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Doses insuficientes levam Rio a adiar vacinação de crianças de 10 anos

A insuficiência de doses nos postos de saúde levou a cidade do Rio de Janeiro a adiar a vacinação de crianças de 10 anos contra a covid-19. Segundo o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, o calendário será retomado semana que vem com a imunização de crianças desta faixa etária.

De acordo com calendário divulgado hoje (20) pela Secretaria Municipal de Saúde, a repescagem da vacinação para meninos e meninas com 11 anos de idade continuará até segunda-feira (24). Já as crianças com deficiência ou comorbidades podem se vacinar, desde que estejam na faixa de 5 a 11 anos de idade.

A secretaria informou que todos os postos de vacinação estão aplicando a primeira dose da vacina em maiores de 12 anos. É preciso apresentar carteira de identidade, número do Cadastro de Pessoa Física (CPF) e, se possível, caderneta de vacinação. Para a segunda dose e a dose de reforço, é necessário levar também o comprovante de aplicação da primeira dose.

O Ministério da Saúde espera receber no próximo domingo (24) mais 1,8 milhão de doses pediátricas da Pfizer, única vacina autorizada até o momento para aplicação em crianças de 5 a 11 anos. De acordo com a pasta, o país já recebeu 2,5 milhões de doses da vacina pediátrica. O último lote, com 1,2 milhão de doses, foi entregue no último domingo (16) e está sendo distribuído aos estados.

As unidades 24 horas da rede municipal de saúde – UPAs, hospitais, centros de emergência regional e centros de atenção psicossocial tipo 3 – funcionarão ininterruptamente no fim de semana prolongado pelo feriado do Dia de São Sebastião, padroeiro da cidade. Os locais de vacinação podem ser encontrados no site da prefeitura.

Centros municipais de saúde, clínicas da família e centros de testagem funcionam nesta quinta-feira e também amanhã, das 8h às 17h, exclusivamente para ações de combate à covid-19, atendimento e testagem e vacinação contra a doença.

Os centros de testagem com funcionamento nos fins de semana estão informados também no site da prefeitura.

Hoje, feriado municipal para celebrar o padroeiro da cidade do Rio de Janeiro, São Sebastião, os postos de vacinação e de testagem estão funcionando normalmente.

 

 

 

Agência Brasil

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Saúde lança nova versão da caderneta de saúde para crianças

O Ministério da Saúde enviará até março a estados e municípios uma nova versão da caderneta de saúde. O documento é um instrumento de orientação para pais e responsáveis no processo de acompanhamento do desenvolvimento de suas crianças.

A nova versão traz um recurso para identificar crianças com possível Transtorno do Espectro Autista (TEA). O instrumento, chamado checklist M-CHART-R/F, é utilizado para acompanhar pessoas entre os 18 e os 30 meses de vida.

A avaliação pelo instrumento M-CHART-R/F deve ser conduzida em consultas de unidades de atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS). A orientação é que ela seja feita na consulta de puericultura, aos 18 meses de vida. A análise é aplicada por profissionais de saúde que realizam a consulta, com respostas apresentadas pelos pais.

Outro item incluído na nova versão da caderneta foi um conjunto de orientações acerca de como detectar sinais de albinismo. Essa condição é um distúrbio genético marcado pela falta total ou parcial de melanina, o que impacta a cor dos indivíduos. A identificação do albinismo é importante pois a condição implica cuidados específicos.

Segundo o Ministério da Saúde, foram incluídas também sugestões de práticas entre pais e filhos, como o estímulo à leitura.

Toda pessoa tem direito a receber uma caderneta de saúde. Os familiares que quiserem adquirir uma para sua criança deve buscar as unidades básicas de saúde da sua cidade ou consultar as secretarias de saúde sobre como obter o documento.

Mas o Ministério esclarece que não há necessidade de substituir a antiga caderneta pela nova versão. A versão anterior pode atender as crianças até os nove anos de idade.

 

 

Agência Brasil

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SP: indígena é a 1ª criança vacinada contra a covid-19 no país

O menino Davi, um indígena xavante de 8 anos que mora em Piracicaba, no interior do estado de São Paulo, é a primeira criança na faixa de 5 a 11 anos de idade a ser vacinada no país. Ele recebeu a dose em uma cerimônia simbólica no início da tarde de hoje (14) no Hospital das Clínicas de São Paulo, com a presença do governador de São Paulo, João Doria.

Davi tem deficiência motora rara e recebe tratamento especializado no Hospital das Clínicas. Ele tomou a primeira dose da vacina da Pfizer/BioNTech, o único imunizante aprovado até o momento pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para ser aplicado em crianças de 5 a 11 anos. A vacina é feita especialmente para esse público: a dosagem é menor do que a que está sendo aplicada em adultos.

Em entrevista online, transmitida durante o evento, o pai da criança, o cacique xavante Jurandir Siridiwe, agradeceu a vacinação do filho. “Agradeço muito essa compreensão, essa visibilidade, esse diálogo. Que os indígenas tomem vacina”, disse ele. “Será seguro quando as aulas voltarem”, acrescentou.

Depois de Davi, outras crianças foram vacinadas no local, como Jean Luca, de 9 anos, que tem atrofia muscular espinhal do tipo 1, e Cauê, de 11 anos, que tem síndrome de Down.

A vacinação de Davi foi simbólica porque a aplicação de doses em crianças só será iniciada, de fato, na próxima segunda-feira (17) em São Paulo. Inicialmente serão vacinadas crianças com comorbidades, indígenas e quilombolas. Depois a vacinação deve seguir por ordem decrescente, iniciando pelas crianças de 11 anos.

O primeiro lote da vacina pediátrica da Pfizer chegou ontem (13) ao Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), contendo 1,2 milhão de doses. Esse lote está sendo distribuído para todo o país. Até o final deste mês, o Brasil deve receber um total de 4,3 milhões de doses desse imunizante.

A população brasileira estimada nessa faixa etária é de cerca de 20,4 milhões, sendo 4,3 milhões de crianças no estado de São Paulo.

Davi foi vacinado pela enfermeira Jéssica Pires de Camargo, a mesma a aplicar o imunizante em Mônica Calazans, a primeira brasileira vacinada contra a covid-19 no país, em ato simbólico no Instituto Butantan, em São Paulo, em janeiro do ano passado.

O governo de São Paulo tem um lote armazenado da vacina CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan e pelo laboratório chinês Sinovac, para aplicação em crianças. O governo paulista aguarda, no entanto, autorização da Anvisa para utilização da CoronaVac nessa faixa etária. A expectativa é que essa autorização seja dada já na próxima semana.

A vacinação de crianças é importante para que elas também se protejam contra o novo coronavírus. No estado de São Paulo, pelo menos 93 crianças morreram por covid-19. Em nota publicada no início deste mês, a Sociedade Brasileira de Pediatria lembrou que o Brasil é um dos países onde ocorreram mais mortes de crianças pela doença. “A vacinação desse público é estratégia importante para reduzir o número de mortes por conta da covid-19 nessa faixa etária, no Brasil, cujos indicadores são mais expressivos do que em outras nações”, diz a nota.

Nesta semana, o governo paulista lançou o cadastro de vacinação para crianças, para dar mais agilidade no momento da aplicação da vacina nos postos de saúde. O governo estadual solicita que os pais façam o cadastro dos filhos no site Vacina Já. O pré-cadastro é opcional e não é um agendamento, mas agiliza o atendimento nos locais de imunização, evitando filas e aglomerações.

 

Agência Brasil

 

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Ministro do STF decide que universidades podem exigir vacinação

O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu hoje (31) suspender a decisão do Ministério da Educação (MEC) que proibiu instituições de ensino federais de cobrar vacinação contra covid-19 como condição para o retorno às aulas presenciais. 

A decisão foi motivada por uma ação movida por partidos de oposição. Para o ministro, as universidades possuem autonomia e podem cobrar certificado de vacinação dos alunos.

“Defiro a tutela de urgência para determinar a imediata suspensão do despacho de 29 de dezembro de 2021 do Ministério da Educação, que aprovou o Parecer 01169/2021/CONJUR- MEC/CGU/AGU, proibindo a exigência de vacinação contra a Covid-19 como condicionante ao retorno das atividades acadêmicas presenciais”, decidiu Lewandowski.

A medida do MEC estava amparada no parecer da consultoria jurídica junto ao Ministério da Educação, que conta com integrantes da Controladoria-Geral da União (CGU) e da Advocacia-Geral da União (AGU). Para o ministério, a exigência somente poderia ocorrer por meio de lei.

“A exigência de comprovante de vacinação para ingresso nas instituições de ensino seria um meio indireto à indução da vacinação compulsória, que somente poderia ser estabelecida por meio de lei”, justificou o MEC.

 

Agência Brasil

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Gripe H3N2 provocou cinco mortes no estado do Rio neste ano

A Influenza A (H3N2) provocou cinco mortes no estado do Rio de Janeiro neste ano. Em 2020 foi apenas uma morte e, em 2019, duas. A informação foi divulgada pela Secretaria Estadual de Saúde do Rio, com base em informações da Subsecretaria de Vigilância e Atenção Primária à Saúde.

A capital fluminense tem vivido, nos últimos dias, uma epidemia de gripe, com mais de 20 mil casos deste subtipo de influenza nas últimas semanas.

Por isso, a prefeitura intensificou a campanha de vacinação no município e abriu centros de tratamento específicos para o tratamento da doença.

 

Agência Brasil

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Shopping recebe 1ª edição do Festival Celebra na Baixada Fluminense

Feira acontece nos próximos dois fins de semana, com entrada gratuita, e pretende impulsionar arte, cultura e o consumo consciente na região

Nos dias 05, 06, 07, 12, 13 e 14 de novembro o Shopping Nova Iguaçu vai receber o Festival Celebra, uma feira que incentiva arte, cultura e consumo consciente. Essa é a primeira vez que o evento acontece na Baixada Fluminense.

Comemorando o avanço da vacinação no município, o festival quer impulsionar a retomada cultural no município de Nova Iguaçu, após um longo período de isolamento social. Entre as atrações estão feira de artesanato, exposição de artes visuais, performances circenses e musicais, além de um estúdio de tatuagem. 

Acreditamos no potencial cultural de Nova Iguaçu. Abrir espaço para atividades como o Festival Celebra é uma forma de incentivar o desenvolvimento dos empreendedores locais e oferecer boas opções de entretenimento e consumo aos nossos clientes – diz Manoilton Alves, gerente de marketing do Shopping Nova Iguaçu. 

 O evento é gratuito e seguirá as medidas de segurança vigentes no município.  

Serviço| Shopping Nova Iguaçu

Local: 2º piso do Shopping Nova Iguaçu –  Av. Abílio Augusto Távora, 1111 – Luz, Nova Iguaçu – RJ

Dias: 5, 6, 7, 12, 13 e 14 de novembro das 14h às 22h.

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Boletim da Fiocruz mostra sucesso da vacinação contra a Covid-19

Da Agência Brasil

O Boletim Observatório Covid-19, divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), mostra que o sucesso da vacinação na prevenção de formas graves e fatais da doença é traduzido na redução no número de casos e óbitos, e, ainda, na estagnação na taxa de ocupação de leitos de UTI para adultos no Sistema Único de Saúde (SUS) em patamares baixos, na maioria dos estados. Os pesquisadores da Fiocruz consideram, no entanto, que a população deve ter prudência e continuar usando máscara e mantendo as demais medidas preventivas, como higienização das mãos, distanciamento social e uso de álcool gel, para bloquear a circulação do vírus.

O Índice de Permanência Domiciliar se encontra próximo de zero desde o mês de julho. Isso significa que a intensidade de circulação de pessoas nas ruas é similar à observada no período pré-pandemia. Os pesquisadores alertam, porém, que essa ausência de distanciamento físico reúne diversas formas de aglomeração, que vão desde o transporte público até atividades de comércio e lazer.

“Em qualquer dessas situações, há uma exposição prolongada de pessoas em espaços confinados. E isso ocorre com pouco mais de 40% da população com esquema vacinal completo”, adverte a Fiocruz.

Apesar de muitas pessoas em circulação já terem sido imunizadas, as vacinas não previnem completamente a infecção ou a transmissão do vírus, alerta o documento. Por isso, a recomendação dos especialistas é que, até que o país alcance um patamar ideal de cobertura vacinal, estimado em torno de 80%, as medidas de distanciamento físico e prevenção, bem como a adoção do passaporte vacinal, devem ser mantidas.

Os pesquisadores defendem também que atividades que representem maior concentração e aglomeração de pessoas só sejam realizadas com comprovante de vacinação. Os cientistas que integram o Observatório Covid-19 avaliam que não é prudente, nem oportuno, “falar em prazos concretos e datados para o fim da pandemia”, mas em garantir que sejam tomadas as medidas necessárias para que esse dia possa se aproximar com maior rapidez.

Mortalidade

A mortalidade por covid-19, atualmente, gira em torno de 500 casos por dia. O boletim sinaliza queda expressiva em comparação ao pico registrado em abril, quando foram notificados mais de 3 mil óbitos diários. Mas, apesar da retração, os números ainda demonstram que a transmissão permanece, bem como a incidência de casos graves que exigem cuidados intensivos.

Ao longo da última semana, foi registrada média de 16.500 casos confirmados e 500 óbitos diários por covid-19. De acordo com o boletim da Fiocruz, isso mostra ligeira alta do número de casos (0,4 % ao dia) e queda no número de óbitos (0,7% ao dia). A circulação de pessoas nas ruas e a positividade de testes permanecem, contudo, elevadas.

Os pesquisadores salientam que o fluxo de notificação irregular pode levar a decisões por vezes inoportunas ou baseadas em dados atrasados e incompletos. Reforçam, porém, que a tendência de estabilidade ou redução desses indicadores, apesar das oscilações apuradas nas últimas semanas epidemiológicas, demonstra que a campanha de vacinação está atingindo um dos seus principais objetivos, que é a redução do impacto da doença, com menos óbitos e casos graves, embora sem o bloqueio da transmissão do vírus. A evolução dos óbitos e da cobertura vacinal chama atenção para o fato que as curvas têm direção oposta, indica o boletim.

Leitos de UTI

O boletim informa que na maioria dos estados, de acordo com dados coletados no dia 4 de outubro, as taxas de ocupação de leitos de UTI covid-19 para adultos no SUS apresentam relativa estabilidade, com índices inferiores a 50%. O Espírito Santo, entretanto, se mantém na zona de alerta intermediário desde 20 de setembro e constitui a exceção mais preocupante, porque, apesar da manutenção no número de leitos, a taxa de ocupação é de 75%. O Distrito Federal, por sua vez, voltou à zona de alerta crítico, com 83%, depois de semanas promovendo a retirada de leitos covid-19.

Ainda de acordo com o boletim da Fiocruz, foram registrados pequenos aumentos nas taxas em Mato Grosso do Sul e Goiás. Esses dois estados tiveram também diminuições na quantidade de leitos abertos, o mesmo ocorrendo em Rondônia, Amazonas, Tocantins, Maranhão, Piauí, Ceará, Pernambuco, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso.

Entre as capitais, o Distrito Federal (83%) está na zona de alerta crítico, segundo o boletim da Fiocruz, e quatro estão na zona de alerta intermediário: Porto Velho (65%), Vitória (73%), Rio de Janeiro (65%) e Porto Alegre (63%). Estão fora da zona de alerta 22 capitais: Rio Branco (2%), Manaus (52%), Boa Vista (45%), Belém (8%), Macapá (12%), Palmas (27%), São Luís (21%), Teresina (37%), Fortaleza (26%), Natal (25%), João Pessoa (14%), Recife (50%), Maceió (45%), Aracaju (16%), Salvador (24%), Belo Horizonte (50%), São Paulo (40%), Curitiba (57%), Florianópolis (44%), Campo Grande (31%), Cuiabá (33%) e Goiânia (42%).

Já entre as unidades da Federação, vinte e cinco aparecem fora da zona de alerta: Rondônia (34%), Acre (4%), Amazonas (27%), Roraima (45%), Pará (23%), Amapá (12%), Tocantins (33%), Maranhão (32%), Piauí (48%), Ceará (32%), Rio Grande do Norte (22%), Paraíba (17%), Pernambuco (50%), Alagoas (29%), Sergipe (16%), Bahia (27%), Minas Gerais (23%), Rio de Janeiro (46%), São Paulo (31%), Paraná (52%), Santa Catarina (39%), Rio Grande do Sul (54%), Mato Grosso do Sul (35%), Mato Grosso (35%) e Goiás (49%).

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Fiocruz entrega mais 2,4 milhões de doses de vacina contra a Covid-19

Da Agência Brasil

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) anunciou a entrega de mais 2,4 milhões de doses da vacina de covid-19 para o Ministério da Saúde. A remessa ocorreu nesta terça-feira (28).

Segundo a Fiocruz, está prevista uma nova remessa até o fim desta semana.

A previsão da fundação é, até o final deste ano, entregar ao PNI vacinas com ingrediente farmacêutico ativo (IFA) produzido no Brasil. Isto garantirá ao país independência científica e segurança na fabricação do imunizante, evitando futuros problemas de descontinuidade na produção.

 

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Fiocruz entrega mais de 2 milhões de doses de vacina ao PNI

Da Agência Brasil

A Fundação Oswaldo Cruz Fiocruz), por meio do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz), entregou mais de 2 milhões de doses da vacina covid-19 ao Ministério da Saúde, somando o total de 4,5 milhões de doses entregues nesta semana. Com o novo lote, a fundação alcança aproximadamente 101 milhões de vacinas disponibilizadas ao Programa Nacional de Imunizações (PNI). O número foi alcançado em apenas oito meses.

Dois dias antes, a fundação entregou cerca de 1,5 milhão de doses da vacina covid-19 ao Ministério da Saúde. As doses foram liberadas em duas remessas, sendo uma com 50 mil doses para o estado do Rio de Janeiro e as demais para o almoxarifado designado pelo MS, para serem distribuídas aos outros estados.

No início da semana, na segunda-feira (20), a Fiocruz entregou um lote com 937 mil doses de vacina contra a covid-19 produzida em parceria com a farmacêutica AstraZeneca. Do total, 50 mil doses ficaram no estado do Rio de Janeiro e as demais seguiram  para o Ministério da Saúde (MS), para serem distribuídas às unidades da federação.

Em nota, a fundação informou que “a entrega reforça o PNI e garante a continuidade da vacinação em todo o país. Até o fim deste ano, a Fiocruz prevê entregar ao PNI 6 milhões de doses da vacina contra covid-19 produzidos com Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) nacional”.

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Fiocruz entrega 4,5 milhões de vacinas contra a Covid-19

Da Agência Brasil

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) completou 4,5 milhões de vacinas contra a covid-19 entregues ao Ministério da Saúde ao longo desta semana, com a liberação de mais 700 mil doses, que se somam às remessas da últimas terça-feira (14) e de quinta-feira (16).

O imunizante, produzido no Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos), foi disponibilizado em duas etapas: uma com 20 mil doses para o estado do Rio de Janeiro e outra, com as demais doses, para o almoxarifado designado pelo Ministério da Saúde, para serem distribuídas aos demais estados.

Com a entrega, a Fiocruz alcança a marca de 96,5 milhões de doses disponibilizadas ao Programa Nacional de Imunizações (PNI). Bio-Manguinhos conta também com mais de dez milhões de doses em controle de qualidade, a serem entregues à população, por meio do ministério, tão logo ocorram as liberações.