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Excesso de urina, sede e perda de peso podem indicar diabete em pets

O diabetes é uma doença que preocupa muita gente, mas também é um problema para os pets, já que, ainda que poucos saibam, também é bastante comum nos animais. Por conta disso, tutores de cães e gatos devem ficar alertas a possíveis sintomas, entre eles excesso de sede e urina, aumento de apetite e perda de peso, mesmo com o aumento da ingestão de alimentos.

“O que acontece é que, assim como nós, o organismo para de produzir ou produz insulina em pouca quantidade para as necessidades do pet. Sem o hormônio, a glicose não entra nas células e se acumula-se no sangue”, diz Silvana Badra, médica-veterinária e gerente de produtos pet da MSD Saúde Animal.

A doença nos pets é consequência de alterações no pâncreas e são diversos os fatores que podem contribuir para a sua manifestação, entre eles a obesidade, uso excessivo de medicamentos que inibem a ação da insulina (como corticosteroides), doenças hormonais (como hipertireoidismo e hipotireoidismo) e excesso de gordura no sangue.

“O tutor deve estar atento à medicina preventiva, que inclui consultas de rotina, vacinação, vermifugação, prevenção contra pulgas, carrapatos e insetos, alimentação saudável, exercícios, e medicamentos só administrados sob recomendação do médico-veterinário”, afirma Silvana.

A especialista orienta que, diante de qualquer um dos sintomas, o tutor procure um profissional para avaliação. A doença não tem cura, mas tem tratamento. “A insulinoterapia, que é a aplicação de insulina, juntamente com um manejo adequado, com engajamento do tutor, permite ao pet ter uma boa qualidade de vida”.

A veterinária afirma ainda que a escolha da insulina também é essencial para obter melhores resultados e que a aplicação do medicamento pode ser feita pleo próprio tutor em casa. “Há insulina que promove um pico mais rápido e mais duradouro conferindo menor chance de crises de hipoglicemia e resistência à medicação. Ter uma insulina desenvolvida especialmente para as necessidades do animal proporciona um tratamento seguro e eficaz”.

Foto: Pixabay

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Chegada do verão alerta tutores para doenças parasitárias, leishmaniose, viroses e otite

Médico-veterinário lista seis dicas de como cuidar dos animais nos dias mais quentes e úmidos

Na próxima segunda-feira, 21, começa o verão, umas das estações mais aguardadas pela maioria da população. No entanto, o clima quente e úmido pode trazer alguns riscos aos pets, mesmo em isolamento social, segundo Marcio Barboza, médico-veterinário e gerente técnico de produtos pet da MSD Saúde Animal. Por isso, o profissional listou sete dicas importantes para curtir a época em segurança com os cães e gatos. Confira.

Uso de antipulgas

As pulgas e carrapatos são os principais riscos. Segundo Marcio Barboza, todos os pets podem adquirir os parasitas, mesmo que convivam pouco com outros animais ou estejam mais em casa por causa da quarentena.

“Os pets podem apresentar desde uma simples coceira até doenças infecciosas graves. Para evitar isso, é necessário utilizar produtos com longa duração de ação e eficácia imediata, que protejam também o ambiente, contra os parasitas. Assim, podemos concluir que o pet e toda a família estarão seguros”, diz o médico-veterinário.

Cuidado com as doenças de pele

Os pets podem adquirir diversos problemas de pele, sendo que o mais comum são as dermatites, que podem ficar mais graves durante o verão. Elas podem ser ocasionadas por picadas de pulgas e carrapatos ou até por umidade excessiva na pele. A dica é que os produtos antiparasitários com longa duração, como por exemplo o que contém o princípio Fluralaner, pode ser de grande auxílio na prevenção das dermatites provocadas por ectoparasitas, pois deixa o animal mais tempo livre de pulgas e carrapatos.

Leishmaniose, uma das doenças mais perigosas

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é líder nos casos da doença no continente americano, representando aproximadamente 96% do total de casos. A propagação da enfermidade acontece a partir da picada do mosquito-palha infectado, que pode picar o cão e também as pessoas que com ele convivem e, com isso, causar desde problemas dermatológicos até o falecimento do pet.

“Por isso é muito importante ficar atento à prevenção, mesmo o animal não morando em área endêmica. É recomendado o uso da coleira que, após ser colocada no pescoço do cão, começa a liberar seu princípio ativo, a Deltametrina. Além disso, vale a atenção com os cuidados básicos como manter o local do pet limpo e com telas antimosquitos nas janelas, para manter o mosquito afastado”, explica o profissional.

Atenção ao calendário de vacinação!

Já é sabida a importância das vacinas, responsáveis por prevenirem doenças e trazerem qualidade de vida aos cachorros e gatos. Mas é importante que sejam administradas pelo médico-veterinário, respeitando as peculiaridades de cada pet. “Cada animal é único e a imunização deve ser feita de acordo com o estilo de vida, raça, comportamento, idade e a região em que o pet mora. Vale lembrar que, além da imunização por meio da vacina, o tutor deve se informar sobre a prevenção contínua de outras doenças, como, por exemplo, a leishmaniose, que necessita da utilização de uma coleira. O conjunto desses dois métodos trará maior segurança ao animal e ao dono”, completa Marcio Barboza.

Dor de ouvido? Sim, os PETs também sentem!

A otite também é uma das ocorrências comuns em cães no verão, já que os ouvidos podem ficar mais úmidos e ter contato maior com a água (piscina, praia, banhos com maior frequência). Marcio Barboza diz que o problema pode acontecer, mas é simples de tratar se identificada a causa primária e tratada corretamente. Além de secar bem as orelhas do animal, é preciso levá-lo ao médico-veterinário ao menor sinal da inflamação, como dor, secreção ou coceira nos ouvidos. “Após diagnosticada, o veterinário vai prescrever medicamento para a otite e o tratamento dura em média 7 dias, sendo que o animal precisa ser reavaliado após este período”, fala.

Check up e cuidados gerais

Por fim, e não menos importante, vale reforçar os cuidados básicos e gerais. É preciso estar atento às temperaturas dos locais onde o pet está – evitar deixa-lo em ambientes muito quentes-, disponibilizar comida e água fresca, e promover a ida preventiva ao veterinário para que o especialista possa acompanhar a saúde do animal evitando assim dores de cabeça no futuro.
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Separação do casal: quem fica com o animal de estimação?

Da Redação

Na hora da separação, os casais precisam resolver uma série de questões, das quais as mais complexas são a partilha de bens e a guarda dos filhos. No entanto, outra questão familiar está cada vez mais recorrente nos tribunais e acordos de divórcio: a guarda dos animais de estimação.

De acordo com o Instituto Pet Brasil, no Brasil há quase 140 milhões de animais de estimação, população maior que a de crianças nas moradias brasileiras. Nesses lares muitos casais optaram por não ter filhos, mas cuidam de seus pets como se assim fossem. Por causa de todo afeto envolvendo os bichinhos, a guarda compartilhada dos animais pode ser um assunto bem complicado no momento de resolver os trâmites do divórcio.

Debora Ghelman, advogada especialista em Direito Humanizado nas áreas de Família e Sucessões, comenta sobre um caso que lhe chamou atenção. “Houve uma disputa entre o ex-casal. A mulher alegava que havia comprado o cachorro, sendo, portanto, de sua propriedade. Do outro lado, o homem argumentou que era ele quem de fato cuidava do bem-estar e da saúde do animal. A discussão ficou em torno de considerar o cachorro uma ‘coisa’ ou um ser. Venceu a segunda opção, tendo o juiz determinado a guarda compartilhada”.

Outras discussões do mesmo segmento estão chegando cada vez mais nos tribunais de todo o Brasil e os juízes estão resolvendo esse impasse caso a caso, diante da inexistência de uma lei que regule a guarda dos animais na circunstância do divórcio.

A Vara Competente para o julgamento dessas ações é a de Família e Sucessões, já que os animais integram o núcleo familiar. Os magistrados passaram a reconhecer que os animais de estimação são seres dotados de emoção e sentimentos, passando a aplicar a guarda compartilhada, assim como ocorre com as crianças e adolescentes. Há decisões que determinam que o animal fique semanas alternadas com cada parte, outras concedem direito à visitação.

Posição humanizada

“É comum que o ex-casal decida em consenso como será a guarda e a visita dos animais. Então é realizada uma escritura pública estabelecendo essa questão. No próprio contrato de convivência ou no pacto antenupcial também pode ficar estabelecida como ficará a guarda dos animais em caso de separação”, explica a especialista.

Atualmente também é possível fixar a pensão de alimentos para os animais em caso de separação. Antigamente, os gastos com os bichos integravam as despesas da pensão alimentícia dos filhos menores do casal ou do cônjuge.

Outra dúvida: os animais podem ser herdeiros de seus donos? “A resposta é não, mas a lei permite que a parte disponível do patrimônio possa ser destinada a uma ONG, fundação ou pessoa destinada a cuidar do pet”, esclarece a advogada.

Debora comenta que percebe uma posição humanizada nos magistrados brasileiros quando estão diante de um conflito envolvendo os bichinhos de estimação. Recentemente, por exemplo, a Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que impede que os condomínios proíbam animais de estimação nos lares. Há ainda também uma PL para definir a questão da guarda dos animais, mas ainda precisa ser aprovada.

“Sempre que alguém tiver o seu direito de convívio com o seu animal de estimação ameaçado, recomendo que consulte um advogado para a melhor orientação no caso. Este profissional precisa tratar com bastante seriedade esse caso, valorizando o sentimento de afeto entre o pet e seu dono para assim acolher seu cliente e solucionar seu problema”, finaliza.

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Produtos de limpeza usados para desinfectar casas podem fazer mal aos animais

Por Alessandro Monteiro

A pandemia do novo coronavírus fez com que muitas pessoas dessem uma atenção maior para a desinfecção de ambientes, como forma de evitar o contágio. Água sanitária, desinfetantes, e limpadores com cloro e álcool, são amplamente recomendados para a higienização, porém devem ser usados com cuidado em casas com animais de estimação por alguns oferecerem perigo de intoxicação para eles.

As substâncias como ácidos, amônia e cloro, encontradas em produtos de limpeza podem trazer vários malefícios aos animais de estimação. O contato com a pele pode causar feridas, além disso, por terem o olfato bastante apurado, os pets são mais sensíveis ao cheiro, o que também pode causar alergias.

Sintomas de intoxicação como vômitos, diarreia e dificuldade de respirar também são problemas causados pelo uso desses produtos.

A gravidade dos sintomas depende do nível de contato do animal com a substância tóxica, o tamanho dele e o grau de toxidade em seu corpo.

Para evitar qualquer problema de saúde no pet, o álcool puro é um produto que não possui cheiro forte e que higieniza. A melhor forma de usá-lo e manter o animal longe durante o uso e só soltá-lo quando secar.

Outras opções são produtos mais neutros, como detergente e sabão de baixo Ph, que não apresentam nenhuma substância maléfica para os animais.

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Cachorro tem depressão?

Da Redação

 

Se, por um lado, a popularização do termo depressão serviu para aumentar a conscientização sobre a doença, por outro ele acabou sendo banalizado, tornando-se comum encontrarmos quem não leve o problema a sério.

Assim como acontece conosco, é preciso diferenciar o que é, de fato, tristeza, do que é temperamento. “É importante sempre separar o que é um ‘cão calminho’ de um ‘cão deprimido.

Alguns sintomas da depressão canina

Nenhum cachorro é igual a outro. Enquanto algumas raças são conhecidas por serem hiperativas, como border collie, outras, como buldogue inglês, fizeram fama por serem muito preguiçosas.

Dentro de uma mesma raça, porém, os cães também têm temperamentos diferentes, influenciados por fatores como idade e adestramento. Conhecer a personalidade do seu amigo é o primeiro passo para reconhecer a depressão em cães.

Fique atento também aos seguintes sinais:

Perda de apetite;

Perda de peso;

Recusa em brincar com tutores;

Prostração;

Isolamento;

Agressividade repentina;

Olhar perdido, triste e lambedura excessiva (principalmente do focinho);

Bocejos e coceiras frequentes e sem motivo,

Automutilação em extremidades do corpo (cauda e patas).

 

Logo, caso sejam identificados mais de um sintoma, é importante levar seu bichinho ao veterinário de sua confiança para analisar o caso.

 

Foto: Reprodução

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Você sabia que os pets também têm diabetes?

Por Alessandro Monteiro

As pessoas não imaginam, que o diabetes é uma doença comum entre os pets. Além de prejudicar a qualidade de vida dos animais, também contribui na diminuição dos anos de avida dos pets.

Segundo a American Veterinary Medical Association (AVMA), o diabetes é mais comum em animais mais velhos e com sobrepeso, o que ressalta a importância de cuidados preventivos com a saúde dos nossos bichinhos.

Os sintomas costumam ser diferentes em cães em gatos, e nem sempre se manifestam da mesma forma em todos os pets. Porém, o consumo excessivo de água, aumento da urina, perda de peso (mesmo em casos em que o animal teve aumento do apetite), infecções recorrentes e olhos embaçados (principalmente nos cães).

Para fins de tratamento e longevidade do animal, o diagnóstico precoce da doença é importante para melhorar a qualidade de vida. Portanto, ao notar qualquer mudança em seu comportamento, procure um médico veterinário.

O tratamento é feito através de uma readaptação na rotina, que muitas vezes inclui redução de peso por meio de dieta, aumento de atividades físicas além da aplicação de insulina.

É importante o veterinário recomendar mensurações frequentes da glicemia, através de amostras de sangue, e a detecção da glicosúria (presença de glicose na urina), a fim de adequar a dose do medicamento.

Uma dieta rica em fibras, exercícios físicos, castração das cadelas em caso de constatação da doença. Já os gatos, necessitam de uma dieta altamente proteica, com baixo carboidrato.

 

No Brasil, a única insulina de uso veterinário disponível para o tratamento do diabetes mellitus em cães e gatos é a Caninsulin, desenvolvida pela MSD Saúde Animal. Seu principal diferencial é que ela é produzida com insulina suína, estruturalmente idêntica à insulina canina.

Foto: Reprodução

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Os animais podem contrair ou transmitir o novo coronavírus?

Por Alessandro Monteiro

O coronavírus canino é um vírus que pode causar infecções em qualquer cão, mas os cachorros são os mais suscetíveis. O vírus provoca uma infecção aguda, autolimitada, que não se torna crônica, sendo expulso nas fezes, e os contatos fecal e oral constituem a via de contágio. O período de incubação leva de 24 a 36 horas.

Importante ressaltar que o coronavírus de cães e gatos está relacionado às suas próprias espécies, logo nada tem a ver com o Covid-19 e não é transmitido aos humanos.

Caso o tutor pegue a doença, a orientação é clara: pessoas infectadas pelo Covid-19 devem ficar isoladas.

Logo, surge uma certa tranquilidade em relação ao assunto, mas é importante lembrar que, por se tratar de uma nova doença, a importância de acompanhar as pesquisas é um dever praticamente diário. Veterinários do mundo todo, tem como base o site da World Small Animal Veterinary Association para consultas e pesquisas.

Agora, e se o tutor pegar a doença, ele pode ficar na companhia do seu bicho durante a quarentena? A orientação atual é clara: evitar o contato dos infectados com todos os seres vivos, incluindo seres humanos e animais. Apesar de muitas fake news sobre assunto, é importante afirmar que cães e gatos não transmitem Covid-19 (sendo informações até o fechamento deste texto).

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Alessandro Monteiro | Circuito Carioca

Vigilância Sanitária reduz atendimentos nas unidades de zoonoses e suspende castração

Entre as ações de prevenção e combate ao coronavírus (Covid-19), a Subsecretaria de Vigilância Sanitária e Controle de Zoonoses, vinculada à Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, reduziu serviços e suspendeu as cirurgias eletivas de animais, incluindo as castrações.

As medidas atendem ao Decreto RIO 47.246, que estabelece iniciativas para o enfrentamento da pandemia e como evitar aglomerações. Juntos, o Instituto Municipal de Medicina Veterinária Jorge Vaitsman (IJV, em São Cristóvão) e o Centro de Controle de Zoonoses Paulo Dacorso Filho (CCZ, em Santa Cruz) fazem até 2.500 castrações por mês e recebem mais de 500 usuários por dia.

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Maltratar animais é crime!

Por Alessandro Monteiro

Ainda que a fiscalização tenha diversos pontos negativos, a Lei Federal 9.605/98 é relativamente antiga. Além de condenar maus-tratos aos animais de estimação, a lei inclui a realização de “experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos”.

A penalização para quem descumpre a lei, atualmente, é de três meses a um ano de detenção, além de multa. Contudo, um Projeto de Lei apresentado pelo Senador Randolfe Rodrigues (Rede – AP) deseja aumentar a pena para um a quatro anos de prisão, podendo ser aumentada de um terço a um sexto em caso de morte do animal.

É considerado maus-tratos, casos que envolvam agressões e condições insalubres. Entre outras situações extremas que evidenciam a infração da Lei de Crimes Ambientais.

Na cidade do Rio de Janeiro, vale a Lei 6435/18, que dispõe sobre a proteção e bem-estar dos animais, as normas para a criação e comercialização de cães e gatos e define procedimentos referentes a casos de maus tratos a animais no Município do Rio de Janeiro e dá outras providências.

Mas, afinal, o que são considerados maus-tratos aos animais?
─ Manter os pets em lugares anti-higiênicos ou em locais que impeçam sua respiração, movimento ou descanso;
─ Deixar o cão ou gato exposto ao sol por longos períodos de tempo, ou, ao contrário, sem qualquer tipo de iluminação;
─ Obrigar o pet a trabalhos excessivos, inclusive em competições que possam causar pânico, estresse ou esforço acentuado;
─ Golpear, mutilar ou ferir voluntariamente qualquer órgão do pet (com exceção do procedimento de castração);
─ Não providenciar assistência veterinária em casos de acidentes ou de doença;
─ Não garantir alimento e água para o pet.

Como fazer a denúncia que se encaixa na lei de maus-tratos aos animais?
─ Agora que você já sabe o que está na lei de maus-tratos aos animais, é mais provável que você se depare com uma situação prejudicial aos pets em seu bairro. E, para não ficar em dúvida sobre como proteger animais de rua, acompanhe as medidas que devem ser tomadas;
─ O primeiro passo é fazer o possível para juntar provas e evidências. Para isso, use seu smartphone para fazer vídeos e tirar fotos. Outra alternativa é conversar com vizinhos que possam servir de testemunha;
─ Em caso de atropelamento ou abandono em trânsito, utilizando veículo particular, anote a placa do veículo e, se possível, tire fotos ou grave um vídeo comprovando a situação.

Onde registrar a denúncia?
─ Para denunciar maus-tratos e abandono de animais, ligue para a Central de Atendimento ao Cidadão: 1746 opção 2 e depois 9 ou também pela internet, no site: http://www.1746.rio.gov.br/servicos.php;
─ Ministério Público: preferencialmente, os registros devem ser feitos pelo site, ou por telefone, nas ouvidorias estaduais;
─ Secretarias de Meio-Ambiente: denuncie por meio dos canais de contato de cada órgão regional;
─ Conselho Regional de Medicina Veterinária: válidas somente para casos de maus-tratos cometidos por profissionais da área. As denúncias podem ser feitas pelos canais de atendimento de cada órgão regional.

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Alessandro Monteiro | Circuito Carioca

Livro com com sons da natureza é lançamento para bebês

Foto:: Divulgação

 

 

Como é uma coruja? Como faz o sapo? Essas e outras perguntas as crianças encontram no livro “A Natureza”, da Catapulta Editores. A obra faz parte da coleção Toque e escute e é indicada para apresentar a leitura e novas experiências aos bebês, com sons e texturas.

As páginas coloridas e cheia de detalhes vão atrair a atenção dos pequenos, que poderão tocar e apertar em determinados pontos do livro. O título traz elementos da natureza, como animais, vento e água, e os apresenta às crianças de forma lúdica e divertida.

 

 

O livro compõe a coleção que já tem outros três títulos – Os Pets, A Floresta e A Fazenda. Todas as obras estão disponíveis nas principais livrarias do país, em lojas físicas e online, pelo preço sugerido de R$ 69,90.