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Final feliz para os peludos

Cãeszinhos regatados na Ponte Rio -Niterói estão na Ong Segunda Chance  em breve serão colocados para adoção

Na segunda-feira, dia 08/11, a ponte Rio-Niterói parou e por um motivo inusitado. Dois cães invadiram a pista nos dois sentidos e interromperam o trânsito durante 16 minutos no sentido Rio e 19 minutos no sentido Niterói. Um dos cachorrinhos foi alcançado ainda  na ponte. O outro, percorreu quase três quilômetros e foi escoltado por motociclistas até a Linha Vermelha, onde finalmente foi resgatado pelos agentes da Ecoponte com o apoio da Polícia Militar. A boa notícia é que os dois, batizados de Trovão e Dick Vigarista, foram acolhidos pela Ong Segunda Chance RJ, com sede em Cascadura, zona norte do Rio de Janeiro. Eles passaram por todo um protocolo, como consulta médica e o encaminhamento para exames de rotina.

Foto: Divulgação

O Dick é castrado, o Trovão  não. Os dois vão realizar alguns exames, o Dick precisa engordar um pouquinho, mas em breve estarão prontos para adoção –   explica Fernanda Araújo da Ong.

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São Gonçalo inaugura hospital popular de medicina veterinária

O Hospital Popular de Medicina Veterinária (HPMV) expandirá sua rede no dia 18/11 (quinta-feira), às 11h, inaugurando uma unidade em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. O objetivo é realizar 1.500 atendimentos apenas no primeiro mês. No final de 2022, a expectativa é de 18 mil atendimentos realizados. A unidade irá tratar de cães e gatos e as consultas serão apenas R$ 19,90.

De acordo com o CEO da Rede HPMV, Brunno Galvão, São Gonçalo é uma cidade densamente habitada e com uma característica diferente da cidade vizinha, Niterói. É mais horizontal, a maioria das pessoas mora em casas e isso faz com que uma quantidade maior de lares possua Pets. “A chegada do primeiro Hospital Popular de Medicina Veterinária vai impactar mais de 1 milhão de lares. Há um pensamento ultrapassado de que medicina veterinária popular não tem qualidade.

Os tutores ficam encantados com o que encontram aqui. Estrutura de ponta, equipamentos modernos, equipe experiente, um hospital moderno e acessível para todas as classes sociais – ressalta Brunno.

Entre os serviços oferecidos estão internação de animais com doenças infecciosas e zoonoses, cirurgias, exames laboratoriais, ultrassonografia e radio X, além de eletrocardiograma. O funcionamento será 24 horas. O preço da castração de cadelas será R$150,00 e de felinas R$85,00. O valor da anestesia depende da análise do médico. A vacina de raiva custará R$50,00 e a V8 R$ 85,00. A unidade conta ainda com um espaço cat friendly exclusivo para os felinos. “O HPMV deve realizar em 2021 cerca de 150 mil atendimentos em suas dez unidades e a expectativa para o próximo ano é de 300 mil atendimentos, além da expansão de mais 18 unidades, totalizando 28 hospitais. O HPMV é a maior rede de Hospitais Veterinários do Brasil”, destaca Brunno Galvão.

A nova unidade estará localizada na Rua coronel serrado 202, Zé garoto – São Gonçalo.

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Ação Solidária Destaque Notícias Rio

Castramóvel para Nova Iguaçu

A ONG Segunda Chance vai receber um castramóvel que atenderá cães e gatos no município de Nova Iguaçu. De acordo com a deputada federal Rosângela Gomes (Republicanos), autora da emenda parlamentar que conseguiu a liberação do castramóvel, a previsão de chegada é para o começo de 2022.

Estamos começando uma nova etapa do projeto, a tramitação da parte burocrática já está tudo ok, só falta o governo pagar.

A princípio, a presidente da ONG Segunda Chance RJ, Fernanda Araújo, informou que o Castramóvel ficará atendendo no município de Nova Iguaçu, onde possui mais animais abrigados pelo programa, mas que futuramente pretende estender para outros bairros também no município do Rio de Janeiro.

O evento que trouxe a boa notícia aconteceu na sede da ONG que fica no bairro de Cascadura e contou com a participação do Vereador do município do Rio, Vitor Hugo (MDB, que é autor da lei que obrigará as escolas do município a ensinarem educação ambiental. Ele anunciou que pretende levar às escolas conteúdo de cuidados aos animais. Além disso, também citou que irá propor um canal específico para fazer denúncias sobre maus-tratos animais.

Tem que ser uma coisa emergencial, como o 190 –  ressaltou.

Lembrando que hoje é recomendado que as denúncias sejam feitas à Central de Atendimento ao Cidadão, o 1746.

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Adoção Destaque Notícias Pets Rio

Campanha de animais para adoção e Feira RJPET

Ação acontece neste sábado, no Bangu Shopping, e incentiva o
acolhimento responsável

A Feira RJPET terá mais uma edição neste sábado, 11 de setembro, das

Foto: Divulgção

11h às 15h, no Bangu Shopping. A parceria entre a Secretaria de
Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento com o Bangu Shopping
completou sete meses com mais de cem animais – entre cães e gatos –
adotados.

Os objetivos da ação são incentivar  a adoção responsável de
animais abandonados e conscientizar a população sobre a importância
dos cuidados necessários para garantir a qualidade de vida e o
bem-estar dos pets.
Vamos para nossa sétima edição da feira, todas muito bem-sucedidas. Já foram mais de cem animais adotados, o que nos mostra que estamos no caminho certo disse o secretário de Agricultura, Marcelo Queiroz.

A realização do evento segue os protocolos sanitários para evitar
aglomerações, além da obrigatoriedade do uso de máscara e de álcool
em gel para higienização das mãos.

O que fazer para adotar?

Para levar um animal de estimação para casa, o interessado na  adoção deve apresentar identidade, CPF e comprovante de residência, além de passar por uma entrevista e assinar um termo de responsabilidade.

Sobre a RJPET

A RJPET é uma subsecretaria que visa, além da realização de ações
de incentivo à adoção, promover medidas de conscientização, dar
suporte no controle, prevenção e erradicação de doenças, apoiar

Foto: Divulgação

programas e projetos de defesa e bem-estar de animais, incentivando,
ainda, sua posse responsável.

Feira de Adoção RJPET

Data: 11 de setembro

Horário: das 11h às 15h

Local: Bangu Shopping (em frente à loja Colchões Botafogo)

Endereço: Rua Fonseca, 240, Bangu, Rio de Janeiro

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Excesso de urina, sede e perda de peso podem indicar diabete em pets

O diabetes é uma doença que preocupa muita gente, mas também é um problema para os pets, já que, ainda que poucos saibam, também é bastante comum nos animais. Por conta disso, tutores de cães e gatos devem ficar alertas a possíveis sintomas, entre eles excesso de sede e urina, aumento de apetite e perda de peso, mesmo com o aumento da ingestão de alimentos.

“O que acontece é que, assim como nós, o organismo para de produzir ou produz insulina em pouca quantidade para as necessidades do pet. Sem o hormônio, a glicose não entra nas células e se acumula-se no sangue”, diz Silvana Badra, médica-veterinária e gerente de produtos pet da MSD Saúde Animal.

A doença nos pets é consequência de alterações no pâncreas e são diversos os fatores que podem contribuir para a sua manifestação, entre eles a obesidade, uso excessivo de medicamentos que inibem a ação da insulina (como corticosteroides), doenças hormonais (como hipertireoidismo e hipotireoidismo) e excesso de gordura no sangue.

“O tutor deve estar atento à medicina preventiva, que inclui consultas de rotina, vacinação, vermifugação, prevenção contra pulgas, carrapatos e insetos, alimentação saudável, exercícios, e medicamentos só administrados sob recomendação do médico-veterinário”, afirma Silvana.

A especialista orienta que, diante de qualquer um dos sintomas, o tutor procure um profissional para avaliação. A doença não tem cura, mas tem tratamento. “A insulinoterapia, que é a aplicação de insulina, juntamente com um manejo adequado, com engajamento do tutor, permite ao pet ter uma boa qualidade de vida”.

A veterinária afirma ainda que a escolha da insulina também é essencial para obter melhores resultados e que a aplicação do medicamento pode ser feita pleo próprio tutor em casa. “Há insulina que promove um pico mais rápido e mais duradouro conferindo menor chance de crises de hipoglicemia e resistência à medicação. Ter uma insulina desenvolvida especialmente para as necessidades do animal proporciona um tratamento seguro e eficaz”.

Foto: Pixabay

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Chegada do verão alerta tutores para doenças parasitárias, leishmaniose, viroses e otite

Médico-veterinário lista seis dicas de como cuidar dos animais nos dias mais quentes e úmidos

Na próxima segunda-feira, 21, começa o verão, umas das estações mais aguardadas pela maioria da população. No entanto, o clima quente e úmido pode trazer alguns riscos aos pets, mesmo em isolamento social, segundo Marcio Barboza, médico-veterinário e gerente técnico de produtos pet da MSD Saúde Animal. Por isso, o profissional listou sete dicas importantes para curtir a época em segurança com os cães e gatos. Confira.

Uso de antipulgas

As pulgas e carrapatos são os principais riscos. Segundo Marcio Barboza, todos os pets podem adquirir os parasitas, mesmo que convivam pouco com outros animais ou estejam mais em casa por causa da quarentena.

“Os pets podem apresentar desde uma simples coceira até doenças infecciosas graves. Para evitar isso, é necessário utilizar produtos com longa duração de ação e eficácia imediata, que protejam também o ambiente, contra os parasitas. Assim, podemos concluir que o pet e toda a família estarão seguros”, diz o médico-veterinário.

Cuidado com as doenças de pele

Os pets podem adquirir diversos problemas de pele, sendo que o mais comum são as dermatites, que podem ficar mais graves durante o verão. Elas podem ser ocasionadas por picadas de pulgas e carrapatos ou até por umidade excessiva na pele. A dica é que os produtos antiparasitários com longa duração, como por exemplo o que contém o princípio Fluralaner, pode ser de grande auxílio na prevenção das dermatites provocadas por ectoparasitas, pois deixa o animal mais tempo livre de pulgas e carrapatos.

Leishmaniose, uma das doenças mais perigosas

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é líder nos casos da doença no continente americano, representando aproximadamente 96% do total de casos. A propagação da enfermidade acontece a partir da picada do mosquito-palha infectado, que pode picar o cão e também as pessoas que com ele convivem e, com isso, causar desde problemas dermatológicos até o falecimento do pet.

“Por isso é muito importante ficar atento à prevenção, mesmo o animal não morando em área endêmica. É recomendado o uso da coleira que, após ser colocada no pescoço do cão, começa a liberar seu princípio ativo, a Deltametrina. Além disso, vale a atenção com os cuidados básicos como manter o local do pet limpo e com telas antimosquitos nas janelas, para manter o mosquito afastado”, explica o profissional.

Atenção ao calendário de vacinação!

Já é sabida a importância das vacinas, responsáveis por prevenirem doenças e trazerem qualidade de vida aos cachorros e gatos. Mas é importante que sejam administradas pelo médico-veterinário, respeitando as peculiaridades de cada pet. “Cada animal é único e a imunização deve ser feita de acordo com o estilo de vida, raça, comportamento, idade e a região em que o pet mora. Vale lembrar que, além da imunização por meio da vacina, o tutor deve se informar sobre a prevenção contínua de outras doenças, como, por exemplo, a leishmaniose, que necessita da utilização de uma coleira. O conjunto desses dois métodos trará maior segurança ao animal e ao dono”, completa Marcio Barboza.

Dor de ouvido? Sim, os PETs também sentem!

A otite também é uma das ocorrências comuns em cães no verão, já que os ouvidos podem ficar mais úmidos e ter contato maior com a água (piscina, praia, banhos com maior frequência). Marcio Barboza diz que o problema pode acontecer, mas é simples de tratar se identificada a causa primária e tratada corretamente. Além de secar bem as orelhas do animal, é preciso levá-lo ao médico-veterinário ao menor sinal da inflamação, como dor, secreção ou coceira nos ouvidos. “Após diagnosticada, o veterinário vai prescrever medicamento para a otite e o tratamento dura em média 7 dias, sendo que o animal precisa ser reavaliado após este período”, fala.

Check up e cuidados gerais

Por fim, e não menos importante, vale reforçar os cuidados básicos e gerais. É preciso estar atento às temperaturas dos locais onde o pet está – evitar deixa-lo em ambientes muito quentes-, disponibilizar comida e água fresca, e promover a ida preventiva ao veterinário para que o especialista possa acompanhar a saúde do animal evitando assim dores de cabeça no futuro.
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Separação do casal: quem fica com o animal de estimação?

Da Redação

Na hora da separação, os casais precisam resolver uma série de questões, das quais as mais complexas são a partilha de bens e a guarda dos filhos. No entanto, outra questão familiar está cada vez mais recorrente nos tribunais e acordos de divórcio: a guarda dos animais de estimação.

De acordo com o Instituto Pet Brasil, no Brasil há quase 140 milhões de animais de estimação, população maior que a de crianças nas moradias brasileiras. Nesses lares muitos casais optaram por não ter filhos, mas cuidam de seus pets como se assim fossem. Por causa de todo afeto envolvendo os bichinhos, a guarda compartilhada dos animais pode ser um assunto bem complicado no momento de resolver os trâmites do divórcio.

Debora Ghelman, advogada especialista em Direito Humanizado nas áreas de Família e Sucessões, comenta sobre um caso que lhe chamou atenção. “Houve uma disputa entre o ex-casal. A mulher alegava que havia comprado o cachorro, sendo, portanto, de sua propriedade. Do outro lado, o homem argumentou que era ele quem de fato cuidava do bem-estar e da saúde do animal. A discussão ficou em torno de considerar o cachorro uma ‘coisa’ ou um ser. Venceu a segunda opção, tendo o juiz determinado a guarda compartilhada”.

Outras discussões do mesmo segmento estão chegando cada vez mais nos tribunais de todo o Brasil e os juízes estão resolvendo esse impasse caso a caso, diante da inexistência de uma lei que regule a guarda dos animais na circunstância do divórcio.

A Vara Competente para o julgamento dessas ações é a de Família e Sucessões, já que os animais integram o núcleo familiar. Os magistrados passaram a reconhecer que os animais de estimação são seres dotados de emoção e sentimentos, passando a aplicar a guarda compartilhada, assim como ocorre com as crianças e adolescentes. Há decisões que determinam que o animal fique semanas alternadas com cada parte, outras concedem direito à visitação.

Posição humanizada

“É comum que o ex-casal decida em consenso como será a guarda e a visita dos animais. Então é realizada uma escritura pública estabelecendo essa questão. No próprio contrato de convivência ou no pacto antenupcial também pode ficar estabelecida como ficará a guarda dos animais em caso de separação”, explica a especialista.

Atualmente também é possível fixar a pensão de alimentos para os animais em caso de separação. Antigamente, os gastos com os bichos integravam as despesas da pensão alimentícia dos filhos menores do casal ou do cônjuge.

Outra dúvida: os animais podem ser herdeiros de seus donos? “A resposta é não, mas a lei permite que a parte disponível do patrimônio possa ser destinada a uma ONG, fundação ou pessoa destinada a cuidar do pet”, esclarece a advogada.

Debora comenta que percebe uma posição humanizada nos magistrados brasileiros quando estão diante de um conflito envolvendo os bichinhos de estimação. Recentemente, por exemplo, a Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que impede que os condomínios proíbam animais de estimação nos lares. Há ainda também uma PL para definir a questão da guarda dos animais, mas ainda precisa ser aprovada.

“Sempre que alguém tiver o seu direito de convívio com o seu animal de estimação ameaçado, recomendo que consulte um advogado para a melhor orientação no caso. Este profissional precisa tratar com bastante seriedade esse caso, valorizando o sentimento de afeto entre o pet e seu dono para assim acolher seu cliente e solucionar seu problema”, finaliza.

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Produtos de limpeza usados para desinfectar casas podem fazer mal aos animais

Por Alessandro Monteiro

A pandemia do novo coronavírus fez com que muitas pessoas dessem uma atenção maior para a desinfecção de ambientes, como forma de evitar o contágio. Água sanitária, desinfetantes, e limpadores com cloro e álcool, são amplamente recomendados para a higienização, porém devem ser usados com cuidado em casas com animais de estimação por alguns oferecerem perigo de intoxicação para eles.

As substâncias como ácidos, amônia e cloro, encontradas em produtos de limpeza podem trazer vários malefícios aos animais de estimação. O contato com a pele pode causar feridas, além disso, por terem o olfato bastante apurado, os pets são mais sensíveis ao cheiro, o que também pode causar alergias.

Sintomas de intoxicação como vômitos, diarreia e dificuldade de respirar também são problemas causados pelo uso desses produtos.

A gravidade dos sintomas depende do nível de contato do animal com a substância tóxica, o tamanho dele e o grau de toxidade em seu corpo.

Para evitar qualquer problema de saúde no pet, o álcool puro é um produto que não possui cheiro forte e que higieniza. A melhor forma de usá-lo e manter o animal longe durante o uso e só soltá-lo quando secar.

Outras opções são produtos mais neutros, como detergente e sabão de baixo Ph, que não apresentam nenhuma substância maléfica para os animais.

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Cachorro tem depressão?

Da Redação

 

Se, por um lado, a popularização do termo depressão serviu para aumentar a conscientização sobre a doença, por outro ele acabou sendo banalizado, tornando-se comum encontrarmos quem não leve o problema a sério.

Assim como acontece conosco, é preciso diferenciar o que é, de fato, tristeza, do que é temperamento. “É importante sempre separar o que é um ‘cão calminho’ de um ‘cão deprimido.

Alguns sintomas da depressão canina

Nenhum cachorro é igual a outro. Enquanto algumas raças são conhecidas por serem hiperativas, como border collie, outras, como buldogue inglês, fizeram fama por serem muito preguiçosas.

Dentro de uma mesma raça, porém, os cães também têm temperamentos diferentes, influenciados por fatores como idade e adestramento. Conhecer a personalidade do seu amigo é o primeiro passo para reconhecer a depressão em cães.

Fique atento também aos seguintes sinais:

Perda de apetite;

Perda de peso;

Recusa em brincar com tutores;

Prostração;

Isolamento;

Agressividade repentina;

Olhar perdido, triste e lambedura excessiva (principalmente do focinho);

Bocejos e coceiras frequentes e sem motivo,

Automutilação em extremidades do corpo (cauda e patas).

 

Logo, caso sejam identificados mais de um sintoma, é importante levar seu bichinho ao veterinário de sua confiança para analisar o caso.

 

Foto: Reprodução

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Você sabia que os pets também têm diabetes?

Por Alessandro Monteiro

As pessoas não imaginam, que o diabetes é uma doença comum entre os pets. Além de prejudicar a qualidade de vida dos animais, também contribui na diminuição dos anos de avida dos pets.

Segundo a American Veterinary Medical Association (AVMA), o diabetes é mais comum em animais mais velhos e com sobrepeso, o que ressalta a importância de cuidados preventivos com a saúde dos nossos bichinhos.

Os sintomas costumam ser diferentes em cães em gatos, e nem sempre se manifestam da mesma forma em todos os pets. Porém, o consumo excessivo de água, aumento da urina, perda de peso (mesmo em casos em que o animal teve aumento do apetite), infecções recorrentes e olhos embaçados (principalmente nos cães).

Para fins de tratamento e longevidade do animal, o diagnóstico precoce da doença é importante para melhorar a qualidade de vida. Portanto, ao notar qualquer mudança em seu comportamento, procure um médico veterinário.

O tratamento é feito através de uma readaptação na rotina, que muitas vezes inclui redução de peso por meio de dieta, aumento de atividades físicas além da aplicação de insulina.

É importante o veterinário recomendar mensurações frequentes da glicemia, através de amostras de sangue, e a detecção da glicosúria (presença de glicose na urina), a fim de adequar a dose do medicamento.

Uma dieta rica em fibras, exercícios físicos, castração das cadelas em caso de constatação da doença. Já os gatos, necessitam de uma dieta altamente proteica, com baixo carboidrato.

 

No Brasil, a única insulina de uso veterinário disponível para o tratamento do diabetes mellitus em cães e gatos é a Caninsulin, desenvolvida pela MSD Saúde Animal. Seu principal diferencial é que ela é produzida com insulina suína, estruturalmente idêntica à insulina canina.

Foto: Reprodução