Categorias
Destaque Economia

Bolsonaro suspende aumento de preços de remédios

O presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta terça-feira (31) o adiamento no reajuste de preço de todos os remédios pelos próximos 60 dias. Por meio de sua conta no Twitter, o presidente afirmou que a decisão foi tomada de comum acordo com a indústria farmacêutica. No Senado, tramita projeto que também evita o aumento nos preços dos medicamentos. De iniciativa do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), o PL 881/2020, entretanto, congela os preços dos remédios por todo o tempo que durar a pandemia do coronavírus.

O texto suspende eventuais reajustes nos preços de medicamentos durante a vigência do estado de calamidade pública reconhecido pelo Decreto Legislativo 6, de 2020, em virtude da pandemia de covid-19. O PL estabelece também que a vigilância da estabilidade dos preços ficará sob responsabilidade dos Ministérios da Economia e da Justiça e Segurança Pública. As pastas ficam autorizadas a promover convênios com os governos dos estados, dos municípios e do Distrito Federal para  garantir a medida.

Em caso de descumprimento, a autoridade competente aplicará pena de multa no valor mínimo de R$ 500,00 e máximo de R$ 80.000,00, dependendo da estrutura e do porte do estabelecimento. O estabelecimento também poderá ser fechado ou ter as atividades suspensas até a assinatura do termo de ajustamento de conduta.

Fonte: Agência Senado

Categorias
Fernanda Haddock Lobo | Comer Bem

Bolo de chocolate low carb

 Ingredientes da massa
− 4 ovos.
− 200 g de coco ralado sem açúcar.
− 4 colheres (sopa) de leite em pó.
− 200 ml de leite de coco.
− 4 colheres (sopa) de xylitol.
− 4 colheres (sopa) de cacau em pó.
− 1 colher (sopa) de fermento em pó. 

Ingredientes da cobertura
− 100 g de chocolate meio amargo.
− 200 g de creme de leite.

 Modo de preparo
− Bata no liquidificador os ovos, leite de coco, leite em pó, cacau, coco ralado e xylitol.
− Por último, acrescente o fermento e misture.
− Despeje a massa em uma forma untada e leve ao forno pré-aquecido a 180º por, aproximadamente, 30 minutos. 

Modo de preparo da cobertura
− Derreta o chocolate meio amargo em banho Maria, acrescente o creme de leite e misture bem.− Desenforme o bolo assim que ele esfriar e coloque a cobertura.

Categorias
Flávio Soares | Corpo e Ação

Atividade física aumenta sua imunidade

Apesar do momento critico em que vivemos por conta do coronavírus, falaremos sobre um tema muito interessante: a importância da atividade física para o aumento da imunidade. Não só pelo vírus, mas também pelo grande aumento de epidemias, bactérias e de doenças causadas por baixa imunidade, cada vez mais agressivas. 

Já deixando bem claro que a prática de exercícios físicos não será fator determinante para que isso não venha acontecer, mas sim como um suporte para que o organismo se comporte melhor a um eventual contágio. Pois, certamente um sistema imunológico fortalecido proporcionará defesas de maneira mais rápida e eficaz contra qualquer quadro de infecção.

 A melhor resposta para o aumento da imunidade vem da prática de exercícios físicos, de forma e carga moderada. Podemos mesmo ver um consenso dos autores de artigos científicos sobre essa intensidade. Tal melhora vem do aumento dos linfócitos, células chamadas de ‘natural killers’. Eles atuam diretamente no sistema inato −conjunto de formas de imunidade que nasce com cada indivíduo −, com a função de destruir células infectadas por vírus ou tumorais  

Contribuindo para a proteção do organismo – onde a atividade física terá um papel primordial – está perda ou manutenção do peso corporal. Isso serve para se obter bons níveis de colesterol e para a diminuição do estresse, já que esse tem sido um dos principais fatores para o surgimento de novas doenças. 

Não existe a melhor modalidade física a ser feita, nem mesmo a mais eficiente. O importante é se exercitar continuamente. E, para que essa prática lhe traga melhores benefícios, faça a que lhe der prazer, mesmo sem sair de casa. 

Categorias
Marynês Meirelles | Direto ao Ponto

Cidadões x cidadãos

Em tempo de corona vírus, um pequeno resfriado pode ser assustador. Em um hospital público, Paula aguardava na fila para ser atendida. Uma funcionária surge no meio da sala de espera e diz: 

─ Os atendimentos estão demorados porque muitos cidadões estão resfriados e nossos consultórios estão lotados. Tenham calma, por favor! 

Paula repetiu, já fazendo a correção:

 ─ Muitos cidadãos estão resfriados, não é isso?

 ─ É, ainda bem que a senhora entendeu. Os cidadões ficam nervosos e querem logo ser atendidos. 

─ Ah, entendi. Os cidadãos ficam nervosos.

 ─ A senhora está com algum problema? Eu já disse isso.

 ─ Ah, está bem. Eu não tinha compreendido…  

DIRETO AO PONTO  

Errado: os cidadões estão doentes.  

Correto: os cidadãos estão doentes.  

O plural de cidadão é cidadãos. O acréscimo apenas do “s”, resultando na terminação ‘ãos’, ocorre em todas as paroxítonas (quando a sílaba tônica, mais forte, da palavra é a penúltima) e em algumas oxítonas (quando a sílaba tônica é a última), inclusive em algumas monossílabas.  

Veja alguns exemplos: órfão – órfãos / bênção – bênçãos / cidadão – cidadãos / irmão – irmãos / sótão – sótãos / mão – mãos / chão – chãos / grão – grãos. 

Categorias
Mônica Freitas | Ética e Cidadania

A economia do mundo nas mãos dos médicos 

O impacto da pandemia causada pelo covid-19, o coronavírus, que teve início em dezembro do ano passado na China, tem causado perdas significativas em vários setores na atividade econômica: desde empresas aéreas e de turismo, indústrias e fábricas até taxas de câmbios, commodities e bolsas de valores. Sendo a China responsável por um terço das manufaturas do mundo e a primeira em exportações de bens de consumo, pode-se imaginar que a paralisação de algumas de suas fábricas, como medida de contenção da doença, provoca taxas de crescimento mais baixas da economia global e consequente diminuição do PIB.

No entanto, há o outro lado da questão a ser considerado. Ocorre junto a isso a queda da densidade de dióxido de nitrogênio lançado na atmosfera e a diminuição do consumo talvez desenfreado de bens de consumo. Não quero dizer com isso que a tal epidemia seja um mal necessário, mas parece certo dizer que toda e qualquer situação de calamidade, por que passa a humanidade, constitui uma oportunidade, ainda que sofrida, de rever certos valores e curar certos desequilíbrios, os quais têm se tornado crônico no corpo orgânico de nosso planeta.

Para além de tais considerações, é interessante notar o fato, talvez irônico, de que não existe no mundo líder político poderoso ou grande conglomerado financeiro ou moeda de câmbio forte que possa salvar a economia de um possível colapso senão os profissionais da saúde. Diante disso somente nos resta uma pergunta: por que então investimos tão pouco em saúde e educação?

Categorias
Tatiana Moraes | Meio Ambiente

Novo coronavírus e meio ambiente

Uma fase triste e complicada em termos mundiais. A ciência está fazendo sua parte, correndo contra o tempo para encontrar uma solução para a pandemia. E nós fazendo nossa parte para não disseminarmos o vírus.

Sob o olhar do Direito Ambiental, podemos ter algumas conotações bastante importantes sobre a pandemia. A primeira delas diz respeito ao conceito de meio ambiente. Essa definição vai muito além do ambiente natural, conhecido pela maioria das pessoas.

O meio ambiente compreende, além do natural − florestas, mares, lagos, lagoas, etc. −, o ambiente artificial (que abrange o ambiente urbano e rural); o ambiente cultural (como museus, praças, templos religiosos, etc.) e o ambiente do local de trabalho. Ou seja, todos esses ambientes estão vinculados à vida humana.

Outro ponto bastante importante é o vínculo do conceito de meio ambiente à definição de saúde. A própria Constituição Federal, ao falar de meio ambiente ecologicamente equilibrado, estabelece que este é essencial à sadia qualidade de vida.

Além disso, há três princípios do Direito Ambiental que devem ser observados nesse contexto. Dois deles são princípios da prevenção e precaução, que trabalham com a incerteza. Ou seja, diante de incerteza de que certa atividade vá ou não causar dano, deve-se impedi-la.

Desse modo, diante das incertezas quanto aos impactos negativos à saúde humana do coronavírus, das incertezas de quando haverá vacina, medicamento e cura, o que se deve fazer é apenas o que se tem certeza: os métodos preventivos da doença anunciados pelas autoridades de Saúde, como o isolamento social e as práticas de higiene e prevenção à doença.

Finalmente, temos o princípio da cooperação entre os povos, pelo qual o olhar preventivo não deve estar pautado apenas nas agendas locais de cada país, mas sim de todas as pessoas, locais e nações. Assim como o dano ambiental não tem vê fronteiras, o vírus também não.

Sejamos preventivos, precavidos e cooperativos!

Categorias
Carlos Augusto | Opinião

O movimento sindical precisa encontrar seu rumo histórico de defesa da classe trabalhadora

A revista Veja, em sua edição nº 2.678, de 18 de março desse ano, aborda de forma resumida a situação do movimento sindical, em particular das centrais sindicais, com o título “A mamata acabou”. A matéria fala da situação financeira caótica das entidades sindicais com o fim do imposto sindical.

Registra a matéria que “as receitas/arrecadação total da CUT caiu 80%, e que a contribuição obrigatória passou de 62.2 milhões em 2017 para 441.539 reais, e que há no Brasil 10.892 vinculados a 551 federações, 48 confederações e 6 centrais sindicais”.

Mais adiante, a matéria aborda a declaração do presidente da CUT, Sérgio Nobre, que afirma: “o impacto do fim do imposto sindical foi muito forte. O que temos de fazer numa situação dessas é cortar custos e buscar receitas novas. Estamos ampliando a sindicalização. Temos de trabalhar para recuperar nossa capacidade de financiamento”.

Essa matéria, sem dúvidas, espelha o que sobrou hoje do movimento sindical com a reforma trabalhista e o fim do imposto sindical. O que me causa surpresa são os atuais dirigentes sindicais, em particular os da CUT e de seus sindicatos e federações filiados, estarem perplexos e sem reação ao fim do imposto sindical e aos violentos ataque que vem sofrendo a classe trabalhadora.

A CUT, desde sua criação em 1983, sempre defendeu em sua essência, registrado em seus cadernos de teses (Congresso em Praia Grande), o fim do imposto sindical. Tanto que os sindicatos filiados devolviam a parte que lhe cabia do imposto aos trabalhadores − vide Sindicato dos Bancários de São Paulo −, lembrando que o imposto sindical era distribuído da seguinte forma: sindicatos (60%), federações estaduais (15%), confederações nacionais (5%) e Ministério do Trabalho e Emprego (10%) e centrais sindicais (10%).

Na verdade, muito embora defendesse o fim do imposto sindical, a CUT e demais centrais sindicais e sindicatos não se prepararam para sobreviverem sem esse famigerado imposto que manteve centenas de sindicatos pelegos (que nunca fizeram lutas em defesa dos direitos de seus trabalhadores).

A CUT em particular, que sempre defendeu o fim do imposto, o pluralismo sindical e a tese do negociado sobre o legislado, agora não está sabendo lidar com essa catastrófica situação que foi a reforma trabalhista e a reforma previdenciária. E vem aí a reforma sindical já anunciada aos quatros ventos. Com certeza absoluta, a reforma sindical que o governo irá implementar, em conluio com o Congresso e o Poder judiciário, vai exterminar com o pouco que restou de organização sindical.

O movimento sindical tem um papel preponderante na defesa dos interesses sociais, políticos e dos direitos dos trabalhadores. Precisa urgentemente unificar as forças para esse enfrentamento, principalmente agora diante do estrago que esta sendo feito por esse violento vírus que, além da levar a óbito dezenas de cidadãos, está dizimando empregos e a economia do país.

A hora é essa… “Quem sabe faz a hora, não espera acontecer”!

Categorias
Helainy Araujo | Saúde Capilar

Os benefícios do silicone nos produtos capilares

O silicone utilizado pela indústria cosmética é um grande aliado para embelezamento dos cabelos. Ele é um mineral, polímero composto por cadeias de oxigênio e silício resistente a altas temperaturas, presente nas composições de inúmeros produtos, e por sua capacidade de resistência ao calor, ele é mais comumente utilizado como um protetor dos fios.

O silicone forma uma película protetora nos fios, capaz de protegê-los dos danos da penteabilidade diária, do calor do secador, da prancha, do babyliss, dos raios UV causados pelo sol e de agressões externas. Além disso, ele sela as pontas e deixa os fios mais controlados, com menos frizz e mais brilho, disfarçando pontas duplas e melhorando o aspecto das pontas como um todo.

Os shampoos deixaram de ser somente um processo de simples limpeza, para se tornarem uma parte fundamental do tratamento, entrando em sinergia com os demais produtos de beleza capilar. Os silicones por sua vez, possuem grande importância no shampoo, conferindo maleabilidade, maciez e penteabilidade aos fios, mesmo antes do uso do condicionador, auxiliando o cabelo devido à capacidade de formar “um filme” ao redor da fibra.

Diversos tipos de silicones nobres estão presentes também nos condicionadores, máscaras de tratamentos, finalizadores em creme, em óleo ou em spray. O uso de silicones diferenciados, como amodimeticones especiais de formação de filme, proporcionam benefícios extras de proteção térmica e de cor para cabelos tingidos. Os polímeros híbridos de silicone, para definição de cachos e redução de frizz, que mantêm aspecto natural e até resinas de silicone, para proteção de tratamentos com tinturas.

Apesar de trazer tantos benefícios, o silicone não ‘trata’ efetivamente o cabelo, pois ele é protetor e embelezador e não um ativo hidratante ou nutritivo. Por isso, não pode substituir o tratamento capilar promovido pelas máscaras de tratamento.  Inobstante os benefícios irrefutáveis do silicone nos produtos capilares, seu uso deve ser combinado com outros ativos de qualidade, que estão presentes nos diversos produtos capilares disponíveis no mercado.

Categorias
Vitor Chimento | Serra

Doces Morro Azul

Uma receita de mais de 60 anos e com um ingrediente principal: perseverança   

Morro Azul é um pequeno distrito do município de Engenheiro Paulo de Frontin − na divisa com a cidade de Miguel Pereira −, que no período do Ciclo do Café viveu um momento de expansão. Neste período, várias fazendas foram construídas e que produziam, entre outras iguarias, doces e licores. Sempre despertou a atenção de turistas nacionais e estrangeiros que chegavam à região em busca das belezas naturais  e da tranquilidade.

Foi neste pacato local que, nos anos 50, com apenas 10 anos de idade, Zezinho, acompanhado de sua família, desembarcaram vindos de Minas Gerais. Começou como ajudante numa fábrica de doces caseiros feitos em grandes tachos de cobre e que pertencia a uma parente próxima. Ajudava na produção e na distribuição dos doces por toda a região usando a Maria Fumaça− que fazia a ligação Governador Portela a Vassouras − e que passava às portas da casa de Doces Morro Azul. Começava uma história de muito sucesso, de perseverança e de tradição.

Foto: Vitor Chimento / Diário do Rio

Aos 20 anos, Sr. Zezinho, como já era conhecido, tocava sozinho o negócio e acreditava na continuidade de um sonho, construindo a segunda sede de Doces Morro Azul, respeitando exatamente a receita original e aumentando, assim, sua produção. Contava apenas com a ajuda da família, principalmente de Dona Nair, sua companheira.

Nos anos 70, Doces Morro Azul teve sua produção aumentada devida a uma grande demanda, tendo assim que contratar pessoas para poder atender aos pedidos. Mas não perdeu com isso o espírito de empresa familiar que sempre dominou a fábrica.

Dos três filhos que teve, Sr. Zezinho encontrou em sua filha Nara a cúmplice ideal. Seguindo os passos do pai, com dedicação, empenho e empreendedorismo, Nara ampliou, inovou e construiu a terceira sede e um empório, onde seus produtos são expostos para venda. Ela contou ao jornal Diário do Rio que se emociona todas as vezes em que uma nova etapa de produção se inicia, nos mesmos moldes de como era feito pelo há mais de 60 anos.

Fotos: Vitor Chimento / Diário do Rio

Os doces produzidos, além das normas básicas exigidas de qualidade e higiene, trazem um sabor especial da roça, o cheiro da infância e a satisfação de ver e comprovar que a receita de perseverança, de amor e respeito aos ensinamentos do grande mestre doceiro, o Sr. Zezinho, não tem como dar errado.

Morro Azul está a 100 km da cidade do Rio de Janeiro e fica na Travessa João Batista Goulart, nº 41. Todos que forem lá serão recebidos por Nara, que tem um grande prazer em contar essa história e mostrar como se dá o processo de fabricação, além de também poder adquirir seus produtos.

Categorias
Ana Cristina Campelo | Seus Direitos

Seu direito termina aonde começa o do outro

Cidadania, diz o dicionário, é a condição de pessoa que, como membro de um Estado, se acha no exercício de direitos que lhe permitem participar da vida política e social de seu país. É a prática dos direitos e deveres de uma pessoa em um Estado. Os direitos e deveres de um cidadão devem estar sempre juntos, já que o direito de um cidadão implica necessariamente numa obrigação de outro cidadão.

Cidadão é aquele que se identifica como parte de um território, desfruta dos direitos e cumpre os deveres estabelecidos em lei. Assim, exercer a cidadania é ter consciência de suas obrigações e lutar para que o que é justo e correto seja colocado em prática, sempre e acima de tudo. Para que a pessoa possa ter dignidade, faz-se imprescindível que lhe seja assegurado os seus direitos sociais previstos na Constituição Federal, tais como: educação, saúde, trabalho, lazer, segurança, previdência social, proteção à maternidade e à infância e assistência aos desamparados, como o mínimo absoluto e necessário para que os direitos sejam realmente exercidos como determinado inclusive nas leis da natureza. Sempre que se aborda as questões que envolvem os direitos, se faz referência a algum tipo de obrigação, que pode ser moral, econômica, social ou política.

O termo deveres se refere às atividades, atos e circunstâncias que envolvem uma determinada obrigação moral e/ou ética. Geralmente, os deveres se relacionam com determinadas atitudes que todos os seres humanos, independentemente de sua origem, etnia, idade ou condições de vida, estão obrigados a cumprir, de modo a assegurar ao resto da humanidade a possibilidade de viver em paz, com dignidade e com certas comodidades. Então, os deveres são um dos pontos mais importantes de todos os sistemas de leis porque tem a ver com conseguir formas comunitárias e sociedades mais equilibradas, por onde todos possam ter acesso a seus direitos.

Os deveres podem estar implícitos ou explícitos em uma sociedade e isto tem a ver com os costumes específicos de cada comunidade, assim também com a noção de sua sobrevivência, pois os deveres muitas vezes estão relacionados com a permanência das melhores condições para o desenvolvimento da comunidade. Em muitos casos, os deveres modernos, tais como o pagamento de impostos, o respeito às leis públicas, a participação política ou o cumprimento com determinados níveis de alfabetização, se somam às leis e deveres tradicionais que existem sempre em todas as sociedades.

O mais importante do que representa os deveres é o momento em que eles estão ligados com a noção de direitos. Normalmente, considera-se que o cumprimento dos deveres de uma pessoa tem a ver com respeitar os direitos do outro. Portanto, ambos se relacionam e são essenciais para que os membros de uma sociedade possam conviver de maneira ordenada e organizada. A contraposição deveres/direitos é inerente a todos e a cada um dos indivíduos que formam uma sociedade.

Assim, vivemos sob diversos conceitos, tais como: de deveres, de direitos, de cidadania, de lei, de responsabilidade social, de laser, de democracia, de mortal e de ética. E somente tendo consciência do que cada um destes conceitos representa, de como são importantes para uma vida civilizada e pacífica, é que poderemos construir um mundo melhor. Fique de olho!