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Polícia Federal desativa garimpo ilegal em Ouro Preto

Dá Agência Brasil

A Polícia Federal (PF) desativou um garimpo ilegal de ouro que funcionava clandestinamente no distrito de Antônio Pereira, no município de Ouro Preto, em Minas Gerais. A operação foi realizada nessa terça-feira (10).

Os policiais apreenderam os equipamentos e conduziram seis garimpeiros para prestarem depoimentos na sede da Polícia Federal, em Belo Horizonte.

De acordo com a PF, o crime de garimpo ilegal está previsto no art. 55 da Lei 9605/98, com pena de seis meses a um ano de detenção e multa. Também está tipificado no art.2 da Lei 8.176/91, com pena de detenção de um a cinco anos.

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PRF lança cinco ações de combate a organizações criminosas no Brasil

Dá Agência Brasil

Em cerimônia na manhã de hoje (22), em Brasília, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) lançou cinco novas operações, além de anunciar novos sistemas que vão aprimorar o trabalho dos policiais e a implementação de colégios cívicos em todo o Brasil.

Entre as ações anunciadas está a Égide 2022, que combate as organizações criminosas nas rotas que conectam o Rio de Janeiro aos demais Estados do Brasil; a Operação Planalto, com ações de policiamento especializado nos acessos da capital federal; a Nordeste Seguro, com ações especializadas de combate ao crime desde o sertão ao litoral do Nordeste, a Operação Rota Brasil, com ações simultâneas de segurança viária e combate ao crime em todas as unidades da PRF; e a Rotas da Amazônia, de combate aos crimes ambientais e transfronteiriços na região amazônica.

Durante o evento, também foi assinado um termo de implementação de colégios cívicos em parceria com a PRF em todo o Brasil. Foi apresentada a experiência bem sucedida de Palmas, Tocantins, onde o colégio já existe há quatro anos e é um exemplo que será seguido nos outros estados do Brasil.

Ainda foram anunciados diversos sistemas, como o Vida PRF, programa voltado para a saúde mental dos policiais; o Patrulha PRF, de gestão de aeronaves; o CAD Mobile, de controle, recebimento, despacho e atendimento de ocorrências; o SIAGP, que é uma base única de gestão de pessoas; o sistema Frequência, um registro de frequência informatizado, com georreferenciamento dos registros e cadastro de afastamentos; e ainda o BOP Multiagência, de registro de boletins de ocorrências policiais compartilhados com outros órgãos.

O Secretário executivo do Ministro de Justiça e Segurança Pública (MJSP), Brigadeiro Antônio Ramirez Lorenzo, anunciou a entrega oficial das viaturas blindadas para a Polícia Rodoviária Federal. Também foi divulgado o Anuário 2021 da PRF, com os registros de acidentes, fiscalização e criminalidade em todo o Brasil no ano passado.

O diretor-geral da PRF, inspetor Sidinei Vasques, falou sobre a importância dos anúncios de hoje, ressaltando a aquisição de equipamentos de proteção individual, uniformes e das melhores condições de trabalho para os policiais. Foram entregues pelo Brigadeiro Lorenzo 85.317 EPI’s, representando um investimento de R$ 22 milhões. Vasques falou sobre a importância das operações que, como a Égide, avança para todo o Brasil, com novas rotas de combate ao crime organizado, tráfico de drogas e crimes ambientais.

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Operação prende empresário que atuava no roubo de lubrificantes

Dá Agência Brasil

Uma operação conjunta realizada na manhã de hoje (17) pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (DRFC/PC-RJ), na região metropolitana do Rio de Janeiro, prendeu o empresário Joel Canuto Viegas, conhecido como o Rei do Óleo. Dono de diversas empresas e depósitos de óleos lubrificantes e derivados na Baixada Fluminense, Viegas é apontado como chefe da organização criminosa que atuava no roubo de cargas de óleos lubrificantes na região.

A ação fez parte da segunda fase da Operação No Rastro do Óleo e teve por objetivo cumprir seis mandados de prisão e 14 de busca e apreensão contra integrantes da organização criminosa.

A investigação começou no início de 2021, quando os agentes da PRF e da DRFC observaram uma constância nos registros de roubos de cargas de óleos lubrificantes nas rodovias Washington Luís e Arco Metropolitano e no trecho da Niterói-Manilha.

Até o momento, as investigações apontam a participação da quadrilha em pelo menos oito roubos de carga de óleos lubrificantes, totalizando prejuízo de cerca de R$ 2 milhões para as empresas lesadas.

O saldo da operação inclui nove presos, sendo um baleado pela equipe da Polícia Civil e levado para o hospital; uma pistola apreendida; quatro veículos recuperados. Foram apreendidas também drogas: 40 frascos de loló, 111 sacolés de crack; 327 sacolés de cocaína; 168 tabletes pequenos de maconha. Os presos e o material apreendido foram encaminhados para a Polícia Civil.

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PF e Receita Federal desarticulam quadrilha de tráfico de cocaína

Dá Agência Brasil

Grupos criminosos que atuam dentro do terminal portuário de Paranaguá (PR) são alvo da Operação Reach Stackers da Polícia Federal (PF) e da Receita Federal nesta sexta-feira (28). Eles enviavam carregamentos de cocaína para o exterior em contêineres, sem o conhecimento do exportador, na modalidade conhecida internacionalmente como rip on/rip off

Segundo a PF, foram expedidos oito mandados de prisão temporária e nove de busca e apreensão para cumprimento nas cidades paranaenses de Paranaguá, Matinhos e Piraquara. Também foram decretadas medidas patrimoniais de sequestro de imóveis e bloqueio de valores existentes em contas bancárias e de aplicações financeiras.

“Os investigados são responsáveis por fornecer informações privilegiadas sobre posições, rotas e cargas dos contêineres para subsidiar organizações criminosas em ações no Porto de Paranaguá, além de movimentarem os contêineres de forma a possibilitar a inserção dos carregamentos de cocaína dentro do pátio do terminal portuário”, explicou a PF.

Os criminosos responderão pelos crimes de tráfico transnacional de entorpecentes, com penas que podem chegar até 25 anos de reclusão para cada ação perpetrada, bem como pelos crimes de organização criminosa e de associação para o tráfico, que podem chegar a 24 anos de reclusão.

A operação foi batizada de Reach Stackers em alusão ao equipamento de mesmo nome utilizado em terminais portuários para o deslocamento de contêineres.

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Policiamento é mantido nos complexos do Jacarezinho e Muzema, no Rio

A Polícia Militar (PM) mantém hoje (20) 250 homens na comunidade do Jacarezinho, zona norte da capital, e 100 na comunidade da Muzema, na zona oeste, onde cerca de 1.300 policiais militares e civis realizaram ontem (19) ações operacionais integradas. A ação visa a retomada de território nas duas áreas da cidade que sofrem influência do tráfico e de milícias. Nos locais, o governo fluminense pretende iniciar a implantação de um programa de segurança pública aliado a intervenções urbanísticas e sociais.

Segundo informou a assessoria de imprensa da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, até o momento, não houve alteração nesta quinta-feira (20). Já a Polícia Civil disse que, nesta segunda etapa da operação, ela dá seguimento ao “seu papel de polícia judiciária no processo de inteligência e investigação”, enquanto os policiais militares permanecem baseados nas comunidades.

A ação conjunta na área do Jacarezinho e adjacências foi iniciada ao amanhecer de ontem (19), com o ingresso no terreno de tropas de três unidades do Comando de Operações Especiais (COE) da Polícia Militar: Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), Batalhão de Polícia de Choque (BPChq ) e Batalhão de Ações com Cães (BAC).

Foram mobilizadas também tropas da Coordenadoria de Polícia Pacificadora (CPP) e de unidades operacionais do 1º Comando de Policiamento de Área (CPA), responsáveis por parte da zona norte, centro e zona sul do município do Rio de Janeiro.

Os policiais civis entraram na comunidade do Jacarezinho para cumprimento de 42 mandados de prisão contra criminosos da facção atuante no tráfico local, 13 de busca e apreensão de adolescentes e um de busca e apreensão de um maior de idade. Uma aeronave da Polícia Civil também foi empregada, fazendo sobrevoos na área para dar apoio aos policiais que atuavam no terreno.

No complexo da Muzema, que engloba as comunidades da Tijuquinha e do Banco, a operação começou por volta das 10h, com a chegada de policiais militares do Comando de Polícia Ambiental (CPAm) e de unidades operacionais do 2º CPA, que atuam na zona oeste e parte da zona norte, além de grande contingente de policiais civis. Na área da Muzema, que sofre influência de milícias, a operação teve como foco o combate ao comércio ilegal de gás de cozinha, crimes ambientais e construções irregulares.

Nas duas ações, a Polícia Militar empregou cerca de 800 policiais e a Polícia Civil em torno de 500 agentes. Foram empregados veículos blindados e houve reforço no patrulhamento das vias expressas, especialmente as mais próximas aos dois complexos de favelas.

As duas ações foram monitoradas em tempo real no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC). Os policiais devem permanecer nas duas comunidades por tempo indeterminado. Até ontem à noite, dois homens foram presos na Comunidade do Jacarezinho, sendo apreendidos material para embalo de drogas e entorpecentes. Na Muzema, 33 suspeitos foram conduzidos às 16ª e 42ª delegacias policiais.

O governador Cláudio Castro vai anunciar detalhes do programa Cidade Integrada no próximo sábado (22), em local e horário ainda a serem definidos.

 

 

Agência Brasil

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Rio: 80% de inquéritos de mortes de menores de idade não têm conclusão

Dá Agência Brasil

Uma pesquisa da Defensoria Pública do Rio de Janeiro mostrou que 81% dos inquéritos sobre mortes violentas (consumadas ou tentadas) de crianças e adolescentes abertos desde 2000 ainda não foram concluídos. Os dados, que envolvem assassinatos e outros óbitos por causas externas, foram coletados a partir de dados da Polícia Civil e do Instituto de Segurança Pública.

Segundo a Defensoria, a média de tempo dos procedimentos é de 3.060 dias, ou seja, cerca de oito anos e três meses. Há casos tramitando há 36 dias, mas tem alguns há 21 anos sem solução.

Ao todo, foram encontrados 9.542 crimes ainda não solucionados, dos quais 79,5% são crimes dolosos (ou seja, com intenção de provocar a morte) e 20,5% são de casos culposos (sem intenção de provocar a morte, em sua maioria acidentes de trânsito).

Dos 9.542 inquéritos analisados, 3.218 foram homicídios provocados por armas de fogo, dos quais 162 foram contra crianças de até 11 anos. Tentativas de homicídio (ou seja, quando o crime não resulta na morte da vítima) por armas de fogo somaram 1.525 inquéritos, dos quais 217 foram na faixa etária de 11 anos ou menos.

Dos 355 casos de mortes provocadas pela polícia em que os agentes alegaram ter matado em confronto (o chamado auto de resistência), há cinco situações em que as vítimas tinham nove anos ou menos. Há três inquéritos registrados como auto de resistência ou como oposição à intervenção policial, em que as vítimas tinham 4 anos ou menos.

“Precisamos avançar muito no combate às perdas antecipadas de vidas. Essas cifras são vidas. Prevenir é possível, sendo certo que a responsabilização efetiva é uma dessas formas. Esses números são inaceitáveis num país que pretende assegurar, com prioridade absoluta, os direitos de crianças e adolescentes”, afirmou o defensor público Rodrigo Azambuja, em nota divulgada pela Defensoria.

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PF deflagra operação contra emissão de carteiras de vigilante falsas

Da Agência Brasil

A Polícia Federal (PF) deflagou a Operação Gladiador para reprimir a emissão e comercialização de Carteira Nacional de Vigilante (CNV) falsa. O documento é emitido exclusivamente pela PF.

De acordo com as apurações, o esquema consistia na venda de CNV para pessoas sem vínculo empregatício com qualquer empresa de vigilância e mediante o uso de dados falsos.

Segundo o investigado na operação, cada carteira era emitida por R$ 180 a R$ 220. A estimativa é de que tenham sido comercializadas mais de 500 carteiras para vigilantes do estado de São Paulo e de outras unidades da federação.

A operação resultará em fiscalização, processos punitivos de empresas de segurança privada e dos vigilantes envolvidos no esquema ilícito e na responsabilização penal das responsáveis pelos supostos delitos de falsidade.

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Ataques hackers movimentam venda de seguros contra risco cibernético

Da Agência Brasil

A arrecadação dos seguros de riscos cibernéticos alcançou R$ 64,352 milhões no acumulado de janeiro a agosto deste ano, no Brasil, indicando alta de 161,3% em relação ao mesmo período de 2020, quando a receita foi de R$ 24,216 milhões.

Em razão do aumento dos ataques de hackers contra empresas e pessoas, as vendas de seguros contra riscos cibernéticos no país movimentaram, somente no mês de julho, mais de R$ 9,5 milhões, volume 213,7% superior ao observado no mesmo mês de 2020.

O coordenador de Linhas Financeiras da Federação Nacional de Seguros Gerais (Fenseg), Gustavo Galrão, estimou que esse mercado deve encerrar 2021 com cerca de R$ 101,774 milhões de prêmios. “Isso vai equivaler a um crescimento de 136% anual. É um marco interessante. Vai superar R$ 100 milhões de prêmios”, disse hoje (13), à Agência Brasil.

Segundo Galrão, o seguro de riscos cibernéticos ainda é um mercado recente e pequeno no Brasil, mas vem crescendo muito e tem potencial de se tornar forte no país: “a expectativa é de que o crescimento siga vertiginoso para os próximos anos. A gente está vendo uma demanda por prêmios nesse seguro muito grande”.

Cautela

Gustavo Galrão explica que a demanda pelos seguros de riscos cibernéticos vem aumentando na medida em que crescem os ataques hackers às empresas. “Isso dá um cenário de agravo do sinistro muito forte”.

O objetivo das seguradoras é transferir esse risco das empresas para elas. Mas, para se preservarem, as seguradoras têm estratégias e política de aceitação do risco. No ataque conhecido como ransomware, que é a invasão dos sistemas com pedido posterior de resgate, as empresas são ameaçadas muitas vezes a pagar cifras milionárias, com risco, inclusive, de parar de funcionar por um período.

As despesas se elevam com a contratação de peritos em tecnologia para reconstituição de sistemas e realização de cópias de segurança (back-ups), que acabam gerando preocupação também para as seguradoras.

Por isso, as seguradoras adotam cautela e levantam o maior número de informações dos clientes, incluindo riscos potenciais. As informações colhidas vão para a área de produtos das seguradoras que, junto com a área de subscrição, define a política de aceitação dos riscos para se protegerem contra um número elevado de sinistros. “Com base nisso, as seguradoras vão definindo as estratégias e os produtos que serão oferecidos para as empresas. Há atividades que têm uma frequência de severidade maior”.

As instituições financeiras e empresas de varejo são as que mostram maiores condições de serem atacadas, embora sejam também as que estejam melhor preparadas para uma resposta a esse tipo de ameaças, afirmou o coordenador. Outros grandes alvos são as empresas dos setores de energia e de saneamento e da área da saúde, “porque tem dados sensíveis de prontuários médicos. Os hackers têm interesse de pegar essas informações e utilizá-las de maneira imprópria e criminosa”.

Limites

No primeiro semestre de 2021, os sinistros ocorridos resultaram em indenizações de quase R$ 11,65 milhões, contra R$ 12,54 milhões, no mesmo período de 2020. O coordenador de Linhas Financeiras da Fenseg acredita que o número será bem maior este ano, uma vez que muitos sinistros não estão contabilizados . “A sinistralidade esperada para este ano deverá ser muito alta. Inclusive, há expectativa de que supere o valor de prêmios”.

Galrão informou que tanto no Brasil, como na América Latina, os valores dos seguros de riscos cibernéticos ainda são baixos, em relação ao que é contratado nos Estados Unidos e Europa. No Brasil, são poucas as apólices que passam de R$ 100 milhões de limite contratado, ou o equivalente a US$ 20 milhões. A maioria está abaixo disso.

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PM do Rio diz ter apreendido mais de 3 mil armas de fogo no primeiro semestre

No primeiro semestre deste ano, os policiais militares do Rio de Janeiro disseram ter apreendido 3.458 armas de fogo, uma quantidade superior à registrada no mesmo período do ano passado, quando foram retiradas de circulação 3.430 armamentos em todo território estadual.

Em relação aos fuzis, houve um aumento de quase 20% do número dessas armas de guerra apreendidas: foram 182 nos seis primeiros meses de deste ano e 153 no mesmo período de 2020.

Os números constam do levantamento divulgado na quinta-feira (01/07) pela Subsecretaria de Inteligência (SSI) da Secretaria de Estado de Polícia Militar. O levantamento da SSI revela ainda que no primeiro semestre deste ano, os policiais militares efetuaram 16.578 prisões de criminosos. No mesmo período, foram apreendidos 2.031 adolescentes envolvidos em atividades ilícitas. Com a conclusão do balanço do primeiro semestre de 2021, o número total de armas de fogo apreendidas por policiais militares nos últimos dois anos e meio (entre janeiro de 2019 e junho de 2020) chega a 18.171, entre as quais 936 fuzis.

“Retiramos de circulação quase 20 mil armas, entre fuzis, pistolas, revólveres, granadas, metralhadoras, espingardas e outras. Esse número revela o trabalho incansável dos policiais militares em defesa da sociedade, mas revela também o tamanho do nosso desafio”, disse o Secretário de Estado de Polícia Militar, Coronel Rogério Figueredo de Lacerda ao receber os números da SSI.

Além de reforçar o trabalho integrado com as demais forças de segurança do estado, especialmente a Polícia Civil e a Secretaria de Administração Penitenciária, e do governo federal, a SEPM informou que lançará até o final deste mês o programa Cinturão de Divisas, tendo como um dos principais objetivos o combate ao tráfico de armas.

“Teremos policiamento permanente, 24 horas por dia, com a instalação de 15 postos nas rodovias estaduais nos pontos de divisa entre o Rio de Janeiro e os estados da Região Sudeste – São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo”, informa o secretário Figueredo.

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Madureira Presente completou um ano com redução de roubos

 

A Operação Segurança Presente em Madureira completou um ano de funcionamento em 28 de janeiro, com um balanço bastante positivo  Neste período houve redução de 75% nos roubos a estabelecimento comercial, 64% no roubo de celular, 36% no roubo de veículo e 26% nos roubos a transeunte, de janeiro a dezembro de 2020, em comparação com o mesmo período do ano anterior.

O patrulhamento cobre a área do Mercadão de Madureira, e ruas principais, como a Estrada do Portela, Conselheiro Galvão e Carvalho de Souza. O horário de atuação dos policiais é de 6h às 22h, todos os dias da semana.