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Secretaria Municipal de Ciência e Tecnologia e Secretaria Especial da Juventude querem atrair mais jovens para treinamento em tecnologia

 

Crédito: Divulgação SMCT

Incluir um contingente ainda maior de jovens para os programas gratuitos de tecnologia promovidos pela Prefeitura do Rio. Com esta finalidade, teve início nesta semana, a primeira fase de encontros entre o secretário municipal de Ciência e Tecnologia, Willian Coelho; o secretário especial da Juventude, Salvino Oliveira; e a equipe técnica das duas pastas. O objetivo foi elaborar as metas que vão possibilitar, no futuro, a inclusão de um contingente ainda maior de jovens nos programas de treinamento e capacitação promovidos pela SMCT e JUV-Rio.

Parceria é fundamental para introduzir mais jovens no mercado de trabalho. Estamos
trabalhando em conjunto para estimular e fortalecer o uso da
tecnologia. Essa é uma área que vem avançando velozmente em razão da pandemia de Covid-19 – afirmou Willian Coelho, secretário de Ciência e Tecnologia.

O secretário ressalta que a SMCT vem trabalhando para fomentar cada vez mais a utilização das ferramentas tecnológicas e colocá-las ao alcance de todos.

A JUV-Rio é uma secretaria criada nessa gestão para olhar mais de perto os jovens de 15 a 29 anos, que representam quase 25% da população carioca. Trata-se de uma pasta que vai fazer ações em parceria com quase todas as demais da Prefeitura já que os jovens estão inseridos em diversos temas e cenários.

Juventude, Ciência e Tecnologia têm tudo a ver. Vamos trabalhar juntos para mudar a realidade da juventude carioca, que hoje encontra dificuldades para conseguir o primeiro emprego, por exemplo. A capacitação na área da tecnologia é essencial para preparar melhor esses jovens pro mercado de trabalho – explicou o secretário da JUV-Rio, Salvino Oliveira.

Na última semana, a SMCT em parceria com a Cisco Networking Academy iniciou dois cursos gratuitos online
de tecnologia: Introdução à Cibersegurança e Fundamentos do Sistema
Operacional Linux. Para participar dos cursos, não há limite de idade, basta ter noção de informática. Até o início desta semana, já foram realizadas 500 inscrições nos dois cursos.

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Alessandro Monteiro | Circuito Carioca Destaque

Editora Laszlo lança livro que ensina o caminho para envelhecer com saúde

Envelhecer com saúde é o desejo da maioria das pessoas e cuidar da alimentação é um dos meios para se ter uma vida longeva e ativa. Com o passar do tempo, o corpo começa a nos mostrar que a energia dos 20 e poucos anos ficou para trás, é quando dores e um ou outro problema de saúde surgem com mais frequência. Mas muito dos males que acometem às pessoas com o passar dos anos podem ser evitados com a mudança de hábitos e estilo de vida.

Conhecer as respostas do corpo através do que oferecemos para ele – seja pela alimentação ou do próprio meio em que se vive – pode evitar 90% das doenças e sinais de envelhecimento ao qual estamos sujeitos a vivenciar. É esse o tema do lançamento da Editora Laszlo, “Mais jovem pelos seus genes”, da autora Sara Gottfried. O título aborda os efeitos da epigenética e o quanto a saúde e o bem-estar podem andar juntos com a maturidade a partir do nosso investimento em autocuidado.

Cientista, pesquisadora, palestrante, professora de yoga e médica ginecologista formada em Harvard, Sara Gottfried tem mais de 25 anos de experiência. É autora de livros que frequentemente ocupam as listas dos mais vendidos do The New York Times e da Amazon.

Foto: Divulgação

A obra apresenta um programa de sete semanas, composto de um conjunto de propostas relacionadas à alimentação, ao sono, ao movimento, ao relaxamento, à exposição, ao descanso e ao pensamento. Depois desse período, o protocolo “Mais Jovem” funciona de forma contínua para manter as células se dividindo para sustentar os mecanismos de reparo do DNA e para reduzir suas chances de uma doença degenerativa, por exemplo. “Ao longo da vida, as influências mais profundas para a sua saúde, vitalidade e funcionamento não serão os médicos que você visita, os remédios e as cirurgias e outras terapias as quais você recorre. As influências mais profundas serão os efeitos cumulativos das decisões que você toma a respeito da sua dieta e estilo de vida na expressão de seus genes”, define o nutricionista genético Jeffrey Bland, que assina uma das citações do livro.

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Destaque Economia

Medo do desemprego é maior entre mulheres e jovens

O medo do desemprego entre as mulheres é bem superior ao dos homens, mostra indicador da Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgado nesta quarta-feira (14). O Índice de Medo do Desemprego e Satisfação com a Vida é uma publicação trimestral da CNI e nesta edição entrevistou 2 mil pessoas em 127 municípios do país, entre os dias 17 e 20 de setembro. 

O indicador de medo do desemprego no público feminino ficou em 62,4 contra 46,8 no público masculino, uma diferença de 15,6 pontos. O medo do desemprego também é maior entre os jovens, especialmente aqueles na faixa dos 16 aos 24 anos (57,9), e o da faixa seguinte, entre 25 e 34 anos (57,3). Esse indicador também é maior entre a população que reside no Nordeste (61,2) e os que recebem até um salário mínimo (65).

Apesar dos graves impactos econômicos da pandemia de covid-19, o medo do desemprego na população em geral ficou em 55 pontos, uma queda de 1,1 ponto na comparação com dezembro de 2019.

“A partir do fim do primeiro trimestre de 2020, as medidas de proteção adotadas no período contribuíram para conter o desemprego e aumentar a segurança no emprego. Possivelmente, a transferência de renda às famílias também contribuiu para esse resultado. Por fim, a retomada gradual das atividades comerciais e produtivas nos últimos meses tem impactado positivamente a formação de expectativas dos agentes, que, em um primeiro momento, esperavam por uma recuperação econômica mais lenta”, avalia a CNI.

Satisfação com a vida

Já o índice de satisfação com a vida cresceu ligeiramente entre dezembro do ano passado e setembro deste ano, passando de 68,3 para 68,5 pontos. A satisfação com a vida aumenta à medida que a renda também aumenta. Entre os que ganham mais de cinco salários mínimos, esse valor é 72,8 pontos, enquanto quem tem renda de até um salário mínimo registrou pontuação de 65,7.

O indicador também é melhor entre os homens (70 pontos) na comparação com as mulheres (97,1).

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Cultura Destaque

No mês da criança, projeto “Que História Contar?” oferece entretenimento educativo em plataforma online

Estreia em 12 de outubro o projeto “Que História Contar”, uma série de sessões de contação de histórias infantis apresentadas por atores, músicos e palhaços, que vai oferecer entretenimento educativo no mês da criança. Entre os dias 12 e 31 de outubro, às 10h, uma obra diferente será contada, seguida de um bate-papo ou de uma oficina interativa com os artistas na plataforma Zoom. A classificação etária é livre – indicado para crianças a partir de 3 anos. Os ingressos vão de R$ 7,50 a R$ 15 e podem ser adquiridos no site http://sympla.com.br e o conteúdo ficará disponível até 12 de dezembro. O projeto “Que História Contar” tem coordenação da pedagoga e contadora de histórias Fernanda Faria e direção geral do produtor Bruno Mariozz.

Baseadas em obras clássicas como “Rapunzel”, dos Irmãos Grimm, “A festa no céu”, de Ângela Lago, “A pequena vendedora de fósforos”, de Hans Christian Andersen, e no conto chinês “O pote vazio”, as histórias foram adaptadas para abordarem questões como diversidade de gênero, étnico-raciais e acessibilidade. Há também textos contemporâneos como “Sinto o que sinto – A incrível história de Asta e Jaser”, de Lázaro Ramos, “O pequeno príncipe das ruas”, de Allex Miranda e “Ventanera – A cidade das flautas”, de Moira Braga.

Além de ser uma opção de entretenimento educativo para a criançada durante o período de isolamento social, “Que História Contar” tem como objetivo despertar o gosto pela leitura e, principalmente, democratizar e diversificar o universo das contações de histórias e da literatura infantojuvenil. O elenco de 22 contadores é formado por: Alexa Velásquez, Alexandre Moreno, Allex Miranda, Clara Santhana, Danielle Fritzen, Dayse Pozzato, Diego de Abreu, Fábio França, Fernanda Fari, Jorge Oliveira, Leandro Castilho, Lu Fogaça, Luan Oliveira, Matt Trindade, Milton Filho, Moira Braga, Patrícia Costa, Raquel Penner, Thaianne Moreira,Vilma Melo, Viviane Netto e Wladimir Pinheiro.

“Quando eu era criança, negra e de baixa renda, não me recordo de nenhuma história em que o corpo negro fosse protagonista. Por que sempre um castelo e uma casa grande? Cadê a periferia? A casa pequena? Muitas pessoas também não se sentiram pertencentes ou representadas no universo literário”, lembra a pedagoga e contadora de histórias Fernanda Faria, coordenadora do projeto.

“Somos frutos das histórias que lemos, aprendemos, ouvimos e vemos. As histórias formam, se movem e nos movimenta. Acredito que se tivéssemos tido acesso às histórias de gênero, com questões raciais e de inclusão, não seríamos o país que mais mata com o racismo, machismo, homofobia, sem nenhuma inclusão para as pessoas com deficiência”, questiona Fernanda.

Diretor geral do projeto, Bruno Mariozz, da Palavra Z Produções Culturais, enxerga também uma oportunidade de movimentar e apoiar a economia criativa do segmento cultural, que foi duramente atingida com a pandemia. “Reunimos diversos profissionais para que possamos fortalecer a criação artística e proporcionar momentos lúdicos em um momento tão delicado que estamos passando”, diz.

Que História Contar – Luan Vieira – Divulgação

HISTÓRIAS

Abrindo a programação em 12 de outubro, está “Minhas contas”, de Luiz Antonio, interpretada pela atriz Fernanda Faria. A história fala sobre tolerância religiosa ao contar sobre uma amizade de duas crianças abalada pelo preconceito dos pais. O conto tradicional chinês “O pote vazio” ganha interpretação do artista cadeirante Matt Trindade. No conto, um imperador distribuiu sementes de flores para que as crianças de seu reino as cultivassem e lhe trouxessem o resultado d0 trabalho. Ao final de um ano, o menino Ping só conseguiu apresentar um pote vazio. Mas o que parecia um fracasso tornou-se um grande triunfo.

Em “Sinto o que sinto – A incrível história de Asta e Jaser”, de Lázaro Ramos, a atriz Vilma Melo mostra que mesmo para os adultos, lidar com os sentimentos nem sempre é fácil. Isso é o que Dan percebe ao longo de seu dia, enfrentando diferentes situações que o fazem ter que encarar uma mistura bastante diversa de sentimentos. Escrito e contado pelo ator Allex Miranda, “O pequeno príncipe das ruas” narra a história de um homem de negócios que, atrasado para uma reunião, muda o trajeto e tem seu carro enguiçado em uma cidade remota.

“Ventanera – A cidade das flautas” é um texto escrito pela bailarina e atriz cega Moira Braga. Ventaneira é uma cidade fantástica onde flautas voam amarradas em pipas coloridas e só o sopro dos ventos pode tocar esses instrumentos musicais. Um dia amanhece silencioso, sem ventos e sem música. Até que o menino Rudin, o único habitante de Ventaneira que não sabia nem fazer flautas, nem empinar pipas e que só consegue ver o que suas mãos podem alcançar, descobre como trazer a música e a alegria de volta à cidade.

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Destaque Educação

Congresso promulga emenda que torna o Fundeb permanente

O presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre, promulgou hoje (26) a Emenda Constitucional (EC) 108/20 que torna permanente o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). A medida amplia de 10% para 23% a participação da União no financiamento da educação básica e altera a forma de distribuição dos recursos entre os entes federados.

Para Alcolumbre, a emenda é uma das contribuições mais relevantes e de maior impacto social que o Congresso Nacional incorporou nos últimos tempos no patrimônio jurídico brasileiro. “Apenas um olhar especial para os nosso jovens e crianças poderá nos redimir como sociedade e nos justificar como nação”, disse.

Ele destacou a conciliação e comprometimento de deputados e senadores para assegurar a tramitação e aprovação da matéria. O texto foi aprovado na Câmara dos Deputados em julho e, ontem (25), foi apreciada no Senado em primeiro e segundo turno, e aprovado por unanimidade. “Hoje nós asseguramos na Constituição a perenidade da educação. A educação, que aguardava a décadas esse gesto do Parlamento brasileiro”, disse o senador durante sessão solene virtual.

O relator do texto no Senado, senador Flávio Arns (Rede-PR), pediu o mesmo comprometimento dos parlamentares para a regulamentação da emenda. “Que nós trabalhemos juntos, buscando esse diálogo, para chegarmos a um entendimento com ampla participação da sociedade. O Brasil precisa de educação, na pós-pandemia [da covid-19] a educação tem que ser prioridade absoluta. É ela que vai melhorar a economia, a saúde e dizer o que será necessário na assistência social”, disse.
Política de Estado
Para o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, mesmo sabendo de todas as dificuldades pelas quais passa o orçamento público federal, os parlamentares chegaram a um valor que reafirma a importância da valorização e da melhoria da qualidade da educação.

“Quando nós decidimos que a educação é prioridade, que precisa de mais recursos, é uma decisão política de colocar mais recursos em uma área, sabendo que outras áreas terão menos prioridades”, disse Maia.

Por isso, para ele, o Congresso “precisa continuar votando as matérias que modernizam o Estado brasileiro”, como as reformas tributária e administrativas. “Para um país que tem uma carga tributária tão alta, a escolha é importante, e hoje fizemos a escolha pela educação, a escolha pelas nossas crianças”, ressaltou.

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Destaque Notícias

Premiação para jovens empreendedores sociais está com inscrições abertas até dia 18 de setembro

Jovens empreendedores sociais têm a chance de mostrar as suas pegadas sustentáveis deixadas no novo mundo com o Prêmio Laureate Brasil, iniciativa criada pela Laureate Brasil, rede da qual o Centro Universitário IBMR faz parte. As inscrições estão abertas até o dia 18 de setembro para a edição de 2020 e os interessados poderão efetuar o cadastro de seus projetos direto no site, clicando aqui .

O Prêmio Laureate Brasil consiste na seleção em âmbito nacional de pessoas com reconhecido e comprovado potencial de impacto positivo na sociedade, que fazem a diferença em suas comunidades de atuação. Como parte de uma iniciativa global de estar aqui para o bem e para sempre, o programa consagra as ações com base nas regiões geográficas das instituições de ensino da rede Laureate Brasil.

Para participar da oportunidade, os interessados precisam ter entre 18 e 29 anos, serem autores/coautores ou fundadores/cofundadores de um projeto social em execução há seis meses e demonstrarem os resultados. Não é necessário ser aluno do IBMR para concorrer a uma vaga. Todas as etapas acontecerão de maneira virtual de modo a garantir a saúde, o bem-estar e a segurança de todos neste momento.

Os vencedores receberão uma capacitação online exclusiva para potencializar ainda mais a condução de seus negócios sociais e ampliar os seus horizontes em relação ao tema empreendedorismo. Além disso, o Prêmio Laureate Brasil proporciona o acesso e visibilidade dentro de um ambiente global de jovens lideranças ao redor do mundo por meio da parceria com a YouthActionNet da International Youth Foundation (IYF).

SERVIÇO

Prêmio Laureate Brasil – Jovem Empreendedor Social

• Inscrições: até sexta-feira, dia 18 de setembro

• Capacitação online: de 30 de outubro a 29 de novembro

• Cerimônia oficial de premiação: 2 de dezembro

• Site: http://www.premiolaureatebrasil.com.br

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Brasil Destaque

Jovens sentem mais falta de amigos e da escola no isolamento, diz pesquisa

Da Redação

O isolamento social está afetando de forma significativa o comportamento e expectativas de jovens e adolescentes, principalmente aqueles com até 25 anos de idade. Sem poder ter contato com familiares e amigos, tampouco ir à escola, a maioria está ansiosa, deixou de praticar exercícios físicos e está mais desconfiada em relação às informações recebidas pelo governo, como mostra pesquisa realizada pela rede de escolas de informática Microcamp.

A pesquisa foi feita entre os dias 13 e 19 de junho, com 6.041 alunos da rede, em 59 municípios de cinco estados brasileiros. A maioria dos entrevistados é do sexo feminino (51,3%), tem idade a partir dos 10 anos, sendo a maioria entre 15 a 19 anos (51,5%) e está cursando o Ensino Médio (51,5%).

Apesar de ser uma geração que nasceu após o surgimento da internet, os jovens e adolescentes dizem que do que eles mais têm sentido falta nesse período de isolamento é do contato físico com os amigos e familiares, segundo 43,1% dos entrevistados. Já para 25,9% é de ir à escola e 24,4% de ir ao cinema, clube, jogos de futebol e shopping. E por mais acostumados que estejam à tecnologia, quando se trata de estudo no ensino regulamentar, a maioria (86,2%) prefere as aulas presenciais, contra 7,5% online e 6,2% semipresenciais.

Para 57,9% dos entrevistados, com a mudança das aulas presenciais para virtuais a tendência é piorar o aprendizado dos alunos, enquanto 30,2% acham que o nível do aprendizado será mantido, e 12,2% consideram que haverá melhorias. Isso, apesar da pesquisa ter apontado que a adaptação das aulas presenciais para o sistema virtual feita pelas instituições de ensino regular foi considerada boa para 36% dos entrevistados, regular para 35,5%, precária para 14,5% e muito boa para 14,4%.

Ansiedade e solidão

Para uma geração que tem como característica o convívio com diversos grupos, viver isolada e privada de fazer o que mais gosta trouxe consequências emocionais. E a pior delas, apontada por 56% dos entrevistados, foi a ansiedade, seguida pela solidão, citada por 23,1% dos participantes.

Na pesquisa, a maioria dos entrevistados (52,8%) disse se informar e saber muito sobre pandemia do coronavírus, contra 34,5% que afirmou ter muitas dúvidas sobre o assunto e 12,8% admitiu que não se informa. A maioria (40,8%) também afirmou acreditar que os números de infectados e mortos no Brasil são inferiores aos divulgados pelo governo, já 30,2% pensam que são verdadeiros e 29,1% acham que são superiores. Sobre a mídia, 90,5% disseram acreditar em parte do que é noticiado, 5,4% acreditam em tudo e 4,2% não confiam em nada.

Embora a maioria dos entrevistados (76,4%) seja a favor do isolamento, 50,3% disseram que o têm respeitado parcialmente, enquanto 48,7% totalmente e 1% admite não respeitar. Em relação à alimentação, 55,5% dos entrevistados assinalaram que permaneceram com mesmos hábitos alimentares, 27,7% disseram que se descuidaram e estão comendo mais e pior, e 16,8% garantiram estar se alimentando melhor e com mais qualidade.

Menos compras, mais lives

Mas nem os mais de três meses de isolamento afrouxaram os hábitos de compras dessa geração. A pesquisa apontou que 61,5% não têm hábito de comprar pela internet, 25,6% manteve a frequência de compra online e 12,9% cedeu à tentação e passou a comprar mais pela internet.

Para ocupar o tempo durante o isolamento, 57,7% têm assistido a séries, filmes e lives, enquanto 17% têm se dedicado aos estudos e novos cursos, 13,4% estão se dedicando à arrumação da casa, e 6,9% têm optado pelas vídeo chamadas com amigos e familiares. Os entrevistados também se destacaram no uso das redes sociais, sendo que o Youtube ainda é o preferido de 39,5% deles. Já 22,5% acessam mais o Instagram, 14,5% outras opções, 11,4% o Facebook, 7,1% o Tik Tok e 4,9% o Tweeter.

Na opinião de 50,1% dos respondentes, o que falta para as pessoas enfrentarem melhor a pandemia é responsabilidade, já 15% disseram solidariedade e 14,2% respeito. Em relação ao comportamento das pessoas pós-pandemia. Para 45,3% dos entrevistados, o comportamento será o mesmo porque o ser humano tem memória curta. Já os otimistas (40%) acreditam que vai melhorar porque as pessoas tirarão lições importantes de solidariedade nesta crise. E os pessimistas (14,7%) acham que vai piorar porque a tendência é as pessoas se tornarem mais individualistas e egoístas.