Categorias
Brasil Destaque Libras Notícias Youtube

Festival Acessibilidança estreia montagens premiadas do Centro-Oeste

Projetos do Mato Grosso do Sul, Distrito Federal e Goiás serão exibidos em vídeos com audiodescrição e Libras, no canal da Funarte no YouTube.

A Fundação Nacional de Artes lança a quarta fase do Festival Funarte
Acessibilidança, com a Região Centro-Oeste, representada por
espetáculos premiados do Mato Grosso do Sul, do Distrito Federal e de Goiás.

A montagem  Capão Dançante, da Cia. Theastai de Artes
Cênicas (MS), abre a temporada no dia 15 de setembro, quarta-feira, às
20h. A programação segue com a performance Depois do Silêncio, da Arteviva Produções Artísticas e Universo Criativo (DF), no dia 22 de setembro. A agenda continua no dia 29, com Rodas em Dança: Livre e Lives, da Cia. de Dança Street Cadeirante (DF). No dia 6 de outubro, TransBordar, do Grupo Dança Inclusiva (GO), encerra a presença da  Região no festival.

As sessões em vídeos com audiodescrição e Libras ficam disponíveis
para acesso gratuito no canal da Funarte no YouTube  logo após o
lançamento. O Festival Funarte Acessibilidança teve início em junho,
com premiados da Região Norte. No mês de julho, foi a vez da Região
Sul e, entre o fim de julho e início de setembro, as montagens da
Região Nordeste foram exibidas na plataforma. Os projetos contemplados no Sudeste serão apresentados a partir de outubro.

No dia 15 de setembro, às 20h, o festival disponibiliza Capão
Dançante, da Cia. Theastai de Artes Cênicas, do Mato Grosso do Sul. O trabalho faz uma releitura de elementos culturais recorrentes do Estado, como festas nas fazendas e de padroeiros, bailes e tradições
sertanejas. Ao mesmo tempo, levanta questões como violência,
monocultura, monopólio político, machismo e coronelismo. O vídeo foi gravado no Teatro de Bolso do Sucata Cultural, em Dourados (MS), e dura 40 minutos.

Em cena, um DJ conduz o espetáculo, alterando e influenciando a
história. A companhia optou pelo personagem do DJ no lugar de um
sanfoneiro ou violeiro, referências musicais locais, para conferir uma
abordagem “mais moderna”.

Os intérpretes-criadores se utilizam
do bom humor e esperam seus convidados preparando um churrasco, com nuances de danças folclóricas, de forma estilizada, propondo técnicas da dança moderna, clássica e contemporânea, além das músicas tradicionais com o remix do DJ”, ressalta o grupo.

Na próxima quarta-feira, dia 22 de setembro, Depois do Silêncio, da
Arteviva Produções Artísticas e Universo Criativo, do Distrito
Federal, será exibido na plataforma. A encenação dialoga com os
elementos da dança e do teatro, com foco em coreografias que buscam
traduzir a dor, a revolta, a capacidade de comunicação e o afeto.
Alguns dos textos que compuseram a dramaturgia são inspirados na
história da educadora Anne Sullivan (1866-1936), conhecida por ter sido a professora de Helen Keller, uma menina surda e cega, por meio da Língua de Sinais pelo tato, nos anos 1920. A montagem traz depoimentos da realidade atual dos cegos e surdos.

Além de apontar os conflitos e as dificuldades, Depois do Silêncio
também aborda as conquistas das pessoas com deficiência.
“Pretende-se, assim, democratizar o acesso à cultura e contribuir com
a inclusão social, focando na capacidade produtiva das pessoas com
deficiência, numa encenação que sintoniza os sentidos e dialoga com a
dança, além de explorar os recursos cênicos da sonoplastia,
iluminação e projeções”, destaca a companhia.

Já no dia 29 de setembro, Rodas em Dança: Livre e Lives, da Cia. de
Dança Street Cadeirante, do Distrito Federal, será apresentado ao
público. Com a premissa “adaptar-se para superar obstáculos”, a
obra em vídeo tem tomadas cênicas dos trabalhos coreográficos, além
de depoimentos sobre a experiência vivida a partir de março de 2020.
As gravações foram realizadas entre dezembro de 2020 e janeiro de 2021 e, muitas vezes, foram registradas pelos próprios bailarinos com seus celulares. Dois videoclipes gravados externamente também foram
incorporados.

O nome em inglês lives se trata de um jogo de palavras com a
respectiva tradução para o português, que são ‘vidas’. A
pandemia nos prejudicou, mas também nos trouxe benefícios.
Amadurecemos, nos adaptamos e nos superamos. Mais uma vez, mais uma dificuldade. E eu gosto de falar: a vida continua em movimento, sempre, como na dança – pondera a fundadora da companhia, Carla Maia.

O grupo mantém aulas gratuitas on-line, ao vivo, uma vez por semana. As atividades virtuais de dança são direcionadas a cadeirantes inscritos nas redes sociais da companhia.

Para encerrar a programação da Região Centro-Oeste, o Grupo Dança
Inclusiva, de Goiás, exibe TransBordar, dia 6 de outubro. Para criar
a obra e pesquisar os movimentos, a companhia se pautou em alguns
verbos: fazer, afetar e transbordar.

Transpor as bordas, desviar-se dos limites, invadir e/ou alargar as margens e os sentidos. Um espetáculo que transborda os limites geográficos do Brasil e deságua em outros territórios que compartilham corpos, dores, amores e afeto. Nos resta, então, perguntar: O que você deseja transbordar? –  questiona o grupo.

A dramaturgia do trabalho foi criada considerando o contexto pandêmico de isolamento social, bem como a necessidade de se conseguir filmar com segurança e de dançar com máscaras. O coletivo realizou encontros virtuais e outras atividades à distância, para que os integrantes da companhia (muitos deles do grupo de risco) continuassem suas atividades, produzindo arte apesar de todas as dificuldades. As reuniões com as equipes do Brasil e de Portugal também foram realizadas virtualmente, durante todo o processo de montagem, filmagem e edição.

O Festival Funarte Acessibilidança

O Festival Funarte Acessibilidança, em estreia na instituição, foi
criado a partir das ações do Prêmio Festival Funarte Acessibilidança
Virtual 2020. No concurso público, foram premiados 25 projetos de
vídeos de espetáculos, que promovem o acesso de todas as pessoas à
arte.

Com a iniciativa, a Funarte busca realizar novas ações a partir do uso
das mais recentes tecnologias, estendendo, desse modo, um novo modelo para todo o Brasil. Assim, a Fundação reforça seu compromisso de promover e incentivar a produção, a prática, o desenvolvimento e a difusão das artes no país; e de atuar para que a população possa cada vez mais usufruir das manifestações artísticas. Criada em 1975, a Funarte segue, portanto, empenhada em acompanhar as transformações no cenário artístico e social.

O coordenador de Dança da entidade, Fabiano Carneiro, destaca a
importância de se levar essa linguagem artística à população,
durante o período de distanciamento social. “Estamos estreando o
Festival Funarte Acessibilidança, um projeto inédito com foco na
acessibilidade e na inclusão. Ao longo dos próximos meses, serão
apresentados espetáculos de dança das cinco regiões do Brasil,
plenamente acessíveis ao público, contemplando uma enorme diversidade na sua programação”, explica o coordenador.

O festival foi lançado no dia 16 de junho, com Lua de Mel, da Cia.
Lamira Artes Cênicas (Tocantins). Na semana seguinte, foi exibido
Maculelê: Reconstruindo o Quilombo, do Grupo de Dança Reconstruindo o Quilombo (Rondônia). Solatium encerrou a agenda das companhias da  Região Norte. A segunda fase teve montagens premiadas da Região Sul.

Flamenco Imaginário, da Cia. Del Puerto (Rio Grande do Sul), deu
início à programação. Em seguida, Convite ao Olhar, da Cia. de
Dança Lápis de Seda (Santa Catarina), foi disponibilizado. _Do
Avesso, do Grupo Nó Movimento em Rede (Paraná), fechou a temporada da
região.

A terceira fase divulgou os trabalhos da Região Nordeste. A estreia foi
com Estado de Apneia, do Grupo Movidos Dança Contemporânea (Rio Grande do Norte). Depois, foi a vez da montagem Ensaio sobre o Silêncio, da coreógrafa Taciana Gomes (Pernambuco); de Maré –
Versão virtual e acessível, do Coletivo CIDA (Rio Grande do Norte);
de Rio sem Margem, do bailarino Elísio Pitta (Bahia); de Plenitude,
da Cia. Dança Eficiente (Piauí); e de Ah, se eu fosse Marilyn!, do
coreógrafo Edu O., (Bahia). _Proibido Elefantes_, da Cia. Gira Dança
(Rio Grande do Norte), encerrou a etapa Nordeste do evento. A fase atual apresenta as montagens da Região Centro-Oeste. Os contemplados no Sudeste serão exibidos a partir de outubro.

Os projetos ficam disponíveis no canal da Funarte no YouTube

No decorrer do festival, o coordenador de Dança da Fundação, Fabiano Carneiro, participará de uma “live” com diretores e artistas de
dança, além de convidados.

Festival Funarte Acessibilidança

Com audiodescrição e Libras

Agenda dos contemplados da Região Centro-Oeste

Dia 15 de setembro, quarta-feira, às 20h

Estreia com exibição do espetáculo Capão Dançante, da Cia.
Theastai de Artes Cênicas (Mato Grosso do Sul)

Dia 22 de setembro, quarta-feira, às 20h

Montagem de dança Depois do Silêncio, da Arteviva Produções
Artísticas e Universo Criativo (Distrito Federal)

Dia 29 de setembro, quarta-feira, às 20h

Espetáculo _Rodas em Dança: Livre e Lives, da Cia. de Dança Street
Cadeirante (Distrito Federal)

Dia 6 de outubro, quarta-feira, às 20h

Montagem TransBordar, do Grupo Dança Inclusiva (Goiás)

Agenda dos contemplados das demais regiões

Região Sudeste – Dia 13 de outubro

Região Norte (espetáculos já disponíveis): Lua de Mel, da Cia.
Lamira Artes Cênicas (TO); Maculelê: Reconstruindo o Quilombo, do
Grupo de Dança Reconstruindo o Quilombo (RO); e _Solatium_, do Corpo de Dança do Amazonas (AM)

Região Sul (espetáculos já disponíveis): Flamenco Imaginário, da
Cia. Del Puerto (RS); Convite ao Olhar, da Cia. de Dança Lápis de
Seda (SC); e Do Avesso, do Grupo Nó Movimento em Rede (PR)

Região Nordeste (espetáculos já disponíveis): Estado de Apneia, do
Grupo Movidos Dança Contemporânea (RN); Ensaio sobre o Silêncio, da coreógrafa Taciana Gomes (PE); Maré – Versão virtual e acessível,
do Coletivo CIDA (RN); Rio sem Margem, do bailarino Elísio Pitta
(BA); de Plenitude, da Cia. de Dança Eficiente (PI); Ah, se eu fosse
Marilyn!, do coreógrafo Edu O. (BA), e Proibido Elefantes, da Cia.
Gira Dança (RN)

Categorias
Brasil Cultura

Talokudo – Humorista do Rio Grande do Norte é sucesso nas redes sociais

Com mais de três milhões de seguidores, o humorista Talokudo, 30 anos, nascido em Mossoró, Rio Grande do Norte, é hoje um fenômeno nas redes sociais, graças aos seus personagens, suas paródias e vídeos com imensa repercussão. Recentemente, o seu vídeo ´Aniversário de Ketley´ ficou em primeiro lugar entre os mais assistidos no YouTube e o que surpreende a todos é que na mesma gravação, ele interpreta vários personagens ao mesmo tempo.

“O meu humor é aquele que o público se identifica com aquela situação que está vendo”, conta ele, que estreou nesse mês de março, em Mossoró, o stand-up “Consultório da comédia”, mas precisou ser paralisado por conta do aumento dos casos de coronavírus. Dentro desse projeto, ele criou o espaço Open Mic, para dar oportunidade a novos humoristas. Durante a pandemia, para alegrar os seus seguidores, diante de tanta tristeza, criou personagens como as hilárias Dona Jacinta, Katia, Jéssica, Ketley, entre outros, que estouraram nas redes sociais, alguns chegando a dez milhões de visualizações.

Crédito – Zenden Silva

Seu talento artístico começou ainda na escola. “Participei de algumas peças teatrais e mesmo sem cunho humorístico, elas viravam uma comédia quando eu começava a falar meus textos e a interpretar. Alguns anos depois, um amigo apareceu com uma câmera tekpix e daí, surgiram os primeiros vídeos imitando cantores, gravando danças, etc… Para deixar registrado, postava em um canal no YouTube”, relembra Talokudo, que, na adolescência, também participou de apresentações musicais em bares de sua cidade, além de integrar parte de um grupo de capoeira.

Em 2006, aos 16 anos, deixou um pouco de lado a diversão, e começou a trabalhar como motoboy em um petshop. Não deixou os vídeos de lado, mas sem a dedicação de antes por conta de trabalhar de nove a dez horas por dia. Neste mesmo ano, recebeu uma proposta de uma empresa do Canadá para associar seu canal ao grupo.  “Eles tinham o intuito de colocar anúncios publicitários em meus vídeos. Não tive dúvidas de que ali era uma forma de trabalhar com o que eu realmente amava fazer: comédia. Larguei a moto e me foquei mais nos vídeos”, enfatizou. Com a mudança e o investimento, Talokudo chegou a atingir mais de 10 milhões de visualizações no Facebook e um milhão no YouTube com a versão cômica do clipe da música “Porque homem não chora”, do cantor Pablo do Arrocha.

O auge veio de 2016 para 2017, período em que suas paródias bombaram na internet, e veio o convite para participar do quadro ‘Canjica Show’, do programa ‘Legendários’, na Record TV, apresentado por Marcos Mion. “Foi um divisor de águas em minha vida. A primeira oportunidade de mostrar o meu trabalho em rede nacional, e também uma superação dos meus limites, força e coragem, pois dias antes de ir até São Paulo, peguei a doença chikungunya, que deixa todas as articulações do nosso corpo doloridas. Eram dores fortes, ao ponto de você não conseguir nem andar direito, sem falar na dor de baixo dos pés, a cada pisada no chão, mas eu não podia me deixar vencer ali, já que a minha apresentação era uma performance musical que exigia dança, voz, e muita condição física. Então, tomei alguns medicamentos e viajei em busca de realizar um dos meus sonhos. Durante a participação, não lembrei das dores, do cansaço, só cantei minha paródia e conquistei todos os jurados, recebendo a aprovação de todos eles!”, conta ele, que ganhou nota máxima na atração, assim como aconteceu, no ano passado, durante a pandemia no ´Gonga la Gonga´, do `Caldeirão do Huck´, na TV Globo,

Um ano depois, quando abriu o show do humorista Lucas Veloso, filho do falecido Shaolin, Talokudo decidiu lançar o seu stand-up. Fez participações em teatros e eventos, alguns shows solos e outros com presenças de renomados humoristas, como Renan da Resenha.

Em 2019, se juntou ao músico Dan Ventura, líder da Banda Bonde do Maluco, e lançaram o hit “Tutorial do quadradinho”, que ensina a como tirar a calcinha da bunda sem usar as mãos. “Aqui no Brasil, todos os anos são escolhidos os hits do carnaval. Então, pensei em criar uma música divertida e dançante para ser uma das favoritas e foi bastante tocada aqui pela nossa região”, comemora.

Além do sucesso nas redes sociais e em suas apresentações, Talokudo planeja lançar um aplicativo para seus fãs. “Esse projeto é para o meu público infantil. O app será com a minha personagem Ketley, feita para as crianças cuidarem dela, dar banho, comidinha, trocar de roupa e brincar com alguns minijogos”, completa.

Redes sociais Talokudo:
Tik Tok – @talokudo
Instagram – @talokudo
YouTube – https://www.youtube.com/channel/UCQ8a1n0D1PjI8fxR1AxHKRQ
Facebook -@talokudo

Categorias
Cultura Destaque Diário do Rio Música Notícias

Gravado por Tunai há 18 anos, show “Eternamente Elis” será retransmitido no Youtube

Por Alan Alves

O show “Eternamente Elis”, gravado pelo cantor Tunai há pouco mais de 18 anos, será retransmitido nesta sexta-feira (30) no Youtube, às 20h. O show foi ao ar no dia 13 de dezembro de 2002, no programa Zás, da TV Assembleia Legislativa de Minas Gerais, e a retransmissão é uma iniciativa do também cantor Bruno Felga, que foi por muito tempo parceiro de Tunai e que carrega o legado do artista.

Felga fará a retransmissão do show em seu canal no Youtube. Os interessados em assistir podem se inscrever no canal e também ativar o sininho de notificações, para ficar por dentro de outras publicações do artista.

“Além do show, tem uma entrevista muito legal do Tunai, em que ele conta algumas coisas e fala do show Eternamente Elis, que, na época, foi grande um sucesso. Eu ainda não trabalhava com o Tunai, mas á acompanhava, porque já era fã dele”, afirmou Bruno Felga ao Jornal DR1.

Felga começou a trabalhar com Tunai em 2004 e fez várias turnês com ele pelo Brasil e também para o exterior.

“Eu acabei virando o curador da carreira do Tunai. A Regina, esposa dele, é a pessoa responsável pela coisa participar, pessoal, e eu fiquei com a responsabilidade de continuar fomentando, divulgando a obra do tunai, para não deixar as pessoas esquecerem e apresentá-la às novas gerações. Eu tenho muito material, um acervo muito grande de vídeos, fotos, manuscritos, músicas inéditas. E eu pretendo continuar compartilhando com as pessoas esse material. Eu tenho muitas novidades para disponibilizar em breve relacionadas ao Tunai e tenho certeza que todo mundo vai curtir muito”, afirmou Felga.

Carreira

Irmão do também cantor e compositor João Bosco, Tunai ficou famoso com o hit Frisson, lançado em em 1984, no LP “Em Cartaz”. O hit foi incluído na trilha da novela “Suave veneno”, da TV Globo.

Ele teve várias canções gravadas por Elis Regina, quem viu nele um potencial para a composição. De sua autoria, Elis Regina gravou as canções “As Aparências enganam”, do disco “Essa mulher” (1979), “Agora tá”, do disco “Saudade do Brasil” (1980), e “Lembre-se”, gravado no show de lançamento de “Essa mulher”, em setembro de 1979.

Além de Elis, outros grandes nomes da música brasileira interpretaram composições de Tunai, como Milton Nascimento, Gal Costa, Elba Ramalho, Fagner, Jane Duboc, Emílio Santiago, Fafá de Belém, Zizi Possi, Beto Guedes, Joanna, Sandra de Sá, Sérgio Mendes, Belchior, Ivete Sangalo e o grupo Roupa Nova.

Tunai morreu aos 69 anos após uma parada cardíaca, no dia 26 de janeiro de 2020, no Rio de Janeiro.

Categorias
Cultura Notícias do Jornal

Live da Paixão de Cristo: história de fé e esperança

 

Com a pandemia, a internet une o país, de norte a sul, inclusive quando o assunto é arte. A Paixão de Cristo 2021 de Floriano, no Piauí, considerada um dos maiores espetáculos religiosos do País, será realizada nos dias 2 e 3 de abril, no Teatro Cidade Cenográfica. Esse ano, por causa da Covid-19 e para garantir a segurança de elenco e público, as apresentações serão transmitidas ao vivo pelo Youtube, no canal UFOPIAUI, sempre às 20h, e no local apenas os atores estarão presentes – respeitando todos os protocolos de segurança exigidos.

A live da Paixão de Cristo 2021 contará com a participação de grandes nomes da dramaturgia , como Ernani Morais, interpretando o sumo Sacerdote Caifaz, Ana Cecilia Costa, interpretando Maria e Danilo Sacramento, interpretando Pôncio Pilatos.

O formato de exibição do espetáculo foi adaptado para oferecer às pessoas uma mensagem de esperança, amor e fé através da arte.

“Essa é uma forma de suavizar o ambiente familiar em um momento de tantas tensões, como é o atual contexto de enfrentamento ao coronavírus. É também uma maneira de transmitir conforto, paz e esperança a todos que nos assistirem, relembrando que este momento vai passar”, afirma o diretor Cesar Crispim.

O Grupo Escalet de Teatro conta, há mais de 25 anos, a história do maior homem da humanidade, fazendo assim com que a arte e a cultura tenham um importante papel de retirar sentimentos negativos provocado pelo isolamento social.

Serão respeitados os protocolos de saúde, como o uso de máscaras, de álcool gel, distanciamento social, bloqueio de entrada de pessoas sintomáticas e 1/3 do elenco dos últimos anos, tudo para não colocar em risco a equipe.

O evento é realizado pelo Grupo Escalet de Teatro com apoio do Armazém Paraíba, Prefeitura Municipal de Floriano, Prêmio Maria da Inglaterra, Secretaria de Cultura do Estado do Piauí, Governo do Estado do Piauí, Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc e Governo Federal.

A live acontece nos dias 2 e 3 de abril, às 20h, no canal UFOPIAUI

Categorias
Música Notícias do Jornal

Del Feliz lança dueto com Gilberto Gil

 

O cantor e compositor Del Feliz acaba de lançar o “Dueto Feliz”, com Gilberto Gil. A música escolhida foi “Eu só quero um xodó” de Dominguinhos e Anastácia. O clipe marca o início do projeto “Dueto Feliz”, uma série de duos com personalidades marcantes da música brasileira e que serão publicados no canal DEL FELIZ OFICIAL, no Youtube.

Além de Gil, já estão confirmados nomes como: Elba Ramalho, Roberta Miranda, Flávio José, Cláudio Lins, Dudu Nobre, Emanuelle Araújo, Tatau, Roberta Campos, Carla Visi, Tato do Falamansa, Nando Cordel, Mariana Aydar, Adelmário Coelho, Waldonys, Santanna, Targino Gondim, Léo do Estakazero, Ari do Cacau com Leite, Trio Nordestino, Chambinho do Acordeon, Lara Amélia, Alice Tirolla e Aduílio Mendes. Outros grandes artistas também irão se juntar ao time.

Em virtude da pandemia e respeitando todas as normas de distanciamento, Gilberto Gil gravou em sua casa, no Rio de Janeiro. Já Del Feliz, viajou até Ituaçu, na Chapada Diamantina, para gravar na casa em que Gil cresceu, com equipe reduzida e seguindo todos os protocolos recomendados pela OMS.

“Gravei esse duo com o coração batendo mais forte, a emoção escorrendo nos olhos e um filme passando pela cabeça. Sinto-me muito honrado com essa parceria, sou fã de Gil desde sempre”, explica Del Feliz.

O “Dueto Feliz”, com Del Feliz e Gilberto Gil, pode ser visto no canal DEL FELIZ OFICIAL, no Youtube.

 

Arauto da cultura nordestina

Cantor e compositor, nascido em Barreiros, Riachão do Jacuípe, cordelista desde os 11 anos, premiado internacionalmente, Del Feliz é padrinho nacional da campanha de Registro do Forró como Patrimônio Cultural do Brasil.

Com 20 anos de carreira, 20 CDs e 3 DVDs lançados, destaca em seu trabalho o São João da Bahia e do Brasil, além da importância do Nordeste na formação da identidade cultural do país. Seu álbum mais recente é “Pra Gente se Abraçar”.

Categorias
Música Notícias do Jornal

Binho Simões na trilha do sucesso

 

“Te Perdoei Antes” é o single de lançamento de Binho Simões no mercado musical com as bênçãos e a primeira produção musical do cantor Dilsinho. “Ele sempre foi uma inspiração pra mim. E poder ter ele como meu produtor é o máximo. Estou muito feliz porque esse é o pontapé do trabalho com um cara que representa muito na minha carreira”, revela Binho.

Composta por Rodrigo Oliveira, Cleitinho Persona e Elizeu Henrique, a música ganhou clipe com ares de superprodução, gravada em uma mansão em Santa Tereza, no Rio de Janeiro. “Esse é o terceiro clipe que gravo, mas, com toda essa infraestrutura, é a primeira vez. Vou trocar de roupa cinco vezes”, contou o artista.

Mesmo sendo um estreante no mercado profissional, Binho Simões possui números que impressionam: seus vídeos no YouTube já somam mais de 20 milhões de visualizações; só a música “Mil Flores” conta com mais de 8 milhões de views; e a música “Genro Preferido” foi a música que mais tocou em 2020 e já está com quase 6 milhões de views e mais de 850 mil streams no Spotify. E, em dezembro de 2020, Binho Simões fechou o ano com 57 mil ouvintes mensais.

“Não é todo dia que você ouve do seu ídolo: ‘me vejo em você no início da minha carreira’. E acho que ele ficou feliz com o resultado da nossa parceria. Logo que comecei a cantar, eram sempre as canções românticas dele que eu mais gostava de apresentar nos meus shows”, revela emocionado o artista.

E o ano de 2021 promete para Binho. Além de “Te Perdoei Antes”, mais 7 faixas já estão prontas. Duas delas com feats mais que especiais: Dilsinho e PK. “E tem composição com o Dilsinho também.

 

Criança de talento

Fábio Pecini Simões, ou melhor, Binho Simões, é nascido e criado no bairro de Jardim Bangu,a zona oeste do Rio de Janeiro. Seu interesse pela música surgiu aos 9 anos no coral da igreja que frequentava.

O que antes era um simples hobby, acabou mudando e despertando atenção de empresários e produtores de evento.  Não demorou muito para que o jovem cantor de 21 anos, colecionasse elogios e fãs, além de uma agenda com média de 30 shows por mês.

Categorias
Cultura Fica a Dica Rio

Três espetáculos infantis premiados ganham temporada online e gratuita em março

 

 

Governo FederalGoverno do Estado do Rio de JaneiroSecretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Lei Aldir Blanc apresentam:

TRILOGIA DO AMORcomposta pelos musicais A GaiolaContos Partidos de Amor e Vamos Comprar um Poeta, é apresentada em temporada on-line e gratuita no mês de março. Com direção de Duda Maia, os espetáculos abordam temas presentes no dia a dia das crianças, dos pais e das mães.

 

Nesta situação de isolamento, estamos nos distanciando dos amigos e parentes. O lugar onde moramos se tornou o local de trabalho, escola e espaço de lazer.

Muitas vezes, esse convívio intenso se torna repetitivo e cansativo. Pensando em levar alegria e poesia, a Palavra Z Produções Culturais irá proporcionar um delicioso encontro com a arte.

Durante três fins de semana de março, de 13 a 28, adultos e crianças poderão, de suas casas, assistir a três musicais premiadíssimos. São espetáculos que provocam o pensamento, atiçam a criatividade e estimulam o diálogo entre pessoas de todas as idades.

A temporada, com patrocínio da Lei Aldir BlancGoverno Federal e Governo do Estado do Rio de Janeiro e Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, será transmitida gratuitamente através do canal youtube.com/palavraz. Todas as sessões têm início às 16h. Reúna a família para assistir e se deleitar com essas três histórias amorosas.

Os espetáculos:

A Gaiola conta a história de amor e de separação entre uma menina e um passarinho, interpretados por Carol Futuro e Pablo Áscoli. No palco, os personagens iniciam uma história de amor e amizade quando o passarinho cai, ferido, na varanda da casa da menina.

Na trama, a menina se dedica a cuidar do pequeno bicho e, à medida que vão convivendo, se apegam um ao outro até se apaixonarem. Ele fica curado e na hora da despedida se deparam com a vontade de ficar juntos. Um dia, a menina flagra o passarinho na gaiola encantado com a beleza do dia lá fora e uma crise se instala entre os dois. Venha conhecer como a história termina. Uma história de Amor e Liberdade.

À Adriana Falcão, autora do livro de mesmo nome e que inspirou a peça, rendeu uma indicação ao Prêmio Jabuti.

Serviço:

A Gaiola

Canal: youtube.com/palavraz

Sessões: Dias 13 e 14 de março de 2021

Horário: 16h*

Classificação: Livre

Duração: 50 minutos

* Ao final da sessão, haverá bate-papo com a diretora Duda Maia (sáb e dom), Eduardo Rios (sáb) e Carol Futuro e Pablo Áscoli (sáb e dom)

A Gaiola foi o destaque da 3ª Edição do Prêmio CBTIJ 2016, ao conquistar sete estatuetas: Melhor Espetáculo; Melhor Texto Adaptado – Adriana Falcão e Eduardo Rios; Melhor Direção – Duda Maia; Melhor Atriz – Carol Futuro; Melhor Cenário – João Modé; Melhor Iluminação – Renato Machado; e Música Original – Ricco Viana, Eduardo Rios e Adriana Falcão. E no 11º Prêmio Zilka Sallaberry de Teatro Infantil, venceu nas categorias: Melhor Espetáculo; Melhor Direção – Duda Maia; e Melhor Cenário – João Modé. A Gaiola foi também o espetáculo vencedor do Prêmio Botequim Cultural 2016, levando todos os prêmios, sendo eles: Melhor Espetáculo; Melhor Direção – Duda Maia; Melhor Atriz – Carol Futuro; Melhor Ator – Pablo Áscoli; e Melhor Texto – Eduardo Rios e Adriana Falcão.

Contos Partidos de Amor apresenta a história de quatro pessoinhas apaixonadas e ciumentas, que discutem sobre relações possessivas e amorosas. A encenação se dá através de diálogos bem-humorados, uma sofisticada linguagem de movimento e uma direção musical que alinhava toda a encenação, as músicas em alguns números são tocadas pelo próprio grupo de intérpretes – Diego de AbreuIsadora MedellaJuliana Linhares e Tiago Herz. A obra apresenta canções e contos originais de Eduardo Rios, inspirados na obra de Machado de Assis.

“Esbarrei com ‘Contos de Amor e Ciúme’, gostei do título e só depois vi que era do Machado de Assis. Fiquei entusiasmada em criar uma peça para crianças sobre o ciúme, a partir do universo do escritor”, lembra Duda Maia. “Todos nós sentimos ciúme e a criança também é muito ciumenta”.

Para ela “teatro para o público infantil não tem que ser apenas uma história legal, precisa ser necessário, trazer reflexões para quem assiste. É preciso não subestimar nem a inteligência das crianças e nem a capacidade de elas travarem diálogos importantes com os adultos”, acredita.

Serviço:

Contos Partidos de Amor

Canal: youtube.com/palavraz

Sessões: Dias 20 e 21 de março de 2021

Horário: 16h*

Classificação: Livre

Duração: 60 minutos

* Ao final da sessão, haverá bate-papo com a diretora Duda Maia, Eduardo Rios e elenco

Contos Partidos de Amor foi espetáculo vencedor do 11º Prêmio Zilka Sallaberry de Teatro Infantil, nas seguintes categorias: Melhor Direção – Duda Maia; e Melhor Figurino – Kika Lopes.

Vamos Comprar um Poeta, inspirado em livro homônimo de Afonso Cruz, narra a chegada de um poeta à casa de uma família comum. Nesse lar, moram um pai, que só pensa em ganhar dinheiro; uma mãe, que organiza todos os dias os trabalhos domésticos; uma menina esperta e curiosa que gosta de entender o significado das coisas; e um menino apaixonado, que adora fazer contas.

O Poeta ensina os pequenos a observarem borboletas, escreverem os próprios poemas e a darem abraços. A montagem cria uma divertida reflexão sobre a nossa capacidade de invenção, o significado de produtividade e a importância da amizade. O espetáculo mistura música, poesia e dança em um cenário que traz elementos de um parque, tornando a encenação lúdica e dinâmica.

A peça, dirigida por Duda Maia, tem adaptação de Clarice Lissovsky, direção musical de Ricco Viana e elenco formado por Letícia MedellaLuan Vieira e Sergio Kauffmann.

Serviço:

Vamos Comprar um Poeta

Canal: youtube.com/palavraz

Sessões: Dias 27 e 28 de março de 2021

Horário: 16h*

Classificação: Livre

Duração: 60 minutos

* Ao final da sessão, haverá bate-papo com a diretora Duda Maia e elenco

“Vamos Comprar um Poeta” arrematou o prêmio de Melhor Espetáculo Infanto-Juvenil de 2019, pela APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte), e Prêmio CBTIJ foi vencedor nas categorias Texto Adaptado, para Clarice Lissovsky; Direção, para Duda Maia; Coletivo de Atores e Atrizes, para Letícia Medella, Luan Vieira e Sergio Kauffmann; Cenário, para André Cortez; Iluminação, para Renato Machado; além das indicações de melhor Música Original, para Ricco Viana, Clarice Lissovsky e Juliana Linhares; e Direção de Produção, para Bruno Mariozz.

Categorias
Brasil Fica a Dica Mulher

Mara Luquet media série que destaca inclusão das mulheres no mercado financeiro

Com apresentação da jornalista e escritora, a série de 3 episódios do podcast “Papo Na Nuvem” traz convidadas dos setores de tech e finanças para debater o papel da mulher no setor e soluções financeiras focadas no público feminino
Para celebrar o mês da mulher, a Zoop, fintech líder em tecnologia para serviços financeiros, convidou a jornalista Mara Luquet, fundadora do canal MyNews, apontado pelo Google como benchmark de jornalismo na plataforma, para mediar uma série de três episódios de seu podcast, o “Papo na Nuvem”. No especial denominado “Mulheres”, a jornalista recebe convidadas dos setores de tecnologia e serviços financeiros, para debater o papel das profissionais nestes segmentos e destacar soluções financeiras criadas para atender demandas do público feminino. O primeiro episódio já está no ar e os demais serão publicados nesta semana, até 12 de março, nas principais plataformas de áudio e em vídeo no canal da Zoop no Youtube .

Em cada episódio, Luquet recebe duas profissionais com destaque por suas atuações no mercado financeiro, abordando o papel da mulher neste mercado e destacando soluções financeiras focadas no público feminino. As participantes são Aline Fróes, cofundadora do Vai na Web; Ana Leoni, superintendente de Educação Financeira na ANBIMA; Carolina Cavenaghi, cofundadora do Fin4She; Fernanda Ribeiro, cofundadora da Conta Black; Lorena Louisy, CEO do TPM Bank; e Mellissa Penteado, CEO do Bancoin.

Fonte: Reprodução

Mara Luquet ressalta a importância do debate sobre o espaço para as mulheres que atuam no mercado financeiro, historicamente dominado, setor ainda predominantemente masculino. “Isso não é só uma questão no Brasil, o mercado financeiro é um mercado muito masculino. Há muitos homens em postos chaves, e mesmo no Brasil ainda vemos poucas mulheres como gestoras – há mais do que já teve no passado, quando eu comecei a cobrir nesse mercado era bem menos, está avançando. E vemos isso no mundo inteiro”.

A proposta da série é destacar o protagonismo das mulheres na transformação e democratização do setor de serviços financeiros, que vem crescendo no Brasil nos últimos anos. “O objetivo desta campanha é reunir profissionais bem sucedidas e empreendedoras para debater a inserção profissional da mulher no mercado financeiro, bem como destacar novas soluções financeiras pensadas para atender demandas específicas do público feminino”, afirma Patrícia Esteves, VP de Marketing da Zoop.

O primeiro episódio reuniu as executivas Lorena Louisy, CEO do TPM Bank, e Mellissa Penteado, CEO do Bancoin, para apresentar serviços financeiros criados especificamente para mulheres. As convidadas comentam as oportunidades e desafios vistos ao tirarem do papel soluções e serviços de pagamento focados em atender demandas femininas. A conversa já pode ser ouvida nas principais plataformas de áudio, clique aqui.
Os dois outros episódios, com lançamento agendado para os dias 10 e 12 de março, abordarão outras perspectivas sobre a inclusão e participação das mulheres nos mercados de finanças e tecnologia. O segundo conteúdo, com a participação da Aline Fróes, cofundadora do Vai na Web, e da Fernanda Ribeiro, cofundadora da Conta Black, trará para o centro da discussão a inclusão de desbancarizados para serviços financeiros, grupo do qual ainda fazem parte uma grande quantidade de mulheres.

O último episódio será focado em carreira no mercado financeiro, ao reunir duas mulheres que diariamente trabalham para quebrar as barreiras do setor e atrair outras profissionais para o segmento: Ana Leoni, superintendente de Educação Financeira na ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), e Carolina Cavenaghi, cofundadora do Fin4She, iniciativa que promove a inclusão de mais mulheres no mercado de trabalho da área. As duas especialistas contaram sobre suas trajetórias e detalharam como as iniciativas lideradas por elas estão apresentando o mercado para as mulheres mais jovens e despertando o interesse delas em ocuparem esses espaços.
Categorias
Cultura Rio

Websérie lgbtqi+ “Filhos do Arco-íris” inicia suas gravações em Março

 

Filhos do arco iris é uma websérie com 10 episódios que após finalizadas suas gravações, ficará com exibição disponível na plataforma do YouTube, no canal próprio e de mesmo nome.

A proposta da websérie é a conscientização da população, abrangendo diversos temas pontuais e de grande discussão na sociedade, dentre eles: Racismo, Violência contra a mulher, Aids, Pedofilia e intolerância contra homossexuais.

“Conheceremos uma mulher entre tantas no mundo vivendo um relacionamento abusivo,buscando forças pra se libertar dessa relação; conheceremos outra mulher batalhadora, que criou o filho adolescente sozinha, fruto de um relacionamento no passado, e que vive sendo portadora do vírus que carrega tanta polêmica em seu nome. Teremos um marido violento, que espanca sua companheira e alimenta uma fixação pela filha adolescente de sua esposa e muito mais. Um dos temas principais é a intolerância e preconceito velado contra homossexuais. Ainda em 2021 temos pessoas que  não aceitam que o amor é universal, independente de gênero e sexo. Nossos personagens não buscam serem aceitos, e sim buscam respeito vivendo nesse mundo de preconceito e homofobia, onde milhares de gays e travestis são mortos diariamente, contrastando com a nossa própria realidade.” – comenta Jayro Said, roteirista da Websérie.

Ficha Técnica:

Direção: Tales Figueiredo
Assistente de direção: Lucas Carvalho
Produção: Miguel Freitaz
Produção de arte: Marcos Alpha

No elenco : Jayro Said, Rodrigo Bahiano, Matheus Jardim, Virgínia Vitoriosa, Tiago Souza, Pierre Dulaine, Danilo Araújo, Rogério Rolim, Dora Freitas, Wallace White, Josilaine Sant’ana, Luiz Phelipe Sant’Ana, Wanderson Nascimento, Paulo Mattoso, Malu Alves, Geralda Prado, Kléber Gonçalves, Fabio Medeiros, Berto Medeiros, Ane Rodrigues, Gleyce Torres, Marina Scarpari, Cirlan Oliveira, Alexandre Vollu, Josiane Pires, Yuri Malccon, Wallace Quitete, Julie Alves, Caio Chaves, Mar Moraes, Matheus Muniz, Eduardo Barboza e Vitor Andrade.

 

 

Categorias
Brasil Cultura

Doenças raras sobem ao palco na peça “Sobre Viver”

Espetáculo retrata histórias de mães que enfrentam o desafio de cuidar de “filhos raros”. Evento será transmitido gratuitamente pelo Youtube, no canal do Instituto Renascimento.
As doenças raras geram impactos que vão além dos pacientes. E quem mais sente a mudança de um diagnóstico em suas vidas, é quem cuida desses pacientes, geralmente familiares; e, principalmente, os pais quando essas doenças surgem na infância. É do encontro de duas mães que passaram por essa mesma situação que surge o roteiro de “Sobre Viver”, peça escrita e interpretada pela atriz Kely Nascimento, com estreia marcada para o dia 28 de fevereiro (domingo), às 10h, com transmissão online através do canal Instituto Renascimento no Youtube.

“Serão contadas histórias de mães que enfrentam o desafio de fazerem com que a vida de seus filhos tenha mais cores do que dores, menos preconceito e mais compaixão, menos vergonha e mais aceitação. Será um dia para celebrar a vida e honrar as mães raras em sua busca diária para que seus filhos raros tenham mais qualidade de vida. O espetáculo é emocionante”, explica a atriz e fundadora Instituto Renascimento, que idealizou o projeto.

A peça “Sobre Viver” tem como tema a história de mães que convivem com duas distintas doenças: o raquitismo ligado ao cromossomo X, também conhecido como XLH, e a Distrofia Muscular de Duchenne (DMD). O XLH conta com uma prevalência aproximada de 1 a 9 casos para cada 1 milhão de pessoas, de acordo com o Orphanet – um site de referência mundial quando o assunto é doença rara. A enfermidade causa níveis baixos de fósforo no sangue. Isso leva ao crescimento e comprometimento do desenvolvimento ósseo em crianças e adolescentes e a problemas com a mineralização óssea durante a vida do paciente.

Já a DMD é doença genética rara caracterizada pela deterioração muscular progressiva que acomete um a cada 3.500 a 5.000 meninos. É causada pela ausência da proteína distrofina, essencial para o funcionamento dos músculos. Ambas são doenças que levam à incapacitação e à morte.

Entre outros temas abordados no espetáculo está a busca pelo diagnóstico. “Muitos pacientes passam por inúmeros especialistas até alcançar um diagnóstico preciso. A jornada costuma ser dolorosa não só para os pacientes, mas para os familiares também. Quando falamos em doenças raras, a identificação precoce é fundamental. Nesse sentido, precisamos ressaltar a importância do teste do pezinho ampliado para o rastreio de um número maior de doenças raras”, explica a especialista Ana Maria Martins, médica geneticista e presidente da Sociedade Brasileira de Triagem Neonatal Erros Inatos do Metabolismo (SBTEIM). Atualmente, existem três versões do teste do pezinho disponíveis no Brasil: uma básica e duas ampliadas. A mais simples é capaz de detectar até seis doenças. Já as duas versões ampliadas podem detectar de 10 a 48 enfermidades.

No caso da DMD, os pacientes são diagnosticados por meio de um exame de sangue chamado creatina quinase (CK), complementado posteriormente por uma análise genética.

A peça teatral tem apoio das farmacêuticas Ultragenyx e Sarepta Brasil. A senadora Mara Gabrilli, que atua com políticas públicas para doenças raras, é a madrinha do projeto.

Saiba mais sobre as doenças raras: de acordo com o Ministério da Saúde, são consideradas raras as patologias que atingem 65 indivíduos para cada 100 mil pessoas, ou seja, 1:1.538 pessoas. Além das causas genéticas, 20% delas são originárias de fatores ambientais, causas infecciosas e imunológicas. Estima-se que existam entre 6 mil e 8 mil tipos de doenças consideradas raras em todo o mundo, 75% delas afetam crianças.

Sobre Viver

Data da apresentação: 28/02/2021 (domingo)
Horário: às 10h
Local: transmissão online via Youtube no Canal do Instituto Renascimento
Acesso gratuito

Ficha técnica

Dramaturgia: Kely Nascimento
Direção: Rafael Bicudo
Elenco: Kely Nascimento, Bruno Kott, Juliana Roberta e Bia Miranda