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A Órfã 2: Isabelle Fuhrman revela que público ficará chocado com a pré-sequência

*Por Fabiana Santoro

Em uma entrevista exclusiva ao Collider, a atriz Isabelle Fuhrman, responsável por interpretar a pequena Esther em ‘A Orfã’, falou sobre o seu retorno como a personagem psicopata no prequel do filme.

A atriz afirmou que o público ficará chocado com o novo filme. Confira:

“[Essa sequência] definitivamente não é o que as pessoas estão esperando. Acho que isso é muito interessante e foi o que me fez retornar para o papel. Além disso, é muito legal fazer parte de algo que nunca foi feito nos cinemas anteriormente. Nunca tivemos uma pessoa adulta reprisando o papel de uma criança que ela interpretou na infância. Isso é algo muito difícil de se fazer, mas também muito divertido. Quando eu interpretei a Esther com apenas 10 anos, eu estava constantemente vivendo uma mulher de 33 anos fingindo ser uma criança. Dessa vez, eu tenho que fingir ser criança, pois já sou adulta.”

Ela completa, “Acho que o público ficará chocado com a história. É muito diferente do que todos estão esperando, e a Julia Stiles está incrível no filme. Nós nos divertimos muito juntas. Definitivamente é uma história sobre nós duas e sobre a nossa relação. É sobre como a Esther foi parar nos EUA e como ela se encontrou nesse país.”

O novo filme, se chamará A Órfã: A Primeira Matança. A produção contará a história de Leena Klammer, que orquestra uma fuga de um centro psiquiátrico da Estônia e viaja para a América personificando a filha desaparecida de uma família rica. Porém, Leena como “Esther” enfrentará problemas inesperados que a colocam contra uma mãe que protegerá sua família a qualquer custo.

O filme ainda não possui data de estreia.

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BAFTA: Principal premiação do cinema britânico anuncia data da cerimônia de 2022

*Por Fabiana Santoro

A organização do BAFTA, a principal premiação do cinema britânico, anunciou essa semana a data da cerimônia de 2022. A premiação ocorrerá dia 22 de março, uma semana antes do Oscar.

Os British Academy Film Awards ou BAFTA Film Awards é uma premiação anual concedida pela Academia Britânica de Cinema e Televisão (BAFTA) para homenagear as melhores contribuições britânicas e internacionais para o cinema.

Entre 2008 e 2016, a cerimônia foi realizada no centro de Londres no Royal Opera House. Devido a pandemia do novo Corona Vírus, ainda não se sabe como a premiação correrá no próximo ano.

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Acusado de abuso sexual, Kevin Spacey irá protagonizar drama sobre pedofilia

*Por Fabiana Santoro

De acordo com a ABC News, o ator Kevin Spacey, acusado de abuso sexual e conhecido por seu papel em ‘House of Cards’, voltará a atuar como protagonista em um grande filme dirigido por Franco Nero.

Em 2017, Kevin Spacey foi acusado de abusar sexualmente de pelo menos 20 homens e alguns deles menores de idade na época em que os crimes foram cometidos. Por conta do escândalo, ele foi demitido da série política House of cards (2013-2018), da Netflix. O ator se desculpou e apesar de assumir os abusos, ele não foi condenado judicialmente.

Em seu novo filme, ele fará o papel de um detetive buscando pistas sobre o caso de um homem injustamente acusado de pedofilia.

Intitulado ‘L’uomo che Disegnò Dio‘ (O Homem que Desenhou Deus), o drama policial italiano dará vida a um artista cego que tem a capacidade de fazer retratos de pessoas apenas suas vozes. Kevin Spacey fará o papel de um detetive buscando pistas sobre o caso de um homem injustamente acusado de pedofilia. Enquanto sua fama cresce na TV, ele é injustamente acusado de abusar sexualmente de crianças.

Kevin Spacey permanece sob investigação do Departamento de Polícia de Los Angeles e pelas autoridades do Reino Unido por conta de outras acusações registradas por vítimas anônimas.

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O Esquadrão Suicida: James Gunn revela que Arlequina estrelará maior cena de ação que já criou

*Por Fabiana Santoro

De acordo com o diretor James Gunn, o filme Esquadrão Suicida terá a maior cena de ação já dirigida de sua carreira. Em uma entrevista para a AP News, o cineasta revelou que o empenho da atriz Margot Robbie no papel de Arlequina foi tão excepcional que o fez escrever uma das cenas mais importantes e criativas da carreira:

“Ela incorpora a personagem. Consegue fazer comédia e drama. E fisicamente ela é uma atleta pura, capaz de fazer acrobacias de uma forma graciosa, magnífica e bela. Então escrevi a maior cena de ação que já fiz toda ao redor da Arlequina. A criação foi divertida em todos os níveis, desde trabalhar com os dublês até chegar a ela. São provavelmente meus quatro minutos favoritos dentre tudo o que já gravei”.

Pôster O Esquadrão Suicida. (Foto: Divulgação)

A produção estreia dia 5 de agosto de 2021 nos cinemas. Confira a sinopse:

“Do escritor e diretor James Gunn vem aí o filme de superheróis de ação e aventura da Warner Bros. Pictures, “O Esquadrão Suicida”, dando destaque a uma coleção dos delinquentes mais degenerados da DC.

Boas vindas ao inferno – também conhecido como Belle Reve, a prisão com a taxa de mortalidade mais alta nos Estados Unidos da América. Onde os piores Super-Vilões são mantidos e de onde eles farão qualquer coisa para sair – mesmo se juntar à super-secreta, super-duvidosa Força-Tarefa X. A missão fazer-ou-morrer de hoje? Reunir uma coleção de criminosos, incluindo Sanguinário, Pacificador, Capitão Bumerangue, Caça-Ratos 2, Savant, Tubarão Rei, Blackguard, Dardo e a psicopata preferida de todos, Arlequina. Então deixá-los fortemente armados e jogá-los (literalmente) na remota e cheia de inimigos ilha de Corto Maltese.

Trilhando por uma selva lotada de adversários militares e forças de guerrilha, o Esquadrão está em uma missão de procurar e destruir tendo apenas o Coronel Rick Flag no chão para fazê-los se comportar… e a tecnologia do governo de Amanda Waller em seus ouvidos, rastreando cada um de seus movimentos. E como sempre, um passo em falso e eles estão mortos (seja pelas mãos de seus inimigos, companheiros de equipe, ou da própria Waller). Se alguém estiver fazendo apostas, o mais esperto é colocar seu dinheiro contra eles – todos eles.”

O filme terá o retorno de Joel Kinnaman como Rick FlagViola Davis como Amanda WallerMargot Robbie como Arlequina e Jai Courtney como Capitão Bumerangue.

Além disso, serão introduzidos novos personagens, David Dastmalchian como Homem das BolinhasSteve Agee como Tubarão-ReiDaniela Melchior será Caça-Ratos IIIdris Elba como SanguinárioJohn Cena no papel no papel de PacificadorNathan Fillion como T.D.K., Pete Davidson como BlackguardFlula Borg como DardoMayling Ng como MongalPeter Capaldi como O Pensador, Michael Rooker como SavantAlice Braga como Sol Soria, e Sean Gunn como Doninha.

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Rua do Medo: Netflix divulga teaser de seus três filmes de terror que serão interligados

*Por Fabiana Santoro

A Netflix divulgou o trailer dos três filmes da trilogia ‘Rua do Medo’, baseada nos escritos homônimos do lendário R.L. Stine. Os 3 filmes possuem histórias diferentes, mas todos serão interligados.

Em 1994, um grupo de adolescentes descobre que os eventos aterrorizantes que assombram a cidade há gerações podem estar todos conectados — e que eles podem ser as próximas vítimas.

Rua do Medo: 1994 – Parte 1: 2 de julho
Rua do Medo: 1978 – Parte 2: 9 de julho
Rua do Medo: 1666 – Parte 3: 16 de julho

Confia o trailer e o pôster oficial:

Pôster Oficial. (Foto: Divulgação)

‘Rua do Medo: 1994’: durante os corolários de uma brutal tragédia em Shadyside, Ohio, um grupo de adolescentes descobre uma série de eventos horríveis que assolaram a cidade podem não ser meros acidentes – e eles podem ser as próximas vítimas.

‘Rua do Medo: 1978’: o Acampamento Nightwing está dividido entre os campistas e os monitores que vêm da próspera Sunnyside e aqueles que vêm da sinistra Shadyside. Porém, quando os horrores que suas cidades escondem ganham vida, eles devem se unir para desvendar um terrível mistério antes que seja tarde demais.

‘Rua do Medo: 1666’: uma cidade colonial é assolada por uma histérica caça às bruxas que traz consequências mortais durante séculos. Em 1994, cabe a um grupo de adolescentes dar um fim na maldição.

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Netflix anuncia novo recurso de título aleatório

*Por Fabiana Santoro

A Netflix anunciou hoje (28) o lançamento do recurso “Título Aleatório”, também conhecido como botão shuffle. A plataforma faz escolhas pelo usuário baseadas em seus gostos, seguindo o algoritmo do histórico de produções assistidas. Assim o serviço escolhe filmes e séries pelo assinante. 

Confira:

Botão Títulos Aleatórios. (Foto: Reprodução Netflix)

O botão de Título Aleatório poderá ser encontrado dessas formas:

Abaixo do nome de perfil

Na décima fileira da página inicial da Netflix 

E no menu de navegação, na parte esquerda da tela. 

O novo recurso já está disponível em algumas contas, e estará disponível para todos os usuários da plataforma no decorrer do próximo mês.

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James e o Pêssego gigante completa 25 anos de estreia

*Por Fabiana Santoro

Em 12 de abril de 1996, a Disney estreava ‘James e o Pêssego Gigante’, filme baseado no livro de Roald Dahl. O filme conta a história de James, uma criança esperançosa que sonha ir para Nova York com seus pais , a cidade “onde os sonhos se realizam”. Mas depois que um incidente, o menino fica orfão, e vai morar com suas tias cruéis, que o maltratam. Até o dia em que um homem misterioso lhe entrega um pacote com uma estranha receita. De repente, James descobre que, nas redondezas, nasceu um pêssego do tamanho de uma casa. Lá dentro, ele se torna amigo de insetos que moram na fruta e vive uma mágica aventura.

James e Dona Aranha em James e o Pêssego Gigante. (Foto: Reprodução Filme)

Indicado ao Oscar de Melhor Trilha Sonora de filme musical e Melhor Filme de Animação, a mistura de stop motion e live-action dirigido por Henry Selick ficou marcada na infância de muitas gerações. O filme está disponível no DisneyPlus.

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Cultura Fica a Dica Rio

Festival Corpos da Terra estreia on-line no MAM Rio

Em sua terceira edição, evento gratuito sobre povos indígenas no cinema brasileiro terá exibição de filmes, debates e apresentações musicais.

Após passar pela Caixa Cultural do Rio de Janeiro e pelo Espaço Front, o Festival Corpos da Terra chega a sua terceira edição, desta vez totalmente on-line, entre os dias 5 e 14 de março, com exibições gratuitas no canal do Vimeo do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio) (@mamrio) durante todo o período do evento.

O projeto realizado pela Lúdica Produções com patrocínio da Secretaria de Estado da Cultura e Economia Criativa (SECEC), por intermédio da Lei Aldir Blanc, conta com a curadoria da jornalista, produtora e roteirista Renata Tupinambá, que selecionou 12 curtas-metragens e quatro longas, a maioria deles dirigidos por mulheres indígenas. Em destaque “Equilíbrio” (2020), da cineasta Olinda Muniz Silva Wanderley, que com um olhar sensível mostra problemas ambientais e uma crítica ao antropoceno. Já “Fôlego Vivo” (2021), da Associação dos Cariris do Poço de Dantas, apresenta uma realidade indígena cultural que desconstrói estereótipos. O curta “Kunhangue – Universo de um Novo Mundo” (2020), de Graciela Guarani, e o longa “Yãmĩyhex: As Mulheres-Espírito” (2019), de Isael Maxakali e Sueli Maxakali, foram aclamados em diversas mostras brasileiras, entre elas o Festival do Filme Documentário e Etnográfico de Belo Horizonte (forumdoc.bh) e a Mostra de Cinema de Tiradentes.

Além dos filmes, o festival vai promover ao vivo, sempre às 19h, no corposdaterra.com.br, uma série de debates mediados pela curadora Renata Tupinambá e pelo antropólogo Idjahure Kadiwel: “Protagonistas na pedagogia da mãe terra”, com Yakuy Tupinambá (BA), Juma Xipaya (PA), Avelin Bunicá Kambiwá (MG) e Daiara Tukano (DF), na sexta-feira, dia 5; “Decolonização do corpo, arte e moda”, com Dayana Molina (RJ) e Sallisa Rosa (GO), no sábado, dia 6; “Cinematografia indígena feminina”, com Olinda Muniz Tupinambá (BA), Graciela Guarani (PE) e Lian Gaia (RJ), no domingo, dia 7; “Uma conversa sobre arte”, com Uyra Sodoma (AM) e Juão Nÿn (SP), na quinta-feira, dia 11; “Territórios e direitos originários”, com Arassari Pataxó (BA) e Tereza Arapium (PA), na sexta-feira, dia 12; e “Música contemporânea e etnotransmídia nas redes”, com Katu Mirim (SP) e Kaê Guajajara (MA), no sábado, dia 13.

Fechando a programação no domingo, dia 14, às 16h, o site do Festival Corpos da Terra vai transmitir sets da DJ e curadora Renata Tupinambá, além de shows com a cantora e compositora Kaê Guajajara e a rapper Katu Mirim. Tanto os debates como as apresentações musicais serão interativas, e o público poderá fazer perguntas e comentários através do facebook (@corposdaterra) do evento.

“Preparamos para essa terceira edição uma programação valorizando a pluralidade brasileira indígena de diferentes regiões e contextos. O público vai poder conhecer esses vários Brasis invisíveis em um panorama contemporâneo. Mostraremos a energia feminina matriarcal com destaque para realizadoras e lideranças mulheres, além de um feminino que todos possuem além dos gêneros, como filhos e corpos da natureza”, comenta a curadora Renata Tupinambá.

A identidade visual desta terceira edição do Corpos da Terra foi desenvolvida pelo artista Denilson Baniwa, que buscou refletir sobre a cosmologia indígena, onde tudo está conectado ao corpo do planeta. Em 2019, Baniwa foi indicado ao Prêmio Pipa, a principal premiação de arte contemporânea do Brasil, sendo vencedor na categoria on-line. O ilustrador coleciona oito exposições individuais, além de participações em mais de 30 coletivas e cinco internacionais.

Mais informações sobre o Festival Corpos da Terra podem ser obtidas através do site  corposdaterra.com.br.

SERVIÇO:

Festival Corpos da Terra 

Data: 5 a 14 de março

Local da exibição dos filmes: Vimeo do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio)

Local dos debates e shows: corposdaterra.com.br

Horário dos debates: 19h

Horários dos shows: 16h, 17h e 18h30

Ingresso: Gratuito

Informações: corposdaterra.com.br / facebook.com/corposdaterra / instagram.com/corposdaterra

PROGRAMAÇÃO:

FILMES

Sessão 1 

Jeroky Gwasu – Grande Canto (2021), de Michele Perito Concianza, Brasil, 12 min, Digital, Livre.

Teko Haxy – ser imperfeita (2018), de Patrícia Ferreira Pará Yxapy e Sophia Pinheiro, Brasil, 40 min, Digital, Livre.

Mãtãnãg, a Encantada (2019), de Shawara Maxakali e Charles Bicalho, Brasil, 14 min, Digital, Livre.

Sessão 2 

Equilíbrio (2020), de Olinda Muniz Silva Wanderley, Brasil, 11 min, Digital, Livre.

Kunhangue – Universo de um Novo Mundo (2020), de Graciela Guarani, Brasil, 20 min, Digital, Livre.

Yãmĩyhex: As Mulheres-Espírito (2019), de Isael Maxakali e Sueli Maxakali, Brasil, 76 min, Digital, 12 anos.

Sessão 3

Yarang Mamin (2019), de Kamatxi Ikpeng, Brasil, 21 min, Digital, Livre.

Opy’i Regua (2019), de Júlia Gimenes e Sérgio Guidoux, Brasil, 20 min, Digital, Livre.

Mitos Indígenas em Travessia (2019), de Julia Vellutini e Wesley Rodrigues, Brasil, 21 min, Digital, Livre.

Mandayaki e Takino (2020), de Yariato e Dadiwa Juruna, Brasil, 10 min, Digital, Livre.

Sessão 4

Fôlego Vivo (2021), de Associação dos Índios Cariris do Poço do Dantas, Brasil, 28 min, Digital, Livre.

O último sonho (2019), de Alberto Alvares, Brasil, 60 min, Digital, 12 anos.

Sessão 5

Ka’a zar ukyze wà – Os donos da floresta em perigo (2019), de Flay Guajajara, Edivan dos Santos Guajajara e Erisvan Bone Guajajara, Brasil, 14 min, Digital, 14 anos.

Nũhũ yãgmũ yõg hãm: essa terra é nossa! (2020), Isael Maxakali, Sueli Maxakali,

Carolina Canguçu e Roberto Romero, Brasil, 70 min, Digital, Livre

Sessão 6

Apiyemiyekî? (2020), de Ana Vaz, Brasil, 27 min, Digital, Livre.

O índio cor de rosa contra a fera invisível: a peleja de Noel Nutels (2019), de Tiago Carvalho, Brasil, 80 min, Digital, 12 anos.

DEBATES

Sexta-feira, dia 5 de março 

19h – Protagonistas na pedagogia da mãe terra, com Yakuy Tupinambá (BA), Juma Xipaya (PA), Avelin Bunicá Kambiwá (MG), Daiara Tukano (DF) e mediação de Renata Tupinambá

Sábado, dia 6 de março 

19h – Decolonização do corpo, arte e moda, com Dayana Molina (RJ), Sallisa Rosa (GO) e mediação de Idjahure Kadiwel

Domingo, dia 7 de março 

19h – Cinematografia indígena feminina, com Olinda Muniz Tupinambá (BA), Graciela Guarani (PE), Lian Gaia (RJ) e mediação de Renata Tupinambá

Quinta-feira, dia 11 de março 

19h – Uma conversa sobre arte, com Uyra Sodoma (AM), Juão Nÿn (SP) e mediação de Renata Tupinambá

Sexta-feira, dia 12 de março 

19h – Territórios e direitos originários, com Arassari Pataxó (BA), Tereza Arapium (PA) e mediação de Idjahure Kadiwel

Sábado, dia 13 de março 

19h – Música contemporânea e etnotransmídia nas redes, com Katu Mirim (SP), Kaê Guajajara (MA) e mediação de Renata Tupinambá

APRESENTAÇÕES MUSICAIS

Domingo, dia 14 de março 

16h – DJ Renata Tupinambá

17h – Kaê Guajajara

18h30 – Katu Mirim

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Especial Adam Sandler é destaque na Fox Life

 

Nesta semana, a Fox Life explora toda a versatilidade de Adam Sandler em fazer o público rir e chorar, com uma seleção de filmes do ator em sua programação. Ainda dá tempo de curtir, nesta quinta-feira (18) e na sexta-feira (19), sempre a partir das 18h45, o “ESPECIAL ADAM SANDLER – O REI DA COMÉDIA”, que com obras de sucesso do astro hollywoodiano.

Claro que, além de muito conhecidos, os filmes de comédia contam com toda a veia humorística característica do artista, que conquista o público há anos! Entre os blockbusters de Sandler no especial, estão os clássicos “Como se Fosse a Primeira Vez” (2004), exibido na terça (16); “A Herança de Mr. Deeds” (2002), na quarta (17) e  “Tratamento de Choque” (2003), que rola amanhã, sexta (19), na telinha da Fox.

 

Quinta 18/02 – ESPANGLÊS (2004) – 10 anos.

SINOPSE: Uma doméstica mexicana, Flor Moreno (Paz Vega), decide partir para os Estados Unidos com a sua filha, Cristina Moreno, em busca de novas oportunidades. Ao chegar, começa a trabalhar na casa de uma rica família americana e vê a necessidade de aprender a falar inglês. Até que Flor se envolve com o patrão (Adam Sandler), após uma grande discussão entre ele e sua esposa Deborah Clarsky (Téa Leoni).

 

Sexta 19/02 – TRATAMENTO DE CHOQUE (2003) – 14 anos.

SINOPSE: Dave Buznik (Adam Sandler) é um pacato empresário que é condenado por um crime e sentenciado a realizar um tratamento para controlar seu temperamento. O encarregado de realizar este tratamento é o Dr. Buddy Rydell (Jack Nicholson), um louco psiquiatra que tem seus próprios problemas de temperamento e parece ser o único capaz de tirar Buznik do sério.

Foto: DIvulgação

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Cineasta carioca dirigiu série durante isolamento social

As produções audiovisuais em sets de filmagem pararam durante a pandemia, mas o Cineasta Wagner Novais, mesmo confinado, dirigiu e produziu de forma  virtual a série documental “Único na Quarentena. O projeto, que trata-se de uma web série com 5 episódios, onde Wagner Novais  entrevista seus vizinhos também isolados em seus apartamentos. Este projeto foi contemplado com o Prêmio Edital Cultura nas Redes da Secretaria de Cultura e Economia criativa do Estado do Rio de Janeiro.

Wagner Novais é diretor, roteirista e professor de cinema. Wavá, como é conhecido dirigiu alguns curtas-metragens que colecionam prêmios de realização como “Fonte de Renda”um dos episódios do longa 5x Favela – Agora por Nós Mesmos e “Tempo de Criança”. Já lecionou nas escolas Darcy Ribeiro e Criative Film School. Também assinou assistência de direção em séries  “O mecanismo” “Imagem e Vinil” e na novela global “Bom Sucesso”.

Os episódios já estão disponíveis:

Instagram: https://www.instagram.com/wava.novais/
Youtube: https://www.youtube.com/user/respeito83
Facebook: https://www.facebook.com/wavanovaiss

Direção, roteiro e produção: Wagner Novais
Elenco: Patrick Sonata
Comunicação: Juliana Portella