Categorias
Destaque Notícias Rio

Carioca celebra vaga em universidade federal

De uma maneira geral, em todo o país, para os estudantes tem sido um enorme desafio encarar a vida acadêmica em meio à pandemia. Mas há os que superam as adversidades. É o caso de Laura Pereira, aprovada em Administração na UFRRJ.

Ter alcançado essa meta em meio ao momento atual do Brasil e do mundo foi ainda mais desafiador para a ex-aluna do Colégio Franco-Brasileiro:

Senti que não tive o mesmo rendimento durante as aulas on-line e fiquei com receio de que essa situação refletisse no vestibular. Afinal, são anos de preparação e você, como aluno, não quer que esse esforço seja interrompido por um ano atípico. Então, foi mais especial pois abriu os meus olhos quanto a mim mesma, mostrou que se eu me esforçar para superar as adversidades e me dedicar, eu sou capaz de alcançar o que eu quiser – comemora a nova universitária.

E como foi a emoção de ter passado no vestibular?

Fiquei muito feliz, foi a melhor recompensa que eu poderia ter recebido após meses de preparação, esforço e dedicação.

Ao todo, Laura estudou durante oito anos no Franco, do qual cultiva enorme gratidão:

Eu comecei no colégio no quinto ano do Ensino Fundamental, foi importante para mim, pois me ensinou a ser uma pessoa melhor, a enxergar e a se preocupar comigo mesma e com o próximo.

Para a ex-aluna, os maiores diferenciais do colégio foram ‘o carinho e atenção que eu recebi dos professores e de todos que integram a equipe do colégio’.

Enquanto aguarda para fazer a matrícula na UFRRJ, Laura agradece por tudo o que viveu no Franco:

Aprendi muito com os professores, recebi um repertório que vou levar para a vida toda.

Categorias
Destaque Educação Rio

Aluno carioca é aprovado em 12 universidades americanas

 

 

Filho da professora de inglês Andréia de Lucas e do analista de sistemas Antonio Mannarino, Guilherme Mannarino, aos 17 anos, se dedica desde os 13 aos esports. Seu maior sonho é morar e trabalhar nos EUA. Um passo muito importante neste sentido foi dado recentemente, já que o estudante, aluno desde os 7 anos do Colégio Franco-Brasileiro, foi aprovado em 12 universidades americanas para cursar Ciências da Computação.

O principal sentimento no momento foi orgulho. Treino 5 horas e estudo outras 3 horas por dia, é uma rotina cansativa, mas nada vem fácil – celebra.

Especialista no game Fortnite, Guilherme vai embarcar no segundo

Fonte: Divulgação

semestre do ano que vem para os EUA com muitos sentimentos na bagagem. Um deles é de gratidão ao colégio que o formou:

O Franco me proporcionou um aprendizado de ponta, com professores altamente qualificados que me ajudaram na  formação da pessoa e intelecto que tenho – analisa o estudante, apontando a atenção recebida como outro fator marcante em sua trajetória no colégio.

O filho de Antonio e Andréia desde pequeno costuma viajar aos EUA. E conhece locais como Flórida, Virginia, Nova York, Arizona, Califórnia, Washington e Chicago.

E por que estudar e morar no país norte-americano?

Sempre vi que é um país muito mais estruturado e repleto de oportunidades. Atualmente com a situação de nosso país, me fez querer mais ainda me mudar, para proporcionar uma maior qualidade de vida para mim e meus pais

Categorias
Educação Rio

Aluna carioca é aprovada em sete universidades americanas

Isabela Magalhães, de 18 anos, vai cursar cinema

Com uma câmera na mão e muitas ideias na cabeça, Isabela Magalhães, aos 18 anos, tem um mundo inteiro a desbravar. A começar pelos EUA, para onde a aluna do CEL e atriz foi aprovada por sete das mais prestigiadas universidades. O sonho? Conquistar o diploma de cineasta.

Na bagagem, entre tantas emoções, há a gratidão ao CEL.

 Digo com toda a certeza: sem o apoio incondicional do CEL, eu não conseguiria minhas aprovações. Antes de começar, achei que estudar fora fosse um processo simples. Achei que dependia apenas de boas notas e algumas redações. Aos poucos, essa minha visão foi se desconstruindo e tive um grande choque de realidade. As faculdades dos Estados Unidos te veem além dos números. Elas não querem saber apenas do porquê você as escolheu, e, sim, do porquê elas deveriam te escolher, o que te faz especial. Para essa avaliação, elas contam com uma grande parte desse processo: as atividades extracurriculares – destaca a jovem estudante, que ainda aguarda o resultado de outras seis universidades americanas.

Desde pequena, Isabela sempre esteve envolvida com ações solidárias por meio do teatro, ativismo feminista e esportes em geral. Mas a guinada teve início no meio escolar:

 Lá eu pude colocar em prática o que de fato fazia a diferença: o espírito de liderança e o acolhimento. Eu recebi total apoio do CEL para dar mentorias de redação para as terceiras séries de todas as unidades e para criar um Clube de Cinema para Mulheres, no qual víamos diversos filmes com produções femininas e discutíamos o nosso espaço na indústria cinematográfica. Eu tenho certeza que essas duas atividades foram o ponto forte da minha candidatura. Além disso, todos os meus professores e coordenadores acolheram o meu sonho. O que foi fundamental para mim. O CEL apoia o fato de eu ser artista e eu nunca tinha sentido isso em outra instituição.

Isabela, também, é só elogios à maneira com a qual o Colégio trata todos os alunos:

Apesar dele ter programas excelentes para quem sonha em fazer Medicina, Direito, Engenharia ou Psicologia, ele também valoriza da mesma forma e olha com carinho para quem, como eu, sonha em fazer cinema. Cada aluno do CEL pode ser protagonista da sua própria história. Em diversos momentos, as minhas necessidades focadas na candidatura às universidades americanas divergiam da necessidade da maioria focada no ENEM, mas nem por isso a escola deixou de me acolher, me motivar e de atender a essas necessidades.

Duas universidades em Nova York

Das sete universidades para as quais a aluna passou, duas são em Nova York: School of Visual Arts e Ithaca College. Isabela também poderá optar pela State University, de São Francisco, Columbia College Chicago, pela Cal Arts (Califórnia), pela School of the Art Institute of Chicago ou pelo Savannah College of Art & Design, na Georgia.

Entre tantas opções, a futura cineasta tem uma preferida:

 Uma das universidades que têm espaço no meu coração é a School of Visual Arts. É uma das melhores universidades de cinema no mundo, é reconhecida por incentivar o cinema independente, pelo sucesso dos ex-alunos que trabalham em grandes produções de Hollywood e pelos professores gentis e acolhedores. Um lugar que abriga a dimensão dos meus sonhos, alimenta minha curiosidade intelectual, supre meu desejo incansável de aprender, acompanha a fluidez de meus pensamentos e explora quem eu sou como artista e como pessoa em uma comunidade diversa.
Alívio, gratidão e felicidade

Divulgação/ CEL

Para a jovem estudante, que ainda aguarda a resposta de outras quatro universidades americanas, a ficha demorou a cair ao ser aprovada:

Quando recebi a primeira aprovação, eu paralisei. Tive que ler a carta de admissão três vezes para entender se eu realmente tinha sido aprovada. Foi uma sensação de alívio, gratidão e felicidade extrema.

Sonho realizado

Em que pese a pouca idade, Isabela demonstra maturidade e humildade para mostrar o valor do seu feito:

 Foi um ano muito conturbado, de muitas incertezas, medos, muita determinação e muito esforço. A aprovação veio como um suspiro, uma recompensa por cada degrau que subi, cada degrau que caí. Me fez acreditar mais em mim mesma. Todas aquelas palavras juntas na carta de admissão, naquele momento, tinham um único significado: a realização de um sonho.

Isabela reconhece que não imaginava realizar esse sonho tão cedo. E escolheu os Estados Unidos por oferecerem muitas oportunidades, principalmente em sua área: artes.

Os artistas são mais valorizados, nosso estudo e esforço são contados para nos tornarmos melhores artistas, podemos ter uma perspectiva de carreira, acredito que posso ter uma ótima educação e formação como profissional e pessoa lá.

Luz, câmera, ação e realização de um sonho!

Categorias
Brasil

Conheça as iniciativas de universidades brasileiras contra a covid-19

Diversas universidades públicas do Brasil estão engajadas em projetos e estudos para ajudar na prevenção e no combate ao novo coronavírus no país. Presentes em mais de 15 estados, os projetos já conseguiram produzir mais de 70 mil litros de álcool gel, mais de 90 mil equipamentos de proteção, testes para diagnosticar a covid-19 e também disponibilizaram mais de 9 mil leitos em hospitais universitários.

Todos esses trabalhos foram mapeados pela União Nacional dos Estudantes (UNE) em parceria com a Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG) e estão disponíveis no site Ciência Salva Vidas, onde é possível conhecer as iniciativas e realizar doações para cooperar com os projetos.

As iniciativas, encabeçadas por estudantes e professores, contam com projetos inéditos, como o da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), que criou um respirador pulmonar 37 vezes mais barato que os modelos disponibilizados no mercado e disponibilizou a licença para empresas começarem a produção.

Segundo os pesquisadores que lideram o projeto, o equipamento pode ser operado em 60 segundos e foi feito para ser monitorado em tempo real, substituindo os modelos comercializados atualmente.

As federais de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul, por exemplo, deram início a estudos de novos tipos de testes que possam diagnosticar a doença. A UFMG disponibilizou três dos setes laboratórios da universidade para realizar procedimentos de testagem, enquanto a UFRGS está trabalhando em um teste molecular RT-PCR, que utiliza apenas o RNA da célula.

Além disso, a federal gaúcha realiza os estudos com insumos produzidos localmente, como forma de incentivar a indústria local e evitar escassez.

Algumas universidades também focam suas pesquisas na produção de equipamentos de proteção para profissionais da saúde. As federais do Amapá (UNIFAP), de Tocantis (UFT), do Pará (UFPA), do Amazonas (UFAM), de Lavras (UFLA), o Laboratório de Tecnologia 3D da Federal do Acre (UFAC) e outras já estão fabricando materiais como luvas, máscaras e trajes e distribuindo para os agentes de saúde locais.

Segundo a plataforma da UNE, foram produzidos 90.513 equipamentos sanitários em todo o país por iniciativas universitárias.

O Instituto Federal de São Paulo (IFSP) espera receber os insumos necessários para iniciar a produção de 30 mil litros de álcool gel 70%. A fabricação de álcool gel também está sendo realizada pena Universidade de Brasília (UnB).

Em nível nacional, alunos e professores de diversas universidades já entregaram 71.337 litros de álcool gel para instituições de saúde.

Com informações do Opera Mundi