de vídeos de espetáculos, que promovem o acesso de todas as pessoas à arte. O objetivo do processo seletivo é valorizar e fortalecer a expressão da dança brasileira, bem como fomentar a democratização, a inclusão e a acessibilidade.

Com a iniciativa, a Funarte busca realizar novas ações a partir do uso das mais recentes tecnologias, estendendo, desse modo, um novo modelo para todo o Brasil. Assim, a Fundação reforça seu compromisso de promover e incentivar a produção, a prática, o desenvolvimento e a difusão das artes no país; e de atuar para que a população possa cada vez mais usufruir das manifestações artísticas. Criada em 1975, a Funarte segue, portanto, empenhada em acompanhar as transformações no cenário artístico e social.

O coordenador de Dança, Fabiano Carneiro, destaca a importância do projeto e já adianta uma série de desdobramentos e conexões que estão sendo estabelecidas a partir do lançamento do programa inédito na instituição.

O Festival Funarte Acessibilidança tem um papel de extrema relevância para a classe artística e para a sociedade, ao contemplar a participação de artistas com e sem deficiência em sua programação. O festival proporciona, ao público espectador, uma agenda diversificada e totalmente acessível por meio dos canais digitais da Funarte. Estamos planejando a segunda edição do Festival e, em breve, vamos realizar encontros virtuais entre os artistas das diferentes regiões do Brasil – ressalta o coordenador.

Festival Funarte Acessibilidança

Acesso gratuito, no canal

Com audiodescrição e Libras

Espetáculo ‘Diversidade na dança através da singularidade de cada
bailarino’, da Cia. Carioca sobre Rodas (RJ)

Dia 27 de outubro, quarta-feira, às 20h

Montagem ‘Elementos disponíveis para outras composições’, da Cia.
Gente (RJ)

Dia 29 de outubro, sexta-feira, às 20h

Duração: 50 minutos
Classificação indicativa: livre

Agenda dos contemplados da Região Sudeste

Espetáculo Annata, do Núcleo Quimera de Criações (SP)

Dia 3 de novembro, quarta-feira, às 20h

Montagem Só se fechar os olhos, do Coletivo Desvio Padrão (SP)

Dia 5 de novembro, sexta-feira, às 20h

Espetáculos disponíveis no canal da Funarte no YouTube

Região Norte: Lua de Mel, da Cia. Lamira Artes Cênicas (TO); Maculelê: Reconstruindo o Quilombo, do Grupo de Dança Reconstruindo o Quilombo (RO); e Solatium, do Corpo de Dança do Amazonas (AM)

Região Sul: Flamenco Imaginário, da Cia. Del Puerto (RS); Convite ao Olhar, da Cia. de Dança Lápis de Seda (SC); e Do Avesso, do Grupo Nó Movimento em Rede (PR)

Região Nordeste: Estado de Apneia, do Grupo Movidos Dança Contemporânea (RN); Ensaio sobre o Silêncio, da coreógrafa Taciana Gomes (PE); Maré – Versão virtual e acessível, do Coletivo CIDA (RN); Rio sem Margem, do bailarino Elísio Pitta (BA); de Plenitude, da Cia. de Dança Eficiente (PI); Ah, se eu fosse Marilyn!, do coreógrafo Edu O. (BA), e Proibido Elefantes, da Cia. Gira Dança (RN)

Região Centro-Oeste: Capão Dançante, da Cia. Theastai de Artes Cênicas (MS); Depois do Silêncio, da Arteviva Produções Artísticas e Universo Criativo (DF); Rodas em Dança: Livre e Lives, da Cia. de Dança Street Cadeirante (DF), e TransBordar, do Grupo de Dança Diversus (GO)

Região Sudeste: Coisa de Anjo, da Cia. ILTDA (RJ); Olhares Ímpares, da Pulsar Cia. de Dança (RJ); Conexões, da Trupe CircoDança (SP) e Húmus, da bailarina Renata Mara (MG)

Realização

Fundação Nacional de Artes – Funarte | Centro de Artes Cênicas |
Coordenação de Dança | Secretaria Especial da Cultura | Ministério
do Turismo | Governo Federal

Categorias
Arte Cultura Dança Destaque Notícias Rio

Festival Funarte Acessibilidança apresenta espetáculos premiados do Sudeste

Oito companhias de dança encerram a temporada de montagens com recursos acessíveis de audiodescrição e Libras, no canal da fundação no YouTube.

A Fundação Nacional de Artes – Funarte lança a quinta e última etapa do Festival Funarte Acessibilidança, no dia 13 de outubro, quarta-feira, às 20h, on-line. Companhias de dança da Região Sudeste vão mostrar o talento e a diversidade local por meio de oito espetáculos premiados, em vídeos com audiodescrição e Libras. Performances inclusivas do Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo ficarão disponíveis para acesso gratuito no canal da Funarte no YouTube logo após o lançamento. Os projetos contemplados nas demais regiões do país já podem ser apreciados na plataforma de vídeos.

A partir do dia 13, serão exibidos dois espetáculos por semana, às quartas e sextas-feiras, sempre às 20h. As montagens Coisa de Anjo e Olhares Ímpares, ambas do Rio de Janeiro, abrem a agenda do Sudeste.Na outra semana, os contemplados Conexões, de São Paulo, e Húmus, de Minas Gerais, serão disponibilizados no canal. O Rio de Janeiro apresenta mais dois premiados: Diversidade na dança através da singularidade de cada bailarino e Elementos disponíveis para outras composições, no final de outubro. Em novembro, fechando a primeira edição do Festival, entram em cartaz: Annata e Só se fechar os olhos, de São Paulo.

A programação começa com Coisa de Anjo, da Cia. ILTDA, do Rio de Janeiro, no dia 13 de outubro, às 20h. O trabalho coreográfico narra a história de vida de Analú, ex-atleta paralímpica de judô e, atualmente, artista cênica. No palco, a protagonista contracena com o seu companheiro Elder Oliveira e o seu “anjo” Cauã, um cão-guia. A obra híbrida une técnicas de dança, teatro, circo, judô e audiovisual.

Uma história contada por quem não vê, que pretende ampliar horizontes, abrandar sentimentos e aflorar desejos e conquistas para todos os públicos – reforça o grupo.

Seja um cão ou uma pessoa, o importante é que sempre temos nossos anjos – reforça a artista.

Já a Pulsar Cia. de Dança, também do Rio, apresenta Olhares Ímpares, no dia 15 de outubro. O espetáculo em vídeo celebra os 20 anos de existência da companhia e contará com a participação de antigos e atuais integrantes dos seus projetos coreográficos. A Pulsar foi uma das pioneiras no Brasil a ter em seu elenco artistas com ou sem deficiência, buscando potencializar o movimento com corpos ímpares.

Tenho olhos para sentir. Quero lhe falar sobre o olho da interioridade. Olho da boca, olho da orelha, olho da pele, olho do tato. Um olho aquático. Que boia, desliza, evapora. (…) Vejo dois pedaços de pernas, e uma fração de pés entrelaçados – reflete o grupo, ao explicar a obra de dança inclusiva.

Conexões, de São Paulo, estreia no Festival no dia 20 de outubro. O trabalho da Trupe CircoDança conta a história de um escritor em crise. Em cena, ao se deparar com objetos afetivos – neste caso, uma caixinha de música, um manton (xale) e um violoncelo, ele aciona sua memória. Logo depois, dedica-se ao trabalho de escrever poesias, por meio das conexões de seus pensamentos com os artistas que povoam sua mente criativa. Dez bailarinos e acrobatas interpretam as cenas, baseadas nos pensamentos dele. Enquanto o escritor cria seu próprio universo, os personagens surgem em sua mente e apresentam performances, tornando sua escrita cada vez mais criativa.

A montagem mineira Húmus será lançada na plataforma de vídeos no dia 22 de outubro. A bailarina Renata Mara assina a concepção e a direção. A artista tem baixa visão, ocasionada por uma doença degenerativa da retina. A obra reflete uma estética da sensação, trazendo a sensibilidade da bailarina para o seu fazer em dança.

A diversidade dos corpos em cena evidencia tanto as particularidades e habilidades dos bailarinos quanto a inexorável condição humana,marcada pela espiral de nascimento e morte. Humano, humilde, enraizado na terra. A palavra ‘húmus’ indica: substância orgânica, amorfa,proveniente da decomposição vegetal e animal que revitaliza e fertiliza o solo – explica a artista.

No dia 27 de outubro, a Cia. Carioca sobre Rodas, do Rio de Janeiro, exibe Diversidade na dança através da singularidade de cada bailarino. O trabalho foi criado a partir do projeto Carioca sobre Rodas, mesmo nome da atual companhia. O objetivo principal era ensinar dança de salão para cadeirantes, além de promover a diversidade na dança, inserir os dançarinos na sociedade e trabalhar os benefícios que a modalidade proporciona ao corpo e à mente. O vídeo apresenta as singularidades da dança de salão adaptada aos bailarinos cadeirantes e andantes, ressaltando a diversidade com a inclusão de dançarinas idosas e plus sizes.

Por todo esse tempo, crianças e adolescentes cadeirantes tiveram a oportunidade de experimentar os benefícios que a dança traz para suas vidas, por meio da inclusão social com os andantes, além dos benefícios físicos e psicológicos – conta o grupo.

Elementos disponíveis para outras composições, também do Rio, será lançada no dia 29 de outubro. A Cia. Gente compilou três obras do criador da companhia, Paulo Emílio Azevedo: Procedimentos de 1 Pseudópodo (2009); Procedimento II Urbano (2008), e _Gudubik_ (2011). Para a criação da obra, novas cenas foram incluídas, para produzir um redimensionamento do olhar sobre a diferença e rearranjos estéticos pautados na diversidade corporal.  Segundo o grupo, a intenção é fomentar o diálogo com o público sobre a diferença.

Desse modo, sugerem-se interações a partir de outras representações possíveis e positivas do corpo com deficiência, avançando, artística e epistemologicamente, sobre a categoria inclusão, a fim de nascer a ideia de protagonismo. Limitações passam a ser consideradas como possibilidades estéticas.

Abrindo o mês de novembro, no dia 3, o Núcleo Quimera de Criações, de São Paulo, exibe Annata. O projeto surgiu da união de três artistas: um coreógrafo; um bailarino e artista visual; e um videomaker. O objetivo era unir vivências artísticas diferentes em uma única criação, que envolvesse dança, música, literatura, artes plásticas e vídeo. Os textos Elegias de Duíno, de Rainer Maria Rilke; Coríntios 13.1, de Paulo de Tarso; e A Tempestade, de William Shakespeare, foram as fontes de inspiração para a obra. A narrativa traz um homem/anjo que viaja pelas formas de expressão corporal do minimalismo e explora a liberdade de movimentação da dança contemporânea. A peça coreográfica aborda a relação idealizada entre anjos e humanos, anseios, infortúnios e a busca constante por unidade. Victor Andreuci, artista com Síndrome de Down, é o protagonista.

Para encerrar a agenda da primeira edição do Festival, no dia 5 de novembro, Só se fechar os olhos, de São Paulo, chega à plataforma de vídeos. A obra coreográfica do Coletivo Desvio Padrão propõe um mergulho na audiodescrição, para fazer emergir temas de grande alcance, que buscam tocar nas camadas mais profundas dos processos mentais. A concepção e a performance são assinadas por Maria Fernanda Carmo e Mariana Farcetta.

O duo de dança só acontece dentro da mente daqueles que são cegos ou daqueles que topam fechar os olhos para viver essa experiência de estar privado da visão. O texto que descreve essa dança inusitada, escrito por Edgar Jacques (ator e dramaturgo cego desde a infância), é narrado pelas performers, imóveis em cena. O criador dessa montagem nunca viu uma obra de dança. E isso lhe permite criar o que bem entender – explica o grupo.

Sobre o Festival

A primeira edição do Festival Funarte Acessibilidança foi criado a partir das ações do Prêmio Festival Funarte Acessibilidança Virtual 2020. No concurso público, foram premiados 25 projetos de vídeos de espetáculos, que promovem o acesso de todas as pessoas à arte. O objetivo do processo seletivo é valorizar e fortalecer a expressão da dança brasileira, bem como fomentar a democratização, a inclusão e a acessibilidade.

Com a iniciativa, a Funarte busca realizar novas ações a partir do uso
das mais recentes tecnologias, estendendo, desse modo, um novo modelo para todo o Brasil. Assim, a Fundação reforça seu compromisso de promover e incentivar a produção, a prática, o desenvolvimento e a difusão das artes no país; e de atuar para que a população possa cada vez mais usufruir das manifestações artísticas. Criada em 1975, a Funarte segue, portanto, empenhada em acompanhar as transformações no cenário artístico e social.

O coordenador de Dança, Fabiano Carneiro, destaca a importância do projeto e já adianta uma série de desdobramentos e conexões que estão sendo estabelecidas a partir do lançamento do programa inédito na instituição.

O Festival Funarte Acessibilidança tem um papel de extrema relevância para a classe artística e para a sociedade, ao contemplar a participação de artistas com e sem deficiência em sua programação. O festival proporciona, ao público espectador, uma agenda diversificada e totalmente acessível por meio dos canais digitais da Funarte. Estamos planejando a segunda edição do Festival e, em breve, vamos realizar encontros virtuais entre os artistas das diferentes regiões do Brasil – ressalta o coordenador.

Festival Funarte Acessibilidança

Acesso gratuito, no canal do YouTube

Com audiodescrição e Libras

Agenda dos contemplados da Região Sudeste

Espetáculo Coisa de Anjo, da Cia. ILTDA (RJ)

Dia 13 de outubro, quarta-feira, às 20h

Montagem Olhares Ímpares, da Pulsar Cia. de Dança (RJ)

Dia 15 de outubro, sexta-feira, às 20h

Espetáculo Conexões, da Trupe CircoDança (SP)

Dia 20 de outubro, quarta-feira, às 20h

Montagem Húmus, da bailarina Renata Mara (MG)

Dia 22 de outubro, sexta-feira, às 20h

Espetáculo Diversidade na dança através da singularidade de cada
bailarino, da Cia. Carioca sobre Rodas (RJ)

Dia 27 de outubro, quarta-feira, às 20h

Montagem Elementos disponíveis para outras composições, da Cia.
Gente (RJ)

Dia 29 de outubro, sexta-feira, às 20h

Espetáculo Annata, do Núcleo Quimera de Criações (SP)

Dia 3 de novembro, quarta-feira, às 20h

Montagem Só se fechar os olhos, do Coletivo Desvio Padrão (SP)

Dia 5 de novembro, sexta-feira, às 20h

Espetáculos disponíveis no canal da Funarte no YouTube

Região Norte: Lua de Mel, da Cia. Lamira Artes Cênicas (TO);
Maculelê: Reconstruindo o Quilombo, do Grupo de Dança Reconstruindo o Quilombo (RO); e Solatium, do Corpo de Dança do Amazonas (AM).

Região Sul: Flamenco Imaginário, da Cia. Del Puerto (RS); Convite
ao Olhar, da Cia. de Dança Lápis de Seda (SC); e Do Avesso, do
Grupo Nó Movimento em Rede (PR)

Região Nordeste: _Estado de Apneia, do Grupo Movidos Dança
Contemporânea (RN); Ensaio sobre o Silêncio, da coreógrafa Taciana Gomes (PE); Maré – Versão virtual e acessível, do Coletivo CIDA (RN); Rio sem Margem, do bailarino Elísio Pitta (BA); de Plenitude,da Cia. de Dança Eficiente (PI); Ah, se eu fosse Marilyn! ,do coreógrafo Edu O. (BA), e Proibido Elefantes, da Cia. Gira Dança(RN)

Região Centro-Oeste: Capão Dançante, da Cia. Theastai de Artes
Cênicas (MS); Depois do Silêncio, da Arteviva Produções
Artísticas e Universo Criativo (DF); Rodas em Dança: Livre e Lives,
da Cia. de Dança Street Cadeirante (DF), e TransBordar, do Grupo de Dança Diversus (GO)

Categorias
Brasil Cultura Dança Destaque Notícias

Espetáculo ‘TransBordar’, de Goiás, encerra quarta etapa do Festival Acessibilidança

A Fundação Nacional de Artes apresenta, na próxima quarta-feira, dia
6 de outubro, às 20h, o espetáculo TransBordar, do Grupo de Dança

Diversus, de Goiânia (GO). A obra é voltada para o aprofundamento da pesquisa no campo da acessibilidade nas artes da cena. Para a criação em vídeo, a companhia goianiense contou com a parceria
de um grupo de dança inclusiva de Portugal, o Dançando com a Diferença. TransBordar encerra a quarta etapa do Festival Funarte Acessibilidança, que divulga os premiados da região Centro-Oeste.

Os espetáculos em vídeos com audiodescrição e Libras ficam
disponíveis para acesso gratuito no canal da Funarte no YouTube
logo após o lançamento. O Festival Acessibilidança teve início em  junho, com premiados da região Norte. No mês de julho, foi a vez da região Sul e, entre o fim de julho e início de setembro, as montagens da
região Nordeste foram exibidas na plataforma. Os projetos contemplados no Sudeste serão lançados a partir do dia 13 de outubro.

O Grupo de Dança Diversus apresenta TransBordar no dia 6 de outubro, ás 20h representando o Estado de Goiás. A dramaturgia do trabalho foi criada considerando o contexto pandêmico de isolamento social, bem como a necessidade de conseguir filmar com segurança e de dançar com máscaras. O coletivo realizou encontros virtuais à distância, para que os integrantes da companhia  que os integrantes da companhia (muitos deles do grupo de risco) continuassem suas atividades, produzindo arte apesar de todas as dificuldades. As reuniões com as equipes do Brasil e de Portugal
também foram feitas on-line, durante todo o processo de montagem,
filmagem e edição.

Foto: Divulgação

Para criar a obra e pesquisar os movimentos, a companhia se pautou em alguns verbos: fazer, afetar e transbordar.

Transpor as bordas, desviar-se dos limites, invadir e/ou alargar as margens e os sentidos.Um espetáculo que transborda os limites geográficos do Brasil e deságua em outros territórios que compartilham corpos, dores, amores e afeto. Nos resta, então, perguntar: O que você deseja transbordar? – questiona o grupo.

A companhia e todos os profissionais envolvidos na realização de
TransBordar reforçam a importância de fazer parte do Festival
Funarte Acessibilidança e continuar a fazer dança e estar em cena,
mesmo que de outra forma.

Foi possível constatar na fala e no envolvimento de cada participante que este período de concepção,criação e filmagem representou uma janela de esperança, de confiança e de legitimação do nosso trabalho. Afinal de contas, este edital teve um público alvo e um objetivo, questões como a acessibilidade, que ainda não são questões hegemônicas nos editais culturais do nosso país – declara o coletivo.

Segundo a diretora artística, Marlini D. de Lima, ter a oportunidade de
ampliar o alcance do trabalho da companhia, nacional e
internacionalmente, facilita a troca de experiências entre pessoas e
grupos.

Somos um grupo de dança insurgente, ou seja, um grupo de dança contemporânea que insurge e revela possibilidades outras de
dançar, de aprender e conceber a recepção em arte. Somos um grupo que, sobretudo, vive a diversidade e as potencializa enquanto sujeitos e corpos dançantes – explica a bailarina.

Sobre o Grupo de Dança Diversus   

A companhia foi criada em 2016, na cidade de Goiânia, pela diretora
artística Marlini D. de Lima, após ter sido contemplada com um projeto de Intercâmbio Artístico do Fundo de Arte e Cultura, de Goiás ,em 2015. O projeto foi realizado na Associação dos Amigos da Arte Inclusiva Dançando com a Diferença, com o grupo homônimo, na Ilhada Madeira, em Portugal, e teve a duração de três meses.

Com a experiência do intercâmbio, foi possível conhecer e aprender
com a postura e relato dos coreógrafos e coreógrafas que já atuaram
na companhia. Bem como a forma de lidar com a diferença, uma das características constituintes deste grupo de dança inclusiva, no qual dançam pessoas com e sem deficiência – salienta a diretora.

O Festival Funarte Acessibilidança

O Festival Funarte Acessibilidança, em estreia na instituição, foi
criado a partir das ações do Prêmio Festival Funarte Acessibilidança
Virtual 2020. No concurso público, foram premiados 25 projetos de
vídeos de espetáculos, que promovem o acesso de todas as pessoas à
arte. O objetivo do processo seletivo é valorizar e fortalecer a
expressão da dança brasileira, bem como fomentar a democratização, a
inclusão e a acessibilidade.

Com a iniciativa, a Funarte busca realizar novas ações a partir do uso
das mais recentes tecnologias, estendendo, desse modo, um novo modelo para todo o Brasil. Assim, a Fundação reforça seu compromisso de promover e incentivar a produção, a prática, o desenvolvimento e a difusão das artes no país; e de atuar para que a população possa cada vez mais usufruir das manifestações artísticas. Criada em 1975, a Funarte segue, portanto, empenhada em acompanhar as transformações no cenário artístico e social.

O coordenador de Dança da entidade, Fabiano Carneiro, destaca a
importância de se levar essa linguagem artística à população,
durante o período de distanciamento social.

Festival Funarte Acessibilidança, um projeto inédito com foco na
acessibilidade e na inclusão. Ao longo dos próximos meses, serão
apresentados espetáculos de dança das cinco regiões do Brasil,
plenamente acessíveis ao público, contemplando uma enorme diversidade na sua programação – explica o coordenador.

O festival foi lançado no dia 16 de junho, com Lua de Mel, da Cia.
Lamira Artes Cênicas (Tocantins). Na semana seguinte, foi exibido
Maculelê: Reconstruindo o Quilombo, do Grupo de Dança Reconstruindoo Quilombo (Rondônia). _Solatium_, do Corpo de Dançado Amazonas (CDA), encerrou a agenda das companhias da região Norte. A segunda fase teve montagens premiadas da região Sul. Flamenco Imaginário, da Cia. Del Puerto (Rio Grande do Sul) , deu início à programação. Em seguida, Convite ao Olhar seguida, Convite ao Olhar, da Cia. de Dança Lápis de Seda (Santa Catarina) , foi disponibilizado. Do Avesso, do Grupo Nó Movimento em
Rede (Paraná), fechou a temporada.

A terceira fase divulgou os trabalhos da região Nordeste. A estreia foi
com Estado de Apneia, do Grupo Movidos Dança Contemporânea (Rio Grande do Norte). Depois, foi a vez da montagem _Ensaio sobre o Silêncio, da coreógrafa Taciana Gomes (Pernambuco); _Maré – Versão virtual e acessível_, do Coletivo CIDA (Rio Grande do Norte); Riosem Margem, do bailarino Elísio Pitta (Bahia); _Plenitude_, da Cia. Dança Eficiente (Piauí); e Ah, se eu fosse Marilyn!, do coreógrafo Edu O. ,(Bahia). Proibido Elefantes, da Cia. Gira Dança (Rio Grande do
Norte), encerrou a etapa Nordeste do evento.

A fase atual apresenta as montagens do Centro-Oeste. Capão Dançante, da Cia. Theastai de Artes Cênicas (Mato Grosso do Sul), abriu a programação. Em seguida, dois espetáculos do Distrito Federal
Depois do Silêncio, da Arteviva Produções Artísticas e Universo
Criativo, e Rodas em Dança: Livre e Lives, da Cia. de Dança Street
Cadeirante foram exibidos. A agenda segue agora com TransBordar, do Grupo Dança Inclusiva (Goiás), que encerra a presença da região no
evento. Os contemplados no Sudeste serão exibidos a partir de  outubro.

Os projetos ficam disponíveis no canal da Funarte no YouTube. No decorrer do festival, o coordenador de Dança da Fundação, Fabiano Carneiro,participará de uma “live” com diretores e artistas de dança, além de convidados.

Festival Funarte Acessibilidança

Acesso gratuito, no canal

Com audiodescrição e Libras

Espetáculo TransBordar, do Grupo de Dança Diversus (Goiás)

Dia 6 de outubro, quarta-feira, às 20h

Ficha técnica:

Direção artística (Goiânia): Marlini Dorneles de Lima | Direção
artística (Portugal- Viseu): José Henrique Amoedo de Oliveira |
Ensaiadoras de elenco (Goiânia): Adriana Lopes de Oliveira e Rafaela
Francisco | Coordenador geral do projeto Dançando com a Diferença(Teatro Viseu- Portugal): Ricardo Jorge Marques Meireles |Apoio à criação coreográfica (Dançando com a Diferença  residente no Teatro Viseu):Ricardo Meireles e Leonor Barata | Coordenação de acessibilidade: Vanessa Dalla Dea e Thiago de Lemos Santana|Consultora artística de audiodescrição: Tálita Azevedo | Consultora artística de Libras: Alessandra Terra | Direção audiovisual: Elisa Abrão|Codireção audiovisual: Julia Mariano Ferreira |Trilha sonora: Adriel Vinicius | Técnico de som e luz: Marcus Pantaleão |Produtora geral: Edna Marisa Ribeiro| Edição de vídeo: Heber | Elenco do projeto Dança Inclusiva Diversus (Goiânia): 18 bailarinos| Grupo de Teatro INAI: cinco atores (participação especial) | Elenco do projeto Dançando com a Diferença (Viseu-Portugal): cinco dançarinos.

Agenda dos contemplados das demais regiões

Região Sudeste – Dia 13 de outubro

Região Norte (espetáculos já disponíveis): Lua de Mel, da Cia.
Lamira Artes Cênicas (TO); Maculelê: Reconstruindo o Quilombo, do Grupo de Dança Reconstruindo o Quilombo (RO); e Solatium, do Corpo de Dança do Amazonas (AM)

Região Sul (espetáculos já disponíveis): Flamenco Imaginário, da
Cia. Del Puerto (RS); Convite ao Olhar, da Cia. de Dança Lápis de
Seda (SC); e Do Avesso, do Grupo Nó Movimento em Rede (PR)

Região Nordeste (espetáculos já disponíveis): Estado de Apneia, do
Grupo Movidos Dança Contemporânea (RN); Ensaio sobre o Silêncio, da coreógrafa Taciana Gomes (PE); Maré – Versão virtual e acessível,
do Coletivo CIDA (RN); Rio sem Margem, do bailarino Elísio Pitta
(BA); de Plenitude, da Cia. de Dança Eficiente (PI); Ah, se eu fosse
Marilyn!, do coreógrafo Edu O. (BA), e Proibido Elefantes, da Cia.
Gira Dança (RN)

Região Centro-Oeste (espetáculos já disponíveis): Capão
Dançante, da Cia. Theastai de Artes Cênicas (MS); Depois do
Silêncio, da Arteviva Produções Artísticas e Universo Criativo
(DF); e Rodas em Dança: Livre e Lives, da Cia. de Dança Street
Cadeirante (DF)

Categorias
Cultura Destaque

“A Cigarra e a Formiga – O musical

Inspirado na fábula de La Fontaine, a versão musical do clássico infantil adaptada e dirigida por Allan Ragazzy, ganha novos personagens e músicas originais. Dona Formigana, que vive para o trabalho e os filhos: Formigalha e Formiguel, mora em um formigueiro administrado por um Zangão e assegurado por um grillo. Um dia, o formigueiro recebe uma inesperada visita que torna o local uma verdadeira confusão: Uma Cigarra cantora, vinda da cidade, chega de surpresa para passar alguns dias na região.

Incomodada com a preguiça da cigarra, que só pensa em cantar, Dona Formigana, diz a ela que se não colocar a mão na massa passará fome e frio no inverno. O frio chega, com direito a neve cenográfica caindo sobre o palco, e a Cigarra, desamparada, pede ajuda para a formiga. Após muita resistência, a dona do formigueiro decide abrigar a Cigarra, desde que ela anime e aqueça os outros hóspedes com sua bela voz.

Os arranjos musicais trazem a influência das canções africanas, criando o clima perfeito para o ambiente da peça. Há também jazz, R&B e funk para os números musicais, acompanhados de grandiosos arranjos vocais.

Elenco:

Gabi Rocha – Formigana

Lola Mora – Cigarra

Alanna Bergano – Formigalha

Hugo Faro – Formiguel

 

Ficha Técnica: 

Texto, Direção e Canções Originais – Allan Ragazzy

Assistente de Direção – Kelly Maurelli
Direção e Produção Musical – Denis Goursand
Coreografia – Pablo Ventura
Cenário – Mario Pereira

Adereços – Márcio Menta
Figurino – Paulo Kandura
Iluminação – Allan Ragazzy

Caracterização – Susana Cardoso

Arranjos Instrumentais – Denis Goursand e Nélio Jr.
Fotografia – Helmut Hossmann

Produtor Associado – Allan Ragazzy
Direção de Produção – Deise Reis e Leandro Bispo

Serviço:

17 de outubro a 29 de novembro

Dias: sábados e domingos

Horário: 17 horas.

Ingressos: entre R$ 20,00 e R$ 60,00

Sympla:  https://bileto.sympla.com.br/event/64404/d/89303

Classificação etária LIVRE

Duração 60 minutos.

Teatro Miguel Falabella -Norte Shopping

Endereço: Av. Dom Hélder Câmara, 5474, Rio de Janeiro – Rio de Janeiro

“A cigarra e a Formiga” estava em temporada (7 de março a 5 de abril), interrompida em 13 de março, devido à Pandemia.

O Teatro Miguel Falabella entende o fundamental papel da cultura e do entretenimento, principalmente em tempos de pandemia. Por este motivo, as medidas de enfrentamento à Covid-19 e os protocolos sanitários de segurança são muito importantes e devem ser seguidos rigorosamente.

Seguiremos as orientações constantes das Regras de Ouro da Prefeitura do Rio de Janeiro, do Estado do Rio de Janeiro, além das recomendações do Ministério da Saúde: – Nesse primeiro momento o teatro funcionará com até 30% da capacidade, seguindo as medidas de higienização entre as sessões; – NÃO SERÁ PERMITIDO ENTRAR SEM MÁSCARA (a máscara não pode ser retirada dentro do teatro); Não será permitido entrada no teatro com temperatura igual ou superior a 37,8 graus; e outras.

Categorias
Destaque TV & Famosos

Mariana Almeida se prepara para estrear em ‘João e Maria – O Musical’

A atriz Mariana Almeida, se prepara para estrear no espetáculo ‘João e Maria – O Musical’, uma nova versão musical para o conto dos irmãos Grimm estreia em breve, em São Paulo, com direção de Musi e Daniela Stirbulov, que também assina o texto.

Com músicas compostas pelo ator Fred Silveira, ‘João e Maria – O Musical’ acompanha a trajetória dos dois irmãos que encontram uma casa feita de doces, no meio de uma floresta, que pertence a uma terrível Bruxa. Além de um elenco mirim, o espetáculo terá participação especial de Ivan Parente, que dará vida a Bruxa e Adriano Fanti, que será o Pai das crianças.

Mariana Almeida é atriz e cantora. Já atuou em espetáculos como “A Christmas Carol”, com direção de Fernanda Chamma, e agora se prepara para “João e Maria – O Musical”, com ensaios nos Estúdio Broadway Morumbi.

O musical tem estreia prevista para outubro, na Santa Ignácia Bakehouse, e contará com um novo formato, que inclui interação com a plateia, atividades paralelas antes e pós show entre outras surpresas.

Categorias
Alessandro Monteiro | Circuito Carioca

A luta continua…

O Dia Nacional de Intolerância Religiosa, 21 de janeiro, foi lembrado com várias atividades no Rio de Janeiro. Com shows na Cinelândia e feira inter-religiosa, além de filme, foi celebrado com performance, seminários e debates no Centro Cultural da Justiça Federal. Organizado pelo Centro de Articulação de Populações Marginalizadas (Ceap) e pela Comissão de Combate à Intolerância Religiosa (CCIR), a festividade trouxe à cena casos de intolerância religiosa no Brasil, em que o Rio de Janeiro, infelizmente, lidera as ocorrências. Só no ano passado, a CCIR calculou 201 casos, entre ataques e ameaças direcionados as religiões de matriz africana.

Aprenda a co-criar sua realidade e ser feliz!

Divulgação

O seminário ‘O Poder do Eu Posso! Superando desafios! Aprenda a co-criar sua realidade e ser feliz!’, criado a partir do livro ‘A Mente Próspera’, acontecerá no próximo dia 08 de fevereiro, em Botafogo, com duração de três horas, abordando técnicas de limpeza psicofísica-sentimental, propondo a autotransformação, ativando a Lei da Atração e hospedando a palavra “PROSPERIDADE”. Palestrantes: Cláudia Monteiro (musicista, terapeuta holística e autora do livro A Mente Próspera), Dr. Cleiton Cabral (Psiquiatra) e Prof. Fátima Mussi (Mentalista)

Fame estreia no Rio

Divulgação

O musical ‘Fame’, que estreou segunda temporada no próximo dia 04 de fevereiro, é um dos indicados na categoria Prática de Montagem Acadêmica ao Prêmio Musical Rio, que destaca as melhores produções neste segmento. Nessa nova temporada, o espetáculo fica em cartaz até o dia 19 de fevereiro, no Teatro Prudential, no Rio de Janeiro.