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Nascida para brilhar

Alanis Guillen é atualmente um dos nomes mais falados na mídia. Também não é para menos. A paulista, de 23 anos, foi a escolhida para interpretar Juma Marruá, no remake de Pantanal, que estreia em 2022, na Rede Globo. Personagem, aliás, que consagrou  Cristiana Oliveira, como uma das melhores atrizes da sua geração, na novela de Benedito Ruy Barbosa, e exibida em 1990, na extinta Rede Manchete.

Desde que conquistou o papel, Alanis vem mergulhando de corpo e alma na construção da personagem. Ela fez um estudo profundo, mudou alguns hábitos para ficar mais parecida com uma selvagem, começou a praticar Kung Fu, equitação, prosódia. Também começou a tomar sol sem biquíni para não ficar com a marca, já que Juma

usa roupas que mostram muito o corpo. Além disso, Além disso, a atriz intensificou a malhação.

Ser protagonista não é nenhuma novidade para Alanis. Em 2019, ela saiu da casa dos pais e foi em busca do seu futuro. Fez o teste para Malhação -Toda Forma de Amor e arrebatou a personagem principal da história. Rita, uma mulher forte, corajosa, determinada e otimista, logo conquistou o Brasil. O casal, que formou com Filipe, personagem de Pedro Novaes, também ganhou o coração de muita gente.

Nascida em Santo André, no ABC Paulista, Alanis Guillen começou sua carreira na infância, participando de comerciais. Na adolescência,  continuou investindo nas artes, fez  cursos de teatro, dança e alguns anos após se formou em artes cênicas.  Talentosa, Alanis está escrevendo seu nome na dramaturgia.

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Kiria Malheiros se divide entre as gravações e as aulas on-line

Aos 16 anos, a atriz e estudante Kiria Malheiros se desdobra para conciliar as duas rotinas. De manhã, ela assiste às aulas on-line do CEL Intercultural School. E, à tarde, interpreta a personagem Zilpa, da novela Gênesis, da Record TV, da qual tem o maior carinho.

Crédito das fotos: Arquivo pessoal

Zilpa ganhou um lugar especial no meu coração. Está sendo uma

experiência totalmente nova trabalhar em uma novela de época e bíblica. O figurino, os cenários, tudo diferente! Uma experiência única e maravilhosa – conta a atriz, que vive a filha de Yarin (Cacau Melo) e Jasper (Thiago Amaral).

Kiria se orgulha ao enumerar as características de sua personagem atual:

Ela é madura e tem um comportamento bem maternal, sabe ser dura quando necessário. Ela é séria e responsável, um tanto quanto brava também. Mas carrega um coração nobre.

A estreia de Kiria em novelas foi em ‘Salve Jorge’, quando conquistou o público como Raíssa, em 2012, na TV Globo. Mesmo ainda tão nova (7 anos) naquela época, a atriz se lembra do sentimento quando fez o teste:

Eu estava muito nervosa e ansiosa. O resultado demorou quase 2 meses pra sair. A ansiedade estava a mil! Mas, no fim, deu tudo certo. Foi muito emocionante para mim, estava muito feliz!!

Até hoje, a filha dos vendedores Carla e Dolsenir Malheiros já contracenou com grandes nomes da dramaturgia brasileira. Entre eles,

Crédito das fotos: Arquivo pessoal

Lilia Cabral e Giovana Antonelli. Como atriz, uma grande inspiração para Kiria é a americana Scarlett Johansson.

E com quem a jovem atriz gostaria de contracenar?

Fernanda Montenegro. Acho ela uma pessoa muito humilde e talentosa, além de vivida! Acredito que poderia aprender bastante com ela.

Na sala de aula, Kiria é aluna do segundo ano do Ensino Médio. E ela é grata ao colégio por ajudá-la a conciliar com as gravações.

Estou há quatro anos no CEL, que sempre foi muito flexível e compreensível com minha rotina de trabalho. Sempre me ajudou e me deu o suporte necessário para que não houvesse problemas nessa conciliação. Quando saio do colégio, vou direto gravar. E nos intervalos consigo arrumar um tempo para realizar as tarefas e estudar.

Filme na Netflix

Em 2020, aliás, Kiria apresentou, ao lado do ator Xande Valois, também aluno da escola, a live dos 50 anos do CEL:

Foi incrível e muito emocionante, me senti honrada e pude aprender um pouco mais da história do CEL.

Atualmente, além de Gênesis, Kiria está nas telinhas na reprise de Império, na Globo. Ainda neste ano, acontece a estreia de seu mais novo filme, original Netflix, chamado ‘Confissões de uma garota’.

E quais os maiores sonhos dessa jovem e talentosa atriz?

Continuar fazendo o que eu amo, participar de projetos marcantes e inesquecíveis e, quem sabe um dia, ganhar um Oscar.

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Cultura Entrevistas Notícias Notícias do Jornal Novelas

Andrea Avancini fala de novo curso e protocolos contra Covid-19 em Gênesis: “Testes de seis em seis dias”

Por Alan Alves

Atriz, diretora e produtora, com 38 anos de carreira, Andrea Avancini, no ar como Yarin da novela Gênesis, da TV Record, também tem uma trajetória de sucesso de 25 anos como mentora de atores. Ela lançou agora em 2021 seu método de atuação “O Salto do Ator”, em uma plataforma digital on-line.

Uma das profissionais mais respeitadas do mercado e professora da CAL e da Agência Cintra, duas das escolas de atores mais importantes do país, Andrea desenvolveu sua metodologia ao longo de quase quatro décadas de trabalho nas maiores emissoras de televisão do país. E já são mais de 13 mil alunos formados.

Consagrada por performances marcantes e conhecida por sua habilidade técnica na construção de personagens complexas e conflituosas, já soma mais de 30 novelas e minisséries, mais de 100 produções teatrais, curtas-metragens e festivais promovidos e possui ainda no currículo diversos prêmios, entre eles dois Troféus Nelson Rodrigues.

Andrea conversou com o Jornal DR1 esta semana em uma live, e você confere a seguir alguns trechos da entrevista:

JORNAL DR1 – Já são mais de 30 novelas e minisséries. Qual foi o trabalho mais desafiador?

ANDREA – Cada novo trabalho é um desafio. Mas trabalhos que me desafiaram de uma forma potente foram Xica da Silva, do Walcyr, que eu fazia uma mulher selvagem, completamente fora da curva, fora da linha, do normal. Foi um grande presente do Walcyr, porque é uma personagem que surge uma vez na vida. Outro presente do Walcyr foi Delfina, na Padroeira. Era uma portuguesa e eu tive que aprender a falar o sotaque português perfeito, porque quem ia contracenar comigo na primeira cena era o Antônio Marques, grande ator português, nível Fernanda Montenegro lá em Portugal.

JORNAL DR1 – Como tem sido o trabalho na pandemia?

ANDREA – A gente estava gravando Amor Sem Igual e paramos, acho que seis meses, de março a setembro, alguma coisa assim. E voltamos com todos os protocolos. Quarenta e duas páginas de protocolos. Mudou a quantidade de cenas que a gente grava por dia: eram 25 a 30 cenas e passaram para 15, 10, para pode ter todo esse cuidado. Eu gravo nas quintas-feiras e, agora, com o novo protocolo da Record, a gente vai fazer testes de seis em seis dias, um dia antes de gravar, para poder garantir que os atores estão seguros. As cenas são sem muita aproximação, que foi o que a gente fez em Amor Sem Igual também, nada de comida em cena, e cada um leva seu copo.

JORNAL DR1 – Antes da Yarin, você fez a Zenaide em ‘Amor Sem Igual’. Como incorporar personagens assim tão diferentes?

ANDREA – O meu curso está exatamente explicado como buscar as diversas camadas da personagem. Eu vejo atores que estão começando que acham que é só pegar o texto, decorar e foi. O autor traz para a gente no texto, o primeiro nível de informações, e é através da palavra que a personagem diz. Mas ele traz muito mais informações através do subtexto, daquilo que a personagem não diz, mas que a personagem pensa. Não sou eu, a Andrea Avancini, em cena; é sempre a personagem em cena. E, para a gente entender essa personagem, é muito estudo, muitas referências, muita pesquisa. O mundo é visto através do olhar da personagem, sentindo, vendo, se relacionando com o mundo, com os outros personagens. É assim que a gente consegue criar personagens profundas.

JORNAL DR1 – Como concilia o trabalho como atriz e como professora?

ANDREA – Uma coisa complementa a outra. Eu trago tudo que aprendo no set até hoje para a sala de aula. No meu curso, eu consegui colocar dez fundamentos, numa didática mesmo, para o ator poder entender como construir a personagem, como encontrar o DNA da personagem, como trabalhar a emoção, como se comportar no set, como ser um ator dirigível. É um orgulho poder dividir, partilhar essa experiência com tantos alunos, muitos deles fazendo sucesso aí, como Rodrigo Andrade, Marcela Barroso, Ricky Tavares, Juliana Xavier, DJ Amorim, que tá fazendo “Bom Dia Verônica”, Rafael Zulu, Daniel Torres.

JORNAL DR1 – Qualquer um pode se tornar bom ator ou atriz ou é preciso dom também?

ANDREA – Eu tenho visto as duas coisas. Tem atores que nascem com o dom, tem facilidade como ator, várias virtudes, mas não tem aquela força de vontade. E a nossa profissão é 90% esforço, 90% estudo. Claro que quando você tem o dom, tem um talento, junto com o estudo, você consegue se destacar de uma forma extraordinária. Mas eu vejo, por experiência, que tem muitos atores por aí que começam, pezinho por pezinho, e chegam lá, e chegam muito longe, surpreendentemente, por força de vontade, por estudo, por ter o entendimento de que é preciso estudar, por entender o que precisa melhorar.

JORNAL DR1 – Quais os próximos projetos?

ANDREA – Estou ainda gravando a novela e, logo, logo, tem mais um outro projeto vindo, que eu ainda não posso falar. Tem projeto de cinema também, que a gente deu uma parada porque, com a pandemia, não tem como a gente fazer, mas estou lançado um próximo curta, que gravei em Marrocos, quando a gente foi fazer Jezabel. Está em fase de finalização, com a Juliana Xavier, com a Brendha Haddad, Fabinho Scalon e o Victor Sparapane. Devo lançar ano que vem. E estou muito focada nessa preparação de atores, agora mais em internet também, e abrir novas frentes.

Você pode conferir a entrevista completa com a atriz Andrea Avancini no Instagram e no Youtube do Jornal DR1.

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Alessandro Monteiro | Circuito Carioca Colunas Destaque

Jane Di Castro, morre no Rio aos 73 anos

Morreu, aos 73 anos, nesta sexta-feira (23), a atriz , travesti e pioneira na causa  Jane Di Castro. Ela que é reconhecida por desbravar a causa LTBG desde a ditadura, um grande ícone  da cultura drag no Brasil, estreando  em 1966 o primeiro espetáculo de travestis liberado pela censura. Ela que  foi batizada como Luiz de Castro, estava lutando contra um câncer no fígado desde setembro deste ano e faleceu nesta manhã, no  Hospital de Ipanema, na Zona Sul do Rio.
Foto: Reprodução/ Facebook
Jane integrou o elenco de  ” A Força do Querer”, novela da Rede Globo, escrita por Glória Perez. Nascida e criada em Osvaldo Cruz, Zona Norte carioca, Jane enfrentou desde nova o preconceito por ser travesti. Nos anos 1960, trabalhou como cabeleireira em Copacabana, até que 1966 estreou, no Teatro Dulcina,  o primeiro espetáculo com homens vestidos de mulheres autorizado pela censura, em 1966, o “Les girls em Op Art”. Contudo, durante a ditadura, Jane foi perseguida por realizar shows no Teatro Rival e na Praça Tiradentes.
Jane Di Castro (Foto: André Nizak, Paris, anos 70)
O nome Jane Di Castro foi sugerido por Bibi Ferreira, um dos ícones das artes cênicas que a dirigiu, como fizeram, mais tarde, Ney Latorraca e Miguel Falabella. Em 2001, abriu seu próprio salão em Copacabana, sem jamais deixar a carreira artística de lado. Também estrelou ao lado de Rogéria, Divina Valéria, Camille K, Eloína dos Leopardos, Marquesa, Brigitte de Búzios e Fujika de Halliday, o espetáculo de drags “Divinas Divas”, por dez anos, no Teatro Rival. O show também deu nome ao premiado documentário dirigido por Leandra Leal, lançado em 2016.
Moradora do bairro de Copacabana, Zona Sul do Rio, vizinha do luxuoso Belmond Copacabana Palace, Jane era muito querida e respeitada pelos moradores do bairro, que sempre tietavam a grande diva, que carinhosamente beijava todos com seu batom vermelho.  Também manteve uma união estável por mais de 50 anos com Otávio Bonfim, que morreu em 2018. O casamento foi oficializado em 2014, depois de 47 anos vivendo juntos, em uma cerimônia coletivo que reuniu 160 casais LGBT. Ela que também participou do filme “De perto ela não é normal”, escrito e protagonizado por Suzana Pires, que entra em cartaz nas principais salas de cinema na próxima semana interpretando a personagem Geralda Maltêz. Aqueles que desejarem matar a saudade desse grande ícone das artes, poderá comparecer as principais salas de cinema, a partir da semana que vem, onde o filme estará em cartaz.

 

 

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Brasileiro com muito Orgulho Notícias do Jornal

Ary Beira Fontoura ou, simplesmente, Ary Fontoura

É um ator paranaense nascido em 27 de janeiro de 1933, conhecido por interpretar papéis marcantes na TV como o do prefeito Florindo Abelha na novela “Roque Santeiro” (1985). Filho de um professor e de uma dona de casa mostrava desde pequeno vocação para o meio artístico, imitando pessoas. Com 10 anos, se apresentou em uma rádio de seu estado natal como cantor.

A sua carreira marcada de excelentes personagens inesquecíveis como o professor de botânico Baltazar Câmara de O Espigão, o sinistro professor Aristóbolo Camargo de Saramandaia, o avarento Nonô Correia de Amor com Amor se Paga, o prefeito emblemático Florindo “Seu Flô” Abelha de Roque Santeiro, o ator Nero Petraglia de Bebê a Bordo, o autoritário coronel Artur da Tapitanga de Tieta, o deputado corrupto Pitágoras de A Ondomada e Porto dos Milagres, o misterioso Silveirinha de A Favorita, o prefeito falido Isaías “Zazá” Junqueira de Morde & Assopra e o seu personagem Dr. Lutero de Amor à Vida.

Antes da fama, estudou Direito e trabalhou em um circo. Nos anos 1960, começou na TV, atuando primeiro na TV Paraná. Em meados dos anos 1964, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde atuou em “Como Vencer na Vida Sem Fazer Força” com Marília Pêra e Moacyr Franco. No ano seguinte estreou na Globo em “Rua da Matriz”. Depois, foi visto no elenco do programa de humor “TV0-TV1” e da novela “Passo dos Ventos”.

No teatro, seus últimos trabalhos foram nas peças O Comediante, de Joseph Meyer e Num Lago Dourado, de Mark Rydell. Nesta última, Ary Fontoura foi indicado na categoria Melhor Ator ao Prêmio Shell de Teatro.

Em 2011, despontou na trama de Morde& Assopra como o prefeito falido Isaías “Zazá” Junqueira, casado com a fútil Minerva (Elizabeth Savalla) e pai da mimada Alice (Marina Ruy Barbosa) e do divertido homossexual.

Em 2012, interpretou o tradicional Coriolano em Gabriela. No ano seguinte, encarna mais um papel de destaque, desta vez como o solidário médico Dr. Lutero em Amor à Vida.

Em 2016, interpretou o fazendeiro Quinzinho em Êta Mundo Bom, novela das 6h da Rede Globo, escrita por Walcyr Carrasco.

Em 2018, interpretou o Barão de Ouro Verde, Afrânio Cavalcante, em Orgulho e Paixão, novela das seis da Rede Globo, escrita por Marcos Bemstein.

Também passou pelo cinema, em mais de 20 filmes, e no teatro, em peças como “A Ópera do Malandro”. Foi eleito duas vezes o Melhor Ator do Troféu Mambembe, em 1983 e 1986.

Ary nesse tempo de pandemia vem ganhando fãs mais jovens e muita visibilidade nas redes sociais, principalmente no Instagram, que diariamente faz postagens da sua rotina de vida, interage direto com os fãs e mostra que mesmo sendo um dos grandes nomes da televisão brasileira, nunca deixou a simplicidade.

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TV & Famosos

Sandy e Junior falam sobre volta de ‘Estrela Guia’

A novela ‘Estrela Guia’, de 2001 e com a dupla de cantores Sandy e Junior, será reprisada pelo canal Globoplay. Em entrevista para a plataforma de conteúdo da Globo, eles comentaram sobre a emoção de se verem novamente em um folhetim que fez bastante sucesso na época.

“Foi uma época que deixou saudade. Foi marcante pra mim e para o meu irmão”, garantiu Sandy. “Achei uma boa ideia, os fãs vão gostar muito. Acho que vai ser mais uma coisa para eles matarem a saudade”, disse Junior.

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TV & Famosos

Gravações de ‘Nos Tempos do Imperador’ em janeiro

A novela ‘Nos Tempos do Imperador’ está adiada para 2021 e, no mínimo, retoma as gravações em janeiro do ano que vem. Segundo a colunista de TV Patricia Kogut, de O Globo, o prazo pode ser adiado caso haja aumento do número de casos de coronavírus no Rio de Janeiro. Dessa forma, a emissora teria um protocolo de segurança ainda maior para gravação de suas novelas. A Globo já estuda evitar cenas noturnas, com animais e crianças e substituir os beijos e abraços físicos por trocas de carinho virtuais.

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Cultura Destaque

Ator Flávio Migliaccio é encontrado morto em sítio

O ator Flávio Migliaccio, 85 anos, foi encontrado morto, vítima de suicídio,  no sítio que morava, em Rio Bonito, na serra do Sambê, no Rio de Janeiro.O caseiro do sítio foi quem encontrou o corpo do ator, que chamou o 35º Batalhão de Polícia Militar.
Flávio teve uma carreira dedicada à televisão e em trabalhos na rede Globo. O último trabalho na TV foi em 2019, em ‘Órfãos da Terra’, onde ele fazia o Mamede Aud.
Ele participou de novelas como ‘Rainha da Sucata’, ‘Perigosas Peruas’, ‘A Próxima Vítima’, ‘Senhora do Destino’ e ‘Passione’, entre muitos outros trabalhos.

Foto: Reprodução

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TV & Famosos

Rede Globo discute novos rumos para próxima novela

Uma reunião com os autores da Globo para decidir sobre o futuro da programação das novelas em tempos de pandemia do coronavírus, teve como tema central,  “A Morte Pode Esperar”, a comédia romântica de Mauro Wilson, escolhida parai substituir “Salve-se Quem Puder” na faixa das 19h, que terá Giovana Antonelli como protagonista.

A emissora teria colocado dois cenários para o início das gravações, já que a quarentena já modificou todos os planos de começar os trabalhos neste mês de abril e gravar em maio. ‘Otimista’: em junho ou julho e ‘pessimista’: agosto.

Foto: Reprodução

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TV & Famosos

Lilian Cabral

A atriz Lilian Cabral celebra o retorno de sua personagem Griselda, o ‘Pereirão’, na novela ‘Fina Estampa’, de Aguinaldo Silva e que bateu recorde de audiência em 2011, agora na grade de reprises da TV Globo. Ela ressaltou que abdicou integralmente de sua vida pessoal para interpretar Griselda. Em sua rede social, a atriz solicita os fãs que fiquem em casa e pediu oração para o mundo.