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A CULTURA DO PRECONCEITO:

É sempre bom repetir, ainda mais em dias tão conturbados, tão cheios de raiva, ódio e intolerância…. Diz o dicionário, que preconceito é qualquer opinião ou sentimento concebido sem exame  crítico ou sentimento hostil, assumido em consequência da generalização apressada de uma experiência pessoal ou imposta pelo meio. Também pode ser considerado intolerância.
É bem assim que vivemos. Preconceito social, tanto com o rico, quanto com o pobre, quanto com o mediano; Preconceito regional, onde a pessoa vive, tanto num “bom local”, quanto num “mal local”; preconceito religioso, tantas religiões e todas levando ao mesmo lugar, para a mesmo sentimento, para um mesmo Criador; preconceito pelos sotaques das diversas regiões deste Pais;
Preconceito racial, pela  cor que as pessoas trazem na pele; – todas as cores tão lindas;  preconceito pelo estudo que a pessoas  tem e  pelo estudo que a pessoas não tem; preconceito político, razões pelas quais as pessoas decidem apoiar este ou aquele partido; preconceito de gênero, homem, mulher ou gays; preconceito profissional, por que um tem uma profissão e porque não tem;
Preconceito estético, porque é gordo(a) ou porque é magro(a), ou baixo (a) ou alto(a), ou bonito(a) ou feio(a) ; preconceito com a idade, se é “velho ou se é “novo”; preconceito com os deficientes – físicos ou mentais ; Enfim…
Dá para acabar com o preconceito? Educando ou punindo. O que é mais educativo, profilático e inibidor? Combater o próprio preconceito é uma tarefa diária, incessante,  constante, que devemos ter a cada situação que este se apresente, um exercício diário de tolerância aos diferentes de nós, em todos os sentidos,
Leis podem e devem ajudar a que  o preconceito seja aos poucos esvaziado de nossos comportamentos, mais só as leis não resolvem. Temos que ter uma atitude pró-ativa dentro de nossas casas, nos nossos trabalhos, nos lugares públicos, de tolerância e respeito, recíprocos.
Muitas vezes as pessoa é preconceituosa e não sabe. Preste atenção em como você julga e se coloca diante do outro, reprovando-o só porque não é igual a você..
Seja qual for a via a ser percorrida no sentido de se educar as pessoas contra as atitudes preconceituosas, o mais importante é  evitar que se aprofunde a segregação entre os seres humanos, entre os cidadãos dessa nação extremamente heterogenia.
Fique de olho!!!

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Ana Cristina Campelo | Seus Direitos Notícias do Jornal

A cultura do preconceito

 

É sempre bom repetir, ainda mais em dias tão conturbados, tão cheios de raiva, ódio e intolerância…. Diz o dicionário, que preconceito é qualquer opinião ou sentimento concebido sem exame crítico ou sentimento hostil, assumido em consequência da generalização apressada de uma experiência pessoal ou imposta pelo meio. Também pode ser considerado intolerância.

É bem assim que vivemos. Preconceito social, tanto com o rico, quanto com o pobre, quanto com o mediano; Preconceito regional, onde a pessoa vive, tanto num “bom local”, quanto num “mal local”; preconceito religioso, tantas religiões e todas levando ao mesmo lugar, para a mesmo sentimento, para um mesmo Criador; preconceito pelos sotaques das diversas regiões deste pais.

Preconceito racial, pela cor que as pessoas trazem na pele – todas as cores são lindas. Preconceito pelo estudo que as pessoas  tem e  pelo estudo que a pessoas não tê;; preconceito político, razões pelas quais as pessoas decidem apoiar este ou aquele partido; preconceito de gênero, homem, mulher, gays; preconceito profissional, porque um tem uma profissão e porque não tem;

Preconceito estético, porque é gordo(a) ou porque é magro(a), ou baixo (a) ou alto(a), ou bonito(a) ou feio(a) ; preconceito com a idade, se é “velho ou se é “novo”; preconceito com os deficientes – físicos ou mentais. Enfim…

Dá para acabar com o preconceito? Educando ou punindo? O que é mais educativo, profilático e inibidor? Combater o próprio preconceito é uma tarefa diária, incessante, constante, que devemos ter a cada situação que este se apresente. Um exercício diário de tolerância aos diferentes de nós, em todos os sentidos,

Leis podem e devem ajudar para que o preconceito seja aos poucos esvaziado de nossos comportamentos, mais só as leis não resolvem. Temos que ter uma atitude pró-ativa, dentro de nossas casas, nossos trabalhos, nos lugares públicos, escolas, de tolerância e respeito, recíprocos.

Muitas vezes as pessoas são preconceituosas e não sabem. Preste atenção em como você julga e se coloca diante do outro, reprovando-o só porque não é igual a você.

Seja qual for a via a ser percorrida no sentido de se educar as pessoas contra as atitudes preconceituosas, o mais importante é evitar que se aprofunde a segregação entre os seres humanos, entre os cidadãos dessa nação extremamente heterogênica.

Os direitos humanos são os todos os direitos relacionados à garantia de uma vida digna a todas as pessoas. Os direitos humanos são direitos que são garantidos à pessoa pelo simples fato de ser humana. Assim, os direitos humanos são todos direitos e liberdades básicas, considerados fundamentais para dignidade. São direitos civis e políticos; direitos econômicos, sociais e culturais; direitos difusos e coletivos.

A Organização das Nações Unidas (ONU) classifica os direitos humanos como garantia de proteção das pessoas contra ações ou falta de ações dos governos que possam colocar em risco a dignidade humana.

Os direitos humanos incluem o direito à vida e à liberdade, à liberdade de opinião e de expressão, o direito ao trabalho e à educação, entre e muitos outros. Todos merecem estes direitos, sem discriminação.

O Direito Internacional dos Direitos Humanos estabelece as obrigações dos governos de agirem de determinadas maneiras ou de se absterem de certos atos, a fim de promover e proteger os direitos humanos e as liberdades de grupos ou indivíduos.

Assim, não há nada de errado em pensamentos diversos convivendo. Cada um com o seu e respeitando o do outro, por mais divergentes que sejam.

Direitos Humanos no cotidiano estão em toda parte, convivem conosco todos os dias. A questão está nos mínimos gestos e nos mais exagerados também. A Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão de 26.08.1789 é um marco inicial de avanço filosófico, cultural e ético, que define a potencialidade da natureza humana, de estar de posse de todos os seus direitos, por não se poder admitir mais nenhuma interferência política, ideológica ou cultural naquilo que o ser humano detém de mais único: a sua essência.

Estamos todos assegurados pelos princípios lá inseridos e cujas cláusulas fazem a garantia de estabilidade de uma nação. A Declaração dos Direitos Humanos, de 1948, diz que os direitos Humanos não podem ser detidos ou oferecidos, mas conquistados e merecidos todos os dias, realidade cotidiana de cada ser humano. A Declaração, de Viena de 1993, reafirma a indivisibilidade dos direitos humanos e a necessidade de que a promoção e defesa destes direitos  sejam analisadas no conjunto dos direitos civis, políticos, econômicos, sociais e culturais, bem como nas constantes reavaliações globais dos diversos assuntos, diante das mudanças tão rápidas ocorridas neste “ novo mundo” globalizado, dos novos rumos a seguir em busca do aperfeiçoamento e fortalecimento, da promoção e defesa dos direitos humanos, acima de tudo.

Essa realidade terá que ser entendida por todos, para uma convivência que se espera, anseia deseja e merece, de um mundo mais acolhedor e respeitoso. De qualquer ângulo, sexo e cor!

“Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor da sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se podem aprender a odiar, elas podem aprender a amar”. Nelson Mandela.

Fique de olho!

Por: Ana Cristina Campelo/ Advogada e jornalista / MTb 38578RJ

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Colunas Mônica Freitas | Ética e Cidadania

Princípios seculares e extremismo islâmico

A morte de três pessoas dentro de uma igreja (29/10), uma delas decapitada, por um suposto terrorista, na cidade de Nice, reacendeu a polêmica em torno do fundamentalismo islâmico e do secularismo na França, a qual tem sua origem no envolvimento deste país na guerra civil libanesa nos anos 80.

Diante do ataque, o presidente Emmanuel Macron anunciou estado de emergência e reafirmou direitos do Estado democrático, como liberdade de expressão e de consciência e, até mesmo, o direito à blasfêmia.

Em menos de duas semanas anteriores ao atentado, um professor de uma escola tinha sido decapitado por mostrar uma caricatura do Profeta Muhammed, publicada por Charlie Hebdo (2015) em uma aula sobre liberdade de opinião. Isso porque os muçulmanos proíbem qualquer representação física do profeta.

Para além dos fatos que atestam incontroversa violência, ficam questões de difícil discussão, como as que se referem à liberdade de professar religião e de expressar opinião e crenças, bem como o respeito a tais posições.

Liberdade e respeito são dois pilares da vida moral de todo e qualquer indivíduo e trazem em seu bojo outras questões que denotam aspectos não somente para o exercício da cidadania enquanto seres políticos que somos, mas também para o exercício do espírito humano enquanto seres racionais.

Assim, se por um lado temos a capacidade de expressar nossas paixões, sentimentos e atitudes  como amor/ódio, vergonha/indignação e respeito/desrespeito, por exemplo,com relação a pessoas, objetos, ideias e até mesmo intuições,  por outro trazemos a capacidade de conceber conceitos como liberdade e responsabilidade com relação às nossas ações. Isso posto, ao considerarmos os dois lados da contenda, secularistas e extremistas muçulmanos, verificamos que  nenhum dos dois lados se encontra isento de tais capacidades ou impedido de seu exercício.

O que falta então na geopolítica e na ética mundial? Eu não saberia dizer. Mas, algo me parecer essencial para fundar as bases da solidariedade humana: boa vontade para entender e aceitar os diferentes pontos de vista e, nesse caso, em particular, para entender que, para além das disputas pelo poder na esfera da política e da religião, existe algo mais importante que é o valor da vida de um ser  humano.

Mônica Freitas

Bacharel em Letras, professora de inglês e mestre em Filosofia
(PR2-55697)
profmonica_highkeve.com.br

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Ana Cristina Campelo | Seus Direitos

A cultura do preconceito

É sempre bom repetir, ainda mais em dias tão conturbados, tão cheios de raiva, ódio e intolerância… Diz o dicionário que preconceito é qualquer opinião ou sentimento concebido sem exame crítico ou sentimento hostil, assumido em consequência da generalização apressada de uma experiência pessoal ou imposta pelo meio. Também pode ser considerado como intolerância.

É bem assim que vivemos. Preconceito social, tanto com o rico, quanto com o pobre, quanto com o mediano; preconceito regional, em que a pessoa vive, tanto num “bom local”, quanto num “mal local”; preconceito religioso, tantas religiões e todas levando ao mesmo lugar, para um mesmo sentimento, para um mesmo Criador; preconceito pelos sotaques das diversas regiões deste país.

Preconceito racial, pela cor que as pessoas trazem na pele ─ todas as cores tão lindas; preconceito pelo estudo que a pessoas têm e pelo estudo que a pessoas não têm; preconceito político, nas razões pelas quais as pessoas decidem apoiar este ou aquele partido; preconceito de gênero, homem, mulher ou gays; preconceito profissional, por que um tem uma profissão e porque o outro não tem.

Preconceito estético, porque é gordo(a) ou porque é magro(a), ou baixo (a) ou alto(a), ou bonito(a) ou feio(a); preconceito com a idade, se é “velho ou se é “novo”; preconceito com os deficientes, físicos ou mentais.Enfim…

Dá para acabar com o preconceito? Sim, educando ou punindo. O que é mais educativo, profilático e inibidor? Combater o próprio preconceito é uma tarefa incessante, constante, que devemos ter a cada situação que este se apresente, um exercício diário de tolerância aos diferentes de nós, em todos os sentidos,

Leis podem e devem ajudar a fazer com que o preconceito seja, aos poucos, esvaziado de nossos comportamentos. Mas só as leis não resolvem. Temos que ter uma atitude pró-ativa dentro de nossas casas, nos nossos trabalhos, nos lugares públicos, de tolerância e respeito recíprocos.

Muitas vezes a pessoa é preconceituosa e não sabe, não se dá conta. Preste atenção em como você julga e se coloca diante do outro, reprovando-o só porque não é igual a você.

Seja qual for a via a ser percorrida no sentido de se educar as pessoas contra as atitudes preconceituosas, o mais importante é evitar que se aprofunde a segregação entre os seres humanos, entre os cidadãos desse mundo extremamente heterogêneo.

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Mundo Notícias do Jornal

George Floyd: EUA e o mundo se levantam contra o racismo

Da Redação

George Floyd, um cidadão estaduniense completamente anônimo até o final de maio, um homem negro de 46 anos, empregos instáveis e um passado que combinava prisão e pequenas glórias esportivas, foi enterrado no dia 9 de junho em Houston (Texas) depois de um funeral transmitido ao vivo por veículos de comunicação de todo o mundo.

Sua morte, em 25 de maio, em uma brutal prisão gravada em vídeo, provocou uma onda de protestos contra o racismo que atravessou fronteiras e desencadeou reformas policiais imediatas em vários Estados do país, bem como a derrubada de monumentos associados a abusos em países como o Reino Unido e a Bélgica. Floyd se tornou um ícone súbito de um mundo instável, atacado pela brutal crise do coronavírus.

Mais de seis mil homens e mulheres de todas as idades prestaram homenagem a George Floyd às vésperas do seu funeral, quando a câmara-ardente foi instalada na cidade texana onde passou a maior parte da vida. Esta se apagou há duas semanas e um dia em Minneapolis, a maior cidade da nortista Minnesota, quando foi detido em frente a uma loja como suspeito de ter tentado pagar com uma nota falsa de 20 dólares.

As câmeras de segurança da área e dos telefones dos pedestres registraram como quatro policiais o algemaram e o imobilizaram no chão. Um deles, Derek Chauvin, pressionou o joelho contra o chão enquanto Floyd clamava que não conseguia respirar. A agonia durou oito minutos e 46 segundos. Ele disse que o pescoço doía, o estômago doía, tudo doía. Que iriam matá-lo. Floyd, que deixa uma filha de seis anos, foi levado ao cemitério em um caixão dourado. O famoso ex-boxeador Floyd Mayweather custeou todas as despesas.

Brutalidade policial

Manifestação em Denver, Colorado (EUA)

George Floyd cresceu em Houston, embora tenha nascido na Carolina do Norte. Na adolescência, durante os anos noventa, revelou-se bom em futebol americano e basquete e até conseguiu uma bolsa de estudos por seu rendimento neste último esporte, mas depois entrou em uma espiral de prisões e passou quatro anos detido. Tentou começar uma nova vida em Minnesota, onde trabalhava como guarda noturno havia alguns anos até que a pandemia o deixou desempregado.

A morte deste homem até então anônimo provocou a maior onda de protestos nos EUA desde o assassinato de Martin Luther King em 1968. O policial Chauvin foi acusado de assassinato e os três outros policiais também enfrentam acusações. Mas, independentemente do que acontecer nesse julgamento, o caso Floyd já mudou algumas coisas.

Durante o fim de semana que antecedeu o sepultamento, autoridades de cidades como Los Angeles e Nova York anunciaram novas normas para suas forças policiais e um polêmico corte de recursos para reduzir seu poder e desviar recursos para outras agências. Em Minneapolis, a corporação municipal aprovou o “desmantelamento” de sua força policial para “reconstruí-la em um novo modelo de segurança”.

As implicações políticas de todo esse acontecimento, a apenas cinco meses da eleição presidencial nos Estados Unidos, também eram palpáveis no funeral de Floyd. O presidente Donald Trump condenou o que aconteceu, mas foi muito cuidadoso em reconhecer o racismo estrutural que levou a uma morte como esta e tampouco defendeu a necessidade de reformas para evitar abusos policiais. Coube ao seu adversário nas urnas em novembro, o ex-vice-presidente democrata Joe Biden, ocupar o espaço da denúncia social. “A América pode fazer melhor. Não há outra opção senão fazer melhor. Agora é o momento da justiça racial”, disse Biden. (com informações de agências de notícias)