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Polícia Federal combate fraudes em universidade federal do Rio

Da Agência Brasil

Policiais federais cumprem hoje (20) nove mandados de busca e apreensão contra suspeitos de fraudar contratos na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio). Os mandados foram expedidos pela 8ª Vara Federal Criminal do Rio, nas cidades do Rio, Saquarema e Rio Bonito.

Segundo a Polícia Federal (PF), investigações constataram indícios da prática de direcionamento e superfaturamento em contrato firmado com empresa especializada na prestação de serviços continuados de operação, manutenção preventiva, corretiva e emergencial.

O material apreendido na Operação Predestinado será periciado e usado para aprofundar as investigações. A Agência Brasil entrou em contato com a UniRio e aguarda um posicionamento da universidade.

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Polícia Federal combate fraudes em universidade federal do Rio

Da Agência Brasil

Policiais federais cumprem hoje (20) nove mandados de busca e apreensão contra suspeitos de fraudar contratos na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio). Os mandados foram expedidos pela 8ª Vara Federal Criminal do Rio, nas cidades do Rio, Saquarema e Rio Bonito.

Segundo a Polícia Federal (PF), investigações constataram indícios da prática de direcionamento e superfaturamento em contrato firmado com empresa especializada na prestação de serviços continuados de operação, manutenção preventiva, corretiva e emergencial.

O material apreendido na Operação Predestinado será periciado e usado para aprofundar as investigações. A Agência Brasil entrou em contato com a UniRio e aguarda um posicionamento da universidade.

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Polícia Federal combate fraudes em universidade federal do Rio

Da Agência Brasil

Policiais federais cumprem hoje (20) nove mandados de busca e apreensão contra suspeitos de fraudar contratos na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio). Os mandados foram expedidos pela 8ª Vara Federal Criminal do Rio, nas cidades do Rio, Saquarema e Rio Bonito.

Segundo a Polícia Federal (PF), investigações constataram indícios da prática de direcionamento e superfaturamento em contrato firmado com empresa especializada na prestação de serviços continuados de operação, manutenção preventiva, corretiva e emergencial.

O material apreendido na Operação Predestinado será periciado e usado para aprofundar as investigações. A Agência Brasil entrou em contato com a UniRio e aguarda um posicionamento da universidade.

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Polícia Federal combate fraudes em universidade federal do Rio

Da Agência Brasil

Policiais federais cumprem hoje (20) nove mandados de busca e apreensão contra suspeitos de fraudar contratos na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio). Os mandados foram expedidos pela 8ª Vara Federal Criminal do Rio, nas cidades do Rio, Saquarema e Rio Bonito.

Segundo a Polícia Federal (PF), investigações constataram indícios da prática de direcionamento e superfaturamento em contrato firmado com empresa especializada na prestação de serviços continuados de operação, manutenção preventiva, corretiva e emergencial.

O material apreendido na Operação Predestinado será periciado e usado para aprofundar as investigações. A Agência Brasil entrou em contato com a UniRio e aguarda um posicionamento da universidade.

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Polícia Federal combate fraudes em universidade federal do Rio

Da Agência Brasil

Policiais federais cumprem hoje (20) nove mandados de busca e apreensão contra suspeitos de fraudar contratos na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio). Os mandados foram expedidos pela 8ª Vara Federal Criminal do Rio, nas cidades do Rio, Saquarema e Rio Bonito.

Segundo a Polícia Federal (PF), investigações constataram indícios da prática de direcionamento e superfaturamento em contrato firmado com empresa especializada na prestação de serviços continuados de operação, manutenção preventiva, corretiva e emergencial.

O material apreendido na Operação Predestinado será periciado e usado para aprofundar as investigações. A Agência Brasil entrou em contato com a UniRio e aguarda um posicionamento da universidade.

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Destaque Notícias do Jornal Política Rio

A central judiciária do esquema criminoso

 

Por Claudia Mastrange

Os escândalos de corrupção não param no Rio de janeiro. No último dia 2 de março, quatro desembargadores do Tribunal Regional do Trabalho do Rio (TRT-RJ) foram presos pela Polícia Federal na Operação Mais Valia. É um desdobramento da Operação Tris in Idem, que culminou com o afastamento do então governador do RJ Wilson Witzel, em agosto de 2020 , em meio à crise dos gastos absurdos e fraulentos do governo com a pandemia.

O Ministério Público Federal (MPF) apura o pagamento de vantagens indevidas aos magistrados que, em contrapartida, teriam beneficiado integrantes do esquema criminoso supostamente instalado no governo Witzel. O ex-magistrado teria recebido R$ 554,2 milhões em propina, por meio do escritório de advocacia de sua mulher, Helena Witzel.

Os desembargadores Antônio Carlos de Azevedo Rodrigues, Fernando Antônio Zorzenon da Silva, José da Fonseca Martins Junior e Marcos Pinto da Cruz foram levados para o presídio de Benfica, na Zona Norte o Rio, após a megaoperação da PF, que cumpriu 11 mandatos de prisão no total. No dia seguinte, o Supremo Tribunal de Justiça (STJ decidiu manter a prisão preventiva do quarteto. De acordo com o STJ, a Corte Especial “referendou as prisões determinadas ontem pela ministra Nancy”.

Na sequência, o Tribunal Pleno do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT-RJ) decretou , no dia 4 e março,  o afastamento cautelar dos quatro desembargadores e um juiz alvos da operação A decisão aconteceu numa sessão extraordinária telepresencial. Por unanimidade, foi decretado o afastamento cautelar, por tempo indeterminado não inferior a 90 dias, dos 4 desembargadores, além do juiz do trabalho Múcio Nascimento Borges.

A engrenagem da propina

De acordo com a  denúncia do MPF, firmas pagavam para a quadrilha para serem incluídas no Plano Especial de Execução da Justiça do Trabalho fluminense. O objetivo era conseguir com que o governo do estado pagasse valores devidos. O inquérito cita pelo menos sete empresas: Pró-Saúde, Átrio Service, MPE Engenharia e quatro consórcios de transporte: Transcarioca, Santa Cruz, Intersul e Internorte.

Witzel foi novamente denunciado no dia 2 de março. É a quarta denúncia da PGR contra o ex-juiz federal, que responde a um processo de impeachment em um Tribunal Especial Misto. O STJ prorrogou o afastamento dele por um ano ao aceitar a denúncia do MPF e torná-lo réu.

De acordo com os investigadores, o desembargador Pinto da Cruz era o principal articulador da organização criminosa que recebia vantagens ilícitas de empresas que prestavam serviço para o poder público. Ele foi preso em casa, uma mansão no Jardim Botânico, na Zona Sul do Rio.

Desembargador Pinto da Cruz é apontado, de acordo com as investigações, como o líder do grupo. (Foto Reprodução)

Os mandados foram expedidos pela ministra do Superior Tribunal de Justiça  (STJ)) Nancy Andrighi, a pedido da Vice-Presidência da Procuradoria-Geral da República (PGR).  Em nota, o TRT ressaltou “seu compromisso com a legalidade” e informou estar “à disposição das autoridades no que for necessário para auxiliar nas investigações que levem ao total esclarecimento dos fatos”.

Quadrilha operava desde o governo Pezão

De acordo com o as investigações da Operação Tris in Idem, o  TRT era um dos três núcleos do esquema de corrupção no governo Witzel. Três dias após o afastamento do então governador, em  1º de setembro do ano passado, o desembargador Marcos Pinto da Cruz, de 58 anos foi afastado das funções administrativas do TRT.

Segundo a PGR, o objetivo desse grupo era beneficiar Organizações Sociais (OSs) que tinham valores a receber do estado por serviços prestados em anos anteriores, os chamados “restos a pagar”.  As OSs, acreditam os procuradores, também seriam beneficiadas com a aceleração de processos trabalhistas para obtenção da certidão negativa de débitos. Esse documento permite que as OSs voltem a firmar contratos com o poder público.

As investigações mostram que, para participar do esquema, as OSs teriam que fazer pagamentos disfarçados de honorários advocatícios a escritórios apontados pela irmã do desembargador, a advogada Eduarda Pinto da Cruz.

E os números claro, vão às alturas. Nada menos que cerca de R$ 8,5 milhões de propina forma pagos aos desembargadores, a Witzel e os advogados envolvidos no esquema criminoso, segundo a denúncia da PGR . A quadrilha desviava recursos destinados ao pagamento do salário de trabalhadores da saúde do Estado do Rio,

Todas as investigações tiveram como ponto de partida a delação premiada do ex-secretário estadual de Saúde Edmar Santos.  Os autos detalham inclusive a função de cada desembargador no suposto esquema criminoso e cita como ponto em comum o fato de eles usarem familiares  para operar o recebimento de propina.

Vale destacar que, de acordo com as investigações, a ‘central judiciária’, já operava bem antes do governo Witzel. A PGR concluiu que o esquema já funcionava a todo vapor em 2017, na gestão do ex-governador Luís Fernando Pezão.

Agora, na era Witzel, os registros de visitas do Palácio das Laranjeiras, residência oficial do governador, apreendidos na Operação Placebo, confirmam dois encontros entre Cruz e o ex-juiz. Mensagens interceptadas pelos investigadores apontam que o desembargador chegou a se autodeclarar um “soldado” do governador afastado.

Mais uma decepção para o povo do Rio de Janeiro: ver que o exército  de autoridades que deveria estar lutando pelo bem comum, se intitula ‘soldado’ de um batalhão de criminosos corruptos. Roubalheira, ética no chão, descaso com os bens e serviços públicos em todas as áreas, da Saúde, ao Transporte, passando pela Segurança, Educação e tantas outras. Que os criminosos paguem por seus crimes, pois a impunidade há anos validou o caos vergonhoso que as autoridades que comandam o estado estabeleceram. É hora do basta.

Fotos: Reprodução

 

 

 

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Polícia Federal e MP cumprem mandado de busca  contra desembargadores do TRT do Rio

 

 

A Polícia Federal (PF) e o Ministério Público Federal (MPF) cumprem hoje (2) onze mandados de prisão preventiva e 26 de busca e apreensão contra suspeitos de participação em uma organização criminosa que atua junto ao governo do estado do Rio de Janeiro. Entre os alvos da operação Mais Valia estão desembargadores do Tribunal Regional do Trabalho do Rio de Janeiro (TRT/1ª Região).

Também são investigados o governador afastado do Rio, Wilson Witzel, e advogados ligados a ele.

A operação Mais Valia investiga o pagamento de vantagens indevidas a desembargadores para que integrantes do esquema criminoso fossem beneficiados.

Denúncia contra Witzel

Witzel foi afastado do cargo de governador em agosto do ano passado, por determinação do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Segundo o MPF, o governador afastado foi denunciado três vezes ao STJ por suspeita de envolvimento em esquemas de corrupção, entre eles, o desvio de recursos destinados ao enfrentamento da pandemia de covid-19.

Ainda de acordo com o MPF, a primeira denúncia já foi recebida por unanimidade pelos ministros da Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça. Witzel nega as acusações e diz que é vítima de perseguição política.

Foto: ABr

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Hospital de Bonsucesso: depoimentos e mais mortes

No último dia 9 de novembro, a Polícia Federal começou a ouvir as primeiras pessoas que estavam envolvidas diretamente no pronto-atendimento do incêndio no Hospital Federal de Bonsucesso, que aconteceu em 27 de outubro. Além do diretor da unidade federal, Dr. Edson Joaquim Santana, funcionários como seguranças, médicos e enfermeiros também vão comparecer à Superintendência da PF, no Centro do Rio, para dar sua versão dos acontecimentos.

Até o momento, 16 pessoas mortes foram confirmadas após a transferência da unidade, cujo incêndio, segundo o Corpo de Bombeiros,  se iniciou no almoxarifado do prédio 1 que, assim como o prédio 2, continuava interditado. Alguns procedimentos voltaram a ser realizados em outros prédios do complexo, como consultas laboratoriais, sessões de quimioterapia, entrega de medicamentos oncológicos, realização de exames, retirada de resultados e doação de sangue. Permanecem suspensos emergências, cirurgias, internações, hemodiálise e exames de imagens.

 

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PF faz operação contra pagamento de propina a policiais no Rio

A Polícia Federal (PF) faz hoje (15) operação contra um esquema de pagamento de propina por empresários a policiais em troca de proteção em investigações. Estão sendo cumpridos dois mandados de prisão preventiva e 33 mandados de busca e apreensão.

Essa é a segunda fase da operação Tergiversação, desencadeada em 2019, que investigou a cobrança por policiais federais de propinas a investigados nos inquéritos Titanium (de fraudes envolvendo o plano de saúde dos Correios) e Viupostalis/Recomeço (de fraudes envolvendo o Postalis, fundo de pensão dos Correios).

O esquema de corrupção envolvia um delegado e um escrivão do Núcleo de Repressão a Crimes Postais da Delegacia Federal de Repressão a Crimes contra o Patrimônio (Delepat) do Rio de Janeiro.

Na operação de hoje, os alvos são outros empresários que participaram do esquema de pagamento de propinas aos agentes públicos e advogados que atuaram como intermediários das cobranças das propinas. De acordo com a PF, também são alvos servidores públicos federais e estaduais.

Ainda segundo a PF, as vantagens indevidas recebidas pelos integrantes da organização criminosa giram em torno de R$ 10 milhões.

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PF faz ação contra suposta fraude em compra de respiradores em Japeri

Policiais federais cumpriram hoje (6) cinco mandados de busca e apreensão em uma operação que investiga irregularidades na compra de respiradores para tratamento de covid-19 pela Secretaria Municipal de Saúde de Japeri, no estado do Rio de Janeiro. A operação Apneuse também cumpriu um mandado de afastamento de função pública.

Segundo a Polícia Federal, os respiradores comprados pela secretaria eram obsoletos e foram adquiridos a preços superfaturados. O prejuízo estimado das supostas fraudes aos cofres públicos é de R$ 2 milhões.

As investigações começaram em junho deste ano, com o apoio do Ministério Público Federal, da Controladoria Geral da União (CGU) e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Os mandados foram expedidos pela 3ª Vara Federal de São João de Meriti e estão sendo cumpridos nos municípios de Japeri e Nova Iguaçu.

Com informações Agência Brasil