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Vacinação e consciência: únicas saídas para a pandemia

O Brasil ultrapassou nesta semana a marca de 34 milhões de doses de vacina contra a covid-19 aplicadas, e o número de pessoas recuperados já soma mais 12,2 milhões. Esses dois dados trazem esperança aos brasileiros por dias melhores. A vacinação é, no momento, a principal arma para vencer a pandemia, aliada, claro, aos cuidados que cada um deve manter para superar esse momento difícil, como uso da máscara, álcool em gel e o distanciamento social.

Em todo o país, mais de 25,4 milhões já tomaram a primeira dose (12% da população), e 8,5 milhões já foram imunizados com a segunda dose (4%).

34 milhões de doses já foram aplicadas no Brasil. (Foto: Tânia Rêgo/ABr)

No Rio e demais estados, a vacinação avança, mas ainda a passos lentos, sendo que muitas cidades registram paralisações por falta de doses. Ainda assim, mais de 1,7 milhões já tomaram a primeira dose no estado e 491 mil a segunda (2,83%). O Rio ocupava, até quinta (16), a 20ª posição entre os estados que mais aplicaram doses proporcionalmente a população (10,31%), segundo o Consórcio de Veículos de Imprensa. Os cinco estados que mais imunizaram eram Rio Grande do Sul (16,64%), Mato Grosso do Sul (14,39%), Paraíba (13,79%), Espírito Santo (13,56%) e Bahia (13,43%).

Já a capital fluminense aparece entre as que mais vacinaram: 1,1 milhão já tomaram a primeira dose e 297 mil a segunda. A cidade está com calendário de imunização de homens e mulheres em dias alternados, por idade, e com meta de vacinar todos os idosos com mais de 60 anos até o fim de abril.

Em seguida, a meta será imunizar, até 29 de maio, todos com 45 anos ou mais com comorbidades, deficiências permanentes e trabalhadores em atividade da Saúde, Educação, limpeza urbana e das forças policiais e de salvamento – calendário unificado com Niterói, Maricá e Itaguaí.

Brasil é um dos poucos a produzirem vacina

Fiocruz produzirá vacina sem importações no 2º semestre. (Foto: Divulgação)

Na luta contra a pandemia, vários países correm para fornecer vacinas mundo afora. E o Brasil se destaca como um dos poucos com capacidade para produzir imunizantes, ao lado de nações como EUA, Alemanha, Reino Unido, China, Rússia, Índia e Cuba, até então único país da América Latina a iniciar testes de um medicamento próprio. O Brasil pode em breve, inclusive, exportação de doses para outros países latino-americanos, como a Argentina. O Butantan já fechou acordos que totalizam a venda de 40 milhões de doses da Coronavac para países vizinhos.

A Coronavac é produzida no Brasil, mas depende do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) da China. A dependência de importação de insumos dificulta a produção acelerada, mas o país já avança para produzir os imunizantes sem necessidade de importações. A Fiocruz, por exemplo, começará a própria produção do IFA, o que permitirá que a vacina seja 100% brasileira — no segundo semestre, prevê produzir 110 milhões de doses com insumo nacional. Duas outras vacinas brasileiras estão em desenvolvimento: a Butanvac, do Butantan, e outra que será resultado de uma parceria entre o governo e a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Ambas ainda passarão por testes em humanos após aprovação da Anvisa.

O Brasil também vem ganhando destaque no mundo na aplicação de doses contra a covid-19. Entre os países que compõem o G20, as 20 maiores economias do mundo, está em 9ª lugar, considerando o número de doses aplicadas a cada 100 habitantes. Se analisado os números absolutos, o país fica em 5º lugar, atrás apenas de EUA, China, Índia e Reino Unido.

Chegada de novas doses e esperança

Chegada de novas doses deverá acelerar imunização. (Foto: Tânia Rêgo/ABr)

O ritmo da vacinação deve ser acelerado nos próximos dias, com a disponibilização de novas doses pelos laboratórios. O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou na quarta (14) a antecipação de 2 milhões de doses da vacina da Pfizer já para o primeiro semestre — 1 milhão de já em abril e as demais ao longo de maio e junho. Com isso, o Brasil totalizará 15,5 milhões de doses até junho.

Com relação à Coronavac, o presidente do Butantan, Dimas Covas, disse que, até 10 de maio, a previsão é entregar 46 milhões de doses e que, além disso, já foram iniciadas entregas de 54 milhões de doses adicionais. Até agosto, a proposta é disponibilizar 100 milhões de doses. A Fiocruz, por sua vez, entregou nesta semana cinco milhões de doses e, até o final de abril, prevê 18 milhões de doses. Depois, a meta será aumentar, disponibilizando 21,5 milhões, em maio; 34,2 milhões, em junho; e 22 milhões, em julho.

O Brasil também tem acordos firmados para entrega de 38 milhões de doses da vacina da Janssen, braço farmacêutico da Johnson & Johnson, até novembro, sendo a primeira entrega, de 16,9 milhões de doses, até agosto. Outras 33 milhões de doses de diversas vacinas, viabilizadas por meio da Covax Facility, aliança global criada pela OMS, devem ser entregues até o fim do ano.

Brasil é um dos poucos países a produzir vacina no mundo. (Foto: ABr)

Mais 20 milhões de doses da vacina indiana também estão contratadas, mas ainda não houve liberação da Anvisa. A mesma situação acontece com a vacina russa Sputnik V — o governo fechou contrato para 10 milhões de doses, mas a vacina também segue pendente de aprovação.

Os números da pandemia ainda são bastante preocupantes – o país já passou da marca dos 13,7 milhões de casos de Covid-19 e 365 mil mortes. Mas, como disse Tedros Adhanom Ghebreyesus, chefe da OMS, “as vacinas oferecem uma grande esperança para reverter a maré da pandemia”.

É preciso cobrar dos poderes públicos agilidade na vacinação, fazer nossa parte, adotando os protocolos de saúde, e até fiscalizar por conta própria as imunizações, filmando com celular, por exemplo, para evitar fraudes como as “vacinas de vento”, como temos visto pelo país. Com o avanço da imunização e a consciência de todos, vamos superar esse momento difícil.

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Governo do Estado começa a vacinar forças de segurança e salvamento contra a Covid-19

O Governo do Estado do Rio de Janeiro inicia nesta quarta-feira (14/4) a vacinação contra Covid-19 para agentes de segurança e salvamento que estão na ativa. Serão imunizados policiais civis (apenas no Grande Rio), militares, penais e rodoviários federais, além de bombeiros. O grupo começa a receber as doses após o fim da vacinação dos profissionais da área de Saúde das corporações.

Para policiais, a vacinação ocorrerá exclusivamente nos batalhões da PM e unidades militares. Já para bombeiros, acontece em Guadalupe, no Complexo de Ensino e Instrução Coronel Sarmento, e em Campinho, onde fica a 1ª Policlínica do CBMERJ (Veja os critérios abaixo).

A ação, planejada com base no Decreto Estadual 47.547, que dispõe sobre a criação do Calendário Único de Vacinação, disponibiliza unidades como postos de vacinação para atender os agentes em várias partes do Estado.

Para garantir a eficiência do processo de imunização, como também inibir possíveis transgressões ao cronograma oficial publicado, foram definidas normativas rigorosas. Estão previstas, por exemplo, sansões para punir tentativas de burlar o critério de prioridade.

O planejamento das próximas semanas vai respeitar a logística de distribuição dos kits pela Secretaria de Estado de Saúde. O calendário, a relação dos beneficiados e os próximos locais de vacinação serão atualizados e divulgados no decorrer da campanha.

POLICIAIS DA ATIVA

Na primeira fase da vacinação, destinada a agentes com mais de 50 anos, serão aplicadas imunizantes da CoronaVac, produzidos pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac.

A vacinação das forças de segurança ocorrerá exclusivamente nos batalhões da PM e outras unidades militares, de modo que não interfira no andamento da imunização da população. A previsão é que sejam disponibilizados cerca de 20 postos de vacinação, que funcionarão das 9h às 16h.

14 de abril – agentes com idade de 56 anos ou mais
15 de abril – agentes com idade entre 52 e 55 anos
16 de abril – agentes com 51 anos

BOMBEIROS DA ATIVA

Até sexta-feira (16.04), cerca de 1.200 doses serão aplicadas em dois polos de vacinação montados pela corporação: um em Guadalupe, onde fica o Complexo de Ensino e Instrução Coronel Sarmento, e outro em Campinho, onde fica a 1ª Policlínica do CBMERJ. O atendimento será de 9h às 16h.

Em Guadalupe, todos os militares lotados nas unidades que fazem parte do Complexo de Ensino e Instrução serão vacinados. Em Campinho, estão listadas as seguintes unidades: 8º GBM (Quartel de Campinho), Comando de Área I – Capital, Diretoria de Assistência Social, 2º GBM (Quartel do Méier), DBM 1/2 (Destacamento de Ramos), DBM 2/M (Destacamento de Piscinão de Ramos), DBM 1/8 (Destacamento de Realengo), 12º GBM (Quartel de Jacarepaguá), GPreve (Grupamento de Prevenção em Estádios) e Odontoclínica e Policlínica de Campinho.

Polo Guadalupe (Avenida Brasil, 23.800) – Bombeiros de todas as unidades que fazem parte do Complexo de Ensino e Instrução.

Polo Campinho (Rua Domingos Lopes, 336) – Agentes das seguintes unidades: 8º GBM (Quartel de Campinho), Comando de Área I – Capital, Diretoria de Assistência Social, 2º GBM (Quartel do Méier), DBM 1/2 (Destacamento de Ramos), DBM 2/M (Destacamento de Piscinão de Ramos), DBM 1/8 (Destacamento de Realengo), 12º GBM (Quartel de Jacarepaguá), GPreve (Grupamento de Prevenção em Estádios) e Odontoclínica e Policlínica de Campinho.

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Covid-19: 1,5 milhão de brasileiros estão com segunda dose da vacina atrasada

Da Agência Brasil

Cerca de 1,5 milhão de brasileiros estão com a segunda dose da vacina contra a covid-19 atrasada. O dado foi trazido nesta terça-feira (13) pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, durante um café da manhã com jornalistas, em Brasília. Segundo ministro, a pasta vai divulgar uma lista, por estado, de pessoas que estão com a segunda dose atrasada. 

A complementação do esquema vacinal, ressaltou, será feito com o apoio do Conselho Nacional de Secretários de Saúde. Aos que estão com a segunda dose atrasada, o Ministério da Saúde, orienta que não deixem de ir a um posto de vacinação para completar a imunização.

Intervalos

Desde que começou a vacinação da população contra a covid-19, duas vacinas são aplicadas no Brasil: a da farmacêutica CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan, em São Paulo, e da farmacêutica AstraZeneca, em parceria com a Universidade de Oxford, produzida pela Fundação Oswaldo Cruz, Fiocruz. No caso da CoronaVac, estudos apontam melhor eficiência quando a segunda dose é aplicada num intervalo de 21 a 28 dias. Já a vacina da AstraZeneca, deve ter a segunda dose aplicada em intervalo maior, três meses.

Medida Provisória

Ainda no café da manhã com os jornalistas, ao dizer que o programa de vacinação é a prioridade número um do ministério, Queiroga adiantou que o governo deve publicar nos próximos dias uma medida provisória para criar uma secretaria específica para ações contra a covid-19. A atual coordenadora do Programa Nacional de Imunização, da pasta, Franciele Francinato deverá comandar a nova secretaria.

Transporte

No encontro com os jornalistas, o ministro da Saúde cobrou disciplina e uso de máscaras pelos usuários de transporte público como forma de evitar ainda mais a disseminação do novo coronavírus. Queiroga adiantou que haverá uma campanha nacional para prevenir a contaminação, em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Regional, mas lembrou que cabe às prefeituras disciplinar regras para trens e ônibus. Segundo o secretário-executivo da pasta, Rodrigo Cruz, uma portaria conjunta com o Ministério do Desenvolvimento Regional deverá ser apresentada na próxima quinta-feira (15).

Lockdown

Sobre um possível lockdown nacional, o ministro da Saúde descartou a hipótese e disse que “uma medida homogênea para o país inteiro não vai funcionar”. Ele acrescentou que tomará medidas “para evitar que o país chegue a cenários extremos”.

Vacinas

Sobre vacinas, Queiroga disse que falou ontem com o presidente do Instituto Butantan, Dimas Covas, e a previsão é manter o calendário de vacinação. “Quando a Fiocruz e o Instituto Butantan receberem mais matéria-prima para fabricarem vacinas, a situação vai melhorar “, garantiu. O ministro lembrou que o governo brasileiro investiu R$ 150 milhões no consórcio Covax Facility para receber vacinas e admitiu que esperava mais doses. “Temos buscado com o diálogo. Estou procurando diminuir a temperatura da fogueira para avançar”, disse.

Ao falar da aprovação de imunizantes e medicamentos que possam ajudar no tratamento do novo coronavírus, Queiroga avaliou que a Anvisa tem feito o trabalho dela “de maneira apropriada”. O ministro garantiu que o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que não vai faltar dinheiro para a saúde.

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Projeto social reforça serviços gratuitos de saúde durante pandemia

Criado em 2007 por um casal de médicos em Duque de Caxias, o Brasil Sem Alergia surgiu com o intuito de levar tratamento gratuito de processos alérgicos para moradores carentes da Baixada Fluminense, em uma região cercada de indústrias e com prevalência de alergias respiratórias e dermatológicas. Com o passar dos anos, a iniciativa ganhou relevância e expandiu suas atividades, com novos postos de atendimento e a inclusão de mais serviços de saúde. Hoje, a ação social tem três unidades na Baixada Fluminense, uma na Zona Oeste do Rio e um quinto posto, na Região dos Lagos, em parceria com a Cruz Vermelha.

A iniciativa já beneficiou mais de 500 mil pessoas, transformando a vida de muita gente com a oferta gratuita de consultas médicas, testes alérgicos e orientação multidisciplinar, além da realização gratuita da espirometria, que custa em torno de R$ 200 em clínicas particulares. O exame é fundamental para o diagnóstico preciso de doenças respiratórias, agravantes em casos de Covid-19, como asma. A equipe oferece ainda a imunoterapia – vacinas para fortalecer o sistema imune – a custo de fabricação e conta com um centro gratuito de nebulização e um ambulatório antitabagismo.

Por ser um serviço essencial, as atividades do Brasil Sem Alergia não pararam com a chegada da pandemia. Muito pelo contrário. O projeto aumentou seu efetivo e está à disposição de todos os moradores do Estado do Rio, seja com atendimentos presenciais, seja com telemedicina, implementada em tempos de distanciamento social.

Para agendamento de consultas em alergias e doenças imunológicas, tirar dúvidas e saber mais sobre os serviços oferecidos, os interessados poderão enviar uma mensagem pelo WhatsApp para (21) 99374-2042 ou ligar para (21) 4063-8720 ou ainda acessar www.brasilsemalergia.com.br. Os atendimentos são realizados de segunda a sábado, de 9h às 18h, seguindo todas as normas de proteção contra a Covid-19.

 

Trabalho na pandemia

 

Durante a pandemia, o Brasil Sem Alergia intensificou suas atividades dentro e fora dos postos de atendimento, inclusive com um ônibus itinerante em ações voluntárias de saúde ao redor do estado. Respeitando todas as orientações sanitárias, a equipe percorreu municípios da Baixada Fluminense, como Mesquita, Nova Iguaçu e Queimados, além de Iguaba Grande e Maricá, com foco na prevenção das alergias e promoção da saúde. No período, mais de 2 mil pessoas foram atendidas nas 20 ações itinerantes do projeto, com testes alérgicos, consultas médicas, prescrição de medicamentos essenciais e orientações relacionadas à Covid-19.

Além disso, o Brasil Sem Alergia doou a seus pacientes mais de 3 mil kits com remédios para asma, um dos principais fatores de risco em casos de coronavírus. Antes da pandemia, a asma já era a quarta maior causa de hospitalização no país. No projeto, pacientes asmáticos ganharam atenção redobrada, inclusive com opção de consultas on-line.

 

Até o início da pandemia, o Brasil Sem Alergia também contava com um coral, o Canto que Cura, formado por 40 pacientes do projeto com problemas respiratórios. O grupo foi criado com o objetivo de melhorar a condição de saúde destas pessoas, já que há estudos demonstrando a eficácia da prática do canto no controle de sintomas pulmonares. Além das aulas gratuitas, cada integrante era acompanhado pelo departamento médico e recebia medicamentos para o tratamento de sua doença respiratória. Muitos alunos apresentaram melhora significativa dos sintomas, com ganho comprovado da condição pulmonar.

A equipe espera retomar os ensaios tão logo acabe esse período, voltando a proporcionar momentos de cultura e lazer para seus pacientes, além de retomar as performances da turma em eventos culturais.

 

– Ao longo desses quase 15 anos à frente do Brasil Sem Alergia, transformamos a realidade de muita gente, levando saúde e qualidade de vida para centenas de milhares de pessoas que não teriam acesso a serviços médicos na rede particular. Tenho muito orgulho do trabalho que nós desenvolvemos até aqui e espero que possamos fazer ainda mais pela população do Rio e do país – comenta Marcello Bossois, médico alergista e pesquisador, coordenador técnico do Brasil Sem Alergia.

 

*Atualmente, cerca de 35% dos brasileiros têm algum tipo de alergia, de acordo com o Ministério da Saúde.

 

Endereços das unidades do Brasil Sem Alergia

 

Duque de Caxias: Rua Conde de Porto Alegre, 155, 25 de Agosto

Nova Iguaçu: Rua Iracema Soares Pereira Junqueira, sem número, Cruz Vermelha Nova Iguaçu

Xerém: Praça da Mantiqueira, 18, Centro Médico Estrela de Davi

Realengo: Av. Santa Cruz, 1896

Iguaba Grande: Rua Paulino Pinto Pinheiro, 133, Centro, Cruz Vermelha Iguaba Grande

Canais oficiais do Brasil Sem Alergia

Site: www.brasilsemalergia.com.br

Instagram: www.instagram.com/brasilsemalergia

Facebook: www.facebook.com/brasilsemalergiaoficial

YouTube: www.youtube.com/alergiahormonal

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Mais dois pontos de vacinação extras contra a Covid-19 são inaugurados no Rio

Mais dois pontos de vacinação extras contra a Covid-19 foram inaugurados pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS), nesta segunda-feira (12).

O primeiro foi no Museu Militar Conde de Linhares em São Cristóvão, numa parceria com o Exército Brasileiro, por meio do Comando Conjunto Leste. No local, a vacina é aplicada de segunda a sábado, das 8h às 17h.

O segundo foi no Club Municipal na Tijuca e funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.

Nesta segunda, a vacina está sendo aplicada em mulheres de 63 anos, profissionais de saúde de 54 anos e a segunda dose de quem já tomou a primeira.

 

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Municípios do Rio estão com risco muito alto para covid-19

Da Agência Brasil

A 25ª edição do Mapa de Risco da Covid-19, elaborado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES), mostra que a situação da pandemia se encontra em risco muito alto (roxo) nas regiões serrana e metropolitana I, como a Baixada Fluminense, Niterói e São Gonçalo, incluindo o município do Rio.

As regiões do Médio Paraíba, Centro-Sul, Norte, Baixada Litorânea saem da bandeira roxa para a vermelha, o que aponta para uma melhora nos parâmetros epidemiológicos. As regiões da Baía da Ilha Grande, Noroeste e Metropolitana II seguem com bandeira vermelha (risco alto). A análise compara a semana epidemiológica 12 (21 a 27 de março) com a 10 (7 a 13 março) de 2021.

Óbitos

O estado apresentou aumento de 44% no número de óbitos e de 7% nos casos de internações por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) na comparação do período analisado. As taxas de ocupação de leitos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no estado, com dados desta sexta-feira (9), estão em 90% para leitos de UTI e em 75% para leitos de enfermaria.

Cada bandeira representa um nível de risco: roxa (risco muito alto), vermelha (risco alto), laranja (risco moderado), amarela (risco baixo) e verde (risco muito baixo).

Vacinas

A SES realizou ontem (9) a 12ª entrega de vacinas contra covid-19 aos 92 municípios do estado. Foram distribuídas 431.500 doses, sendo 195.400 da coronaVac e 236.500 da Oxford/AstraZeneca.

Kit intubação

A secretaria  também realizou uma nova entrega de medicamentos do chamado “kit intubação” a 74 unidades de saúde de todo o estado que atendem pacientes em tratamento de covid-19. Entre os itens distribuídos, estão: atracúrio, propofol e morfina, medicações fundamentais para o tratamento de pacientes internados em estado grave em UTI. Em reunião com o Ministério Público Federal, Ministério Público do Estado do Rio e Defensoria Pública do Estado e da União a SES informou que está entregando todo o estoque de medicação do “kit intubação” aos municípios e hospitais.

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Secretaria de Saúde realiza em seis horas a entrega de 431.500 doses de vacina contra Covid-19

A Secretaria de Estado de Saúde (SES) realizou, nesta sexta-feira (09.04), a 12ª entrega de vacinas contra Covid-19 aos 92 municípios do estado. Em apenas seis horas, foram distribuídas 431.500 doses, sendo  195 mil de CoronaVac e 236.500 de Oxford/Astrazeneca.

As cidades do Rio, Niterói, São Gonçalo e Maricá retiraram as doses em caminhões e vans, na Coordenação Geral de Armazenagem (CGA) da SES, em Niterói. Já para os outros 88 municípios, a distribuição foi realizada por cinco helicópteros, sendo dois do Governo do Estado, um da Secretaria de Estado de Polícia Civil, um do Corpo de Bombeiros e um da Secretaria de Estado de Polícia Militar. 

A Subsecretaria de Vigilância em Saúde (SVS) esclarece que segue cumprindo as recomendações preconizadas no Programa Nacional de Imunizações (PNI). De acordo com a Nota Técnica 297, divulgada pelo Ministério da Saúde no último dia 31.03, fica recomenda a vacinação dos “segmentos das forças de segurança e salvamento que vêm atuando diretamente nas ações de controle da pandemia”.

A nota orienta ainda que o quantitativo de vacinas destinado às forças de segurança será enviado de forma escalonada e proporcional, destinado exclusivamente para a vacinação destes grupos. As doses enviadas aos municípios não sofrerão impacto com a inclusão destas categorias, uma vez que continuam sendo separadas de forma proporcional para cada grupo a ser vacinado.

A SES reforça a importância do Calendário Único de Vacinação, estabelecido em decreto do Governo do Estado, que tem como objetivo unificar as ações de imunização contra a Covid-19 e evitar o contágio e a propagação do vírus em grupos que atuam em ações de enfrentamento à pandemia.

Vacinas aplicadas – Até as 9h desta sexta-feira (09), o estado registrava 1.523.538 de pessoas vacinadas com a primeira dose e 433.198 com a segunda. O vacinômetro pode ser acessado pelo site: https://vacinacaocovid19.saude.rj.gov.br/

Liberação de vacina – As vacinas contra Covid-19 do laboratório Oxford/Astrazeneca serão liberadas de forma mais rápida ao Estado do Rio de Janeiro. A partir da solicitação do Governo do Estado, a próxima remessa dos imunizantes produzidos na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), ficará diretamente na capital para serem distribuídas aos 92 municípios. O pedido foi aceito pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, durante encontro com o secretário de Estado de Saúde, Carlos Alberto Chaves, nesta quinta-feira (08). Com essa decisão, os lotes destinados ao Rio de Janeiro não precisarão mais passar pelo Centro de Distribuição do Ministério da Saúde, em São Paulo.

Entrega Kit intubação – Nesta sexta-feira (09), a SES realizou uma nova entrega de medicamentos componentes do chamado “kit intubação” a 74 unidades de saúde de todo o estado que atendem pacientes em tratamento de Covid-19. Entre os itens distribuídos, estão: atracúrio, propofol e morfina, medicações fundamentais para o tratamento de pacientes internados em estado grave em UTI. Em reunião com o Ministério Público Federal, Ministério Público do Estado do Rio e Defensoria Pública do Estado e da União, a SES informou que está entregando todo o estoque de medicação do “kit intubação” aos municípios e hospitais. De acordo com o Ministério da Saúde, uma nova remessa chega ao Rio nesta sexta-feira e será imediatamente distribuída pela SES.

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Paes sanciona Lei de prioridade a pessoas com deficiência para vacinas

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (DEM) sancionou o projeto de lei que inclui pessoas com deficiência (PCD’s) entre os grupos que têm prioridade na hora da vacinação contra a Covid-19. O projeto pedia a alteração do calendário do Município, para que incluísse a classe na hora de vacinar, com prioridade.

Desta forma, a partir do dia 24 de abril, quando inicia-se a fase de pessoas com 60 anos, os PCD’s entrarão com essa prioridade na fila para se imunizar. A projeto foi do vereador Mario RIbeiro, que preside também a Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência da Câmara Municipal, através da criação da PL 89/2021.

“Sabemos o quanto esse grupo é de risco. Essas pessoas não têm, muitas vezes a condição de se prevenir. Não tem condição de usar máscara, não consegue controlar o uso das mãos, muitas delas com doenças e comorbidades. Se pegar o coronavírus, tem muitas chances de pegar a parte mais severa da doença. Por isso, a necessidade desse projeto”, afirmou Ribeiro.

A Lei foi publicada no Diário Oficial do Município na edição de quinta-feira (8) e agora as partes todas se reúnem para determinar a melhor maneira de alterar o calendário para a entrada de PCD’s com prioridade até a data de 24 de abril

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Rio chega a um milhão de pessoas vacinadas com a primeira dose contra a Covid-19

O Rio de Janeiro  chegou a marca de um milhão de pessoas vacinadas com a primeira dose contra a Covid-19, o que representa 14,9% da população carioca, informou a prefeitura. Se for levado em conta apenas quem tem 60 anos ou mais, esse índice sobe para 68,1% dos moradores da capital  nesta faixa etária.

Nesta sexta-feira (09), é a vez das mulheres com 64 anos receberem a primeira dose da vacina, além dos profissionais de saúde de 55 anos.

A Prefeitura informou que espera chegar ao final de abril com todas as pessoas de 60 anos ou mais vacinadas.

Na quinta, a Secretaria Municipal de Saúde inaugurou mais um ponto de vacinação extra, dessa vez na quadra do Cacique de Ramos, na Zona Norte da cidade.  O movimento foi grande na sede do bloco carnavalesco, um dos mais tradicionais da cidade.

A vacinação contra a Covid-19 a cada dia é destinada aos grupos prioritários indicados nos calendários oficiais divulgados pela Secretaria Municipal de Saúde e que podem ser consultados no site coronavirus.rio.

 

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Covid-19: governo anuncia distribuição de mais 4,4 milhões de vacinas

Da Agência Brasil

O Ministério da Saúde informou que, a partir de hoje (8), entregará mais um lote de vacinas da covid-19 a todas unidades federativas para reforço da campanha de imunização. Acrescentou que 4,4 milhões de doses serão entregues “de forma proporcional e igualitária”.

Desse total, 2 milhões serão de vacinas da CoronaVac produzidas pelo Instituto Butantan, e 2,4 milhões serão da AstraZeneca/Oxford, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Todas essas doses foram produzidas no Brasil com matéria-prima importada.

“As doses serão destinadas para vacinação de trabalhadores da saúde, idosos entre 65 e 74 anos, forças de segurança e salvamento e Forças Armadas que atuam na linha de frente do combate à pandemia”, informou, por meio de nota, o Ministério da Saúde.

Parte das vacinas será destinada para a primeira dose dos agentes das forças de segurança e salvamento, Forças Armadas e idosos entre 65 e 69 anos.

As demais vacinas têm como destino a segunda dose a ser aplicada em trabalhadores da saúde e idosos entre 70 e 74 anos, de forma a garantir a aplicação conforme o tempo recomendado de cada imunizante (quatro semanas para a vacina do Butantan e 12 semanas para as doses da Fiocruz).