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ONG Rio Eco Pets celebra parceria com Grupo Sinergia Educação

Você sabia que, ao juntar tampinhas plásticas, é possível ajudar a causa animal? Na ONG Rio Eco Pets esses dois pontos estão muito bem ligados em prol da solidariedade. Afinal, o projeto arrecada doações que são revertidas a entidades que defendem os animais. Desde o lançamento, em 2018, foram arrecadadas 198 toneladas de tampinhas.

A causa animal é muito esquecida, e precisa demais de ajuda. E a questão ambiental tem que ser dita, as pessoas têm que pensar nisso. Existe também um pouco do social, devido à zoonose. Através da castração, ajudamos a reduzir o risco dessa doença – explica Fernanda Perissé, fundadora da ONG.

Fotos tiradas no Colégio Liceu Franco-Brasileiro. Crédito: Divulgação

O sucesso da Rio Eco Pets está diretamente relacionado à participação de voluntários e parceiros. As escolas estão entre eles. O Grupo Sinergia Educação, que reúne o CEL Intercultural School e o Colégio Liceu Franco-Brasileiro, está com a ONG nesta caminhada.

 

Nosso trabalho com escolas começou em 2018 e é muito bacana ver essa troca com as crianças. Essa possibilidade de praticar a educação ambiental vindo desde a base é muito importante. E é também gratificante ter a parceria com escolas do peso do CEL e do Franco, que têm influência boa para trazer esse incentivo da educação ambiental, tanto para as crianças quanto para os pais. Temos certeza de que vai trazer bons frutos. Estamos animados também. A educação ambiental tem que fazer parte do currículo escolar.

Futuramente, quando a pandemia não representar um risco tão grande quanto o atual, a Rio Eco Pets estuda a possibilidade de fazer palestras presenciais nos colégios.

A ideia das tampinhas surgiu no colégio em 2019. Uma aluna trouxe, a mãe dela é voluntária e apresentou uma proposta. Começou na época do ‘Julho sem plástico’, quando fizemos uma campanha pra diminuir o uso do plástico na escola. E uma das atividades era arrecadação de tampinhas. A comunidade abraça bastante. A gente arrecada as tampinhas e separa toda quarta-feira, no Recreio, a terceira série do Ensino Médio as separa por cor, seguindo as indicações da ONG. Quando separamos por cor, na hora de vender para a reciclagem, tem maior valor agregado – explica Karolina Abrantes, responsável pelos projetos sociais do Franco.

Como deve ser feita a reciclagem

Sobre reciclagem, a fundadora da ONG Rio Eco Pets faz um alerta importante:

A reciclagem não é só juntar o resíduo e enviar. Existe uma forma

Fotos tiradas no Colégio Liceu Franco-Brasileiro. Crédito: Divulgação

correta de como ele deve ser enviado. Não são todos o mesmo tipo de plástico, existe uma forma de enviar. Por exemplo, não trabalhamos com garrafas pet, mas elas, para serem enviadas corretamente para a reciclagem, devem estar limpas. Porque uma garrafa com resto de refrigerante vai atrair vetores, como baratas e formigas. Também precisa estar sem o rótulo, que, apesar de ser plástico, tem um polímero diferente. O plástico é classificado por polímeros. E o que compõe o rótulo é diferente do da garrafa. Pet é o polímero 1, e o rótulo, geralmente, é o número 5, que é polipropileno.

Além de parceiros, como o Grupo Sinergia Educação, a rede de solidariedade da Rio Eco Pets conta com a ajuda de diversos voluntários. Para também se tornar um(a), entre em contato pelo Instagram do projeto: @rioecopets

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‘Save Ralph’: Curta-metragem comove público fazendo crítica aos testes em animais

*Por Fabiana Santoro

A The Humane Society International divulgou em seu canal no Youtube, um comovente curta-metragem intitulado ‘Save Ralph’. A animação em stop-motion dirigida por Spencer Susser, faz parte da campanha de conscientização em prol dos direitos dos animais, criada pela organização desde 1991.

Com um pouco mais de três minutos, o curta acompanha a história de Ralph, um simpático coelho que ‘trabalha’ como cobaia de testes de cosméticos. Cego de um olho e surdo de um ouvido por conta da exposição a agentes químicos, Ralph afirma que seus irmãos, pais, tios, esposa e filhos, também passaram pelo mesmo procedimento e acabaram falecendo, assim como ele irá em breve. O coelho acredita que o esforço que faz são positivos para chegar aos melhores resultados na criação de produtos de beleza para humanos. Confira:

Você pode ajudar a causa divulgando o curta e usando as redes sociais com a tag #SaveRalph.

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Lei que proíbe tatuagens e piercings em animais é aprovada na Alerj

Uma lei que proíbe tatuagens e piercings em animais domésticos foi aprovada nesta semana pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Quem for flagrado descumprindo a norma poderá pegar até três anos de prisão. A norma estipula multa também para estabelecimentos comerciais, que podem ter que pagar multas de até R$ 150 mil. Além disso, em caso de reincidência, a loja pode ser fechada.

A nova lei, assinada pelos deputados Carlos Minc (PSB) e Delegado Carlos Augusto (PSD), será incorporada ao Código de Defesa Animal. Eles disseram que viram imagens de cães e gatos tatuados circulando na internet, além de denúncias de ambientalistas, e que, por conta disso, decidiram elaborar a lei.

“Tatuar animais é um horror. Crueldade! Temos que amar os animais, defender a posse responsável e lutar contra o abandono, crueldade e maus-tratos. Uma sociedade que maltrata os seus bichinhos, cães e gatos, maltrata meninos de rua, é condescendente com racismo e com a cultura do estupro. Toda a crueldade leva a quebra do sentimento humano e solidário. Vamos amar os animais”, disse Carlos Minc, em post em sua rede social.

Os autores do projeto lembram que a prática de tatuar animais começou principalmente com a marcação feita na pele de animais de rebanho, com a finalidade de identificar os bichos. Bois e cabras, por exemplo, podem ser identificados com uso de brincos ou chips eletrônicos. Mas a tatuagem em animais domésticos como gatos e cães é meramente estética e pode causar danos à saúde dos bichos.

Há um projeto parecido sendo discutido pelos deputados federais no Congresso Nacional e, se aprovado, valerá para o país inteiro.

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Estudo relaciona variante britânica da Covid-19 com doença cardíaca em cães e gatos

Pesquisadores do “The Ralph Veterinary Referral Centre”, no Reino Unido, e das universidades francesas de Montpellier e de Lyon identificaram uma possível relação entre a variante britânica da covid-19 com uma doença cardíaca em cães e gatos. A pesquisa teve versão prévia publicada no site científico bioRxiv.

Os pesquisadores constataram que alguns pets contaminados com a variante, conhecida como B.1.1.7, desenvolveram miocardite, inflamação grave no coração. Essa condição é considerada rara nos animais.

A pesquisa relata 11 casos de animais doentes, em Londres, e aponta que os pets afetados ficaram bastante debilitados, mas não tiveram problemas respiratórios. O estudo aponta ainda que eles tiveram boa recuperação após um tratamento intensivo.

A pesquisa foi realizada após relatos de veterinários sobre um aumento atípico de casos da doença cardíaca e saúde geral debilitada em um hospital veterinário em South-East. Além disso, foi constatado que a maioria dos donos dos animais tinham sido diagnosticados com covid-19 nas semanas anteriores.

No artigo publicado, os pesquisadores afirmam ainda que o coronavírus original, sem a variação, não parecia causar doenças graves em animais de estimação, o que reforça, segundo eles, a relação entre a doença cardíaca e a mutação identificada no vírus. Os cientistas ainda reafirmam que a transmissão de pessoas para os animais ainda permanece muito mais provável do que a transmissão do vírus dos animais para as pessoas.

Cuidados

A OMS informou que monitora pesquisas sobre a relação entre animais de estimação e a Covid-19. A recomendação das autoridades de saúde é que pessoas infectadas limitem o contato com seus cães e gatos. Além disso, cuidados básicos de higiene devem ser seguidos pelos humanos ao manusear animais, como lavar as mãos antes e depois de tocar nos pets, alimentos, fezes ou urina. Além disso, o tutor deve evitar beijar, lamber ou compartilhar alimentos com seus pets e usar máscara facial.

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Excesso de urina, sede e perda de peso podem indicar diabete em pets

O diabetes é uma doença que preocupa muita gente, mas também é um problema para os pets, já que, ainda que poucos saibam, também é bastante comum nos animais. Por conta disso, tutores de cães e gatos devem ficar alertas a possíveis sintomas, entre eles excesso de sede e urina, aumento de apetite e perda de peso, mesmo com o aumento da ingestão de alimentos.

“O que acontece é que, assim como nós, o organismo para de produzir ou produz insulina em pouca quantidade para as necessidades do pet. Sem o hormônio, a glicose não entra nas células e se acumula-se no sangue”, diz Silvana Badra, médica-veterinária e gerente de produtos pet da MSD Saúde Animal.

A doença nos pets é consequência de alterações no pâncreas e são diversos os fatores que podem contribuir para a sua manifestação, entre eles a obesidade, uso excessivo de medicamentos que inibem a ação da insulina (como corticosteroides), doenças hormonais (como hipertireoidismo e hipotireoidismo) e excesso de gordura no sangue.

“O tutor deve estar atento à medicina preventiva, que inclui consultas de rotina, vacinação, vermifugação, prevenção contra pulgas, carrapatos e insetos, alimentação saudável, exercícios, e medicamentos só administrados sob recomendação do médico-veterinário”, afirma Silvana.

A especialista orienta que, diante de qualquer um dos sintomas, o tutor procure um profissional para avaliação. A doença não tem cura, mas tem tratamento. “A insulinoterapia, que é a aplicação de insulina, juntamente com um manejo adequado, com engajamento do tutor, permite ao pet ter uma boa qualidade de vida”.

A veterinária afirma ainda que a escolha da insulina também é essencial para obter melhores resultados e que a aplicação do medicamento pode ser feita pleo próprio tutor em casa. “Há insulina que promove um pico mais rápido e mais duradouro conferindo menor chance de crises de hipoglicemia e resistência à medicação. Ter uma insulina desenvolvida especialmente para as necessidades do animal proporciona um tratamento seguro e eficaz”.

Foto: Pixabay

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BioParque do Rio é inaugurado com mais de 1 mil animais

O BioParque do Rio, o antigo Jardim Zoológico da cidade, foi inaugurado pela prefeitura após uma remodelagem. O parque, que abre as portas ao público na segunda (22), possui mais de mil bichos de 140 espécies, espalhados por uma área de visitação de 60 mil m², na Quinta da Boa Vista, Zona Norte.

Entre as principais atrações do espaço, gerido pela iniciativa privada, estão áreas como a Ilha dos Primatas, a Savana Africana, a Vila dos Répteis, o Jardim de Burle Marx e a Alameda Macaco Tião. O visitante pode ver de perto o leão Simba, o tigre William, a elefanta Koala e o casal de hipopótamos Bocão e Tim, além de araras azuis, jacarés-do-papo-amarelo e muitas outras espécies.

Um dos macacos da Ilha dos Primatas (Foto: Beth Santos/Prefeitura do Rio)

A prefeitura disse que os ambientes passaram por reformulação para garantir condições de bem-estar aos animais e que o público poderá ter uma interação maior com os bichos.

O BioParque funcionará, diariamente, de 9h às 17h. A venda de ingressos avulsos começará na segunda (22), pelo site www.bioparquedorio.com.br. A entrada custa R$ R$ 39,75, com meia a R$ 19,87. Quem aderir ao programa de sócio anual tem acesso ilimitado pelo período de um ano a R$ 80, podendo incluir até sete dependentes a R$ 60, cada.

O tucano TucTuc pode ser observado no local (Foto: Marluci Martins/Prefeitura do Rio)
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Parque aquático para cães no Rio faz sucesso no verão

Verão, sol, calor… Essa é a combinação perfeita para um dia de praia ou piscina, não é mesmo? E se a gente sofre com as temperaturas altas da estação mais quente do ano e procura logo meios de se refrescar, imagine os animais de estimação. A boa notícia é que no Rio tem espaço também propício para os Pets aliviarem o calor e ainda se divertir.

Um “parque aquático” para cães (e também para os seus donos) tem ficado lotado neste verão na cidade. Montado no Recreio dos Bandeirantes, o Park Clube do Totó possui uma piscina de 400 metros quadrados e em formato de rampa (com 10cm a 1,30m de profundidade) para fazer a alegria de cachorros de todos os tamanhos. Eles podem andar, nadar e brincar com os donos, que são permitidos a entrar na água também.

O parque foi fundado há seis anos na Zona Oeste do Rio e nunca esteve tão movimentado. São em média 60 cães por dia de diferentes raças. A única exigência é que o animal seja dócil — raças consideradas mais agressivas são proibidas no local, como pit bull, american staffordshire, american bully, rottweiler, doberman, dogo argentino, fila e mastife.

Parque aquático fica no Recreio dos Bandeirantes. (Foto: Divulgação/Park Clube do Totó)

O idealizador do espaço é o Marco Antônio Marinho, mais conhecido como “Totó”. “O parque surgiu quando eu comecei a ir à praia com os meus cachorros e sempre tinha confusão. Tinha banhista que brigava e chamava a guarda municipal. Aí eu resolvi criar a piscina para os cachorros e me juntei com uns amigos pra montar o negócio”, destaca.

O clube abre em dias de sol, de terça a domingo, incluindo feriados, das 09h às 17h. O valor do ingresso para um cão com dois humanos acompanhantes é R$ 60. Para cada cão extra do mesmo dono, o preço fica R$ 40 mais caro. E um humano extra paga R$ 10.

Calor faz mal aos pets

As temperaturas muito altas fazem mal aos pets e, segunda a veterinária Mariana Santos, algumas das consequências bastante comuns são desidratação, diarreia e náusea. Há risco ainda da chamada intermação, aumento da temperatura corporal que pode levar até a morte.

A especialista diz que alguns cuidados devem ser adotados, sobretudo no verão, para evitar problemas com a saúde dos bichinhos de estimação. Afirma que as piscinas são muito bem-vindas, mas que também é possível improvisar para refrescar o calor dos animais.

“É preciso sempre oferecer bastante água fresca, evitar passeios ou exercícios muito extenuantes nos momentos de sol forte, não deixar os animais dentro do carro, viajar, de preferência, com ar condicionado ligado, não deixar os animais em quintais ou terrenos sem cobertura ou abrigo do sol. E, claro, uma piscina pode ser bem interessante, mas os donos podem colocar também uma bacia com água que eles também vão gostar muito”, diz.

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Como proteger animais de estimação do barulho dos fogos

 

Para tutores de cães e gatos, a queima de fogos de artifício costuma ser preocupante porque os clarões e barulhos provocados podem assustar os pets e provocar gatilhos de estresse e ansiedade, e danos irreversíveis na audição dos animais. Isso acontece porque eles têm uma capacidade auditiva muito maior do que a nossa. Enquanto somos capazes de perceber sons na faixa de 10 Hz a 20.000 Hz, os bichos conseguem ouvir até 40.000 Hz.

Então como proteger seu bichinho do barulho e evitar problemas maiores? O Dr. Edgard, do Hospital Popular de Medicina Veterinária (HPMV), deu algumas dicas de proteção para os animais neste período. “A melhor forma de protegermos nossos animais de estimação do barulho dos fogos é colocá-los dentro da nossa casa, fechar as portas e janelas, ligar a televisão ou música com um volume baixo e se colocar perto deles, passando toda segurança de que aquele momento, eles vão passar juntos daqueles que mais confiam, que no caso são os donos”.

Mais dicas do Dr. Edgard para esse momento de proteção aos pets:

*Não medicar os animais com tranquilizante e sedativos sem a recomendação e a consulta prévia ao um médico veterinário.

*Não deixe seu pet amarrado, encolerado, preso, no momento de fogos, pois para eles toda essa questão causa muita ansiedade e uma reação de fuga. Isso é bastante perigoso, podendo causar enforcamento.

*O lugar mais seguro e aconchegante para o seu animal é perto do dono, onde ele já está acostumado a estar.

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Produtos de limpeza usados para desinfectar casas podem fazer mal aos animais

Por Alessandro Monteiro

A pandemia do novo coronavírus fez com que muitas pessoas dessem uma atenção maior para a desinfecção de ambientes, como forma de evitar o contágio. Água sanitária, desinfetantes, e limpadores com cloro e álcool, são amplamente recomendados para a higienização, porém devem ser usados com cuidado em casas com animais de estimação por alguns oferecerem perigo de intoxicação para eles.

As substâncias como ácidos, amônia e cloro, encontradas em produtos de limpeza podem trazer vários malefícios aos animais de estimação. O contato com a pele pode causar feridas, além disso, por terem o olfato bastante apurado, os pets são mais sensíveis ao cheiro, o que também pode causar alergias.

Sintomas de intoxicação como vômitos, diarreia e dificuldade de respirar também são problemas causados pelo uso desses produtos.

A gravidade dos sintomas depende do nível de contato do animal com a substância tóxica, o tamanho dele e o grau de toxidade em seu corpo.

Para evitar qualquer problema de saúde no pet, o álcool puro é um produto que não possui cheiro forte e que higieniza. A melhor forma de usá-lo e manter o animal longe durante o uso e só soltá-lo quando secar.

Outras opções são produtos mais neutros, como detergente e sabão de baixo Ph, que não apresentam nenhuma substância maléfica para os animais.