Categorias
Destaque Infantil Notícias Rio

Shopping celebra a Páscoa com programação gratuita especial

Oficinas infantis temáticas, encontro com o Sr. Coelho e roleta de descontos agitam os fins de semana

Para celebrar a data mais deliciosa do ano, o Bangu Shopping preparou uma programação especial para a Páscoa.

Aos sábados e domingos, do dia 2 ao dia 17 de abril, a criançada vai se divertir com as oficinas temáticas gratuitas no Food Truck de Páscoa. No sábado, dia 2, a temática será ‘Oficina de Cenoura Trufada’ e, no domingo, dia 3, as crianças vão se divertir com a ‘Oficina de Donut’. Na semana seguinte, os pequenos vão colocar a mão na massa para criar delícias irresistíveis, no dia 8, sábado, será a vez da ’Oficina de Brigadeiro’ e, no domingo, 9, ‘Oficina de Mini Ovo de Colher’. Já no dia 16, a atração será a ‘Oficina de Mini Ovo’ e no domingo de Páscoa, 17, a programação se encerra com a ‘Oficina de Cenoura Trufada’. As oficinas vão acontecer sempre das 14h às 19h e o food truck estará estacionado próximo às Lojas Americanas. Para participar, as inscrições devem ser realizadas previamente no site do shopping.

Foto: Divulgação

Para encantar e alegrar toda a família, nos dias 3, 9 e 17 de abril, das 13h às 15h, o empreendimento localizado na Zona Oeste vai realizar Paradas de Páscoa, promovendo a interação da criançada com personagens infantis e com o Sr. Coelho, em um passeio pra lá de divertido pelos corredores do shopping com distribuição de mimos, orelhas de coelho e desenhos para colorir.

Ainda, quem for fazer suas compras de Páscoa no Bangu Shopping vai poder testar a sorte na Roleta de Descontos, que vai distribuir cupons para os clientes. Aos fins de semana, o Assistente do Coelho vai “invadir” as lojas para revelar as melhores ofertas e ajudar os clientes na escolha dos itens para presentear a família e os amigos na data especial.

Categorias
Arte Cultura Destaque Infantil Notícias Rio

Shopping recebe peça infantil “As Aventuras de Rapunzel” neste domingo

Atração gratuita faz parte da programação do evento Domingo Divertido

No próximo domingo, 27 de março, a criançada que for ao Caxias Shopping vai poder curtir apresentação da peça teatral “As Aventuras de Rapunzel”. Na trama, quando o bandido mais procurado do reino resolve se esconder em uma misteriosa torre, ele acaba encontrando Rapunzel, uma moça com um poder muito especial: uma trança mágica! Juntos eles viverão uma grande e inesquecível aventura.

A atração faz parte da programação do Domingo Divertido, evento que promove atividades infantis gratuitas aos domingos no shopping. A apresentação teatral vai acontecer às 16h, na praça de alimentação. Mais informações no site

Domingo Divertido no Caxias Shopping – As Aventuras de Rapunzel
Data: 27/03 – domingo
Horário: 16h
Local: Praça de alimentação
PROGRAMAÇÃO GRATUITA

Categorias
Adoção Animais Cultura Destaque Música Notícias Rio

Shopping terá feira de adoção de animais, teatro e música ao vivo

Criançada tem diversão garantida com tributo ao RBD e recreação no Baixo Pedreira

O Shopping Nova Iguaçu preparou uma programação especial, repleta de boa música, teatro e atividades infantis para o mês de março. No próximo sábado (12), o shopping realiza mais uma edição da feira de adoção de pets, entre 11h e 17h, no 1º piso. Para adotar um animal, os interessados precisam ter mais de 18 anos e devem apresentar documento de identificação e comprovante de residência. 

 Já entre 15h e 19h, será realizada mais uma edição do evento Tardezinha no Baixo, que mistura música, gastronomia e muita diversão ao ar livre. São duas áreas com DJs, que prometem animar o pôr do sol. Esta edição é dedicada aos maiores sucessos do sertanejo.

Nos dias 13 e 27, o festival Quem Dança é Mais Feliz traz apresentações infantojuvenis de dança dos alunos da Sala de Dança Andréa Victorino, no palco da praça de alimentação. Os espetáculos começam às 12h30 e vão até as 14h30. A participação é por ordem de chegada.

O Shopping Nova Iguaçu preparou uma agenda para o mês de março repleta de atividades, com atrações que agradam os mais variados gostos. Queremos que os clientes venham e aproveitem momentos de diversão com muito conforto e segurança – diz Manoilton Alves, coordenador de marketing do empreendimento.

Programação musical

A Quinta no Palco que, como o nome já diz, acontece às quintas-feiras, traz uma programação recheada de sucessos do rock. No dia 17, a banda West Gang faz um tributo a uma das maiores bandas do rock mundial, Bon Jovi. No dia 24, o grupo Mr. Magoo homenageia as principais bandas brasileiras dos anos 80, como Paralamas do Sucesso, Legião Urbana e Capital Inicial. No dia 31, o show fica por conta da Klandestino, que traz clássicos do rock nacional e internacional. As apresentações acontecem às 19h30, no palco da praça de alimentação.

 As sextas-feiras do mês de março também serão repletas de atrações no Shopping Nova Iguaçu. No dia 11, às 19h, a banda Celestial faz um tributo ao RBD, grupo mexicano que conquistou milhões de fãs no Brasil.  Já no dia 18, às 18h a diversão fica por conta do Baile da Melhor Idade, no palco da praça de alimentação. 

 Programação infantil

 Atividades dedicadas aos pequenos não faltam. No próximo sábado, dia 12, o shopping apresenta o espetáculo Pinóquio, que conta a história do boneco de madeira que realiza o sonho de virar gente. Já no dia 19 é a vez de A Princesa e a Ervilha, que narra a busca de um príncipe por uma verdadeira princesa com a qual ele pudesse se casar. E, no dia 26, o empreendimento apresenta a peça Circo dos Desejos. Os espetáculos acontecem às 16h, no palco da praça de alimentação.  

 Nos dias 13, 20 e 27, entre 14h e 18h, o Shopping Nova Iguaçu vai promover uma recreação lúdica, com brincadeiras caprichadas para a garotada. Os pequenos poderão se divertir com os jogos de tabuleiro, arco e flecha e muito mais. A atividade será realizada no Baixo Pedreira.

 Serviço:

Shopping Nova Iguaçu

Av. Abílio Augusto Távora, 1111 – Luz, Nova Iguaçu – RJ

Horário de funcionamento: segunda a sábado, das 10h às 22h, com praça de alimentação abrindo às 10h e Baixo Pedreira das 12h às 23h. Domingos e feriados, das 13h às 21h; praça de alimentação das 12h às 22h e Baixo Pedreira das 12h às 23h.

 

Categorias
Arte Cultura Destaque Notícias Rio

Ator Milton Filho retorna aos palcos cariocas no premiado musical ‘AS CANGACEIRAS, GUERREIRAS DO SERTÃO’

Após temporada de sucesso em São Paulo, o ator Milton Filho estreia o premiado  musical original AS CANGACEIRAS, GUERREIRAS DO SERTÃO nesta quinta (10/03) em curtíssima temporada, no Teatro Riachuelo.

Milton interpreta o personagem Promessinha, um homem à frente do seu tempo.

Foto: Adriano Dória

O espetáculo é uma fábula inspirada nas mulheres que seguiam os bandos nordestinos atuantes contra a desigualdade social da região.

Milton Filho comemora o sucesso artístico no palco, enquanto aguarda a estreia da 2 ª temporada de Dom, da Prime Vídeo, e se prepara para desfilar na comissão de frente da Beija-Flor de Nilópolis, em abril.

Foto: Adriano Dória
As Cangaceiras Guerreiras do Sertão

Data: 10 a 20 de março de 2022

Horário: Quinta a Sábado às 20h | Domingo às 19h

Vendas: Plateia VIP R$120 | Plateia e Balcão Nobre R$100 |Balcão Superior R$ 70

Lotação: 999 lugares

Classificação etária: 12 anos

Duração: 135m

Foto: Adriano Dória

FICHA TÉCNICA:

ELENCO: Amanda Acosta, Marco França, Vera Zimmermann, Luciana Ramanzini, Luciana Lyra, Rebeca Jamir, Jessé Scarpellini, Marcello Boffat, Milton Filho, Pedro Arrais, Nábia Villela, Carol Bezerra e Eduardo Leão

MÚSICOS: Pedro Macedo (contrabaixo), Clara Bastos (contrabaixo), Daniel Warschauer, (acordeon), Carlos Augusto (violão), Abner Paul (bateria), Felipe Parisi (violoncelo).

Categorias
Arte Cultura Destaque Notícias

Grupo de teatro da Maré estreia espetáculo ganhador de festival universitário

A produção aborda racismo, direito à cidade, acesso à universidade, políticas públicas na favela e relação com a polícia

Racismo, preconceito social, falta de cesso à serviços e oportunidades são dificuldades enfrentadas pelos jovens e moradores de periferia e comunidades cariocas. Essa difícil realidade é tema da peça “Nem todo filho vinga” da Companhia Cria do Beco, da Maré, zona norte do Rio.

Ganhadora do 9° Festival de Teatro Universitário (Festu), em 2019, a produção foi baseada na obra “Pai Contra Mãe”, do escritor Machado de Assis (1839-1908). A cena desenvolvida por jovens universitários, negros e moradores do Complexo de Favelas da Maré, nasceu a partir da provocação feita pelo autor, que termina sua obra literária com a frase que dá título à cena: “Nem todo filho vinga”.

A obra traz a história do personagem Maicon, morador da Maré que, após passar para a Faculdade de Direito na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), passa a confrontar os ideais de justiça do Estado Brasileiro. Diante dos inúmeros eventos de injustiça que ele e seu grupo de amigos vivem diariamente, ao longo do seu ano letivo, Maicon sentirá na pele como as políticas públicas abalam todas as esferas da vida.

Para o ator Jeff Melo, protagonista do espetáculo, o texto traz a narrativa favelada em sua essência, dos atravessamentos diários que o corpo favelado insiste em existir, em persistir na vida, no acesso a faculdade, a cidade e presença nessa sociedade excludente.

O desconforto vai tocar os olhares preconceituosos de quem não consegue enxergar a favela. Nossa intenção também é fazer com que os nossos amigos favelados se reconheçam nas narrativas. A atuação é interativa entre atores e plateia. Queremos fazer do palco a favela, que se diverte, que faz festa, que ajuda uns aos outros e que vive nessa pluralidade cultural.

Seu personagem Maicon, luta por um pertencimento.

A personagem fala muito de mim, dos meus amigos e vizinhos da minha comunidade. Maicon é um jovem preto, sonhador e militante. Ele luta diariamente pra existir nos espaços de exclusão.

Aos 18 ele passa na faculdade de direito e tem como objetivo ser ‘’justo” e trazer justiça para os seus, mas percebe que o sistema é estrutural e muito mais profundo. A ideia de justiça entrelaça todos os lados da vivência de Maicon: família, amigos, trabalho, faculdade, social…  O questionamento atormenta: O que é justo?  Será que Nem todo filho vinga? Qual decisão Maicon deve tomar?”

Segundo Renata Tavares, 43 anos, estudante de artes cênicas na Universidade Federal do Rio de Janeiro (Unirio), professora no Entre Lugares Maré e encenadora do espetáculo, o objetivo é mostrar a relação da universidade com os favelados, falar sobre o embranquecimento do autor e abordar as realidades vividas pelos jovens da favela.

O ‘Nem Todo Filho Vinga’ está refletindo o momento atual depois do evento com o George Floyd (afro-americano assassinado em Minneapolis- EUA, em maio de 2020, estrangulado por um policial branco durante uma abordagem, por supostamente usar uma nota falsa de vinte dólares em um supermercado); a gente começou a se questionar e  discutir sobre os direitos dos pretos, o quanto eles foram escravizados, então, eu acho que é o momento da comunidade preta saber quais são os seus direitos e requerer todos eles, o que lhes pertence – afirma.

 Nós não vamos sentar com as pessoas e explicar porque o racismo acontece, é questão de ensino e educação, vão ter que tentar entender, porque já se passou bastante tempo e, se não aprenderam até hoje, não vamos ser nós a sentar pacientemente e detalhar. Falta paciência pra explicar para os brancos o racismo estrutural, no qual não temos sobrenome, nem as mesmas oportunidades, mas temos que tomar cuidado na rua porque sempre podemos ser alvejados, isso não tem como ensinar para alguém porque só quem é preto é que vive – conclui.

Serviço:

Nem todo Filho Vinga

Dias: Sábados e domingos (de 12/03 a 03/04)

Hora: 19h30

Onde: Museu da Maré

Av. Guilherme Maxwel, 26 – Maré, Rio de Janeiro – RJ, 21040-212).

Ingressos: Gratuito,  com contribuição consciente

COMO DOAR:

Uma doação pode ser feita no valor desejado para a chave producaonemtodofilhovinga@gmail.com, no nome de Renata Tavares. Quem colabora tem acesso à brindes produzidos pela Companhia Cria do Beco.

Para saber mais, acesse o perfil no Instagram: @nemtodofilhovingaré

SINOPSE: 

Após passar para a Faculdade de Direito na UFRJ, Maicon, um jovem negro e cria da Favela da Maré, passa a confrontar os ideais de justiça do Estado Brasileiro diante dos inúmeros eventos de injustiça que ele e seu grupo de amigos vivem diariamente. Ao longo do seu ano letivo, Maicon sentirá, na pele, como essas políticas de precarização abalam todas as esferas da vida. Chegando ao ponto de colocá-lo contra seu melhor amigo.

FICHA TÉCNICA:

Elenco: Anderson Oli, Camila Moura, Jefferson Melo, Natália Brambila, Ramires Rodrigues, Yuri Domingues (sub) e Zaratustra

Encenação: Renata Tavares

Dramaturgia: Pedro Emanuel com colaboração da Cia Cria do Beco

Direção Musical: Renata Tavares e Zaratustra

Preparação Corporal e Movimento: Gabriela Luiz

Figurino: Tiago Ribeiro

Equipe de Iluminação: João Gioia, Lucas da Silva e Raimundo Pedro

Cenografia e Arte Gráfica: Flávio Vidaurre

Fotografia: Thiago dos Santos

Operador de som: Edson Martins

Assessoria de Imprensa: Ana Linhares e Isabel Ludgero

Produção: Cia Cria do Beco

Assistente de Produção: Sheilla Cintra

Assistente de Figurino: Lucas de Souza

Produção e Produção Executiva: Vanessa Greff

Categorias
Brasil Cultura Destaque Diário do Rio Notícias Rio TV & Famosos

Espetáculo Myrna Responde acontecerá na plataforma zoom

Na próxima terça-feira (28) às 19h30min, o espetáculo Myrna Responde, acontecerá ao vivo no Zoom.

A ação da peça se desenvolveu em um antigo programa radiofônico de auditório, onde Myrna responderá aos ouvintes a partir das correspondências enviadas pelos consulentes.

O espetáculo Myrna responde, foi criado especialmente para a data 21 de dezembro, realizado pela Cia. Janela Azul e dirigido por Delson Antunes.

Nelson assumiu o nome de uma mulher, Myrna, produzindo crônicas-respostas com um olhar crítico, carregado de humor e sabedoria, além de um senso de observação profundo sobre os conflitos íntimos e sobre as contradições afetivas dos leitores.

Sacha Rodrigues, neto de Nelson Rodrigues contou sobre a importância do espetáculo para o público.

“É um divisor de águas de pandemia para pós pandemia. É uma sensação de vitória, esperança e renovação, reforçando a importância da arte para o país. Quando o espetáculo finalizou, tive a sensação de dever cumprido. Me emocionei muito em vários momentos”, contou.

“Os atores jovens muito talentosos prestaram suas almas e corações ao papel, foi lindo. As mulheres se sentiram muito bem representadas por uma obra rodriguiana e o público respondeu muito bem”, disse.

No espetáculo, os atores interpretaram, de cada jeito, a sua Myrna e suas consulentes, se revezando entre as suas personagens. O público encontrou perguntas e respostas, perguntas das consulentes de Myrna, pessoas como nós, e respostas de Myrna, de Nelson Rodrigues.

Myrna ofereceu conselhos aos seus consulentes, caminhos, atitudes e comportamentos que devem ser seguidos para que os seus interlocutores superem suas dúvidas e contradições amorosas. Assim, Nelson montou um painel de muitos conflitos afetivos da mulher e do homem médio brasileiro.

O diretor Delson Antunes contou sobre o evento e a importância do espetáculo.

“Nós trabalhamos alguns dias on-line e convidamos os atores para estarem aqui nesse final de semana e realizarmos o espetáculo”, disse.

“Infelizmente, estamos em um país que não preserva suas memórias histórica e cultural, então a estátua do Nelson em Copacabana é algo muito forte, sendo Nelson Rodrigues o maior dramaturgo brasileiro. Além de resgatarmos para o espetáculo a leitura do feminino, o aspecto da sua obra. Enfim, é homenagear a cultura, e manter viva em nossos corações”, finalizou o diretor.

Categorias
Arte Cultura Dança Destaque Notícias Rio

Festival Funarte Acessibilidança apresenta espetáculos premiados do Sudeste

Oito companhias de dança encerram a temporada de montagens com recursos acessíveis de audiodescrição e Libras, no canal da fundação no YouTube.

A Fundação Nacional de Artes – Funarte lança a quinta e última etapa do Festival Funarte Acessibilidança, no dia 13 de outubro, quarta-feira, às 20h, on-line. Companhias de dança da Região Sudeste vão mostrar o talento e a diversidade local por meio de oito espetáculos premiados, em vídeos com audiodescrição e Libras. Performances inclusivas do Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo ficarão disponíveis para acesso gratuito no canal da Funarte no YouTube logo após o lançamento. Os projetos contemplados nas demais regiões do país já podem ser apreciados na plataforma de vídeos.

A partir do dia 13, serão exibidos dois espetáculos por semana, às quartas e sextas-feiras, sempre às 20h. As montagens Coisa de Anjo e Olhares Ímpares, ambas do Rio de Janeiro, abrem a agenda do Sudeste.Na outra semana, os contemplados Conexões, de São Paulo, e Húmus, de Minas Gerais, serão disponibilizados no canal. O Rio de Janeiro apresenta mais dois premiados: Diversidade na dança através da singularidade de cada bailarino e Elementos disponíveis para outras composições, no final de outubro. Em novembro, fechando a primeira edição do Festival, entram em cartaz: Annata e Só se fechar os olhos, de São Paulo.

A programação começa com Coisa de Anjo, da Cia. ILTDA, do Rio de Janeiro, no dia 13 de outubro, às 20h. O trabalho coreográfico narra a história de vida de Analú, ex-atleta paralímpica de judô e, atualmente, artista cênica. No palco, a protagonista contracena com o seu companheiro Elder Oliveira e o seu “anjo” Cauã, um cão-guia. A obra híbrida une técnicas de dança, teatro, circo, judô e audiovisual.

Uma história contada por quem não vê, que pretende ampliar horizontes, abrandar sentimentos e aflorar desejos e conquistas para todos os públicos – reforça o grupo.

Seja um cão ou uma pessoa, o importante é que sempre temos nossos anjos – reforça a artista.

Já a Pulsar Cia. de Dança, também do Rio, apresenta Olhares Ímpares, no dia 15 de outubro. O espetáculo em vídeo celebra os 20 anos de existência da companhia e contará com a participação de antigos e atuais integrantes dos seus projetos coreográficos. A Pulsar foi uma das pioneiras no Brasil a ter em seu elenco artistas com ou sem deficiência, buscando potencializar o movimento com corpos ímpares.

Tenho olhos para sentir. Quero lhe falar sobre o olho da interioridade. Olho da boca, olho da orelha, olho da pele, olho do tato. Um olho aquático. Que boia, desliza, evapora. (…) Vejo dois pedaços de pernas, e uma fração de pés entrelaçados – reflete o grupo, ao explicar a obra de dança inclusiva.

Conexões, de São Paulo, estreia no Festival no dia 20 de outubro. O trabalho da Trupe CircoDança conta a história de um escritor em crise. Em cena, ao se deparar com objetos afetivos – neste caso, uma caixinha de música, um manton (xale) e um violoncelo, ele aciona sua memória. Logo depois, dedica-se ao trabalho de escrever poesias, por meio das conexões de seus pensamentos com os artistas que povoam sua mente criativa. Dez bailarinos e acrobatas interpretam as cenas, baseadas nos pensamentos dele. Enquanto o escritor cria seu próprio universo, os personagens surgem em sua mente e apresentam performances, tornando sua escrita cada vez mais criativa.

A montagem mineira Húmus será lançada na plataforma de vídeos no dia 22 de outubro. A bailarina Renata Mara assina a concepção e a direção. A artista tem baixa visão, ocasionada por uma doença degenerativa da retina. A obra reflete uma estética da sensação, trazendo a sensibilidade da bailarina para o seu fazer em dança.

A diversidade dos corpos em cena evidencia tanto as particularidades e habilidades dos bailarinos quanto a inexorável condição humana,marcada pela espiral de nascimento e morte. Humano, humilde, enraizado na terra. A palavra ‘húmus’ indica: substância orgânica, amorfa,proveniente da decomposição vegetal e animal que revitaliza e fertiliza o solo – explica a artista.

No dia 27 de outubro, a Cia. Carioca sobre Rodas, do Rio de Janeiro, exibe Diversidade na dança através da singularidade de cada bailarino. O trabalho foi criado a partir do projeto Carioca sobre Rodas, mesmo nome da atual companhia. O objetivo principal era ensinar dança de salão para cadeirantes, além de promover a diversidade na dança, inserir os dançarinos na sociedade e trabalhar os benefícios que a modalidade proporciona ao corpo e à mente. O vídeo apresenta as singularidades da dança de salão adaptada aos bailarinos cadeirantes e andantes, ressaltando a diversidade com a inclusão de dançarinas idosas e plus sizes.

Por todo esse tempo, crianças e adolescentes cadeirantes tiveram a oportunidade de experimentar os benefícios que a dança traz para suas vidas, por meio da inclusão social com os andantes, além dos benefícios físicos e psicológicos – conta o grupo.

Elementos disponíveis para outras composições, também do Rio, será lançada no dia 29 de outubro. A Cia. Gente compilou três obras do criador da companhia, Paulo Emílio Azevedo: Procedimentos de 1 Pseudópodo (2009); Procedimento II Urbano (2008), e _Gudubik_ (2011). Para a criação da obra, novas cenas foram incluídas, para produzir um redimensionamento do olhar sobre a diferença e rearranjos estéticos pautados na diversidade corporal.  Segundo o grupo, a intenção é fomentar o diálogo com o público sobre a diferença.

Desse modo, sugerem-se interações a partir de outras representações possíveis e positivas do corpo com deficiência, avançando, artística e epistemologicamente, sobre a categoria inclusão, a fim de nascer a ideia de protagonismo. Limitações passam a ser consideradas como possibilidades estéticas.

Abrindo o mês de novembro, no dia 3, o Núcleo Quimera de Criações, de São Paulo, exibe Annata. O projeto surgiu da união de três artistas: um coreógrafo; um bailarino e artista visual; e um videomaker. O objetivo era unir vivências artísticas diferentes em uma única criação, que envolvesse dança, música, literatura, artes plásticas e vídeo. Os textos Elegias de Duíno, de Rainer Maria Rilke; Coríntios 13.1, de Paulo de Tarso; e A Tempestade, de William Shakespeare, foram as fontes de inspiração para a obra. A narrativa traz um homem/anjo que viaja pelas formas de expressão corporal do minimalismo e explora a liberdade de movimentação da dança contemporânea. A peça coreográfica aborda a relação idealizada entre anjos e humanos, anseios, infortúnios e a busca constante por unidade. Victor Andreuci, artista com Síndrome de Down, é o protagonista.

Para encerrar a agenda da primeira edição do Festival, no dia 5 de novembro, Só se fechar os olhos, de São Paulo, chega à plataforma de vídeos. A obra coreográfica do Coletivo Desvio Padrão propõe um mergulho na audiodescrição, para fazer emergir temas de grande alcance, que buscam tocar nas camadas mais profundas dos processos mentais. A concepção e a performance são assinadas por Maria Fernanda Carmo e Mariana Farcetta.

O duo de dança só acontece dentro da mente daqueles que são cegos ou daqueles que topam fechar os olhos para viver essa experiência de estar privado da visão. O texto que descreve essa dança inusitada, escrito por Edgar Jacques (ator e dramaturgo cego desde a infância), é narrado pelas performers, imóveis em cena. O criador dessa montagem nunca viu uma obra de dança. E isso lhe permite criar o que bem entender – explica o grupo.

Sobre o Festival

A primeira edição do Festival Funarte Acessibilidança foi criado a partir das ações do Prêmio Festival Funarte Acessibilidança Virtual 2020. No concurso público, foram premiados 25 projetos de vídeos de espetáculos, que promovem o acesso de todas as pessoas à arte. O objetivo do processo seletivo é valorizar e fortalecer a expressão da dança brasileira, bem como fomentar a democratização, a inclusão e a acessibilidade.

Com a iniciativa, a Funarte busca realizar novas ações a partir do uso
das mais recentes tecnologias, estendendo, desse modo, um novo modelo para todo o Brasil. Assim, a Fundação reforça seu compromisso de promover e incentivar a produção, a prática, o desenvolvimento e a difusão das artes no país; e de atuar para que a população possa cada vez mais usufruir das manifestações artísticas. Criada em 1975, a Funarte segue, portanto, empenhada em acompanhar as transformações no cenário artístico e social.

O coordenador de Dança, Fabiano Carneiro, destaca a importância do projeto e já adianta uma série de desdobramentos e conexões que estão sendo estabelecidas a partir do lançamento do programa inédito na instituição.

O Festival Funarte Acessibilidança tem um papel de extrema relevância para a classe artística e para a sociedade, ao contemplar a participação de artistas com e sem deficiência em sua programação. O festival proporciona, ao público espectador, uma agenda diversificada e totalmente acessível por meio dos canais digitais da Funarte. Estamos planejando a segunda edição do Festival e, em breve, vamos realizar encontros virtuais entre os artistas das diferentes regiões do Brasil – ressalta o coordenador.

Festival Funarte Acessibilidança

Acesso gratuito, no canal do YouTube

Com audiodescrição e Libras

Agenda dos contemplados da Região Sudeste

Espetáculo Coisa de Anjo, da Cia. ILTDA (RJ)

Dia 13 de outubro, quarta-feira, às 20h

Montagem Olhares Ímpares, da Pulsar Cia. de Dança (RJ)

Dia 15 de outubro, sexta-feira, às 20h

Espetáculo Conexões, da Trupe CircoDança (SP)

Dia 20 de outubro, quarta-feira, às 20h

Montagem Húmus, da bailarina Renata Mara (MG)

Dia 22 de outubro, sexta-feira, às 20h

Espetáculo Diversidade na dança através da singularidade de cada
bailarino, da Cia. Carioca sobre Rodas (RJ)

Dia 27 de outubro, quarta-feira, às 20h

Montagem Elementos disponíveis para outras composições, da Cia.
Gente (RJ)

Dia 29 de outubro, sexta-feira, às 20h

Espetáculo Annata, do Núcleo Quimera de Criações (SP)

Dia 3 de novembro, quarta-feira, às 20h

Montagem Só se fechar os olhos, do Coletivo Desvio Padrão (SP)

Dia 5 de novembro, sexta-feira, às 20h

Espetáculos disponíveis no canal da Funarte no YouTube

Região Norte: Lua de Mel, da Cia. Lamira Artes Cênicas (TO);
Maculelê: Reconstruindo o Quilombo, do Grupo de Dança Reconstruindo o Quilombo (RO); e Solatium, do Corpo de Dança do Amazonas (AM).

Região Sul: Flamenco Imaginário, da Cia. Del Puerto (RS); Convite
ao Olhar, da Cia. de Dança Lápis de Seda (SC); e Do Avesso, do
Grupo Nó Movimento em Rede (PR)

Região Nordeste: _Estado de Apneia, do Grupo Movidos Dança
Contemporânea (RN); Ensaio sobre o Silêncio, da coreógrafa Taciana Gomes (PE); Maré – Versão virtual e acessível, do Coletivo CIDA (RN); Rio sem Margem, do bailarino Elísio Pitta (BA); de Plenitude,da Cia. de Dança Eficiente (PI); Ah, se eu fosse Marilyn! ,do coreógrafo Edu O. (BA), e Proibido Elefantes, da Cia. Gira Dança(RN)

Região Centro-Oeste: Capão Dançante, da Cia. Theastai de Artes
Cênicas (MS); Depois do Silêncio, da Arteviva Produções
Artísticas e Universo Criativo (DF); Rodas em Dança: Livre e Lives,
da Cia. de Dança Street Cadeirante (DF), e TransBordar, do Grupo de Dança Diversus (GO)

Categorias
Cultura Destaque Diário do Rio

Espetáculo Um Passeio no Bosque está em cartaz no teatro Solar de Botafogo

*Por Giovanna Fraguito

Com humor e emoção, espetáculo indicado em três categorias ao Prêmio Aplauso Brasil de Teatro em São Paulo, chega ao Rio de Janeiro com a novidade de uma exposição.  A peça aborda a necessidade do desarmamento entre os homens.

Escrito em 1988, o espetáculo “Um Passeio no Bosque, do autor norte-americano Lee Blessing, propõe a ideia de “desarmamento”, e o alerta para que não deixemos rígido o fio que une os extremos, pois se ele romper; não haverá parte; não haverá todo: não mais haverá. Atemporal, já que ainda presenciamos intolerância e violência a partir da pulverização das fake news no Brasil, a peça, que é dirigida por Marcelo Lazzaratto, tem no elenco o ator que participou da primeira montagem deste autor no Brasil nos anos 2000. O texto indicado ao Pulitzer já foi montado em mais de 60 países.

 

O que faz de um texto de teatro um clássico? Transcender o tempo e o espaço. É quando o particular se torna Universal. Numa época de extremismos político e religioso, o texto de Blessing sobre a amizade entre os opostos, e o desarmamento, seja na esfera nuclear, biológica ou tecnológica; na relação entre dois seres humanos ou em políticas públicas sobre armas, nunca fez tanto sentido. À saída um acordo. Necessitamos acordar – destaca Beto Bellini – ator e idealizador do projeto.

 

Acompanhada de uma exposição composta por imagens e textos – a ser visitada antes e depois do espetáculo – que pauta como o “desejo pelo poder” nos faz gerar maior capacidade de destruição que de preservação. “Um Passeio no Bosque” traz o encontro entre dois diplomatas representantes de potências adversas em um bosque na Suíça, uma terra de neutralidade e perfeição cívica. E, para chamar atenção do público para a complexidade da relação entre os diplomatas que quase coloca em xeque a humanidade, a peça aposta na simplicidade cênica.

A encenação é pautada no jogo entre os dois intérpretes. Um deles, o mais velho, é um russo, Andrey (Beto Bellini), com larga experiência diplomática, cético em relação ao próprio trabalho, com o entendimento de que as coisas não são exatamente possíveis de serem transformadas, e que a paz é uma constante tentativa e não um êxito a ser alcançado. O outro, que ainda acredita que isso é possível, é um jovem americano idealista, John, com firme crença no poder da diplomacia e em sua habilidade pessoal. As grandes questões da política internacional – a guerra ou a paz – são tratadas pelos dois diplomatas de maneira frustrada pois eles não abrem mão de seus próprios benefícios e suas conveniências momentâneas.

SERVIÇOS:

Temporada até 25/09 – sextas e sábados – sempre às 20h

Valores: R$40,00 / R$20,00

Lotação: 90 lugares

Classificação 12 anos

Vendas pela internet: plataforma INTI (INTI – A primeira plataforma 100% transparente do mercado (byinti.com)

Categorias
Arte Cultura Destaque Notícias

FURNAS incentiva projetos culturais em todo o país

Empresas Eletrobras lançam Programa Cultural 2021
Eletrobras Furnas participa da iniciativa com investimento de R$ 5 milhões

As empresas Eletrobras estão selecionando até o dia 17 de setembro projetos de diferentes manifestações culturais para participarem do Programa Cultural das Empresas Eletrobras 2021.Com essa iniciativa, as empresas Eletrobras disponibilizarão até 9 milhões de reais à cultura brasileira. Desse total, a Eletrobras Furnas entrará com o investimento de 5 milhões. A inscrição é gratuita e poderá ser realizada através do link.

A Eletrobras Furnas integra o esforço das empresas Eletrobras de fomentar a produção cultural e democratizar o acesso dos cidadãos às diferentes manifestações culturais, além de permitir que artistas possam apresentar o seu pensar e fazer cultural para as comunidades onde a empresa está presente – ressalta Clovis Torres, presidente da companhia.

Serão patrocinados projetos de quatro áreas da Lei Rouanet: artes cênicas (dança, teatro e teatro musical); patrimônio cultural material e imaterial; música (erudita e instrumental); e museus e memória.

Categorias
Cultura Destaque Rio

LUIZ GAMA recebe dupla homenagem na escadaria do Palácio Tiradentes e no Teatro PetraGold com Deo Garcez e Soraia Arnoni

 

 

O Dia de Luiz Gama, 24 de agosto, que entrou em 2019 para o calendário oficial da cidade do Rio de Janeiro, será comemorado com apresentação gratuita do espetáculo “LUIZ GAMA – Uma Voz pela Liberdade” na escadaria externa do Palácio Tiradentes/Alerj, nesse mesmo dia, às 18h. A data marca os 139 anos de falecimento de Luiz Gama, ex-escravo, Patrono da Abolição e Herói da Pátria.

O convite para essa apresentação veio através da deputada estadual Renata Sousa do PSOL/Rio e do Departamento Cultural da Alerj. O evento homenageia também os advogados, já que agosto é o mês da Advocacia.

Completando essa comemoração, o Teatro Petra Gold abre suas portas para uma única e especial apresentação presencial e on-line do espetáculo no dia 31 de agosto às 19h. O texto é de Deo Garcez, que divide o palco com a atriz Soraia Arnoni, sob direção de Ricardo Torres, numa produção Olhos d’Água. Homenagens estas que respeitarão o distanciamento social e as medidas sanitárias contra a Covid-19.

O Palácio Tiradentes/Alerj fica na Rua Primeiro de Março, s/nº – Praça XV, no Centro do Rio de Janeiro.
O Teatro Petra Gold fica na Rua Conde de Bernadotte, 26 – Leblon, Rio de Janeiro.